Author page: Dev In Station Tecnologia LTDA

Audiência presidida por Chalita aborda licitações referentes à área de ciência e tecnologia

A comissão especial destinada a proferir parecer ao projeto de lei que institui o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, presidida pelo deputado Gabriel Chalita (PMDB/SP), realizou, nesta terça-feira (21/5), uma audiência pública. Na ocasião, foram debatidas mudanças na legislação de licitações e nas normas de controle e fiscalização referentes às instituições públicas de ciência, tecnologia e inovação.

Os participantes abordaram, entre outros assuntos, a importância do estabelecimento de mecanismos que deem maior agilidade a projetos de pesquisa científica – em entidades públicas e privadas do País –, especialmente no que concerne aos processos de licitação. Hoje, pesquisadores e instituições necessitam de um grande tempo para atender a toda a burocracia, o que leva não somente ao atraso na execução de projetos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico, mas também, em certos casos, à perda da eficácia da pesquisa. 

Com os diversos instrumentos de controle existentes e a legislação atual, os processos licitatórios, que envolvem prestações de contas extremamente técnicas e detalhistas e um burocrático reconhecimento dos direitos autorais, tornam-se bastante morosos. Assim, as instituições do setor de ciência, tecnologia e inovação – em particular, as públicas – não contam com segurança jurídica para desempenhar suas funções de forma eficaz. A ideia é que se crie, assim, um regime diferenciado para o setor.

Foram ouvidos pelos parlamentares, durante a audiência, o subprocurador-geral da República e coordenador da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (Consumidor e Ordem Econômica da Procuradoria-Geral da República), Antônio Carlos Fonseca, e a secretária de Controle Externo de Desenvolvimento Econômico do Tribunal de Contas da União, Ana Paula Silva da Silva. Também estiveram presentes, para debater o tema, a presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Náder; o presidente do Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (Fortec), Rúben Dario Sinisterra; o secretário-executivo da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Gustavo Balduíno; o presidente do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), Sérgio Luiz Gargioni, e Gesil Sampaio Amarante Segundo, representante da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Públicas, Estaduais e Municipais (Abruem).

Fonte: assessoria de imprensa

 

21 de maio

21

Maio

Assunto:  Seminário da Comissão de Educação, com o tema: “A Inclusão de temas de relevantes valores sociais nos currículos dos Ensinos Fundamental e Médio”
Horário: 14h30
Local: Palácio do Congresso Nacional / Praça dos Três Poderes, Brasília/DF
   

A virtude no processo educacional

Virtudes são qualidades de quem é correto. Toda pessoa de boa índole é dotada de boas virtudes. O aluno virtuoso é aquele que estuda corretamente, ajuda o outro e permite ser ajudado. Que respeita o professor e compreende suas limitações. Que ama e é amado.

O professor virtuoso é aquele que se lembra o tempo todo do poder transformador que tem, das qualidades de ajudar o aluno a encontrar seu caminho. O professor virtuoso ama e permite ser amado. Ao mesmo tempo, é competente e cuidadoso.
 
Por outro lado, há alunos cuja postura difere daquela de quem busca aprender. Ignoram, esses estudantes, valores que fazem do ambiente escolar o espaço ideal para que explorem, coletivamente, as veredas do conhecimento. Do mesmo modo, há professores que se entregam ao marasmo ou à burocracia de nada mais inventar na relação com o aluno. São arrogantes, às vezes; ausentes, outras.
 
Dificilmente, porém, há de se encontrar um professor que seja integralmente virtuoso ou um aluno que não tenha virtude alguma. Não existe esse maniqueísmo. As pessoas vivem de fracassos e de vitórias. De quedas e de sonhos. De ódio e de amor.
 
Uma condição imprescindível para a boa relação na sala de aula é a compreensão de que a perfeição não existe. Existe a vontade de superar. Existe a determinação para recomeçar quando tudo parece perdido.
 
A relação entre professores e alunos necessita privilegiar esse campo das imperfeições. O professor é imperfeito, como o aluno também é. O professor erra e acerta. Da mesma forma, o aluno. São seres que se encontram para entender que é possível desenvolver o que cada um tem de melhor. E isso é uma grande virtude.
 
