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Reinaugurando a vida

O que muda quando muda o ano? O que festejamos? Por que nos reunimos para esperar o momento exato de um novo ano?

Há aqueles que oram, agradecendo a Deus e pedindo bênçãos. Há os que pulam ondas. Há os que oferecem ao mar. Há os que escrevem os desejos em algum papel para que tudo seja diferente. E há os fogos de artifício avisando que mais um ano se foi, enquanto o outro chega. E champagne. E música. E abraços. E a obrigatória demonstração da alegria.

O que muda quando muda o ano?

Depende. Depende da nossa capacidade de reinaugurar a vida. Deixar o velho, o que nos aprisiona, o que nos diminui e nos apropriarmos do novo. Fazer valer o poder que temos de prosseguir. Os problemas, as dores, as ausências continuarão em todos os anos, mas a postura diante deles é que pode ser diferente.

Há sempre uma janela de possibilidade para aquele que não se esconde, para aquele que não se acovarda.

Os rituais fazem parte da vida. Gostamos de celebrar os ciclos, as mudanças. Mas a mudança maior tem que ser interna. No lugar onde moram os pensamentos e as intenções. No lugar em que as emoções chegam a doer e, paradoxalmente, são capazes de nos dar os maiores prazeres.

O que muda quando muda o ano?

Para quem crê em Deus, no homem e na vida, muda o calendário e permanece a esperança.

Esperar do outro e de si mesmo. Esperar não como passividade, mas como virtude. Esperar, agindo. E que a ação nasça da decisão de fazer o bem. Sem concessões. De celebrar a vida, respeitando o outro. De converter a violência em paz. A intolerância em amor. De dentro para fora.

Já ensinava o poeta Drummond: “Para ganhar um Ano Novo / que mereça este nome, / você, meu caro, tem de merecê-lo, / tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, / mas tente, experimente, consciente. / É dentro de você que o Ano Novo / cochila e espera desde sempre.”

Que o ano novo mude, então. Que as notícias tragam estampada a solidariedade. E que as utopias nos frequentem um pouco mais. Feliz 2014!

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 27/12/2013

Em defesa do professor

Neste ano de 2013, tive a satisfação de presidir a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Nosso trabalho foi intenso. Criamos, debatemos e aprovamos medidas de capital importância rumo à qualidade da educação. E colocamos essa causa acima de qualquer coloração partidária. Para finalizar essa etapa, redigimos um manifesto em defesa da valorização salarial do professor. Esse documento requer o pleno cumprimento da Lei do Piso Salarial. O salário mínimo fixado ainda não é suficiente, mas é um passo significativo para o alcance de uma remuneração condizente com a responsabilidade de educar.

 

A educação é o bem mais precioso que uma nação pode oferecer aos seus filhos. E para se fazer um país grandioso, é preciso ter um povo educado. Nesse cenário, está o professor, agente crucial nesse processo. Não se faz educação sem professor. Por mais modernos que sejam os aparatos tecnológicos a profetizar evoluções fantásticas, nenhum deles é capaz de substituir a ação humana do educador, que dá afeto, transluz emoção e vibra com a conquista de cada aluno.

Professores são multiplicadores de esperanças, de sonhos e de amanhãs. Trabalham com afinco, rompem obstáculos e iluminam o caminho dos aprendizes. Despertam, em si e nos outros, o prazer do conhecimento.

No entanto, são carentes de devida valorização profissional. Impõe-se, com urgência, um exercício diário de toda a sociedade no reconhecimento de seu valor e na conquista de um salário que corresponda à complexidade e à nobreza de seu ofício.

Valorizar os profissionais da educação compreende, é certo, outros aspectos: formação inicial e continuada, reestruturação da jornada de trabalho e condições adequadas ao exercício docente. Mas já não podemos negligenciar a questão salarial, sob pena de aprofundarmos o desinteresse dos jovens pelos cursos de licenciatura e de fomentar a evasão de profissionais, desesperançados com a carreira.

