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PL subscrito por Chalita cria o Programa de Cultura do Trabalhador

Incentivar a cultura entre os trabalhadores é a ideia central do Projeto de Lei 4.682/2012, apresentado na Câmara dos Deputados e subscrito pelo deputado federal Gabriel Chalita (PMDB/SP). A propositura institui o Programa de Cultura do Trabalhador, destinado a fornecer meios para o exercício dos direitos culturais entre cidadãos com vínculo empregatício de todo o País.

No âmbito do programa, que será gerido pelo Ministério da Cultura, está compreendido o Vale-Cultura. A ideia é que ele seja distribuído pelas empresas aos trabalhadores que recebam até cinco salários mínimos por mês; no caso dos portadores de deficiência, o limite é de sete salários mínimos mensais. 

O vale terá o valor de 50 reais e o trabalhador decidirá para quais bens ou serviços culturais utilizá-lo. As empresas que participarem do programa poderão receber benefícios fiscais. Para tornar-se lei, o projeto deverá ser aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

Confira o teor completo da propositura: http://migre.me/bIqQg.

Fonte: assessoria de imprensa

Professor: a alma da educação

Por Gabriel Chalita

Eis o grande agente do processo educacional: o professor. Como afirma Cecília Meireles, na obra Crônicas de Educação 3 (Editora Nova Fronteira), “se há uma criatura que tenha necessidade de formar e manter constantemente firme uma personalidade segura e complexa, essa é o professor”.

Há quem diga que o computador substituirá o professor; que, nesta era, em que a informação chega de muitas maneiras, esse profissional perderá sua importância.

O computador nunca substituirá o professor. Por mais modernos que sejam os aparatos tecnológicos, por mais que a robótica profetize evoluções fantásticas, a máquina não reflete e não é capaz de dar afeto, de passar emoção, de vibrar com a conquista de cada aluno. Isso é um privilégio humano.

O professor tem luz própria. Não é possível que ele pregue a autonomia sem ser autônomo; que fale de liberdade sem experimentar a conquista da independência que é o saber; que queira que seu aluno seja feliz sem demonstrar afeto. E, para que possa transmitir afeto, é necessário que ele viva o afeto. O mestre precisa ser o referencial, o líder, o interventor seguro, capaz de auxiliar o aluno em seus sonhos, em seus projetos.

A formação é um fator fundamental para o professor. Não apenas a graduação universitária ou a pós-graduação, mas também a formação continuada, as atualizações, o aperfeiçoamento. Para que um professor desempenhe com maestria as aulas na matéria de sua especialidade, deve conhecer as demais matérias, os temas transversais que perpassam todas elas e, acima de tudo, conhecer o aluno. Ninguém ama o que não conhece, e o aluno precisa ser amado! Para quem teve uma formação rígida, é difícil expressar os sentimentos. Há pessoas que não conseguem elogiar, abraçar, sorrir. O professor tem de quebrar essas barreiras e trabalhar suas limitações, assim como as de seus alunos.

É essencial que o mestre acredite no que diz, que tenha convicção em seus ensinamentos, para que os alunos também acreditem neles e se sintam envolvidos. O mestre necessita de preparo para alcançar os objetivos que almeja. Aquele que não prepara as aulas desrespeita os alunos e o próprio ofício. É como um médico que entra no centro cirúrgico sem saber o que vai fazer, sem a instrumentação adequada. Uma aula preparada, organizada, com o conteúdo refletido, muito provavelmente será bem-sucedida. No entanto, aula previamente preparada não significa aula engessada; o professor não deve deixar de discutir outros temas que surjam apenas porque deseja cumprir o roteiro que preparou. Pode até acontecer de ele dar uma aula diferente da planejada, mas isso acaba sendo enriquecedor.

Mas não há professores perfeitos. A imperfeição é algo inerente ao ser humano. Aliás, aquele que pensa que nada mais tem a aprender acaba se transformando em um grande risco para a comunidade educativa, pois é incapaz de rever seus métodos, de ouvir ideias, de tentar ser melhor.

O professor precisa tornar-se, de fato, um educador que conheça o universo do educando, que tenha bom senso, que proporcione o desenvolvimento da autonomia de seus alunos. Que demonstre entusiasmo, paixão. Que não discrimine ninguém. Que se mostre politicamente participativo, para que suas opiniões possam fazer sentido para os alunos, sabendo sempre que tem nas mãos a responsabilidade de conduzir um processo de crescimento humano. Que seja um profissional, enfim, capaz de ajudar a construir uma educação verdadeiramente cidadã.

 

Fonte: revista Profissão Mestre

Chalita é entrevistado pelo portal Terra

Gabriel Chalita concedeu, na manhã desta segunda-feira (22), uma entrevista ao portal Terra. O deputado tratou, dentre outros assuntos, da cidade de São Paulo, do segundo turno das eleições municipais e da atuação do PMDB no cenário político local e nacional.

Logo no início da entrevista, Chalita agradeceu aos eleitores que o apoiaram no primeiro turno. “Foi uma experiência fantástica ter sido candidato a prefeito de São Paulo”, disse. Ele lembrou que, durante um ano, estudou profundamente a capital paulista, inclusive acompanhando de perto a situação dos moradores nos mais diversos bairros. “Elaboramos um projeto real para a cidade.”

No que se refere ao segundo turno das eleições, o presidente do PMDB da Cidade de São Paulo falou sobre sua decisão de apoiar Fernando Haddad. De acordo com o deputado, isso se deu depois de o candidato comprometer-se a incorporar propostas de Chalita a seu plano de governo. Dentre elas, a implantação de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) na capital, que ajudariam a solucionar um dos problemas mais graves enfrentados pelos paulistanos: o da saúde pública. “É descabido ver que a cidade mais rica da América Latina trata as pessoas da forma que trata na área da saúde”, lamentou. Na semana passada, Chalita e Haddad assinaram uma carta em defesa de São Paulo; o teor completo do documento pode ser conferido aqui.

O deputado também abordou a questão da educação no País. Membro da Comissão de Educação e Cultura do Congresso Nacional, ele se disse a favor de uma Lei de Responsabilidade Educacional para os municípios. “A médio prazo, o que vai resolver o problema da violência no Brasil é a educação.”

Questionado pela jornalista Maria Lins sobre os maiores desafios que o próximo prefeito de São Paulo enfrentará, Chalita apontou duas questões primordiais: a gestão pública da cidade e a atenção à população mais carente. Quanto ao primeiro aspecto, ele destacou a necessidade da informatização da administração municipal; sobre o segundo, declarou: “É preciso unir a São Paulo rica e a São Paulo pobre”. Para o deputado, o futuro prefeito deverá investir prioritariamente em programas habitacionais, assim como na resolução do déficit de vagas em creches – inclusive por meio de convênios com entidades da sociedade civil.

Ao falar do novo PMDB da Cidade de São Paulo, Chalita informou que foram eleitos quatro vereadores pelo partido e comentou a importância de os cidadãos mostrarem-se interessados por política. “Não adianta dizer ‘Eu não gosto de política’. Você precisa de política, você precisa ser administrado por alguém”, afirmou. “Quanto menos a gente participa, mais a gente permite que pessoas que não são boas continuem administrando a política.” 

Confira a entrevista completa no site

Fonte: assessoria de imprensa