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Sucesso em Campinas

Após o lançamento do livro “A Ética do Rei Menino” na cidade de Bauru, Gabriel Chalita retornou ao interior paulista para comemorar a estréia de sua 38ª obra em Campinas. Centenas de pessoas estiveram presentes no evento, que foi realizado no Tênis Clube da cidade, a partir das 19h. Fãs do escritor, políticos e demais autoridades da região marcaram presença na festa, que foi repleta de momentos alegres e animados. Escrita em uma linguagem acessível, a obra tem encantado tanto os adultos quanto as crianças – que também compareceram aos eventos de lançamento.

Publicado pela editora Rocco, o livro vem acompanhado por três cds em que Chalita narra de forma divertida e comovente as aventuras das personagens do Reino Mágico da Consciência – local onde se passa a trama. Sucesso no país inteiro,“A Ética do Rei Menino”, através de um texto poético, trabalha valores e sentimentos essenciais à vida em sociedade como o amor, a ética, a tolerância e o respeito às diferenças. Para isso, o autor utiliza histórias alegóricas que oferecem aos leitores um passeio repleto de imagens, sonhos e curiosidades.

A obra torna-se uma leitura essencial para aqueles que querem, através da magia e da fantasia, vivenciar as experiências de uma espécie de universo paralelo em que as pessoas primam pela bondade. Universo fantástico que abriga em seu solo uma velha figueira. Árvore sábia que domina a arte de contar histórias, principalmente as que dizem respeito a outros reinos. Lugares onde as virtudes são escassas e nem todos vivem de forma harmônica. É neste contexto que temas como ética, educação, amizade, relações familiares, conflitos de geração, tolerância e preconceito são abordados pelo autor – sempre com a meta de transmitir aos leitores a importância dos valores tão necessários à construção de uma sociedade mais justa, fraterna e feliz.

Sucesso em lançamento

O sucesso marcou o lançamento do mais novo livro de Gabriel Chalita. Cerca de duas mil pessoas compareceram, nesta segunda-feira, dia 20 de novembro, à praça central do Shopping Center Norte para prestigiar a estréia da obra “Seis lições de Solidariedade”. A narrativa traz aos leitores a trajetória de vida e o trabalho desenvolvido pela primeira-dama do Estado de São Paulo, Lu Alckmin.

Além dos autógrafos do autor, o público recebeu também a assinatura especial da personagem central do livro. O evento – que teve início a partir das 18h – contou com a presença de várias figuras de destaque no país. Admiradores que fizeram questão de homenagear o nascimento da 39ª obra do escritor.

Dentre as personalidades que prestigiaram o lançamento estavam o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, acompanhado por seus filhos José e Sofia e, ainda, pela netinha do casal, Isabella. Também compareceram os padres Sílvio Andrei, Renato e Rosalvino, o bispo da região de Santo Amaro, Dom Fernando Figueiredo, o rabino Henri Sobel, o procurador geral da Justiça de São Paulo, Dr. Rodrigo César Pinho, o ex-secretário da Justiça do Estado de São Paulo, Alexandre de Moraes, o presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Hubert Alquéres, o presidente da Fundação Padre Anchieta, Marcos Mendonça, os deputados estaduais José Carlos Stangarlini, Ricardo Trípoli e Zulaiê Cobra (PSDB-SP), a esposa do vice-governador do Estado de São Paulo, Renea Lembo, o arquiteto João Armentano, o artista plástico Gustavo Rosa, Janet Nicolau Martins de Freitas, representando a escola Morumbi, Lucília Diniz, do Grupo Pão-de-Açúcar, o jornalista e colunista César Giobbi, o apresentador Amaury Júnior e o presidente do Instituto Brasileiro de Pesquisa em Medicina Holística, Jou Eel Jia.

