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Massa básica
01 kg de farinha
12 ovos
Recheio de espinafre e queijo
150 gramas de espinafre descongelado, picado e espremido
110 gramas de ricota
60 gramas de queijo suíço ralado
110 gramas de muçarela picada
30 gramas de parmesão ralado (na hora)
1 colher de chá de sal
Grãos de pimenta frescos
1/8 colher (chá) de pimenta caiena
2 gemas de ovo
Leve ao processador de alimentos o espinafre, a ricota, o queijo suíço, a muçarela e o parmesão. Processe até que os ingredientes fiquem bem misturados. Coloque-os numa tigela e misture sal, grãos de pimenta, pimenta caiena e gemas de ovos. Prove, ajuste o tempero e guarde na geladeira.
Molho bechamel
60 gramas de manteiga sem sal
35 gramas de farinha
500 ml de leite
Sal
Em fogo baixo, doure levemente a manteiga e a farinha. Aos poucos, adicione o leite fervido e mexa suavemente. Ajuste o sal e reserve.
Molho pomodoro
10 tomates
½ xícara de azeite de oliva
½ xícara de manjericão
2 dentes de alho
Sal e pimenta a gosto
Refogue o alho no azeite. Coloque os tomates na panela e desmanche-os com uma colher. Tempere e deixe cozinhar por 10 minutos. Se estiver muito ácido, junte uma pitada de açúcar. Por fim, coloque o manjericão.
Como montar o canelloni
Recheie o canelloni previamente, deite-o em um refratário revestido com uma leve camada de molho branco. Cubra-o com uma fina camada de molho branco e uma levíssima camada de molho pomodoro. Polvilhe queijo parmesão e leve ao forno para gratinar suavemente.
Estive na China em visita oficial, acompanhando o vice-presidente da República, Michel Temer, os ministros da agricultura, aviação civil e ciência, tecnologia e inovação; além dos deputados Edinho Araújo e Fábio Ramalho. A senadora Kátia Abreu também esteve presente junto com vários empreendedores brasileiros da área do agronegócio.
Foram muitos eventos e reuniões de trabalho. O vice-presidente falou ao presidente da China Xi-Jinping sobre a importância de aumentarmos ainda mais as relações entre os dois países.
Foi uma oportunidade interessante para entender as mudanças que eles fizeram na educação e que levaram o país à primeira colocação no PISA – um dos principais instrumentos de avaliação internacional.
Aqui, destaco alguns pontos:
1. Todos os alunos estudam o dia inteiro – escola em tempo integral é uma conquista. Não se desiste de nenhum aluno;
2. Participação da família – há uma consciência de que a responsabilidade na aprendizagem precisa ser dividida entre a família e a escola;
3. Currículo adequado – há uma preocupação em mesclar teoria e prática. Os alunos precisam aprender abstrações matemáticas e, ao mesmo tempo, a sensibilidade da arte e a capacidade de trabalhar em equipe no esporte;
4. Valorização dos professores – o professor é o centro do processo de aprendizagem, nenhuma tecnologia substitui o professor.
Lições óbvias. Sabemos disso, mas não fazemos o que tem que ser feito.
A China é um país que está se fortalecendo cada vez mais. Nós também temos todas as condições de nos tornarmos uma potência mundial. Ainda pecamos em algumas questōes, e a educação é uma delas.
Ouvi de um líder chinês: “Aqui, quando decidimos, fazemos”. Aqui, falta decidir que a educação é a grande força que vai nos levar a ser, mais do que uma potência econômica, uma potência no respeito ao ser humano, não deixando nenhuma criança para trás.
Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 15/11/2013
Ingredientes:
50 ml de azeite de oliva extravirgem
1 cálice de vinho branco seco
400 gramas de arroz arbóreo
1/3 de cebola
2 litros de caldo de legumes
100 gramas de parmesão ralado
1 colher de sopa de manteiga sem sal
500 gramas de tomate confitado
1 pote de mozarela de búfala
1/2 xícara de folhas de manjericão
Sal e pimenta do reino a gosto
Modo de preparo:
Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola picada. Acrescente o arroz e refogue mais um pouco. Coloque o vinho branco e mexa bem. Acrescente o caldo de legumes aos poucos, com uma concha. Deixe o arroz cozinhar. Para finalizar, acrescente o tomate confitado (receita abaixo), a manteiga e o parmesão. Acrescente o caldo de legumes sempre que necessário. Por último, coloque a mozarela de búfala e o manjericão.
Tomate confitado
Ingredientes:
500 gramas de tomate
500 ml de azeite extravirgem
5 dentes de alho
2 ramos de alecrim fresco
1/2 colher de chá de vinagre balsâmico
1 pitada de açúcar
Pimenta e sal a gosto
Modo de preparo:
Preaqueça o forno em 80º C. Tempere o tomate com o sal, a pimenta-do-reino, o açúcar e o balsâmico. Junte o alho, o alecrim e o azeite. Transferira os tomates para um refratário e leve ao forno por cerca de 90 minutos. Deixe esfriar. Se preciso, conserve-o em um pote de vidro na geladeira.
