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Manifesto em defesa do piso salarial dos professores

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados vem a público manifestar-se em defesa do pleno cumprimento da Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008, a chamada Lei do Piso. Tal posicionamento decorre de decisão unânime dos parlamentares presentes à reunião ordinária do dia 11 de dezembro de 2013, face ao recrudescimento de demandas que advogam a alteração do mecanismo de atualização do piso salarial, previsto no art. 5º da citada norma.

A instituição do piso salarial foi um passo fundamental no processo de valorização do magistério da educação básica, previsto na Constituição Federal. O Congresso Nacional atendeu ao comando constitucional, após um longo e profícuo debate democrático em que todos os grupos interessados tiveram a oportunidade de manifestação. Durante esse processo, ficou claro que era necessário construir um mecanismo de atualização para o piso salarial que assegurasse, de fato, a valorização almejada, com recuperação gradativa dos salários. Um mecanismo que evitasse uma vitória momentânea, passível de ser consumida rapidamente pelos índices de inflação.

Parece-nos, portanto, inaceitável que o Congresso Nacional acolha qualquer proposta que represente um retrocesso, restringindo os avanços promovidos pela lei aprovada em 2008. Esse caminho estaria frontalmente em desacordo com as metas 17 e 18 do Plano Nacional de Educação, em tramitação neste parlamento.  A meta 17 prevê equiparação do rendimento médio dos profissionais do magistério das redes públicas de educação básica com o dos demais profissionais com escolaridade equivalente. A meta 18, por sua vez, estabelece um prazo para a construção de planos de carreira para os profissionais da educação básica pública de todos os sistemas de ensino. Esses planos devem ser elaborados tendo como referência o piso salarial profissional nacional.

Estados e Municípios apontam limitações fiscais para o cumprimento da Lei do Piso. O diálogo se impõe como recurso para superar o impasse. Esta Comissão de Educação apela aos gestores da federação para que busquem alternativas que não gerem prejuízos aos professores brasileiros. Confiamos que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios encontrarão no regime de colaboração os meios para construir soluções conjuntas e sustentáveis no longo prazo. Colocamo-nos também à disposição para instar o governo federal a cumprir a complementação de recursos financeiros para os entes sem disponibilidade orçamentária para assegurar o pagamento do piso salarial.

É certo que a valorização dos profissionais da educação compreende vários aspectos. São necessárias políticas de formação inicial e continuada consistentes e ancoradas nas reais necessidades dos professores, jornada de trabalho estruturada de tal forma a contemplar as diferentes atividades inerentes ao exercício do magistério, bem como as condições adequadas para o desempenho do trabalho. Não obstante, já não podemos negligenciar a questão salarial, sob pena de aprofundarmos o desinteresse dos jovens egressos do ensino médio pelos cursos de licenciatura e a evasão de profissionais, desesperançados com as carreiras desestruturadas em que ingressaram.

Concluímos como começaram os pioneiros da educação nova no seu Manifesto de 1932. “Na hierarquia dos problemas nacionais, nenhum sobreleva em importância e gravidade ao da educação”. Os desafios da educação são imensos, urgem consciência e obstinação para enfrentá-los. Confiamos que os gestores públicos saberão construir as pontes para garantir o mais precioso dos recursos para a escola pública: a presença de mestres valorizados, que promoverão a mudança de patamar de qualidade de que tanto necessita a educação brasileira.

Fonte: Comissão de Educação da Câmara dos Deputados | Data: 18/12/2013

Plenário e Comissão de Educação aprovam importantes medidas

Comissão de Educação
 
A Comissão de Educação aprovou o relatório do deputado Gabriel Chalita que visa inserir na LDB, como despesa de manutenção e desenvolvimento do ensino, o gasto efetuado com atividades curriculares complementares. Os parlamentares aprovaram também a indicação ao Poder Executivo para instituir o Campus Universitário de Lucas do Rio Verde da Universidade Federal de Mato Grosso, a criação da Semana Nacional de Educação, Conscientização e Orientação sobre Fissura Lábio-Palatina e o projeto que assegura a alfabetização em braile.