Publicado pela Editora Gente, “Seis Lições de Solidariedade” pretende lançar luzes sobre a vida de uma das mulheres brasileiras que mais se destacam na batalha por uma sociedade mais justa e fraterna. São 54 anos vividos de forma intensa. Décadas de dedicação aos papéis de filha, mãe e avó – que exerce no dia-a-dia – se mesclam com aquilo que, desde pequena, a jovem Maria Lúcia já previa como parte essencial de sua trajetória: a responsabilidade social. Desde que assumiu a presidência do Fundo Social de Solidariedade, Lu Alckmin possibilitou às comunidades economicamente desfavorecidas oportunidades de adquirir seu próprio sustento. Uma iniciativa fundamentada no lema “Melhor do que dar o peixe é ensinar a pescar”.

Com base nesse pensando, “Dona Lu” – como é carinhosamente conhecida – estabeleceu parcerias importantes com diversas empresas que possibilitaram o sucesso do projeto das Padarias Artesanais. Desde então, milhares de pessoas em todo o Estado puderam aprender, num mesmo curso, noções de culinária, cidadania, higiene e até comercialização de produtos. Essas e tantas outras histórias de seu trabalho no Fundo Social foram reunidas em diários organizados por Lu ao longo dos últimos anos. Os mesmos diários que serviram de fonte de pesquisa para que o autor, Gabriel Chalita, pudesse escrever o livro.

Chalita revela que a obra não tem um tom biográfico, no sentido mais conhecido do termo. Para o autor, a publicação corresponde, na verdade a “(…) um intento amoroso de partilhar momentos marcantes de sua vida, experiências que podem ajudar tantas outras pessoas a perceber a transformação que a ação voluntária, o gesto solidário, o movimento do amor pode provocar”.

São relatos de experiências que fizeram da figura de Lu Alckmin um exemplo a ser seguido por todos aqueles que buscam um mundo melhor. Um lugar onde o amor, a solidariedade e a justiça caminhem sempre de mãos dadas. Uma figura capaz de iluminar a vida de pessoas que, diariamente, cruzam seu caminho e podem se beneficiar com o misto de meiguice, vitalidade e força de vontade. Virtudes comuns às mulheres que, historicamente, sempre fizeram a diferença.

Saudade no Papo Aberto

 

A palavra saudade existe unicamente na Língua Portuguesa. Não há como explicar o seu significado ou traduzi-la para nenhum outro idioma que não seja o de Luiz de Camões e de Fernando Pessoa. De acordo com a definição dicionarizada, o termo significa uma lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoa ou coisa distinta ou extinta.

Por ser este um sentimento tão recorrente na vida de todos, o Papo Aberto traz a questão “Do que você sente saudades?”, como tema central da programação desta semana.

Após o lançamento do livro “A Ética do Rei Menino” na cidade de Bauru, Gabriel Chalita retornou ao interior paulista para comemorar a estréia de sua 38ª obra em Campinas. Centenas de pessoas estiveram presentes no evento, que foi realizado no Tênis Clube da cidade, a partir das 19h. Fãs do escritor, políticos e demais autoridades da região marcaram presença na festa, que foi repleta de momentos alegres e animados.

Momentos especiais, pessoas importantes que cruzaram nossos caminhos e objetos de valor sentimental são elementos que marcam a nossa história e acabam por fazer com que a saudade esteja sempre presente em cada instante da trajetória humana. O objetivo do programa é contribuir para que os ouvintes saibam lidar com este sentimento de forma positiva, percebendo esta sensação como algo edificante e fortalecedor. A troca de experiências entre os participantes é essencial para a reflexão sobre o assunto em pauta, bem como para a dinâmica da programação.

O “Papo Aberto com Gabriel Chalita” ocorre de segunda à sexta-feira, diariamente, das 12h às 13h, na Rádio Canção Nova, AM 860 KHZ e FM 92.5 MHZ. De segunda à quinta-feira acontece o debate relativo aos temas de cada semana. Já na sexta-feira, é a vez do programa Papo Aberto Musical, em que Chalita toca músicas solicitadas pelos ouvintes durante a semana, além de ler um texto extraído do livro Histórias de professores que ninguém contou (mas que todo mundo conhece). Não deixe de ouvir e participar!

