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Chalita lança livro na Bienal do Rio

Fonte: assessoria de imprensa

No dia 3 de setembro, das 18 às 20 horas, Gabriel Chalita fará o lançamento de sua mais nova obra, O pequeno filósofo, na XV Bienal do Livro do Rio de Janeiro. O evento acontecerá no centro de convenções Riocentro, localizado na Avenida Salvador Allende, 655, Barra da Tijuca.

O pequeno filósofo apresenta ao leitor uma reflexão sobre os assuntos mais complexos, revestidos de uma linguagem acessível. O livro é quase todo constituído de diálogos entre dois personagens: o protagonista e o narrador. Pouco se diz a respeito deste. Ao longo do texto é que o narrador se revela, aos poucos, timidamente.

Toda a história transcorre em clima onírico – sem tempo nem lugar definidos, como se tudo fosse mantido fora de foco, para dar destaque ao embate de ideias provocado pelo pequeno filósofo.

A obra é um lançamento da Editora Globo.

Chalita participa de evento da ABRO

Fonte: assessoria de imprensa

No dia 17 de agosto, Gabriel Chalita participou, como palestrante, da 5ª Conferência Anual da Associação Brasileira de Empresas com Rotativa Offset (ABRO). Realizado em São Paulo, o evento teve como tema principal “Oportunidades em um país emergente”.

Em sua palestra, o professor, escritor e deputado federal falou sobre “O significado da educação no mercado gráfico”.

Confira as fotos do evento no site www.flickr.com/imprensa_chalita

Frente pró-adoção une Aécio (PSDB) e Lindbergh (PT)

Fonte: blog do Josias de Souza

Os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Lindbergh Farias (PT-RJ) inauguraram no Congresso uma frente parlamentar a favor da adoção de crianças. Deve-se a união do tucano com o petista a um convite do deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), autor da ideia de constituição da frente.

Numa primeira reunião, os três esboçaram um plano de ação para tentar apressar os processos de adoção.Segundo dados colecionados pelo Conselho Nacional de Justiça, há no Brasil 29 mil crianças em abrigos. Apenas 4 mil encontram-se em condições de ser adotadas. Aécio, Lindbergh e Chalita planejam: aperfeiçoar a legislação, propagandear o tema e organizar debates com promotores e juízes envolvidos com as adoções.

“Estamos convencidos de que há uma série de ações que Congresso, Judiciário e Ministério Público podem adotar para desburocratizar as adoções”, diz Lindbergh.

De saída, decidiu-se realizar três seminários. O primeiro, informa Aécio, ocorrerá em Belo Horizonte, em data a ser marcada. Os outros dois em São Paulo e no Rio. Segundo o CNJ, 49% das crianças aptas à adoção encontram-se em abrigos situados no Sudeste. Daí a decisão de fazer os seminários nas três maiores capitais da região. A ideia, segundo Aécio, é iniciar a pretendida mobilização da sociedade atraindo para a causa pessoas já envolvidas com os processos de adoção.

“Temos que somar forças, partilhar ideias e experiências, para lutar contra o preconceito que ainda ronda essa questão”.

“Quem se dispõe a adotar deixa para trás as crianças com mais de três anos, as negras, as que têm deficiência e as soropositivo”, ecoa Lindbergh.

“As pessoas têm a tendência de exigir crianças de até dois anos, brancas e do sexo feminino”, acrescenta o petista.

Chalita obteve de um amigo publicitário, Sérgio Amado, o compromisso de desenvolver, gratuitamente, uma campanha de esclarecimento sobre adoção. Entre os pontos que o grupo deseja difundir está o chamado “apadrinhamento afetivo”.

“Ninguém sabe que existe isso. Nem eu sabia”, diz Lindbergh. “O padrinho afetivo é a pessoa que, embora não tope adotar, se dispõe a dar asssitência à criança”.

Não se trata, segundo Lindbergh, de apoio material. “A pessoa vai ao abrigo, pega a criança no final de semana, sai para passear com a família, oferece afeição”.

No dizer de Aécio, é preciso buscar “alternativas” para prover assistência às crianças mais velhas e portadoras de deficiência.

“Se não é possível a adoção, que se dê a essas crianças ao menos um convívio familiar que lhes garanta atenção e carinho”.