Nada se sobrepõe, em importância, à causa da educação. É preciso dar destaque ao professor, elevá-lo à posição imperiosa no amadurecimento da nação. Os desafios são imensos, urge obstinação para enfrentá-los.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 20/12/2013

Comissão de Educação lança manifesto em defesa do piso salarial dos professores

Em meio a pressões para modificar o dispositivo da lei que determina que o valor do piso salarial nacional dos professores da educação básica pública seja atualizado anualmente, a Comissão de Educação, presidida pelo deputado federal Gabriel Chalita, publicou um manifesto em defesa do professor e de alternativas que não representem um retrocesso à Lei do Piso, aprovada em 2008. Estados e municípios apontam limitações fiscais para o cumprimento da lei, porém, a manutenção do piso salarial é um passo fundamental na valorização do magistério. Por esse motivo, a Comissão de Educação considera como inaceitável qualquer proposta que restrinja os avanços promovidos pela lei. Para debater sobre essa questão, os parlamentares sugerem que sejam buscadas alternativas que não gerem prejuízos ao professor.  

Além de lançar o manifesto em defesa do piso salarial dos professores, os parlamentares da Comissão de Educação também aprovaram o projeto de lei, proposto por Gabriel Chalita, que define diretrizes para uma política de educação inclusiva na rede pública de ensino. Ações voltadas para o diagnóstico, permanência e melhoria da performance escolar de alunos com distúrbios, transtornos e dificuldades de aprendizagem irão garantir um atendimento especializado nas escolas, bem como a formação específica e continuada dos professores.

Nessa mesma sessão, também foi aprovado o PL 1.838 que assegura aos alunos de curso superior a inclusão, no histórico escolar, de serviços voluntários prestados.

Fonte: Assessoria de imprensa | 19/12/2013

Manifesto em defesa do piso salarial dos professores

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados vem a público manifestar-se em defesa do pleno cumprimento da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, a chamada Lei do Piso. Tal posicionamento decorre de decisão unânime dos parlamentares presentes à reunião ordinária do dia 11 de dezembro de 2013, face ao recrudescimento de demandas que advogam a alteração do mecanismo de atualização do piso salarial, previsto no art. 5º da citada norma.

A instituição do piso salarial foi um passo fundamental no processo de valorização do magistério da educação básica, previsto na Constituição Federal. O Congresso Nacional atendeu ao comando constitucional, após um longo e profícuo debate democrático em que todos os grupos interessados tiveram a oportunidade de manifestação. Durante esse processo, ficou claro que era necessário construir um mecanismo de atualização para o piso salarial que assegurasse, de fato, a valorização almejada, com recuperação gradativa dos salários. Um mecanismo que evitasse uma vitória momentânea, passível de ser consumida rapidamente pelos índices de inflação.

Parece-nos, portanto, inaceitável que o Congresso Nacional acolha qualquer proposta que represente um retrocesso, restringindo os avanços promovidos pela lei aprovada em 2008. Esse caminho estaria frontalmente em desacordo com as metas 17 e 18 do Plano Nacional de Educação, em tramitação neste parlamento.  A meta 17 prevê equiparação do rendimento médio dos profissionais do magistério das redes públicas de educação básica com o dos demais profissionais com escolaridade equivalente. A meta 18, por sua vez, estabelece um prazo para a construção de planos de carreira para os profissionais da educação básica pública de todos os sistemas de ensino. Esses planos devem ser elaborados tendo como referência o piso salarial profissional nacional.

Estados e Municípios apontam limitações fiscais para o cumprimento da Lei do Piso. O diálogo se impõe como recurso para superar o impasse. Esta Comissão de Educação apela aos gestores da federação para que busquem alternativas que não gerem prejuízos aos professores brasileiros. Confiamos que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios encontrarão no regime de colaboração os meios para construir soluções conjuntas e sustentáveis no longo prazo. Colocamo-nos também à disposição para instar o governo federal a cumprir a complementação de recursos financeiros para os entes sem disponibilidade orçamentária para assegurar o pagamento do piso salarial.

É certo que a valorização dos profissionais da educação compreende vários aspectos. São necessárias políticas de formação inicial e continuada consistentes e ancoradas nas reais necessidades dos professores, jornada de trabalho estruturada de tal forma a contemplar as diferentes atividades inerentes ao exercício do magistério, bem como as condições adequadas para o desempenho do trabalho. Não obstante, já não podemos negligenciar a questão salarial, sob pena de aprofundarmos o desinteresse dos jovens egressos do ensino médio pelos cursos de licenciatura e a evasão de profissionais, desesperançados com as carreiras desestruturadas em que ingressaram.