 

Troféu Raça Negra

No último domingo, dia 20 de novembro, Gabriel Chalita recebeu o Troféu Raça Negra, na categoria institucional, durante evento em comemoração ao Dia da Consciência Negra, promovido anualmente pela Afrobrás (Sociedade Afro-Brasileira de Desenvolvimento Sócio-Cultural). Cerca de 1200 pessoas – entre homenageados, autoridades, patrocinadores, empresas e alunos da Faculdade Zumbi dos Palmares – compareceram à premiação, que contou com shows de diversos representantes negros da música nacional.

Em sua terceira edição, o prêmio tem como objetivo reconhecer e divulgar a o valor das iniciativas, ações, posturas, atitudes, trajetórias e realizações que contribuíram para a valorização da raça negra. A escolha dos premiados foi realizada por voto popular através do site oficial do Troféu ou pelo site da revista Raça.

A novidade do evento deste ano foi a introdução de novas categorias para a disputa dos prêmios. Em 2005, além das tradicionais como ator/atriz, cantor/cantora, revelação e grupo musical, os organizadores resolveram colocar em votação empresas e pessoas que atuaram de forma significativa na luta pela cidadania e pelos direitos humanos.

O educador Gabriel Chalita foi escolhido entre diversos nomes de destaques, tais como: Aldo Rebelo, presidente da Câmara dos Deputados; Adilson Amadeu, vereador; Almir Souza Mais, reitor da Unimp; Dr. Álvaro Lazzarini, presidente do TRE; Claudete Alves, vereadora; Danilo Santos Miranda, diretor-regional do SESC; Domingo Alzugaray, da Editora Três; Edson Carvalho Vidigal, presidente do Supremo Tribunal de Justiça; Henry I. Sobel, presidente da Congregação Israelita; João Carlos Di Gênio, reitor da Unip; José Tadeu Jorge, reitor da Unicamp; Laura La’Ganá, diretora do Centro Paula Souza; Dr. Luis Flavio Borges D’Urso, presidente OAB; Luis Marinho, ministro do Trabalho; Martha Suplicy, ex-prefeita de São Paulo; Dr. Mauro Salles, presidente da Salles Propaganda; Otavio Frias, presidente da Folha de S. Paulo; Dr. Paulo Prazak, presidente Tribunal de Justiça Militar; Ricardo Henriques, do IPEA; Dr. Rodrigo César Rebello Pinho, procurador Geral de Justiça-SP; Waldemar Zveiter, ministro do STF; Miriam Leitão, jornalista e Paulo Renato de Souza, ex- ministro da Educação.

Além das personalidades homenageadas, o evento contou com as participações do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin e da primeira-dama, Lu Alckmin, bem como da vice-presidente da Fundação Victor Civita, Cláudia Costin, do presidente da Afrobras, José Vicente e da vice-presidente da Afrobras, Ruth Lopes Costa. Representantes da comunidade negra em São Paulo, políticos e demais autoridades também compareceram a festa.

Novo livro traz Lu Alckmin

“Seis Lições de Solidariedade com Lu Alckmin” é o nome do mais novo livro de Gabriel Chalita. Nesta segunda-feira, dia 21 de novembro, a primeira-dama do Estado de São Paulo estará em companhia do autor, a partir das 18h, na praça central do Shopping Center Norte, para a festa de lançamento da obra. Na opinião de Chalita, não se trata de uma biografia, no sentido mais conhecido do termo.

Para o autor, a publicação corresponde na verdade a “(…) um intento amoroso de partilhar momentos marcantes de sua vida, experiências que podem ajudar tantas outras pessoas a perceber a transformação que a ação voluntária, o gesto solidário, o movimento do amor pode provocar”.