Aécio, Lindbergh e Chalita mobilizaram suas assessorias para recuperar nos arquivos do Congresso projetos de lei que tratem de adoção. Deseja-se estimular a tramitação das propostas consideradas úteis. Se houver necessidade, serão apresentados projetos novos. Uma das preocupações é a demora dos juízes em decretar a perda do pátrio poder dos pais biológicos de crianças mantidas em abrigos, pré-condição para o início da adoção. Em parte, atribui-se a essa demora o fato de haver apenas 4 mil crianças prontas para adoção no universo de 29 mil alojadas em abrigos. 

“A questão é polêmica, mas precisa ser discutida”, afirma Lindbergh. “É lógico que o juiz não tem que destituir o poder familiar de todas as crianças…”

“…Algumas delas vêm de famílias em situação de miséria. Os pais podem se recuperar. Mas todo mundo que lida com o assunto acha que é preciso agilizar…”

“…Com a demora, as crianças envelhecem. E acabam caindo no grupo das que têm maior dificuldade de ser adotadas”.

Na próxima semana, os três parlamentares discutirão o tema em reunião com o ministro Cezar Peluso, presidente do STF e do CNJ.Num instante em que prevalecem no noticiário as picuinhas e a disputa por cargos e verbas, é alvissareira a tentativa de empinar o debate sobre um tema que interessa de fato à sociedade.

Deputado defende apadrinhamento afetivo como alternativa à adoção

Fonte: Agência Câmara de Notícias (por Idhelene Macedo e Marcelo Oliveira)

A sociedade deve se mobilizar para estimular o apadrinhamento afetivo como alternativa à adoção de crianças e de adolescentes que vivem em abrigos, disse nesta segunda-feira o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP). A declaração foi feita na solenidade de lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Políticas de Adoção e da Convivência Familiar e Comunitária.

O apadrinhamento afetivo é um programa das Varas da Infância e da Juventude por meio do qual meninos e meninas com dificuldade de serem adotados recebem padrinhos e/ou madrinhas, com os quais passam fins de semana, feriados e parte das férias. Dessa forma, constroem uma relação afetiva e uma referência de vida fora do abrigo. “Essa é uma grande alternativa, por exemplo, para crianças que tenham irmãos. Pela legislação atual, você não pode adotar um irmão sem adotar os outros. Então, essas crianças têm uma dificuldade maior de serem adotadas. Você pode ter o acompanhamento dessas pessoas na entidade, no abrigo em que elas estão. Tudo isso para que passem a ter referências”, destacou Chalita, um dos idealizadores do colegiado.

De acordo com os integrantes da frente, existem, hoje, de 27 mil a 80 mil crianças em abrigos do País, mas apenas 4 mil delas constam no Cadastro Nacional de Adoção e estão, por isso, em condições legais de serem adotadas.

Informação

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou que os parlamentares também pretendem visitar as diferentes regiões do País, levando informações sobre o processo de adoção, em especial para as mães que não têm condições de criar seus filhos. “Há uma ignorância muito grande no Brasil. É preciso que as mães mais humildes saibam que, se não tiverem condições para criar os filhos, elas podem oferecê-los a uma entidade, não os colocando em risco como acontece quase diariamente hoje. Cada vez mais, vemos crianças abandonadas nas lixeiras, nas portas de casas”, sustentou.

Dificuldades

Fundadora do grupo De Volta pra Casa, que presta apoio a famílias candidatas à adoção, a empresária Sandra Amaral relatou o longo caminho pelo qual passou, em Divinópolis (MG), para conseguir adotar, dez anos atrás, a menina Stephanie. “Cheguei a ser tratada no fórum da cidade como se estivesse fazendo algo errado”, lembrou Sandra, que já era mãe de dois filhos biológicos.

Na opinião da empresária, o processo de adoção no País é muito lento e a falta de informações ainda é um grande problema, apesar dos avanços obtidos com a Lei da Adoção.

Chalita, Aécio e Lindbergh unem-se em campanha nacional pela adoção

Fonte: assessoria de imprensa

Será lançada, na próxima segunda-feira (dia 13 de junho), às 16 horas, no Plenário 2 do Congresso Nacional, em Brasília, a Frente Parlamentar em Defesa das Políticas de Adoção e da Convivência Familiar e Comunitária.

