Teodolino, Jorge, Tadeu, Germano, Lourival… Desconfiança e amor caminham juntos. Segredos e descasos se encontram. Paixão e remorso são quase sinônimos. Raiva e esperança sobrevivem no mundo cinza em que vivem os personagens deste livro.
Poucas vezes se viu uma cor, como elemento de ligação entre os mais diversos tipos de sentimento, ser utilizada de maneira assertiva. Não há tantos sinônimos para cinza nem tantas gamas dessa cor, mas os homens aqui retratados percorrem todas as tonalidades, com suas lamúrias e seu destino. Homens que podem ter passado pela vida de cada um de nós – aqueles que, na mesmice da desilusão, nos fazem acreditar que nada muda. Nesta coletânea de 20 contos, os personagens, de tristeza agridoce e de ternura contida, numa cordialidade seca e desapontada, são revelados ora com beleza poética, ora com crueza dolorida.
Editora Ediouro, 2009.

Uma briga entre dois reinos: o dos pequenos e o dos grandes. Nessa guerra, vence o grupo mais unido. Diariamente, a agitação se repete; os grandes vão e vêm sem a menor preocupação. Têm tudo o que querem.
Duque é um pinguim gracioso, que vive na Terra Azul, a planície dos pinguins. Um dia, Bianca, uma gaivota cheia de vida e de sonhos, resolve pousar lá, e eles se tornam amigos inseparáveis.
Este livro homenageia o grande Antonio Ermírio de Moraes, em comemoração a seu aniversário de 80 anos.
Infelizmente, tornou-se muito comum assistirmos a cenas de desrespeito e de humilhação entre as pessoas.
Com uma linguagem simples, mas comovente, Gabriel Chalita procura recontar, pela voz de seu pai, a história de sua família. Dessa forma, ele expõe, também, as grandes qualidades desse José, aplicáveis a tantos outros pais do Brasil: honestidade, respeito, força de vontade, determinação e bondade.
Na história da humanidade, o Sol representa a criação do Universo, por irradiar sua luz vital. Este livro, simbolicamente, traz personagens iluminados, que vêm inspirando mentes e corações.
Em seis capítulos, esta obra reúne lições que apresentam valores como ética, generosidade, fraternidade e cidadania.
A poética de Gabriel Chalita excursiona por vivências, por desventuras, por amores e por desamores. Toda a perenidade da poesia é descrita com retratos fugazes do cotidiano, pois, para o autor, “se não fosse a capacidade de êxtase/diante da singeleza da paisagem,/a poesia viveria em luto”.
En una época en que la apariencia vale más que la esencia y la competencia domina las relaciones, es imprescindible hablar de compañerismo, de amistad y de amor con nuestros niños.