Aprender com os aprendizes compõe uma interação necessária. O aluno não tem de ser passivo nessa relação. Ele aprende. Mas ele também ensina.
 
O estudante precisa de incentivo e de espaço para o desenvolvimento de sua autonomia. Tem de aprender a dizer “não” e a dizer “sim”. A debater. A refletir. E como isso enriquece a relação na sala de aula!
 
O aluno não é objeto. É tão sujeito quanto o professor. A troca é profundamente instigante. E isso faz bem ao educador, porque o livra da rotina de dizer sempre as mesmas coisas para uma plateia que apenas cumpre o papel de assistir, passivamente, às explanações. O desafio de conviver e a humildade de ser convencido por outra ideia, por outro olhar… Tudo isso a serviço da construção de uma postura pessoal e profissional mais adequada.
 
Virtudes e adversidades hão de existir conjuntamente, mas os valores, quando bem trabalhados no processo educacional, servem como bússola, pois não permitem que os navegadores se percam. Não é possível prever na sala de aula tudo o que há de acontecer na vida. Mas é possível, sim, preparar para a vida. Preparar para dizer não à desonestidade, ao ultraje, à arrogância. E preparar para dizer sim. Sim à tolerância, ao amor compartilhado, à vida correta de quem faz o bem como missão e hábito.
 
Na escola, aprende-se, habitua-se a fazer o que é correto. Das coisas mais simples às mais complexas. De deixar limpo o banheiro a encarar com respeito todas as pessoas. Dos cumprimentos corriqueiros ao conceito de um mundo que precisa de intervenções sérias para que a dignidade humana não seja uma utopia. A virtude, quando presente no ambiente escolar, contribui imensamente para a formação de cidadãos conscienciosos e responsáveis.

Por Gabriel Chalita (fonte: Revista Profissão Mestre)

Encontro em Indaiatuba reúne lideranças do PMDB

O presidente do diretório paulistano do PMDB, deputado federal Gabriel Chalita, foi um dos convidados do encontro organizado nesta sexta-feira, 17/5, para prefeitos e vice-prefeitos do partido no Estado de São Paulo. O evento ocorreu em Indaiatuba (SP) e também contou com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer, do presidente nacional da legenda, senador Valdir Raupp, do presidente do PMDB paulista, deputado estadual Baleia Rossi, e do deputado federal Edinho Araújo, entre outras autoridades. O anfitrião foi o prefeito de Indaiatuba, Reinaldo Nogueira.

Em seu discurso, Chalita traçou um paralelo entre uma das obras de Cora Coralina e a atuação de um prefeito. Segundo a poetisa, todos passam pela vida para quebrar pedras e plantar flores. As pedras podem se referir às dificuldades, às injustiças que todos enfrentam; já as flores, corresponder às ações capazes de mudar a vida das pessoas para melhor. “Quando a gente faz um projeto que melhora a segurança na cidade, as pessoas deixam de morrer; quando a gente faz um projeto que melhora a educação na cidade, nós damos às crianças o direito de terem um futuro”, afirmou o deputado. “A maior responsabilidade que nós temos como políticos é mudar a vida das pessoas.”

Durante o encontro, abordou-se o desempenho de Chalita na disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2012. Ele foi o quarto candidato mais votado na capital, com 13,6%, o equivalente a mais de 830 mil votos. Além disso, a campanha de Chalita foi fundamental para que o PMDB – que não possuía vereadores na maior cidade do país – conquistasse quatro cadeiras na Câmara Municipal. Diante desse resultado, a legenda decidiu ter um candidato próprio ao governo paulista em 2014, de modo a alcançar a meta de eleger sete deputados federais e dez estaduais. O nome do escolhido para a disputa será debatido ao longo deste ano.

Depois da cerimônia de abertura e de um almoço, os prefeitos e vice-prefeitos tiveram a oportunidade de participar de conversas com integrantes do governo federal. Na ocasião, eles conheceram as oportunidades de investimento e de parceria disponíveis para os municípios.

