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Youtube lança portal de vídeos de educação

Projeto feito em parceria com a Fundação Lemann é o segundo do Google no mundo

No dia 21/11, o Google lançou, em parceria com a Fundação Lemann, do empresário Jorge Paulo Lemann, o Youtube Edu, plataforma dedicada a servir como vitrine a professores que dão aulas em vídeo no Youtube. O site terá conteúdo para alunos do Ensino Médio nas disciplinas de Física, Química, Biologia, Matemática e Língua Portuguesa.

A Fundação Lemann, responsável pela tradução dos vídeos da Khan Academy, montou a curadoria do acervo educativo do site, reduzindo o número de vídeos participantes de 93 mil para cerca de 12 mil. O Youtube Edu (youtube.com/edu) foi primeiramente executado na sede do Google, nos EUA, em 2009. Com a versão nacional, o Brasil se torna o segundo país a abrigar o projeto. “Começamos em agosto deste ano, acionamos a equipe de engenheiros do Google de lá, eles nos ajudaram a levantar tudo e aqui estamos”, conta a gerente de marketing do Google Brasil, Flávia Simon. A equipe de curadoria, formada por 16 professores da Unicamp e do sistema Poliedro, mapeou os canais de professores com mais audiência e qualidade – como Me Salva, Calcule Mais, Vestibulândia e Biologia Total – e convidou seus autores a participar do site. Um deles foi Ivys Urquiza, professor de física no Maceió, que começou a gravar suas aulas há 8 meses e tem 600 mil visualizações no seu canal “Física Total”. “Gasto mais do que arrecado, mas a visibilidade compensa o prejuízo. Hoje não dá para viver só disso, mas daqui a dois anos isso vai mudar”, disse Urquiza se referindo ao sistema de monetização por anúncio do Youtube, no qual o produtor fica com 55% da receita publicitária gerada pelas visualizações. “Não cogito nunca deixar de dar aulas nas escolas, o que eu cogito é deixar de cobrar para dar aula e não depender disso para sobreviver.” O empresário Jorge Paulo Lemann, disse estar entusiasmado com a parceria e vê na tecnologia uma saída para desenvolver o País. “Espero que em alguns anos o Brasil seja competitivo também em educação.” Estiveram presentes no lançamento também o presidente da Comissão de Educação na Câmara, o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), e o secretário de Educação do Estado de São Paulo, Herman Voorwald, que aprovaram a decisão do Google de começar pelo Ensino Médio, apontado como “o maior problema no Brasil”, já que possui os maiores índices de evasão.

Segundo a ONU, o Brasil tem apenas 49,5% da população com ensino médio completo e responde pela terceira maior taxa de evasão escolar (24,3%) em um ranking de 100 países.

O Google espera que até março de 2014, vídeos relacionados a ensino fundamental e superior componham a plataforma.

Fonte: O Estado de São Paulo | 22/11/2013 | Foto: Felipe Rau

Comissão de Educação entrega Prêmio Darcy Ribeiro

O presidente da Comissão de Educação, Gabriel Chalita (PMDB/SP), entregou nesta terça-feira o Prêmio Darcy Ribeiro, que é concedido anualmente pela Comissão de Educação e pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados a três pessoas e/ou entidades, cujos trabalhos ou ações merecem especial destaque na defesa e na promoção da educação no Brasil. Em 2013 foram agraciadas a Fundação Lemann, o Instituto Padre Vilson Groh e o Instituto Plena Cidadania. Cada um recebeu um diploma de menção honrosa e outorga de medalha com a efígie do homenageado.

Na reunião deliberativa, os deputados da Comissão de Educação aprovaram projeto que dispõe sobre o intercâmbio acadêmico de estudantes de graduação e de pós-graduação no País, para que a União estimule o intercâmbio acadêmico de estudantes de graduação, mestrado e doutorado no País, com os objetivos de promover a integração das instituições de educação superior e de seu alunado; articular as propostas curriculares dos cursos superiores; e fortalecer a base comum de formação superior no País. Também aprovaram projeto que regula o exercício da profissão de paisagista e requerimento para realizar o Seminário para discutir o tema “Toda Escola do Semiárido com Água, Cozinha e Banheiro”.