Emendas ao PLOA
 
Os deputados da Comissão de Educação aprovaram três emendas Projeto de Lei Orçamentária Anual – PLOA 2014. A primeira no valor de R$ 300 milhões é destinada ao Instituto Militar de Engenharia – IME – e à Escola de Saúde do Exército. A segunda, de R$ 800 milhões, será para o apoio a iniciativas voltadas para o desenvolvimento, a universalização e a melhoria qualitativa do processo educacional em todas as etapas da educação básica. A terceira emenda de Comissão, no valor de R$ 300 milhões, foi destinada à assistência ao estudante de ensino superior, com o objetivo de apoiar a permanência de alunos de baixa renda, matriculados nos cursos de graduação das instituições federais, por meio de assistência à moradia estudantil, alimentação, transporte, saúde, inclusão digital, cultura, esporte, creche e apoio pedagógico, de modo a reduzir as desigualdades sociais e regionais e a democratizar a permanência desses alunos no ensino superior.
 
Plenário
 
Os deputados federais aprovaram o texto principal do novo Código de Processo Civil, que tem como objetivo dar mais rapidez nas resoluções de causas cíveis, que incluem direito de família e do consumidor,  pedidos de indenização, reconhecimento de dívidas, entre outros.  Ainda faltam votar os destaques com os pontos mais polêmicos da proposta.           

Fonte: Assessoria de imprensa | Data: 28/11/2013

Comissão de Educação realiza Seminário sobre Educação em Tempo Integral

A Comissão de Educação, presidida pelo deputado federal Gabriel Chalita, realizou no dia 30 de outubro o Seminário Internacional sobre Educação em Tempo Integral. Nesse encontro, especialistas da França, de Portugal e da Espanha apresentaram o resultado de experiências em escolas com educação em tempo integral e dialogaram com estudiosos brasileiros, que também relataram casos de sucesso ocorridos em nosso país.

Atualmente, o tempo médio que os estudantes brasileiros passam dentro da escola é de, aproximadamente, quatro horas diárias. Especialistas em educação afirmam que quanto maior o tempo da criança na escola, imersa a atividades pedagógicas, esportivas e culturais, melhor será seu desenvolvimento como aluno. 

Durante o seminário, o deputado Gabriel Chalita relacionou o ensino em tempo integral aos altos índices de desenvolvimento educacional dos 20 países que ocuparam as primeiras posições no exame Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), que avalia as competências dos estudantes do mundo todo em Leitura, Matemática e Ciências.

Segundo Chalita, a escola em tempo integral é fundamental para o desenvolvimento completo das habilidades estudantis. Para fundamentar essa reflexão, o deputado citou o exemplo de uma escola de Cotia, em São Paulo, que, após dois anos de educação integral, duplicou sua nota no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). 

O direito à educação não se consolida apenas com o acesso ao ensino regular. As crianças e os jovens precisam receber cuidados em toda a sua formação, ter acesso à alimentação adequada, ao reforço nos estudos, a práticas de esportes e à cultura nas suas mais diversas formas de manifestação. A educação em tempo integral está presente em diversos países no mundo e em algumas escolas no Brasil. Está presente também no Plano Nacional de Educação (PNE) como uma das metas a serem cumpridas em diferentes etapas do ensino. Segundo a secretária de Educação Continuada do Ministério da Educação, Macaé Evaristo dos Santos, atualmente, mais de 49 mil escolas contam com os recursos do Mais Educação, o programa indutor da educação em tempo integral. A meta é que, até 2014, mais de 60 mil escolas ofereçam atividades escolares o dia todo.

