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Comissão de Direitos Humanos

O vereador Gabriel Chalita presidiu, no último dia 13, sessão de homenagem da Câmara Municipal em memória da jornalista Elza Hattori, repórter por 32 anos do jornal Diário Popular, atual Diário de S.Paulo. 

O ato promovido pela Comissão de Direitos Humanos, presidida por Chalita, no plenário da Casa, foi proposto pelo vereador Ítalo Cardoso (PT). Além dos dois, estavam presentes o vereador Quito Formiga (PR), o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Everaldo Gouveia e colegas do Diário de S. Paulo.

Ao abrir a sessão, Chalita falou da importância dos direitos humanos no Brasil e abordou o conceito de dignidade humana. O vereador também falou do trabalho de Elza Hattori, sua discrição e eficiência. “É muito importante quando as pessoas não buscam os holofotes e refletem seu valor pelo trabalho, que realizam de forma digna”, disse Chalita.

Elza obteve destaque no jornalismo paulista em apuração de casos importantes como a descoberta da vala clandestina do Cemitério Municipal Dom Bosco, em Perús, determinada pela então prefeita Luiza Erundina, em setembro de 1990. Lá foram encontradas ossadas de vítimas da repressão militar e do Esquadrão da Morte, além de indigentes. Foram desenterrados 1.049 restos mortais. A jornalista também marcou sua atuação nas reportagens sobre a chacina do Presídio do Carandiru, em 1992.

Prefeito sanciona PL sobre Bullying

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, sancionou no último dia 15  o Projeto de Lei 69/2009, que institui a Lei do Bullying nas escolas da rede pública da capital. “Bullying” é o termo em inglês que se refere a todo o tipo de preconceito, discriminação e violência praticada por alunos a colegas.

A Lei, de autoria do vereador Gabriel Chalita, dispõe sobre medidas de prevenção e capacitação de professores e funcionários das escolas, bem como da inclusão de regras nos estatutos internos dos estabelecimentos de educação.

O vereador já enviou o projeto de lei para várias cidades do país, com o objetivo de a iniciativa ser seguida também em outras regiões. Em São Paulo, ele já realizou uma audiência pública na Câmara de Vereadores e pretende agora fazer o mesmo nas escolas para discutir como aplicar a lei conforme a realidade social  de cada uma.

De acordo com a Universidade das Ilhas Baleares, da Espanha, pesquisa nas escolas públicas e privadas do interior de São Paulo com 1.761 alunos, aponta que 49% deles já se envolveram com esse tipo de agressão. Destes, 22% figuram como vítimas, 15% como agressores e 12% como os dois.

Segundo o Programa Educar para a Paz, da mesma Universidade, em todo o mundo, de 5% a 35% dos alunos estão envolvidos no fenômeno.

Nova Encíclica na Câmera Municipal

O Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, falará sobre a Encíclica do Papa Bento XVI “Caritas in Veritate – A Caridade na Verdade“, na terça-feira da próxima semana, dia 25, às 19h30, na Câmara Municipal. A iniciativa é do vereador Gabriel Chalita, presidente da Comissão de Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Relações Internacionais.

Diz um trecho do texto papal:  “As grandes novidades, que o quadro atual do desenvolvimento dos povos apresenta, exigem em muitos casos novas soluções. Estas hão de ser procuradas conjuntamente no respeito das leis próprias de cada realidade e à luz de uma visão integral do homem, que espelhe os vários aspectos da pessoa humana, contemplada com o olhar purificado pela caridade.”

Em ” A Caridade na Verdade”, a primeira Encíclica do Século XXI e a mais longa da doutrina social da Igreja, Bento XVI enfatiza o fundamento teológico da abordagem católica a problemas do mundo atual, sem poupar citações elogiosas à Encíclica “Populorum Professio”, do Papa Paulo VI, de 1967. Desde 1891, os papas escrevem uma sequência de textos alinhando a visão cristã sobre questões políticas e econômicas.

O Arcebispo de São Paulo é responsável por cerca de 6 milhões de fiéis na Catedral da Sé, terceira maior arquidiocese do mundo, depois da Cidade do México e de Guadalajara, no mesmo país.

Ele é o sétimo sacerdote a ocupar o posto. Por sete anos, entre 1994 e 2001, foi oficial da Congregação para os Bispos. Dom Odilo foi bispo auxiliar de São Paulo de 2002 a 2007, secretário-geral da CNBB de 2003 a 2007, e secretário-geral adjunto da 5ª Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, em maio de 2007.