Fonte: Assessoria de imprensa | Data: 21/11/2013

Consciência negra: leis, ações, intenções

Talvez, um dia, não precisemos mais de um “dia da consciência negra”. Talvez, um dia, o sonho de Luther King – “Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele” – realize-se nas leis, nas ações e nas intenções das pessoas.

Nas leis, evoluímos muito. Não se tolera, no Brasil, nenhum tipo de racismo, de discriminação ou de preconceito. O princípio da igualdade, entre outros, exige que não tenhamos cidadãos de primeira e de segunda classe, sob nenhuma razão. Aliás, não há razão alguma para que alguém se sinta superior ao seu semelhante.

Um outro sonhador, Mandela, nos ensina que: “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”.

Ninguém nasce preconceituoso, portanto. Ninguém nasce intolerante. Ninguém nasce para fazer o mal. A reflexão sobre a consciência negra é uma reflexão sobre o respeito. Respeitar o outro me ajuda a viver melhor. É preciso olhar para o passado e ter a consciência do que sofreram nossos irmãos, que ajudaram a construir a nossa identidade. É preciso relembrar os horrores da escravidão para que fatos como esses nunca mais se repitam. É preciso educar as crianças para que elas compreendam o significado da palavra respeito e a beleza do conceito das diferenças. As diferenças não podem ser convertidas em desigualdades; ao contrário, são a prova da genialidade do Criador que nos fez únicos. Unicamente para que nos completemos. E só nos completamos quando compreendemos quem somos e quem são nossos irmãos de jornada.

É da jornada de Zumbi e de Dandara que nos lembramos nessa semana. Líderes que trocaram a vida pelo sonho de que, um dia, não precisaríamos mais falar sobre consciência negra. Ainda precisamos. Ainda há ações a serem feitas para que as intenções sejam sempre corretas.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 22/11/2013

Chef Ravioli ensina a fazer canelloni alla Harry’s Bar

Massa básica

01 kg de farinha

12 ovos

Recheio de espinafre e queijo

150 gramas de espinafre descongelado, picado e espremido

110 gramas de ricota

60 gramas de queijo suíço ralado

110 gramas de muçarela picada

30 gramas de parmesão ralado (na hora)

1 colher de chá de sal

Grãos de pimenta frescos

1/8 colher (chá) de pimenta caiena

2 gemas de ovo

Leve ao processador de alimentos o espinafre, a ricota, o queijo suíço, a muçarela e o parmesão. Processe até que os ingredientes fiquem bem misturados. Coloque-os numa tigela e misture sal, grãos de pimenta, pimenta caiena e gemas de ovos. Prove, ajuste o tempero e guarde na geladeira.
 
Molho bechamel                                                  

60 gramas de manteiga sem sal

35 gramas de farinha

500 ml de leite

Sal
 
Em fogo baixo, doure levemente a manteiga e a farinha. Aos poucos, adicione o leite fervido e mexa suavemente. Ajuste o sal e reserve.
 
Molho pomodoro
 
10 tomates

½ xícara de azeite de oliva

½ xícara de manjericão

2 dentes de alho

Sal e pimenta a gosto
 
Refogue o alho no azeite. Coloque os tomates na panela e desmanche-os com uma colher. Tempere e deixe cozinhar por 10 minutos. Se estiver muito ácido, junte uma pitada de açúcar. Por fim, coloque o manjericão.
 
Como montar o canelloni
 
Recheie o canelloni previamente, deite-o em um refratário revestido com uma leve camada de molho branco. Cubra-o com uma fina camada de molho branco e uma levíssima camada de molho pomodoro. Polvilhe queijo parmesão e leve ao forno para gratinar suavemente.