Concluímos como começaram os pioneiros da educação nova no seu Manifesto de 1932. “Na hierarquia dos problemas nacionais, nenhum sobreleva em importância e gravidade ao da educação”. Os desafios da educação são imensos, urgem consciência e obstinação para enfrentá-los. Confiamos que os gestores públicos saberão construir as pontes para garantir o mais precioso dos recursos para a escola pública: a presença de mestres valorizados, que promoverão a mudança de patamar de qualidade de que tanto necessita a educação brasileira.

Fonte: Comissão de Educação da Câmara dos Deputados | Data: 18/12/2013

Bravo, Mandela

Nos últimos dias, manifestações de celebração à vida de Nelson Mandela, na África, têm encantado o mundo. O colorido da nação arco-íris e a alegria dos filhos de Mandiba, nome pelo qual é carinhosamente chamado por seu povo, revelam que os ensinamentos do líder africano frutificaram. Certamente, de lá onde está, ele assiste a tudo e sorri. Feliz. Os funerais de Mandela parecem, aos olhos do mundo, uma grande festa de amor, um ritual de fé a um pai que nunca parte.

Nelson Mandela foi um líder que teve a coragem de ser amoroso. A causa da igualdade de direitos entre negros e brancos rendeu-lhe longos 27 anos de prisão. Mas Mandela não se abateu, distribuiu amor entre os prisioneiros e, também, entre os carcereiros, aos quais prometia, igualmente, liberdade. “Dono de seu destino e capitão de sua alma”, Mandela renunciou a qualquer tipo de vingança, concentrando esforços para promover a reconciliação e a liberdade de homens vitimados pelo maior exemplo de desigualdade de que se tem notícia. Com paixão, simplicidade e inteligência, ele perseguiu o ideal de liberdade. E venceu. Foi eleito presidente de seu país e libertou seu povo. Em seu discurso de posse, professou: “Chegou o tempo de curar as feridas. Chegou o tempo de construir”. E foi o que ele fez.

O grande líder africano não pertence mais à África apenas, mas a todos nós. Sua grandeza humana  abraçou o mundo que, hoje, reverencia sua lição de amor. Em sua homenagem, reuniu-se o maior número de líderes mundiais da história. Chega de discórdia, chega de guerras, chega de ódio. Lado a lado, as diferenças se dissipam para se unirem em oração ao gigante Mandela. Vê-se a África de Mandela acolhendo as nações do mundo.  Exatamente como ele queria. “Para odiar, as pessoas precisam aprender. E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”.

E Mandela ensinava pelo exemplo. Odiava o ódio, amava o amor. Por isso, tornou-se mais que um grande líder, é um exemplo de ser humano. Para a vida. Para todos. Para sempre.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 13/12/2013 

Comissão de Educação realiza o Seminário Nacional do Observatório da Educação

Observatório da Educação

A Comissão de Educação, presidida pelo deputado Gabriel Chalita, realizou esta semana, em Brasília, o Seminário Nacional do Observatório da Educação, que tem como objetivo identificar em todo o País iniciativas de sucesso que mostram que é possível garantir o direito constitucional a uma educação de qualidade para todos. Foram apresentadas experiências identificadas nos Seminários Regionais realizados em São Caetano do Sul/SP, Rio de Janeiro/RJ, Brasília/DF, Fortaleza/CE, São Luís/MA, Londrina/PR, Sorocaba/SP, Salvador/BA, Vitória da Conquista/BA, Natal/RN e Belém/PA.

Clique aqui para acessar todas as experiências apresentadas durante os encontros da Comissão de Educação.

Plano Nacional de Educação

O presidente da Comissão de Educação participou, em Brasília, do lançamento do Observatório do Plano Nacional de Educação, uma plataforma online que tem como objetivo monitorar os indicadores referentes a cada uma das 20 metas do PNE e de suas respectivas estratégias, além de oferecer análises sobre as políticas públicas educacionais já existentes e que serão implementadas ao longo dos dez anos de vigência do Plano. A iniciativa reúne diversas organizações ligadas à educação como a Capes, Cedac, Cenpec, Fundação Itaú Social, Fundação Lemann, Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Fundação Roberto Marinho/Canal Futura, Fundação Victor Civita, Instituto Avisa Lá, Instituto Natura, Instituto Paulo Montenegro, Instituto Rodrigo Mendes, Instituto Unibanco, Ipea, Mais Diferenças, SBPC, Unesco e Unicef. 