Este evento foi realizado no Auditório Nereu Ramos e contou com a presença de autoridades e especialistas da área como o professor José Pacheco, que falou sobre a Escola da Ponte de Portugal, o professor Cesar Muñoz Jimenez, da Espanha, e o professor Bernard Charlot, da França. Também foram ouvidas as especialistas Cláudia Valentina Assumpção Galian e Maria das Mercês Ferreira Sampaio. O Secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Romeu Caputo, falou sobre a experiência de educação em tempo integral no Brasil. Foram apresentados também casos de sucesso com a educação em tempo integral no SESC e na rede municipal de ensino de Apucarana, no Paraná.

Fonte: Assessoria de imprensa | Data: 31/10/2013 | Foto: Gabriela Korossy

 

Homenagem a Paulo Freire

A Comissão de Educação realizou, em audiência pública, uma homenagem ao professor Paulo Freire, patrono da educação brasileira, pelos 50 anos de trabalho pioneiro na alfabetização de jovens e adultos. Participaram do evento diversas autoridades e pessoas próximas ao alfabetizador, entre elas o ministro de Estado da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, a viúva de Paulo Freire, a professora Nita Freire, e seu filho Lutgardes Costa Freire. 

Os deputados da Comissão de Educação, presidida por Gabriel Chalita, aprovaram o envio de indicação ao poder executivo para incluir a acessibilidade e a educação ambiental como temas curriculares nos ensinos fundamental e médio. Além disso, aprovaram a indicação para que sejam instituídos os campi universitários de Água Boa e de Alta Floresta da Universidade Federal de Mato Grosso. Aprovaram também requerimento para a realização de audiência pública, a fim de debater o estudo desenvolvido pelos Ministérios da Saúde e da Justiça sobre os usuários de drogas, as ações a serem desenvolvidas e o que já vem sido realizado com sucesso no Brasil.

Câmara dos Deputados

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou esta semana projeto de lei que autoriza o poder executivo a instituir o Serviço Social Autônomo com a finalidade de promover a execução de políticas de desenvolvimento da assistência técnica e extensão rural, especialmente as que contribuam para a elevação da produção, da produtividade e da qualidade dos produtos e serviços rurais e para a melhoria das condições de renda e de desenvolvimento sustentável no meio rural. O serviço será denominado Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural – Anater. O plenário aprovou também o Projeto de Resolução da Câmara que institui a Medalha Assembleia Nacional Constituinte, a ser conferida aos constituintes e colaboradores que contribuíram para a elaboração da Constituição Federal de 1988.

Fonte: Assessoria de imprensa Foto: Wendel Lopes Data: 4/10/2013

Comissão presidida por Chalita aprova projetos de lei

Esta semana, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, presidida por Gabriel Chalita, aprovou os seguintes projetos de lei: 

PL 4.306/2012: de autoria da Comissão de Legislação Participativa, o Projeto de Lei 4.306/2012 visa adequar a Lei 8.069, de 13 de julho de 1990 – que trata do Estatuto da Criança e do Adolescente –, às disposições da Emenda Constitucional 59, de 11 de novembro de 2009, que determina como obrigatória a educação básica dos 4 aos 17 anos, entre outros dispositivos.

PL 6.514/2009: este projeto estabelece que os profissionais do magistério tenham direito de acesso a cursos superiores de pedagogia e licenciatura por meio de processo seletivo diferenciado. A propositura destina-se aos professores concursados da rede pública municipal, estadual e federal que tenham pelo menos três anos de exercício da profissão e que não sejam portadores de diploma de graduação. Terão prioridade de ingresso os professores que optarem por cursos de licenciatura em matemática, física, química, biologia e língua portuguesa.

PL 232/11: o Projeto de Lei 232/11 altera o Estatuto da Criança e do Adolescente para tornar obrigatório o teste vocacional na escolarização e na profissionalização do menor em regime de semiliberdade.