Será que o tempo de algumas pessoas tem mais importância do que o tempo das outras? O que dá a alguém o direito de deixar o outro esperando?
A pontualidade é uma questão de respeito. Infelizmente, o atrasar está cada vez mais comum. Em casamentos, em eventos, em consultórios médicos ou odontológicos, em reuniões, em jantares, em almoços. Tudo isso é muito deselegante.
Um médico que deixa seu paciente na sala de espera por 2 horas acha que só o seu tempo é importante? O horário não foi marcado? Um dentista, um advogado, um cabeleireiro, também. É claro que pode haver um contratempo. Mas isso tem que ser exceção, não regra.
Um líder do governo ou de uma empresa que convoca os colaboradores para um evento e se atrasa 1 hora, 2 horas, faz com que os seus auxiliares deixem de trabalhar esse período e fiquem lá à espera de “sua majestade”. Se sabia que iria atrasar, por que não comunicou antes? Ou por que não marcou mais tarde?
Tem gente que convida para um jantar e já diz: “vou marcar às 20h para começar às 21h”. Ora, marque às 21h e comece no horário combinado.
Um simples almoço de amigos. Marca-se um horário no restaurante. Um chega, e o outro se atrasa. O que chegou antes fica olhando no relógio, aguardando um telefonema, um pedido de desculpas, e nada.
Como é bom ver pessoas que, além de respeitar as outras, são objetivas. Isso faz com que seja mais fácil organizar a vida.
Estou na China, em missão especial, acompanhando o vice-presidente da república, Michel Temer. Estou impressionado com a pontualidade de todas as reuniões, almoços, jantares, eventos. Tudo tem hora para começar e hora para terminar.
Ao elogiar o vice-ministro da educação, ele me respondeu: “isso é uma questão de respeito, de educação”.
Em tempo, a educação na China é considerada, hoje, a melhor do mundo. E faz pouco tempo. Eles entenderam que um país só se faz gigante quando o seu povo é educado, quando ninguém é deixado para trás.
Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 8/11/2013
Massa básica:
01 kg de farinha
12 ovos
Modo de preparo da massa:
Em uma tigela, bata os ovos com uma pitada de sal. Misture a farinha até obter uma massa firme, passe no cilindro ou estique com um rolo. Corte a massa em quadrados de 5×5 cm (ou com as bordas de um copo) e recheie utilizando uma colher de sobremesa do recheio. Forme o tortelli, cozinhe-os em água fervente previamente salgada. Sirva em pratos individuais, regados com manteiga e sálvia bem quente.
Recheio:
400 gramas de abóboras médias descascadas (cubra a abóbora cabotian com papel alumínio e asse-a em forno médio por 40 minutos)
½ cebola média (picada bem fina)
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sopa de mel karo
100 gramas de farinha de Amaretto
150 gramas de queijo parmesão (ralado fino)
Sal e pimenta a gosto
1 colher de açúcar (se necessário)
Modo de preparo do recheio:
Em uma panela em fogo brando, murche a cebola com a manteiga e acrescente os demais ingredientes. Forme um purê consistente, tempere a gosto e deixe esfriar. Reserve.
Padre Rosalvino celebra 50 anos de vida religiosa e 40 anos de sacerdócio. Sua missão é cuidar de gente. Gente de todas as idades. Gente que enfrenta os mais diversos problemas. Sua obra “Dom Bosco”, de Itaquera, é um marco, um sinal de esperança para a Zona Leste de São Paulo.
Padre Rosalvino sabe do significado da palavra “cuidar”. Talvez ele tenha bebido na mesma fonte de Quintana que poetizava: “O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você”.
No andar decidido por suas obras sociais, ele fala, ouve, ensina, aprende, faz-se presente. Nas oficinas profissionalizantes – são muitas e fazem um lindo trabalho –, ele anima pessoas de todas as idades que voltam a sonhar com dias melhores. Na escola de samba, ele se aproxima do ritmo do coração dos que dançam e pulam em busca da alegria. Cuida também dos que caíram, dos que cometeram atos infracionais. Olha com olhar de pai e abre as janelas do futuro para eles. Conversa com as famílias. Orienta. Reza. Todos os anos, organiza uma peregrinação para Aparecida. Vai à casa da Mãe para agradecer. Agradece pelas dores, pelos problemas, pelas lágrimas e agradece pela força que o faz continuar e trabalhar cada vez mais.
Padre Rosalvino é um menino. Um menino salesiano que sorveu de Dom Bosco o amor pelos jovens e a certeza de que nenhum jovem está perdido. É preciso que seja amado, que se sinta amado. É preciso que tenha possibilidades. Que tenha a consciência de que há vida mesmo depois da queda.
Presenciei muitas cenas marcantes desse homem de Deus tocando na alma das pessoas. É bom conviver com ele. Reanima a nossa crença de que o bem vale a pena. Em um mundo assolado pela perversidade, pelo egoísmo, pela disputa doentia de poder, quem se dedica a “cuidar do jardim” para atrair os que se perderam, ou os que ainda não se encontraram, merece reconhecimento.
Que sua história sirva de referencial aos outros para que não tenham nem medo nem preguiça de conjugar o verbo amar.
Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 1/11/2013
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