 

Chalita recomenda alterações no projeto de Lei dos fretados

O vereador Gabriel Chalita, relator do Projeto de Lei 512/09 sobre restrições à circulação de veículos fretados em São Paulo, aprovado ontem (12/09), no plenário da Câmara Municipal, recomendou, em seu parecer, a distinção entre os fretados rotineiros e eventuais.

Além disso, Chalita propôs a criação de uma comissão para acompanhar a regulamentação do serviço; a adaptação dos locais de embarque e desembarque, critérios para definição da zona máxima de restrição; e determinação, na Lei, de prazo mínimo para adequação das contratantes de transporte rotineiro.

A aprovação foi em primeira discussão. Antes de ser votado, em segunda análise, o PL deverá receber um substitutivo. A restrição aos fretados na cidade entrou em vigor no mês passado, com a Portaria 110/2009, da Prefeitura Municipal.

Encontro com a Juventude do PSDB

O vereador Gabriel Chalita participou no último sábado (08/08) de encontro dos Jovens do PSDB, com a presença do ex-governador e atual secretário de Desenvolvimento do Estado, Geraldo Alckmin.  A reunião, para fomentar o debate sobre políticas públicas, contou com a presença do vereador Carlos Alberto Bezerra Jr., do presidente dos Jovens do PSDB, Alex Dário e  jovens filiados ao partido.

Segundo o vereador, os jovens hoje vivem um momento de esvaziamento do conceito de política. “Meus alunos sentem muita desconfiança quando conversamos sobre política. Ser correto dá mais trabalho, como Alckmin e Covas sofreram para construir um Estado melhor”, afirmou. Ele incentivou os jovens presentes a não desistirem de seus ideais, declarando que é preciso querer para mudar a história. “Nós vemos os jovens iranianos buscando um novo meio de comunicação, são pessoas que não matam seus ideais. Precisamos olhar para o ser humano como uma grande forma de transformar”, afirmou.

No debate o ex-governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin declarou que o Brasil vive hoje em um período de liberdade, de democratização, em que a política ficou menos importante. Para Alckmin a esperança de mudança deste quadro está na juventude.

Chalita é nomeado relator do PL dos fretados

O vereador Gabriel Chalita foi nomeado relator do Projeto de Lei PL 512/09 que engloba a questão dos ônibus fretados na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal, na audiência pública sobre o tema na noite do último sábado (8/8), no auditório do Anhembi, Zona Norte de São Paulo, em que estiveram presentes autoridades e  representantes da sociedade civil. A constitucionalidade do PL deverá ser apreciada na quarta feira (12/8), na sessão da Comissão.

Na audiência, Chalita explicou ao público que a CCJ irá analisar a constitucionalidade do projeto, cabendo o mérito à Comissão de Transportes. Encerrada a audiência, Chalita defendeu sua importância para sensibilizar os colegas da Câmara a algumas das reivindicações do setor e à possibilidade de, junto aos demais vereadores do PSDB, apresentarem um substitutivo ao PL contemplando algumas das questões, como as que prejudicam o turismo na cidade.

Segundo o Sindicado das Empresas de Transportes de Passageiros por Fretamento e para Turismo de São Paulo (Transfretur), mais de 500 ônibus estão fora de circulação desde o dia 28 de julho, quando passou a valer a restrição, deixando de prestar serviço a um montante de mais de 40 mil pessoas utilizam o serviço de fretados na capital paulista.

Participaram do evento o secretário municipal dos Transportes, Alexandre de Moraes, os vereadores José Police Neto (PSDB), Ricardo Teixeira (PSDB), Jamil Murad (PCdoB), João Antonio (PT), Abou Ani (PV) e o vereador Ushitaro Kamia (DEM).

Homenagem a cidadãos notórios

A Câmara Municipal aprovou na quarta-feira (19/8), em sessão extraordinária dois Projetos de Decreto Legislativo do vereador Gabriel Chalita. O primeiro deles, de nº 42/2009, em co-autoria com o vereador Celso Jatene (PTB), concede o título de Cidadão Paulistano ao Bispo Dom Edgard Madi, pela dedicação à prática missionária de fraternidade e religiosidade em São Paulo, bem como à evangelização dos “filhos do Líbano” da Igreja Maronita.