Por meio de um texto repleto de ensinamentos, o escritor homenageia uma das mulheres brasileiras que mais se destacam na batalha por uma sociedade mais justa e fraterna. São 54 anos vividos intensamente. Décadas em que a coragem, a sensibilidade e a ternura marcam a trajetória da sempre jovem Maria Lúcia – exemplo de vida a ser seguido. Uma mulher que, além de exercer os papéis de filha, mãe e avó, ainda destina seu tempo àquilo que, desde pequena, previa como parte essencial à sua trajetória de vida: a responsabilidade social.

Amor, dor, conquistas e, acima de tudo, força de vontade marcam a história daqueles que não medem esforços para fazer do mundo, um lugar melhor. É o caso dessa primeira-dama especial que encanta a todos com seu sorriso de menina, mesclado ao vigor característico das grandes mulheres. Nas linhas e entrelinhas do texto, os leitores poderão perceber o quanto Lu Alckmin seguiu à risca o caminho apontado por Fernando Pessoa, por intermédio de seu heterônimo, Ricardo Reis: “Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes”. E é dessa forma que essa grande dama da solidariedade vai trilhando sua jornada, ao mesmo tempo em que aproveita para, com o seu trabalho, iluminar as vidas de milhões de pessoas. Homens, mulheres, crianças e idosos que, dia após dia, sentem a intensidade do seu brilho digno de estrela.

Seminário no Rio

Nesta quarta-feira, dia 16 de novembro, escritor e educador Gabriel Chalita participa do 22º Simpósio Brasileiro de Políticas e Administração da Educação, que acontece entre os dias 16 e 19, nas dependências do Hotel Glória, no Rio de Janeiro. Cerca de 800 pessoas – entre educadores de toda a rede de ensino e integrantes da Associação Nacional de Política e Administração da Educação (ANPAE) – são esperadas para o evento, que visa a discutir questões relacionadas às mudanças ocorridas na educação durante a última década.

O encontro também pretende contribuir para as reflexões relativas às experiências educacionais vivenciadas por outros países. Experiências que possam ser adaptadas à realidade do Brasil, sempre com o objetivo de promover a melhoria dos índices educacionais. Melhorias que, sem dúvida, irão possibilitar a inserção do Brasil entre os países mais desenvolvidos.

A palestra de Chalita abordará o tema “A Municipalização possível”. Em sua conferência, o educador irá discorrer sobre questões relativas ao Programa de Parceria Educacional Estado-Município, lançado em 1996, pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, que visa a uma maior integração entre governos estadual e municipal no trabalho em busca da escola ideal.

O primeiro dia de simpósio contará, ainda, com a participação do secretário da Educação do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Roberto Mendonça Schiphorst, seguido por Cândido Alberto da Costa Gomes, membro do Comitê de Pesquisa do Conselho Mundial das Sociedades de Educação Comparada. As atividades serão coordenadas pelo professor Benno Sander, presidente do Comitê dos Estados do Rio e Maryland no âmbito da Fundação Companheiros das Américas e diretor de Desenvolvimento Social e Educação da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Programa Papo Aberto

Numa época em que a velocidade parece ser a característica mais marcante da sociedade em que vivemos, a discussão sobre questões relacionadas à rapidez com que realizamos nossas tarefas diárias ou com que organizamos os aspectos gerais de nossas vidas adquire grande importância. Por este motivo, o Papo Aberto desta semana traz o tema “pressa” como assunto central da programação.

Para que o debate fique ainda mais dinâmico, Gabriel Chalita e Gláucya Tavares trazem à tona a questão “Em qual área da sua vida você é mais apressado: no agir, no falar, no julgar, no sentir?” A participação dos ouvintes é fundamental na medida em que suas opiniões sobre os temas semanais contribuem para que o programa se torne, cada vez mais, um espaço propício ao desenvolvimento da democracia, da liberdade de expressão. As discussões surgidas no programa colaboram para o crescimento individual e coletivo dos participantes – fato que impulsiona a edificação de um mundo mais fraterno, tolerante e justo.