Ao justificar a ação, em companhia dos senadores Aécio Neves (PSDB–MG) e Lindbergh Farias (PT–RJ), o deputado federal Gabriel Chalita destacou: “Apesar de a nova Lei de Adoção, que entrou em vigor em novembro de 2009, ter sido um avanço em diversos aspectos, a realidade social ainda está muito distante de proporcionar oportunidades iguais para essas crianças e adolescentes”.

As três novas lideranças políticas entendem, ainda, que o apadrinhamento afetivo é uma oportunidade de resgatar o direito à convivência familiar e comunitária de crianças e de adolescentes. Ao oferecer a possibilidade de se relacionarem em outro ambiente, com novos exemplos de participação familiar e de cidadania, a iniciativa amplia as referências desses indivíduos.

Em comunicado conjunto, os parlamentares ressaltaram que a Frente permitirá o encontro democrático de ideias importantes sobre o tema, a fim de romper o ciclo de fragilidade que permeia a história de tantas crianças e adolescentes em situação de abrigamento.

Gabriel Chalita integra Frente Parlamentar de Combate ao Bullying

Fonte: assessoria de imprensa

O deputado federal Gabriel Chalita é um dos membros da Frente Parlamentar Mista de Combate ao Bullying e Outras Formas de Violência, lançada ontem, 8 de junho, no Senado Federal. A associação tem como objetivo promover a conscientização da sociedade e acompanhar a atuação do poder público no que se refere à problemática abordada.

Durante a cerimônia de lançamento, foram homenageados, por seu trabalho contra o bullying, Guilherme Schelb, procurador da República, Lélio Braga, promotor de Justiça de Minas Gerais, e o apresentador Serginho Groisman. Além dos parlamentares e das personalidades convidadas, estavam presentes à sessão representantes da sociedade civil.

O combate ao bullying é uma das principais bandeiras de Chalita – ex-secretário estadual da Educação de São Paulo e autor da lei, quando vereador, que prevê ações contra esse tipo de violência na capital paulista. “Combater o bullying é uma responsabilidade de todos; políticos, pais e professores não podem lavar as mãos diante dessa prática constante, cruel”, alerta o deputado. “A criança e o adolescente precisam ser ouvidos, compreendidos, pois a dor moral se torna ainda maior quando as vítimas sofrem em silêncio.”

A fim de informar a sociedade e incentivá-la a agir, de maneira adequada, contra o bullying, a Frente criou um website: todoscontraobullying.com.br. E isso é só o começo. De acordo com o presidente da associação parlamentar, deputado Roberto de Lucena (PV–SP), a ideia é “promover uma grande campanha nacional”.

Chalita está confiante quanto aos resultados que a iniciativa alcançará – em especial, no que diz respeito à questão do bullying escolar. “Ao acompanhar todas as proposituras que tramitam na Câmara e no Senado sobre o tema, além de incentivar a participação da sociedade, a Frente contribuirá para a valorização da cultura de paz”, afirma. “A escola deve ser um espaço de luz, de convivência, em que o aluno se sinta capaz e acolhido”, finaliza.

Chalita pede votação de PEC sobre aposentadoria por invalidez

(Assessoria de imprensa)

O deputado Gabriel Chalita apresentou, no plenário da Câmara dos Deputados, um requerimento de inclusão na ordem do dia da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 270/2008, que garante ao servidor que se aposentar por invalidez permanente o direito a proventos integrais, com paridade.

Isso significa que, nesse caso, o profissional receberá valores financeiros calculados com base na última remuneração do cargo de sua aposentadoria, reajustados na data e na proporção aplicadas aos servidores em atividade.

Pelo projeto, o servidor aposentado com proventos proporcionais, se acometido de invalidez permanente, passará a perceber proventos integrais, calculados de acordo com o dispositivo constitucional que amparou sua concessão original – tendo efeitos financeiros a partir da data de emissão do respectivo laudo médico pericial.

Chalita: ”Escola integral vai mudar São Paulo”

(Site Brasil 247) 

Pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, o deputado federal Gabriel Chalita, recém-filiado ao PMDB, concedeu entrevista exclusiva ao Brasil 247. Nela, defendeu a escola de tempo integral na rede pública e disse que irá buscar o apoio tanto do PT como do PSDB. Leia mais:

Brasil 247 – O senhor é candidato à Prefeitura de São Paulo?