Dom Edgard foi indicado pelo Vaticano para ser o quarto Bispo da Igreja Maronita (tradicional no Líbano) do Brasil.

O segundo PDL aprovado, o nº 43/2009, concede a Medalha Anchieta e o Diploma de Gratidão da Cidade de São Paulo ao Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias pela devoção à Igreja Católica.

Paulistano de nascença, Monsenhor Dias trabalha há muitos anos como evangelizador na capital paulista. Seus pais, António Clá Dias e Annitta Scognamiglio Clá Dias, constituíam uma família de imigrantes europeus (ele espanhol de Cádiz e ela italiana de Roma), onde a fé católica, herdada de seus antepassados, sempre foi muito viva.

Esses projetos de decreto legislativo encontram amparo na Lei Orgânica do Município, que outorga competência privativa à Câmara em conceder honrarias a pessoas que reconhecidamente tenham prestado serviços ao município.

Chalita participa de Jornada de Educação em Iperó

O vereador Gabriel Chalita participou no último dia 30 de julho da 4ª Jornada de Educação de Iperó, no interior de São Paulo. Dirigido a profissionais da rede municipal de ensino, o evento discutiu o processo de aprendizagem e a melhoria da capacidade de absorção de conhecimentos por parte dos alunos.

O vereador, professor e ex-secretário de Educação do Estado, falou sobre “O novo conceito da educação: habilidade cognitiva, social e emocional”. Ele explicou, ainda, como se dá o processo de “bullying”, expressão do idioma inglês referente a todo tipo de constrangimento, preconceito e mesmo violência a que crianças e adolescentes estão sujeitos no ambiente escolar.

Chalita é autor da Lei do Bullying, sancionada pela Prefeitura de São Paulo em julho, que estabelece medidas de combate às práticas discriminatórias e violentas por parte dos alunos das escolas municipais da capital paulista.

A 4ª Jornada de Iperó teve também a participação da consultora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e fundadora da ONG Cecovi (Centro de Combate à Violência Infantil), Leolina Cunha, do escritor Hermínio Sargentim, e da psicóloga Yara Sayão. O evento atraiu cerca de 600 pessoas para assistirem às palestras e aos debates.

A negação da humanidade

Gabriel Chalita (Diário de Sorocaba)

O debate sobre o toque de recolher para jovens menores de idade já virou polêmica em várias cidades do Estado. Fernandópolis, Itapura e Ilha Solteira recorreram à medida como política de segurança pública no combate à violência juvenil. Em todo o País, treze cidades a adotaram.

Outros vinte municípios estariam discutindo seguir o mesmo caminho. Em Birigui, Santópolis do Aguapeí, Coroados, Clementina e Brejo Alegre, a restrição vale somente para jovens em conflito com a lei. Sete cidades da região noroeste adotam medidas como fechar o comércio à meia noite.

Um estrangeiro ao ler estas linhas poderia perfeitamente sentir-se diante de uma sociedade em guerra civil. O sentimento se transformaria quase em certeza se ele soubesse que, nos últimos trinta anos, mais de 1 milhão de pessoas foram mortas em todo o País, na maioria jovens e muitas, menores de idade. Quando lembramos que o Estatuto da Criança e do Adolescente já vigora há 19 anos, é inevitável imaginar quão maior não seria o número de homicídios sem ele. Pior ainda é pensar que talvez nem tanto, pois quem mata à revelia da lei o faz como se ela não existisse.

Dados do Conselho Tutelar de Pereira Barreto mostram que depois do fechamento do comércio à meia-noite, há dois meses, as infrações de menor porte caíram em 24%. Na mesma cidade, a Polícia Civil aponta que furtos e roubos diminuíram pela metade, enquanto a violência doméstica caiu 60%. Mesmo assim, as restrições dividem opiniões. O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conama) critica as medidas, dizendo que elas ferem a Constituição e o ECA; o Conselho Nacional de Justiça e juristas de renome nacional defendem as medidas. O Conselho se pronunciou a favor da decisão de uma magistrada em Nova Andradina sobre o funcionamento de bares e restaurantes até mais tarde. Por enquanto, o assunto é de caráter administrativo, pois foi instituído por portarias das prefeituras. E o parecer do CNJ refere-se exclusivamente à competência de uma juíza em determinar o toque de recolher. A esperança do Conanda é de que o julgamento do mérito suspenda a decisão judicial de Andradina e as portarias das demais cidades. Por fim, sempre haverá a possibilidade de recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Mas o que me importa como educador, e a vocês como pais, é o futuro de seus filhos. Se por um lado a aplicação das medidas tem obtido resultados satisfatórios em algumas cidades, por outro não há como negar a ocorrência de constrangimentos e o desrespeito, sim, ao direito constitucional de ir e vir. Em alguns casos, é verdade, o toque vale para menores encontrados nas ruas sem a companhia dos pais, onde o encaminhamento a suas residências tem caráter protetor. Seja como for, voltando a pensar no futuro das crianças e adolescentes abordados pela autoridade policial nas ruas de cidades pequenas, onde todos se conhecem, impossível não lamentar tais situações.