A China e a educação

Estive na China em visita oficial, acompanhando o vice-presidente da República, Michel Temer, os ministros da agricultura, aviação civil e ciência, tecnologia e inovação; além dos deputados Edinho Araújo e Fábio Ramalho. A senadora Kátia Abreu também esteve presente junto com vários empreendedores brasileiros da área do agronegócio.

Foram muitos eventos e reuniões de trabalho. O vice-presidente falou ao presidente da China Xi-Jinping sobre a importância de aumentarmos ainda mais as relações entre os dois países.

Foi uma oportunidade interessante para entender as mudanças que eles fizeram na educação e que levaram o país à primeira colocação no PISA – um dos principais instrumentos de avaliação internacional.

Aqui, destaco alguns pontos:

1. Todos os alunos estudam o dia inteiro – escola em tempo integral é uma conquista. Não se desiste de nenhum aluno;
2. Participação da família – há uma consciência de que a responsabilidade na aprendizagem precisa ser dividida entre a família e a escola;
3. Currículo adequado – há uma preocupação em mesclar teoria e prática. Os alunos precisam aprender abstrações matemáticas e, ao mesmo tempo, a sensibilidade da arte e a capacidade de trabalhar em equipe no esporte;
4. Valorização dos professores – o professor é o centro do processo de aprendizagem, nenhuma tecnologia substitui o professor.

Lições óbvias. Sabemos disso, mas não fazemos o que tem que ser feito.

A China é um país que está se fortalecendo cada vez mais. Nós também temos todas as condições de nos tornarmos uma potência mundial. Ainda pecamos em algumas questōes, e a educação é uma delas.

Ouvi de um líder chinês: “Aqui, quando decidimos, fazemos”. Aqui, falta decidir que a educação é a grande força que vai nos levar a ser, mais do que uma potência econômica, uma potência no respeito ao ser humano, não deixando nenhuma criança para trás.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 15/11/2013

Aprenda a preparar um delicioso risotto pomodoro

Ingredientes:

50 ml de azeite de oliva extravirgem

1 cálice de vinho branco seco

400 gramas de arroz arbóreo

1/3 de cebola

2 litros de caldo de legumes

100 gramas de parmesão ralado

1 colher de sopa de manteiga sem sal

500 gramas de tomate confitado

1 pote de mozarela de búfala

1/2 xícara de folhas de manjericão

Sal e pimenta do reino a gosto

 

Modo de preparo:

Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola picada. Acrescente o arroz e refogue mais um pouco. Coloque o vinho branco e mexa bem. Acrescente o caldo de legumes aos poucos, com uma concha. Deixe o arroz cozinhar. Para finalizar, acrescente o tomate confitado (receita abaixo), a manteiga e o parmesão. Acrescente o caldo de legumes sempre que necessário. Por último, coloque a mozarela de búfala e o manjericão.

 

Tomate confitado

Ingredientes:

500 gramas de tomate

500 ml de azeite extravirgem

5 dentes de alho

2 ramos de alecrim fresco

1/2 colher de chá de vinagre balsâmico

1 pitada de açúcar

Pimenta e sal a gosto

 

Modo de preparo:

Preaqueça o forno em 80º C. Tempere o tomate com o sal, a pimenta-do-reino, o açúcar e o balsâmico. Junte o alho, o alecrim e o azeite. Transferira os tomates para um refratário e leve ao forno por cerca de 90 minutos. Deixe esfriar. Se preciso, conserve-o em um pote de vidro na geladeira.

Pontualidade: uma questão de respeito

Será que o tempo de algumas pessoas tem mais importância do que o tempo das outras? O que dá a alguém o direito de deixar o outro esperando? 

A pontualidade é uma questão de respeito. Infelizmente, o atrasar está cada vez mais comum. Em casamentos, em eventos, em consultórios médicos ou odontológicos, em reuniões, em jantares, em almoços. Tudo isso é muito deselegante.

