A poética de Gabriel Chalita excursiona por vivências, por desventuras, por amores e por desamores. Toda a perenidade da poesia é descrita com retratos fugazes do cotidiano, pois, para o autor, “se não fosse a capacidade de êxtase/diante da singeleza da paisagem,/a poesia viveria em luto”.
Esta obra revela o que há de mais sublime nas inseguranças e nos anseios do ser humano. Seus medos e seus sonhos são a matéria-prima de Chalita. Após percorrer este roteiro lírico, o leitor guardará na memória lições de coragem, de alegria, de esperança e de fé.
IBEP–Nacional, 2006.