Como secretário estadual da Juventude e depois da Educação, sempre me ocupei da questão educacional num enfoque humano e afetivo. Com o devido respeito à interpretação jurídica em nome da segurança e integridade física da juventude, tenho profunda preocupação com o perfil de ser humano que estamos formando. Temo pelo equilíbrio emocional e psicológico de futuros adultos com um passado de privações geradoras de medo, desrespeito e revolta para com o Estado, na figura da autoridade policial, que pode aumentar ainda o risco de confrontos nas ruas das mesmas cidades.

A violência que acomete nossa juventude muitas vezes está dentro da própria escola ou do lar e em horários que nenhum toque de recolher resolve. Por isso, apresentei o projeto que já virou lei, sobre o bullying escolar. A expressão inglesa de que trata a nova lei refere-se a todo o tipo de provocação, preconceito ou molestamento que uma criança ou um jovem pode sofrer no ambiente escolar, que muitas vezes evolui para a violência física e causa mortes.

Chega de jovens morrendo em São Paulo! Junto com a Lei do Bullying, propus a criação do cargo de psicopedagogos nas escolas da rede pública municipal para atendimento específico a este tipo de caso. A idéia, mais do que assegurar a integridade da pessoa agredida, é garantir o futuro de seu caráter e personalidade. De que adianta o ótimo nível de ensino que sempre buscamos sem alunos felizes?

O filósofo francês La Boétie, no seu “Discurso da servidão voluntária”, já reclamava, na terra das liberdades totais, que o absolutismo impusesse tanto medo e tirania ao povo. Para ele, o homem nega sua essência ao deixar de ser livre. Negar a liberdade é negar nossa humanidade.

Guardadas as proporções, pondero em nome do bom senso e do equilíbrio, enquanto a Justiça não cria uma jurisprudência adequada ao tema. Do contrário, quem terá razão será o estrangeiro a achar que vivemos em uma guerra civil.

O professor Gabriel Chalita é escritor, educador e vereador à Câmara Municipal de São Paulo. Foi secretário de Estado da Juventude, Esporte e Lazer e da Educação

Eros Biondini e governador Aécio Neves na TV Cansão Nova

O programa Papo Aberto da TV Canção Nova recebeu, nessa segunda-feira (27), o governador de Minas Gerais Aécio Neves e o deputado Eros Biondini. A gravação do programa aconteceu no estúdio da TV em Belo Horizonte(MG) e o entrevistador Gabriel Chalita conduziu como sempre, dentro de suas raízes mineiras, com muita diplomacia e sabedoria seus ilustres convidados.

O governador agradeceu a oportunidade, cumprimentou o trabalho de evangelização da Rede Canção Nova no Brasil e no mundo, e ressaltou a missão de Eros Biondini. “O deputado Eros Biondini é um amigo e tem demonstrado muito comprometimento com a causa pública”, disse Aécio Neves.

Na segunda parte do programa, Eros Biondini cantou algumas músicas de sua caminhada cristã e partilhou momentos de sua missão de fé e política.

Eros Biondini foi o primeiro deputado a se especializar em Poder Legislativo, através do curso de pós graduação da ALMG e Puc Minas, e recebeu neste ano o prêmio do Mérito Legislativo destinado aos 150 melhores projetos parlamentares no país.

Gabriel Chalita é também escritor brasileiro renomado e vereador de São Paulo, tendo sido o mais votado do Brasil com mais de 100 mil votos.

O programa contou com a animação da dupla sertaneja Fred & Paulinho e participação especial da cantora Tereza Calonge.