O “Papo Aberto com Gabriel Chalita” acontece de segunda à sexta-feira, das 12h às 13h, na Rádio Canção Nova, AM 860 KHZ e FM 92.5 MHZ. De segunda à quinta-feira, ocorre o debate relativo aos temas de cada semana. Já na sexta-feira, é a vez do programa Papo Aberto Musical, em que Chalita toca músicas solicitadas pelos ouvintes durante a semana, além de ler um texto extraído do livro Histórias de professores que ninguém contou (mas que todo mundo conhece). Não deixe de ouvir e participar.

Sucesso no Rio

O lançamento do livro a “Ética do Rei Menino”, realizado no Rio de Janeiro na última quinta-feira, dia 10, repetiu o sucesso das noites de autógrafo que aconteceram nas cidades de São Paulo e de Santos. Diversas pessoas compareceram à Casa de Arte e Cultura Julieta Serpa, no bairro do Flamengo, para prestigiar a 38ª obra do escritor e educador Gabriel Chalita.

A qualidade do trabalho vem sendo comprovada pelo sucesso de vendas já alcançado pelo livro desde a sua chegada às livrarias. Escrito em uma linguagem acessível, a obra tem encantado tanto os adultos quanto as crianças – que também marcaram presença nos eventos de lançamento.

Já os fãs do interior paulista também comemoraram a oportunidade de ter seus exemplares autografados pelo autor. Nesta sexta-feira, dia 11, Gabriel Chalita esteve na Universidade do Sagrado Coração, em Bauru, recebendo o público em mais uma noite dedicada à celebração da nova obra. No dia 22, é a vez de Campinas, que receberá o escritor no Tênis Clube da cidade.

“A Ética do Rei Menino” traz uma mensagem positiva para leitores das mais variadas faixas etárias. Homens, mulheres e crianças dispostos a trabalhar para a edificação de um novo tempo mais tolerante e solidário. As ilustrações magistrais de Graça Lima, os cds que trazem a voz do autor narrando de forma comovente as histórias contidas no livro e a trilha sonora impecável do compositor Guto Graça Melo compõem um conjunto todo especial que propicia ao livro doses extras de encanto e magia.

Três perguntas para o secretário

Maristela Tesseroli

Metrópole – Com medo de perder “clientes”, a direção das escolas particulares é cada vez mais complacente com atitudes antes inadmissíveis em salas de aula, fragilizando a autoridade do professor.Como posicionar-se frente à idéia do “aluno-cliente”?

Gabriel Chalita – O professor tem de ser um referencial. E para isso tem de ter autoridade. Autoridade é diferente de autoritarismo. O aluno tem de olhar para o professor com admiração, respeito. Se isso acontecer, o limite não será um problema. É claro que, se os pais forem referenciais e se o limite fizer parte da educação familiar, a função do professor fica muito mais suave. Quando isso não acontece, o papel da escola é ainda mais difícil.

Os pais são complacentes com as irresponsabilidades dos filhos porque são ausentes. E acabam querendo suprir a ausência com um excesso de “sim”. O que é um erro. Saber dizer sim e saber dizer não faz parte do aprendizado para o exercício da liberdade. E quanto à escola é a mesma coisa. O diálogo é essencial. Nunca o enfrentamento. Eu sempre digo que o professor não pode brigar com o aluno nunca. Se fizer isso ele deixa de ser referencial. E isso é um problema. A conquista do aluno passa pelo afeto que engloba competência e capacidade de impor os limites necessários à boa convivência.

Em seu livro A Ética do Rei Menino, o senhor defende valores praticamente esquecidos nos dias atuais. Transmissão de valores cabe à família ou à escola?