Gabriel Chalita – Sou pré-candidato. As candidaturas serão homologadas no ano que vem, mas seria uma honra disputar as eleições e apresentar um projeto para a cidade. Acredito que o maior desafio de um prefeito seja o de melhorar a vida das pessoas, gerando oportunidades.

247 – Quais são suas principais bandeiras?

Chalita – Primeiramente, modernizar São Paulo. Esse processo se inicia com uma educação de qualidade, passando por serviços públicos que resolvam a imensa demanda da população e por projetos que solucionem os nossos maiores problemas – como o do trânsito, o da segurança (em parceria com o Estado), o dos empregos, o das áreas de lazer. A mobilidade urbana é um grande desafio. Em pouco tempo, não teremos mais condições de transitar nesta cidade. É necessário um olhar integrado para o transporte público e para as alternativas, já implantadas em outros países, de melhoria do fluxo de automóveis.

247 – Isso atrairia mais turistas?

Chalita – Claro. São Paulo tem uma vocação turística que precisa ser intensificada. Um dos projetos é o de criar uma Broadway paulistana. São Paulo carece de uma política cultural. A cultura, além de desenvolver a sensibilidade, gera emprego e renda. Revitalizar a região central é outro projeto que vai dar a São Paulo uma nova imagem. Uma cidade com o poder econômico da nossa não pode conviver com uma cracolândia. Precisamos investir no turismo e nos espaços de convivência da nossa população. As pessoas buscam São Paulo sonhando com oportunidades. Vêm para trabalhar, fazer tratamentos de saúde, participar de eventos de negócios, divertir-se, etc. E, aqui, devem ser acolhidas.

247 – É possível implantar escolas de tempo integral em toda a cidade?

Chalita – Essa será uma das principais bandeiras. Basta olhar para os outros países e ver o que a educação foi capaz de gerar, inclusive em termos financeiros. São Paulo, vergonhosamente, deixa mais de 100 mil crianças em filas de espera para as creches, além das que não têm espaço para a pré-escola. A educação de tempo integral vai mudar a história da nossa cidade. Seremos um modelo, para o Brasil, de cuidado e de respeito com as nossas crianças e com os nossos adolescentes.

247 – Acredita que conseguirá romper a polarização entre o PT e o PSDB?

Chalita – Todos os partidos têm direito a candidatura própria. Espero que, nas eleições do próximo ano, tenhamos a oportunidade de discutir projetos para São Paulo. Isso é fundamental. As pessoas querem saber quem possui os melhores projetos e as melhores condições para executá-los. Tenho amigos nos dois partidos e respeito-os, mas estou certo de que apresentaremos as melhores propostas para a nossa cidade.

247 – O deputado Cândido Vaccarezza, líder do governo na Câmara, estava presente à filiação. O PT pode vir a apoiá-lo?

Chalita – Acho difícil o PT não ter candidatura própria em São Paulo. De qualquer forma, há muito tempo até as eleições. Tempo para conversas, para o amadurecimento de ideias e de possibilidades.

247 – Como encara a oposição interna no PMDB, liderada por Paulo Skaf?

Chalita – Não há oposição interna no PMDB. Estamos unidos. O Michel Temer é um grande líder. Tivemos diversas reuniões com ele, com outras lideranças nacionais e com o deputado Baleia Rossi, jovem revelação da política que preside o PMDB no Estado. Vamos unir todos os movimentos internos do partido: os da juventude, das mulheres, dos sindicatos, dos empresários, etc. E buscar atrair pessoas que estejam distantes da política. Esse é o nosso desafio. Atrair novas lideranças. É preciso mostrar que, na política, o pior caminho é o da omissão. Participando, somos capazes de melhorar a política e, consequentemente, a gestão das cidades, dos Estados e do nosso país.

Gabriel Chalita filia-se ao PMDB

Figuras de expressão do PMDB nacional e estadual consideram o evento deste sábado, 4 de junho, que marca o início da campanha de filiação ao partido, uma grande festa cívica – que resgata a importância histórica do PMDB e lança as perspectivas da agremiação para os próximos anos.

