Comissão de Direitos Humanos

O vereador Gabriel Chalita presidiu, no último dia 13, sessão de homenagem da Câmara Municipal em memória da jornalista Elza Hattori, repórter por 32 anos do jornal Diário Popular, atual Diário de S.Paulo. 

O ato promovido pela Comissão de Direitos Humanos, presidida por Chalita, no plenário da Casa, foi proposto pelo vereador Ítalo Cardoso (PT). Além dos dois, estavam presentes o vereador Quito Formiga (PR), o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Everaldo Gouveia e colegas do Diário de S. Paulo.

Ao abrir a sessão, Chalita falou da importância dos direitos humanos no Brasil e abordou o conceito de dignidade humana. O vereador também falou do trabalho de Elza Hattori, sua discrição e eficiência. “É muito importante quando as pessoas não buscam os holofotes e refletem seu valor pelo trabalho, que realizam de forma digna”, disse Chalita.

Elza obteve destaque no jornalismo paulista em apuração de casos importantes como a descoberta da vala clandestina do Cemitério Municipal Dom Bosco, em Perús, determinada pela então prefeita Luiza Erundina, em setembro de 1990. Lá foram encontradas ossadas de vítimas da repressão militar e do Esquadrão da Morte, além de indigentes. Foram desenterrados 1.049 restos mortais. A jornalista também marcou sua atuação nas reportagens sobre a chacina do Presídio do Carandiru, em 1992.

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