Comissão de Educação

A Comissão de Educação quer que presos recebam a oferta de cursos e de programas de educação profissional, integrados ao sistema federal ou estadual de ensino, que conduzam à qualificação para o trabalho ou a alguma habilitação técnica, em consonância com as diretrizes da LDB (Lei de Diretrizes e Bases). É o que afirma projeto aprovado pelos deputados federais. A Comissão também aprovou matéria que afirma a educação infantil até os cinco anos de idade e o ensino fundamental obrigatório, com duração de nove anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos seis anos completos ou a completar até 31 de março do ano de matrícula. Outro projeto aprovado garante que os sistemas de ensino ofereçam serviço gratuito e facultativo de orientação vocacional aos alunos do ensino médio, prestado por psicólogos e pedagogos.

Os deputados da Comissão aprovaram também o envio de indicação ao Poder Executivo para permitir que o alimento excedente da merenda escolar seja consumido pelos profissionais da educação.

 

Ciência e Tecnologia

Foi aprovada por unanimidade na Comissão Especial presidida pelo deputado Gabriel Chalita a PEC 290-A / 2013, que amplia para toda pesquisa científica e tecnológica o tratamento prioritário na Constituição Brasileira. A intenção é que o projeto seja votado em Plenário na próxima semana.

 

Fonte: Assessoria de imprensa | Data: 5/12/2013

Racionais e irracionais

Desde cedo, estuda-se, na escola, que o ser humano é um animal racional, porque dotado de razão, porque capaz de fazer escolhas que vão além dos instintos. Já os animais são limitados, sob esses aspectos. Acontece que algumas cenas nos fazem refletir sobre a realidade dessas afirmações.

Recentemente, a mídia mostrou uma mulher “jogando fora” um cachorro. A expressão é dolorosa, mas é exatamente esta: “jogando fora” um cachorro de dentro do carro, em uma rua movimentada, debaixo de chuva. 

A mulher, animal racional, abriu a porta do carro e jogou o cachorro. O cachorro, animal irracional, por nutrir sentimento pela sua dona, correu, desesperadamente, atrás do carro, tentando voltar, imaginando que, talvez, tivesse sido um engano o que sua dona tinha feito. Afinal, ela é humana, tem sentimentos, não faria isso. Fez. 

O cachorro poderia ter sido atropelado. Havia muitos carros. Mas uma outra mulher, vendo o desespero do animalzinho, conseguiu salvá-lo. O carinho dessa mulher, também racional, minimiza essa história que poderia ter tido um final ainda mais trágico.

Essa atitude desumana provocou uma comoção geral nas pessoas que clamam pela imposição de uma pena à ex-dona do animal que, inclusive, ao ser questionada, disse que poderia ter matado o animal e o atirado em um córrego, mas preferiu abandoná-lo na rua.

Fico tentando imaginar as razões de alguém jogar um cachorro fora. Talvez ela não tivesse mais condições de cuidar do seu animal. Por que não deu para alguém? Por que não entregou para alguma entidade para adoção? Mas abandoná-lo daquela forma, no meio do trânsito, não tem justificativa. Aliás, não é a primeira vez que crueldades contra os animais são reveladas pela mídia. Triste. Um ser humano que não tem sensibilidade com os animais também não tem com outros seres humanos iguais a ele.

Vale a reflexão de Guimarães Rosa: “Se todo animal inspira ternura, o que houve, então, com os homens?”

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 6/12/2013 

 

Fernanda Montenegro, reconhecimento internacional

Fernanda Montenegro é uma dama da arte. Seu legado são as atuações inesquecíveis no teatro, na TV e no cinema. E mais ainda. Mulher, mãe, cidadã brasileira.

Lembro-me de quando Fernanda foi convidada para ser ministra da cultura e lembro-me de seu desprendimento. Agradeceu, respeitosamente, e disse que seu ofício deveria ser exercido, com dignidade, em defesa da arte e da sensibilidade. Seu lugar era no palco. E, no palco, ela comoveu, moveu, emocionou. Emociona.