Fonte: assessoria de imprensa

Esperança na vida

Há pessoas que nos elevam e há pessoas que nos diminuem, ensinou o filósofo Immanuel Kant. Há pessoas que vivem da crítica fácil, do pessimismo, do derrotismo. Que veem o que de pior há nos outros e nas paisagens. É do genial escritor Leon Tolstói esta citação: “Há quem passe pelo bosque e só veja lenha para a fogueira”. E há quem veja o que de belo há no bosque. Inclusive, as sementes. E saiba que o inverno é apenas uma estação. E que passa.

Conheci, nesta semana, Dona Djanira. Setenta e sete anos. Voluntária em um hospital que cuida de crianças com câncer. Conta histórias. Algumas, tiradas da literatura universal; outras, da vida. E que rica vida. Lembra-se de algumas crianças que morreram, mas que, antes, riram muito e se emocionaram com suas narrativas. Lembra-se de outras que, curadas, seguiram a vida, com direito a um futuro.

Dona Djanira teve um filho que morreu de câncer. Ela também teve câncer. Venceu uma vez. A doença voltou. Venceu outra vez. E, mais uma vez, adoeceu. Agora, está bem. E não tem medo da morte. Tem medo de perder a esperança na vida. De, talvez, fazer o que disse Tolstói: perder a capacidade de ver o que de belo a vida oferece. Dona Djanira transformou dor em amor e tem um sorriso capaz de envolver qualquer interlocutor. Problemas, todos nós temos – uns, maiores; outros, menores. A questão é prosseguir. Com fibra. Com dignidade e com capacidade de ver.

Dona Djanira é uma dessas pessoas que nos elevam. Um modelo de bravura, de otimismo, de fé. Uma contadora de histórias que fez de sua própria existência uma narrativa inspiradora. Essa senhora-menina, de olhar doce e sábio – que enternece e, ao mesmo tempo, encoraja –, mostra-nos a importância de seguir, ainda que o caminho seja longo e tortuoso. Afinal, sem esperança, não há aprendizado. E, sem aprendizado, a vida fenece. Que, a exemplo de Dona Djanira, não nos permitamos desistir.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo)

Chalita preside reunião da comissão sobre o Código de Ciência e Tecnologia

A comissão especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei nº 2.177, de 2011, que “institui o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação”, realizou nesta terça-feira, 14/5, sua quinta reunião. Durante o encontro, presidido pelo deputado Gabriel Chalita (PMDB/SP), foram ouvidos especialistas e representantes de entidades da área.

Chalita e os demais parlamentares da comissão receberam Caio Mário Bueno da Silva, presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif); Adélia Maria Carvalho de Melo Pinheiro, representante da Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Públicas, Estaduais e Municipais (ABRUEM); Giovani Agostini Saavedra, assessor jurídico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS) e representante da Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (Abruc); Luis Afonso Bermúdez, ex-presidente e conselheiro consultivo da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec); Félix Andrade da Silva, diretor interinstitucional da Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti); Paulo Mol, diretor de Inovação do Instituto Euvaldo Lodi, vinculado à Confederação Nacional da Indústria (CNI), e Ênio Pinto, gerente da Unidade de Acesso à Inovação do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Depois de aprovada pela comissão especial, a matéria será apreciada pelo plenário da Câmara dos Deputados e, em seguida, pelo Senado Federal.

 

Comissão de Educação

Também presidente da Comissão de Educação, Chalita promoveu uma audiência pública acerca da implementação da Lei nº 10.639/2003, que estabelece a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira no currículo oficial da rede de ensino. Estiveram presentes à reunião a secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, do Ministério da Educação, Macaé Maria Evaristo dos Santos; a secretária de Políticas de Ações Afirmativas, Ângela Maria de Lima Nascimento; Rita Potiguara, representante do Conselho Nacional de Educação (CNE); Márcia Lucena, secretária de Educação da Paraíba e representante do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed)Celso José dos Santos, representante da Comissão Técnica Nacional de Diversidade para Assuntos Relacionados à Educação dos Afro-Brasileiros (Cadara); o secretário da Promoção da Igualdade Racial do Distrito Federal, Viridiano Custódio de Brito, e a coordenadora de Educação em Diversidade da Secretaria de Educação do Distrito Federal, Ana José Marques.

Fonte: assessoria de imprensa