Justamente por isso, a Assembleia Legislativa de São Paulo foi o local escolhido para agrupar mais de 3 mil pessoas, entre autoridades, líderes comunitários e simpatizantes do PMDB. A participação do vice-presidente da República, Michel Temer, além da de governadores, de senadores e de diversos deputados federais e estaduais, revela a força do encontro, cujo cerne é a entrada no partido do deputado federal Gabriel Chalita e de outras importantes figuras do cenário político paulista.

A filiação de Chalita marca a renovação do PMDB e coloca na linha de frente da agremiação uma liderança reconhecida por suas qualidades acadêmicas, políticas e de gestão. Recordista nacional nas últimas eleições municipais e o segundo deputado federal mais votado de São Paulo, com cerca de meio milhão de votos, Chalita possui, ainda, uma extensa base acadêmica, 54 livros publicados e mais de 10 milhões de exemplares vendidos. É doutor em Direito e em Comunicação e Semiótica, mestre em Direito e em Ciências Sociais e professor da PUC–SP, da Universidade Presbiteriana Mackenzie e do Complexo Educacional FMU. Foi secretário da Educação do Estado de São Paulo, no período de 2003 a 2007, e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).

“Estou muito honrado com o convite do vice-presidente da República, Michel Temer, para ingressar no PMDB, partido que  conta com um histórico de luta pela democracia e pela liberdade e que abrigou figuras emblemáticas, como Franco Montoro, Ulysses Guimarães e Tancredo Neves”, declarou Chalita. “O desafio é pensar num projeto abrangente, moderno e humanista para a maior cidade da América Latina.”

Iniciativa do Complexo FMU contam com apoio de Gabriel Chalita

Gabriel Chalita participou de evento realizado ontem, 23 de maio, na Casa Metropolitana do Direito – do Complexo Educacional FMU, onde é docente –, para o lançamento da Cartilha sobre bullying e para a criação oficial do Núcleo Metropolitano de Estudos Interdisciplinares sobre Bullying. 

A cartilha, de autoria da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, reúne informações para que pais e professores ajudem a prevenir e a erradicar essa prática. A obra é fruto de uma parceria entre a instituição e o Conselho Nacional de Justiça.

Já o Núcleo Metropolitano de Estudos Interdisciplinares sobre Bullying – do Instituto Metropolitano de Altos Estudos (IMAE), pertencente ao Complexo Educacional FMU – contará com a participação de Chalita, no que se refere a aspectos educacionais, e de Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal, quanto a questões jurídicas. Em texto apresentado no material de divulgação do projeto, Chalita, autor da Lei Antibullying do município de São Paulo, aponta que “o ambiente escolar é um espaço privilegiado de acolhimento e de convivência” e que o respeito deve pautar, cotidianamente, as relações que envolvem alunos e professores.

O educador reafirmou, ainda, durante a cerimônia, a importância de se desenvolverem conceitos como ética nas salas de aula. “Se a criança percebe que a outra está sofrendo, ela terá uma atitude diferente”, assinala. “Professores de todas as áreas podem trabalhar com isso; não é preciso criar uma disciplina específica”, completa.

O papel dos pais ou dos responsáveis no processo é defendido por Chalita. Segundo ele, nas famílias em que há diálogo, o bullying tem um efeito menor. “O grande problema do bullying é ele ser uma dor silenciosa, pois a criança sofre na escola, não conta para ninguém, e aquilo vai crescendo e tomando uma proporção impressionante”, alerta. “Se ela tem uma família que dialoga, a quem ela pode contar o problema, o pai e a mãe terão a sabedoria de ajudá-la.”

O diretor do Complexo Educacional FMU, Edson Alves da Silva, destacou a importância do Núcleo Metropolitano de Estudos Interdisciplinares sobre Bullying. “A mais nova iniciativa do IMAE tem como objetivo colaborar no encaminhamento de soluções para esse lamentoso problema [o bullying], que afeta as escolas, os alunos, as famílias e a sociedade brasileira como um todo.”

Outras personalidades participaram do evento, como lideranças da instituição de ensino – entre elas, Edevaldo Alves da Silva, presidente; Arthur Sperandéo de Macedo, vice-reitor, e Antonio Rulli Neto, coordenador do curso de Direito.