Um médico que deixa seu paciente na sala de espera por 2 horas acha que só o seu tempo é importante? O horário não foi marcado? Um dentista, um advogado, um cabeleireiro, também. É claro que pode haver um contratempo. Mas isso tem que ser exceção, não regra. 

Um líder do governo ou de uma empresa que convoca os colaboradores para um evento e se atrasa 1 hora, 2 horas, faz com que os seus auxiliares deixem de trabalhar esse período e fiquem lá à espera de “sua majestade”. Se sabia que iria atrasar, por que não comunicou antes? Ou por que não marcou mais tarde?

Tem gente que convida para um jantar e já diz: “vou marcar às 20h para começar às 21h”. Ora, marque às 21h e comece no horário combinado.

Um simples almoço de amigos. Marca-se um horário no restaurante. Um chega, e o outro se atrasa. O que chegou antes fica olhando no relógio, aguardando um telefonema, um pedido de desculpas, e nada. 

Como é bom ver pessoas que, além de respeitar as outras, são objetivas. Isso faz com que seja mais fácil organizar a vida.

Estou na China, em missão especial, acompanhando o vice-presidente da república, Michel Temer. Estou impressionado com a pontualidade de todas as reuniões, almoços, jantares, eventos. Tudo tem hora para começar e hora para terminar.

Ao elogiar o vice-ministro da educação, ele me respondeu: “isso é uma questão de respeito, de educação”. 

Em tempo, a educação na China é considerada, hoje, a melhor do mundo. E faz pouco tempo. Eles entenderam que um país só se faz gigante quando o seu povo é educado, quando ninguém é deixado para trás.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 8/11/2013

Aprenda a preparar o tortelli di zucca, do chef Ravioli

Massa básica:

01 kg de farinha

12 ovos

Modo de preparo da massa:

Em uma tigela, bata os ovos com uma pitada de sal. Misture a farinha até obter uma massa firme, passe no cilindro ou estique com um rolo. Corte a massa em quadrados de 5×5 cm (ou com as bordas de um copo) e recheie utilizando uma colher de sobremesa do recheio. Forme o tortelli, cozinhe-os em água fervente previamente salgada. Sirva em pratos individuais, regados com manteiga e sálvia bem quente. 

Recheio:

400 gramas de abóboras médias descascadas (cubra a abóbora cabotian com papel alumínio e asse-a em forno médio por 40 minutos)

½ cebola média (picada bem fina)

1 colher de sopa de manteiga

1 colher de sopa de mel karo

100 gramas de farinha de Amaretto

150 gramas de queijo parmesão (ralado fino)

Sal e pimenta a gosto

1 colher de açúcar (se necessário)

Modo de preparo do recheio:

Em uma panela em fogo brando, murche a cebola com a manteiga e acrescente os demais ingredientes. Forme um purê consistente, tempere a gosto e deixe esfriar. Reserve.

 

Padre Rosalvino, um construtor de sonhos

Padre Rosalvino celebra 50 anos de vida religiosa e 40 anos de sacerdócio. Sua missão é cuidar de gente. Gente de todas as idades. Gente que enfrenta os mais diversos problemas. Sua obra “Dom Bosco”, de Itaquera, é um marco, um sinal de esperança para a Zona Leste de São Paulo. 

Padre Rosalvino sabe do significado da palavra “cuidar”. Talvez ele tenha bebido na mesma fonte de Quintana que poetizava: “O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você”. 

No andar decidido por suas obras sociais, ele fala, ouve, ensina, aprende, faz-se presente. Nas oficinas profissionalizantes – são muitas e fazem um lindo trabalho –, ele anima pessoas de todas as idades que voltam a sonhar com dias melhores. Na escola de samba, ele se aproxima do ritmo do coração dos que dançam e pulam em busca da alegria. Cuida também dos que caíram, dos que cometeram atos infracionais. Olha com olhar de pai e abre as janelas do futuro para eles. Conversa com as famílias. Orienta. Reza. Todos os anos, organiza uma peregrinação para Aparecida. Vai à casa da Mãe para agradecer. Agradece pelas dores, pelos problemas, pelas lágrimas e agradece pela força que o faz continuar e trabalhar cada vez mais.