PL 1.169/11: os programas de Residência Multiprofissional em Saúde e de Residência em Área Profissional da Saúde, ofertados na pós-graduação lato sensu por instituições credenciadas, emitirão certificados de especialista aos profissionais residentes dessas categorias. Os certificados terão fins legais no sistema oficial de ensino e nos respectivos conselhos profissionais, bem como nas provas de títulos dos concursos públicos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

PL 3.866/2012: este projeto de lei proíbe que as instituições educacionais cobrem taxas de emissão e de registro de diplomas, bem como de outros documentos acadêmicos e escolares comprobatórios. Com a propositura, o custo da emissão de documentação acadêmica ou escolar, além do primeiro registro legalmente necessário, deverá estar incluso no valor das anuidades ou das semestralidades. São considerados documentos dessa natureza diplomas, certificados, históricos escolares, certidões e declarações acadêmicas escolares em geral.

PL 2.993/11: este projeto de lei altera a Lei 9.615, de 24 de março de 1998, que “institui normas gerais sobre desportos”. Ele assegura abono remunerado de faltas a empregados de empresas estatais durante o período em que estiverem convocados para integrar alguma delegação desportiva. 

PL 4.601/12: também foi aprovado o Projeto de Lei 4.601/12, que torna obrigatória a disponibilização de exemplares da Constituição Federal nas bibliotecas escolares.

Observatório da Educação

Além das votações durante a reunião deliberativa, a Comissão de Educação realiza, nesta semana, Seminários Regionais do Observatório da Educação em Brasília (DF) e em Belém (PA).

Plenário

Os deputados federais aprovaram medida provisória que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal. O documento também autoriza que as fundações de apoio à pesquisa celebrem contratos e convênios com entidades privadas para, assim, auxiliar instituições federais de ensino superior – e outras instituições científicas e tecnológicas – em projetos de ensino, de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico.

Fonte: assessoria de imprensa | Data: 22/8/2013 Foto: Carlos Terrana

 

Comissão de Educação da Câmara aprova PLs e requerimentos

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, presidida por Gabriel Chalita, aprovou, nesta semana, três projetos de lei e alguns requerimentos.

Durante sua reunião deliberativa, autorizou-se a transferência de pessoal, de cursos, de bens móveis e de acervos das instituições federais de ensino de Petrolina para a Fundação Universidade Federal do São Francisco. Também foi aprovado o envio de indicação para que o Ministério da Educação crie a Escola Técnica Federal de Igarapava, no Estado de São Paulo, e a Escola Técnica Federal do Petróleo e do Gás Natural, no município de Cabo Frio (RJ).

Os membros da comissão decidiram pela realização de uma audiência pública para debater o Projeto de Lei Complementar 15/2011, que estabelece normas de responsabilidade na gestão pública da educação brasileira, envolvendo a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os municípios. Serão convidados, para o encontro, representantes da Secretaria de Articulação com os Sistemas de Ensino (Sase); do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Também vão ser ouvidos os professores Alejandro Morduchowicz, Fernando Luiz Abrúcio e Carlos Roberto Jamil Cury. Por se tratar de matéria de natureza constitucional, participarão, como palestrantes da audiência, ministros do Supremo Tribunal Federal.

Outro destaque foi a aprovação de um requerimento de audiência pública em homenagem a Paulo Freire – patrono da educação brasileira –, pelos 50 anos de seu trabalho pioneiro de alfabetização de jovens e adultos.

Fonte: assessoria de imprensa | Data: 9/8/2013

Chalita preside reunião sobre o Projeto de Lei 3.688/2000

Durante reunião deliberativa realizada nesta quarta-feira (3/7), a Comissão de Educação da Câmara, presidida pelo deputado federal Gabriel Chalita, debateu amplamente o Projeto de Lei 3.688/2000, que dispõe sobre a prestação de serviços de psicologia e de serviço social na educação básica da rede pública.

Como a propositura já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados e ganhado um substitutivo no Senado Federal, coube aos parlamentares determinarem qual texto seria o melhor para a educação brasileira. De acordo com o conteúdo aprovado pela Câmara, deverá ser assegurado o atendimento, por psicólogos e assistentes sociais, a alunos das escolas públicas de educação básica que dele necessitarem. Esses profissionais precisarão ser ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS) ou aos serviços públicos de assistência social.