Aos dois. Começa na família. As primeiras lições de amizade, respeito, honestidade, trabalho e generosidade nascem em casa. E mais do que em palavras. Nascem nos exemplos. Imagine um pai que vai à feira com o filho e recebe um troco maior do que o devido. E devolve o troco. E nem comenta sobre isso com o filho. Na mente da criança vai desabrochando a flor da honestidade. Outro exemplo vem da relação harmoniosa entre o marido e a mulher. O filho percebe o que é ser sereno e correto nessa parceria que ele presencia no dia-a-dia.O contrário também influencia. Como não deve se sentir uma criança que observa o pai bêbado agredindo a mãe ou vice-versa?

Na escola, os valores devem permear todas as aulas. Sem partir para conselhos durante as explanações, pode-se discutir esses valores por meio de artigos, textos literários, fatos do cotidiano. É só permitir que o aluno fale, que se expresse. É quando ele traz para aula coisas que viu na tevê ou nos jornais. E sempre haverá algum caso que chame atenção sobre um valor. Um texto de teatro ou um filme também ajudam. A estratégia pedagógica tem de ser boa para que o professor não se transforme em um “tiozinho” chato que dá conselhos. Na minha opinião, a mais importante função da educação é ensinar esses valores. Sem eles não há vida. Ensinar a ser, a conviver, a conhecer e a fazer. Nessa ordem.

O senhor acredita na eficiência da gestão participativa ou na formação dos Conselhos de Pais como ferramentas para estreitar a parceria família-escola?

A parceria escola-família-comunidade é essencial para o bom andamento do processo ensino-aprendizagem. Há muitas escolas fantásticas que vêm superando as expectativas graças a esse fortalecimento dos conselhos ou das Associações de Pais e Mestres (APMs). Dois bons exemplos são as escolas Enio Voss, que fica no Brooklin, um bairro de classe média em São Paulo, e a Professora Eulália Silva, no Jardim Ângela, um bairro popular. Não importa o local. O importante é que os pais se interessem e acompanhem, de perto, a educação dos filhos.

Quarta Viva

Mercado editorial, religião, cultura, muita música e diversão daram o tom do programa Quarta Viva desta semana, que esteve repleto de novidades. Como entrevistados da noite, Gabriel Chalita levou ao palco do programa o psiquiatra e escritor Roberto Shinyashiki – autor dos best sellers “A Carícia essencial”, “A Revolução dos Campeões”, “Amar pode dar certo”, “O sucesso é ser Feliz” e “Os donos do futuro” – e a Irmã Jacinta Turolo Garcia, que discorreu a respeito da história da filósofa alemã Edith Stein, canonizada em 1998.

Presidente da Editora Gente, Roberto Shinyashiki é hoje um dos mais bem sucedidos escritores do país. Autor de vários sucessos editoriais, Shinyashiki aborda em suas obras numerosos temas relacionados ao comportamento humano. Assuntos como trabalho, vida familiar e relações interpessoais são analisados em seus livros sob uma ótica singular. Uma visão capaz de despertar nos leitores sentimentos e valores positivos para as suas vidas e a de todas as pessoas que os cercam. Durante o programa, o escritor contou um pouco sobre sua trajetória pessoal, bem como deu dicas àqueles que visam uma carreira e uma vida marcadas pelo sucesso. Alem disso, o autor falou ainda sobre o seu novo livro, “Heróis de Verdade: Pessoas Comuns que Vivem sua Essência”.

Já a irmã Jacinta Turolo Garcia é ex-reitora da Universidade Sagrado Coração, de Bauru, e estudiosa da vida e da obra filosófica de Edith Stein. Contra a vontade da família, a judia Edith Stein se tornou freira e, após lutar contra o desespero das vítimas dos campos de concentração alemães, sempre trabalhando pelo bem-estar de crianças e adultos em meio ao pesadelo nazista, foi morta pelo regime de Hitler, em 1942.

O programa contou também com a participação de Nando Luz, que apresenta o espetáculo “Acenando com Bandeira”, em que apresenta diversos poemas de Manuel Bandeira. A atração musical da noite ficou por conta do aluno da rede pública, Bruno Bernardo, que fez interpretações de sucessos da MPB.