Padre Rosalvino é um menino. Um menino salesiano que sorveu de Dom Bosco o amor pelos jovens e a certeza de que nenhum jovem está perdido. É preciso que seja amado, que se sinta amado. É preciso que tenha possibilidades. Que tenha a consciência de que há vida mesmo depois da queda. 

Presenciei muitas cenas marcantes desse homem de Deus tocando na alma das pessoas. É bom conviver com ele. Reanima a nossa crença de que o bem vale a pena. Em um mundo assolado pela perversidade, pelo egoísmo, pela disputa doentia de poder, quem se dedica a “cuidar do jardim” para atrair os que se perderam, ou os que ainda não se encontraram, merece reconhecimento. 

Que sua história sirva de referencial aos outros para que não tenham nem medo nem preguiça de conjugar o verbo amar.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 1/11/2013

Comissão de Educação realiza Seminário sobre Educação em Tempo Integral

A Comissão de Educação, presidida pelo deputado federal Gabriel Chalita, realizou no dia 30 de outubro o Seminário Internacional sobre Educação em Tempo Integral. Nesse encontro, especialistas da França, de Portugal e da Espanha apresentaram o resultado de experiências em escolas com educação em tempo integral e dialogaram com estudiosos brasileiros, que também relataram casos de sucesso ocorridos em nosso país.

Atualmente, o tempo médio que os estudantes brasileiros passam dentro da escola é de, aproximadamente, quatro horas diárias. Especialistas em educação afirmam que quanto maior o tempo da criança na escola, imersa a atividades pedagógicas, esportivas e culturais, melhor será seu desenvolvimento como aluno. 

Durante o seminário, o deputado Gabriel Chalita relacionou o ensino em tempo integral aos altos índices de desenvolvimento educacional dos 20 países que ocuparam as primeiras posições no exame Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), que avalia as competências dos estudantes do mundo todo em Leitura, Matemática e Ciências.

Segundo Chalita, a escola em tempo integral é fundamental para o desenvolvimento completo das habilidades estudantis. Para fundamentar essa reflexão, o deputado citou o exemplo de uma escola de Cotia, em São Paulo, que, após dois anos de educação integral, duplicou sua nota no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). 

O direito à educação não se consolida apenas com o acesso ao ensino regular. As crianças e os jovens precisam receber cuidados em toda a sua formação, ter acesso à alimentação adequada, ao reforço nos estudos, a práticas de esportes e à cultura nas suas mais diversas formas de manifestação. A educação em tempo integral está presente em diversos países no mundo e em algumas escolas no Brasil. Está presente também no Plano Nacional de Educação (PNE) como uma das metas a serem cumpridas em diferentes etapas do ensino. Segundo a secretária de Educação Continuada do Ministério da Educação, Macaé Evaristo dos Santos, atualmente, mais de 49 mil escolas contam com os recursos do Mais Educação, o programa indutor da educação em tempo integral. A meta é que, até 2014, mais de 60 mil escolas ofereçam atividades escolares o dia todo.

Este evento foi realizado no Auditório Nereu Ramos e contou com a presença de autoridades e especialistas da área como o professor José Pacheco, que falou sobre a Escola da Ponte de Portugal, o professor Cesar Muñoz Jimenez, da Espanha, e o professor Bernard Charlot, da França. Também foram ouvidas as especialistas Cláudia Valentina Assumpção Galian e Maria das Mercês Ferreira Sampaio. O Secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Romeu Caputo, falou sobre a experiência de educação em tempo integral no Brasil. Foram apresentados também casos de sucesso com a educação em tempo integral no SESC e na rede municipal de ensino de Apucarana, no Paraná.

Fonte: Assessoria de imprensa | Data: 31/10/2013 | Foto: Gabriela Korossy