O substitutivo do Senado Federal prevê que as redes públicas de educação básica contem com esses serviços, de equipes multidisciplinares, para atender às necessidades e às prioridades definidas pelas políticas de educação. Os recursos financeiros serão oriundos da área da educação, e não do SUS ou dos serviços públicos de assistência social.

Durante o processo de votação do teor do projeto, foi registrado um empate – o que ocasionou um impasse na comissão. Assim, Chalita fará uma consulta à presidência da Câmara sobre o critério a ser adotado nesse caso, e o resultado será proferido na próxima reunião do colegiado, marcada para o dia 8/7.

Fonte: assessoria de imprensa

Câmara aprova projeto que destina 75% dos royalties do petróleo para a educação

Na madrugada desta quarta-feira (26/6), foi aprovado, na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 5.500/2013, que destina 75% dos recursos dos royalties do petróleo para a educação – e os 25% restantes para a área da saúde. A matéria, na forma de um substitutivo ao Projeto de Lei 323/07, passará, agora, pela análise do Senado.

Na mesma ocasião, deliberou-se a respeito do Fundo Social, criado no marco regulatório do pré-sal. De todo o montante obtido pelo fundo, 50% serão destinados para a educação, até que se atinja a meta do PNE que prevê o investimento de 10% do PIB nesse setor.

“A educação é a única política pública capaz de melhorar todas as outras”, afirmou o deputado Gabriel Chalita, também educador. “Assim, investir nessa área é fundamental para construirmos um País mais justo.”

Com a aprovação final do projeto de lei, espera-se obter cerca de 280 bilhões de reais, nos próximos dez anos, em recursos para a área. De autoria do governo federal, a propositura compreendia, originalmente, a destinação de 100% dos royalties do petróleo para a educação.

Data: 26/6/2013 | Fonte: assessoria de imprensa

Presidida por Chalita, comissão aprova PL e requerimentos

Nesta semana, foi aprovado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados – presidida por Gabriel Chalita – o Projeto de Lei 4.372/2012. De autoria do Poder Executivo, ele trata da criação do Instituto Nacional de Supervisão e Avaliação da Educação Superior (Insaes), entre outros aspectos. O Insaes tem como objetivo analisar as instituições e os cursos de educação superior no sistema federal de ensino, além de certificar entidades beneficentes que atuem na área de educação superior e básica.

Também merece destaque a aprovação de requerimentos que estabelecem seminários do Observatório da Educação em Brasília (DF), em Campinas (SP), no Pará e em Santa Catarina. O primeiro evento desse tipo ocorrerá no dia 14/6, sexta-feira, no município de São Caetano do Sul (SP).

 

Plenário da Câmara

Ainda nesta semana, o Plenário da Câmara dos Deputados acatou a Medida Provisória 609/2013, que extingue as alíquotas de contribuição do PIS/PASEP e da Cofins para os itens da cesta básica – tanto no que se refere à receita decorrente da venda desses produtos no mercado interno quanto sobre sua importação. A medida também compreende o conteúdo da MP 605/2013, que garante a redução nas contas de luz.

Data: 12/6/2013 | Fonte: assessoria de imprensa

Gabriel Chalita é eleito 1º vice-presidente de nova comissão especial

O deputado federal Gabriel Chalita foi eleito nesta quarta-feira (12/6), em Brasília, o 1º vice-presidente da comissão especial destinada a proferir parecer ao Projeto de Lei nº 7.197/2002, do Senado Federal. A propositura, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, refere-se à aplicação de medidas socioeducativas a adolescentes infratores.

Instalada hoje, a comissão deverá dar sequência aos trabalhos na próxima semana, com a realização de debates e de audiências públicas. Após a aprovação, o projeto deverá ser apreciado pelo Plenário da Câmara. Se houver modificações no texto, ele voltará para o Senado.

Data: 12/6/2013 | Fonte: assessoria de imprensa