O mundo conheceu seu talento, com a escrevedora de cartas, Dora, em “Central do Brasil”, filme que lhe rendeu a indicação ao Oscar de melhor atriz. O Brasil já a conhecia bem. Já sabia que a menina que nasceu em uma família simples, no subúrbio do Rio de Janeiro, era capaz de fazer rir e fazer chorar. Era capaz de trazer verdade à sua atuação. Filha de um mecânico e de uma dona de casa, Fernanda nunca hesitou em trabalhar e em se dedicar, com intensidade, a cada trabalho.

Prêmios, ela já recebeu aos montes. Mas o prêmio maior é ser uma referência de competência e de entrega em cada personagem que vive. Sim, ela é única. É inteira no que faz.

Agora, nossa dama recebe o Emmy Internacional – o Oscar da televisão – por sua atuação na série “Doce Mãe”. Fernanda tem 84 anos de idade. E é uma menina. Pacto com os deuses do teatro, talvez. Pacto com sua essência. Trabalhar corretamente. Viver corretamente. Esses são os segredos de uma vida boa. Evidentemente, há pedras nessa jornada, há desilusões, há erros, mas – acima de tudo – há sonho. Um artista vive do sonho, do êxtase e do êxodo. O êxtase é o encantamento, a elevação, a sensibilidade. O êxodo é a saída. A partida de si mesmo para repartir-se em tantas partes e, em tantos, deixar uma esperança.

Em um mundo tão carente de referenciais positivos, é preciso aplaudir, reverenciar, reconhecer o talento de nossa grande dama.

Fernanda Montenegro, receba nossa gratidão. Sem arte, a vida seria menor.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 29/11/2013

Plenário e Comissão de Educação aprovam importantes medidas

Comissão de Educação
 
A Comissão de Educação aprovou o relatório do deputado Gabriel Chalita que visa inserir na LDB, como despesa de manutenção e desenvolvimento do ensino, o gasto efetuado com atividades curriculares complementares. Os parlamentares aprovaram também a indicação ao Poder Executivo para instituir o Campus Universitário de Lucas do Rio Verde da Universidade Federal de Mato Grosso, a criação da Semana Nacional de Educação, Conscientização e Orientação sobre Fissura Lábio-Palatina e o projeto que assegura a alfabetização em braile.

Emendas ao PLOA
 
Os deputados da Comissão de Educação aprovaram três emendas Projeto de Lei Orçamentária Anual – PLOA 2014. A primeira no valor de R$ 300 milhões é destinada ao Instituto Militar de Engenharia – IME – e à Escola de Saúde do Exército. A segunda, de R$ 800 milhões, será para o apoio a iniciativas voltadas para o desenvolvimento, a universalização e a melhoria qualitativa do processo educacional em todas as etapas da educação básica. A terceira emenda de Comissão, no valor de R$ 300 milhões, foi destinada à assistência ao estudante de ensino superior, com o objetivo de apoiar a permanência de alunos de baixa renda, matriculados nos cursos de graduação das instituições federais, por meio de assistência à moradia estudantil, alimentação, transporte, saúde, inclusão digital, cultura, esporte, creche e apoio pedagógico, de modo a reduzir as desigualdades sociais e regionais e a democratizar a permanência desses alunos no ensino superior.
 
Plenário
 
Os deputados federais aprovaram o texto principal do novo Código de Processo Civil, que tem como objetivo dar mais rapidez nas resoluções de causas cíveis, que incluem direito de família e do consumidor,  pedidos de indenização, reconhecimento de dívidas, entre outros.  Ainda faltam votar os destaques com os pontos mais polêmicos da proposta.           

Fonte: Assessoria de imprensa | Data: 28/11/2013

“O livro dos valores para crianças” em destaque

O jornal “Hoje em Dia”, em uma de suas edições do mês de novembro,  destacou a beleza das mensagens que podem ser encontradas na mais nova obra de Gabriel Chalita, O livro dos valores para crianças.

A matéria, de Beth Barra, mostra como o livro pode agradar “gente grande e pequena”. Além da reflexão sobre valores essenciais como amizade, respeito, generosidade, humildade, responsabilidade, coragem e amor, a jornalista ressalta como, para ilustrar cada tema, o autor foi feliz na escolha de poetas, dramaturgos e pensadores clássicos.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

 

Fonte: Assessoria de imprensa | Data: 28/11/2013