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Quarta Viva direto da BH

Com animação musical de Eros Biondini e banda, Celina Borges e Davidson, o programa Quarta Viva desta semana será transmitido de Belo Horizonte. O programa comandado por Gabriel Chalita será aberto com a entrevista do vice-governador do Estado de Minas Gerais, professor Antonio Augusto Anastásia. É mestre em Direito Administrativo.

No primeiro mandado do governador Aécio Neves, acumulou os cargos de Secretário de Estado de Planejamento e Gestão e Secretário de Estado de Defesa Social de Minas Gerais. No governo federal, exerceu os cargos de secretário executivo dos Ministérios do Trabalho e da Justiça.

No segundo bloco, o entrevistado é o médico veterinário, músico e deputado estadual Eros Biondini. Natural de Belo Horizonte, Eros é casado e pai de dois filhos. É fundador da Associação e Missão Mundo Novo e membro da Renovação Carismática Católica. Há 16 anos trabalha intensamente em defesa da vida e da promoção humana.

No terceiro bloco, haverá um game entre representantes de três cidades mineiras. Ana Paula Rocha, membro do Mundo Novo, representa Belo Horizonte. Deusemi Gomes Ferreira Júnior, da Paróquia de Cristo Rei de Contagem, representa a sua cidade, e Fernando Antonio Costa, da Comunidade Lírio do Vale, representa Itaúna.

Uma noite de literatura

O programa Quarta Viva deste dia 26 de setembro vai receber dois especialistas em literatura. No primeiro bloco, Gabriel Chalita recebe a visita de Tania Rösing, criadora e coordenadora geral das Jornadas Literárias de Passo Fundo, Rio Grande do Sul, desde 1981. Esses encontros são considerados um dos mais importantes eventos literários do país. Tânia Rösing é professora há 40 anos, 36 dos quais lecionando Língua Portuguesa e Literatura Brasileira na Universidade de Passo Fundo.

Também é uma estudiosa, e suas pesquisas estão centralizadas na linha da leitura e da formação do leitor. No camo administrativo, exerceu vários cargos na Universidade de Passo Fundo. Foi coordenadora do Departamento de Letras, membro do Conselho Universitário e Vice-Reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão. Atualmente, é coordenadora do Centro de Referência de Literatura e Multimeios, laboratório de pesquisa, ensino e extensão em leitura do curso de Letras.

Além de tudo isso, ainda é a editora da UPF Editora. Por sua liderança nessa movimentação cultural, recebeu vários prêmios como reconhecimento ao seu trabalho e ao da equipe de colaboradores responsável pela realização das Jornadas Literárias em sua trajetória de 26 anos. Pertence ao Conselho Editorial do Instituto Estadual do Livro. Foi membro da comissão técnica do PNBE – Plano Nacional de Bibliotecas Escolares do Ministério da Educação em 2003. Participou do grupo inicial da FAE – MEC (Fundação de Apoio ao Estudante), responsável pela instalação de 1127 salas de leitura na região de abrangência e de influência da Universidade de Passo Fundo, entre os anos 1984 e 1988. Tem mais. Entre seus planos futuros está o de viabilizar o Portal das Linguagens – complexo arquitetônico, educacional, científico, artístico-cultural, tecnológico e corporal a ser construído no Campus Central da Universidade de Passo Fundo.

O segundo bloco do programa traz o jornalista, escritor e acadêmico da Academia Paulista de Letras Ignácio de Loyola Brandão, que atualmente dirige a redação de Vogue e é colunista do jornal O Estado de S. Paulo. Natural de Araraquara, onde nasceu em 31 de julho de 1936, já publicou cerca de trinta livros, entre romances, contos, crônicas e viagens, além de ter participado de várias antologias. Filho de ferroviário, resolveu tornar-se crítico de cinema aos 16 anos, quando soube que crítico não pagava entrada em cinema. Em 1957 mudou-se para São Paulo e foi trabalhar no jornal Última Hora como repórter. Estreou com um livro de contos sobre a noite paulistana, Depois do Sol. Seu primeiro romance, Bebel que a Cidade Comeu, foi publicado em 1968. Em 1974, foi lançado na Itália o romance Zero, sua obra mais conhecida. O livro saiu no Brasil no ano seguinte, mas foi proibido, em 1976, pelo Ministério da Justiça do governo Geisel. A obra só seria liberada em 1979. Em 1993, iniciou colaboração semanal no jornal O Estado de S. Paulo.

Em 1996, submeteu-se a uma cirurgia para retirada de um aneurisma cerebral e registrou a experiência no livro A Veia Bailarina, em 1997. Tendo como pano de fundo a ditadura militar e o exílio, sua obra romanesca faz uma crítica amarga da sociedade brasileira, mas ele também fala de amor e solidão. Em julho de 2001, por ocasião de seu aniversário, foi homenageado pelo Instituto Moreira Salles, com a publicação de sua vida e obra no volume 11 da série Cadernos de Literatura Brasileira. Em suas crônicas são freqüentes as referências à infância em Araraquara, aos colegas de geração e ao cotidiano da cidade de São Paulo.

O programa Quarta Viva será encerrado com uma nova rodada de game, com alunos do ensino médio das seguintes escolas: Colégio São Paulo, E. E. Wilson Rachid e Instituto Nossa Senhora Auxiliadora.

Jornada Pedagógica

A Primeira Jornada Pedagógica de São João do Meriti, na Baixada Fluminense, tem o tema “Repensar – Ressignificar – Consolidar”. Tem a intenção de debater o conceito específico da construção de uma prática educativa mediadora.

A promoção é da Secretaria Municipal de Educação, que escolheu para encerrar o evento a palestra “Construindo relações de essência e convivência”, de Gabriel Chalita. Da programação da Primeira Jornada Pedagógica constaram nomes como Jair Passos, Fátima Maria Balthazar, Miguel González Arroyo, Paulo Sérgio da Costa e Celso Vasconcelos.

O público é composto de coordenadores, gestores e diretores da rede municipal de educação de cidades da Baixada Fluminense.

Quatro anos de Quarta Viva

Para a edição que comemora quatro anos do programa Quarta Viva, Gabriel Chalita recebe dois convidados: Diácono Nelsinho e Carla Astuti.

Também haverá game com as comunidades Aliança de Misericórdia, Aeternum Dei e Shalon. A transmissão será feita em novo endereço: Colégio Santa Marcelina Rua Cardoso de Almeida, 541 – Perdizes.

Quarta Viva: 60 anos de poesia

No programa Quarta Viva deste dia 28 de novembro, Gabriel Chalita recebe uma visita especial. Paulo Bomfim, príncipe dos poetas brasileiros, lança o livro Cancioneiro, com desenhos, projeto gráfico e edição da artista Adriana Florence. Este ano ele comemora 60 anos de poesia desde a publicação do seu livro de estréia Antonio Triste, prefaciado por Guilherme de Almeida, com desenhos de Tarsila do Amaral. Cancioneiro reúne 25 poemas recentes e inéditos de Paulo Bomfim.

O encontro de Paulo Bomfim e Adriana Florence aconteceu há cinco anos, num evento sobre o Rio Tietê, comemorando o Dia da Água. Adriana Florence é tetraneta do francês Hercule Florence, artista que retratou a flora e a fauna na célebre Expedição Langsdorff, de 1821 a 1829, e que é considerado o pai da fotografia. A expedição partiu do rio Tietê até o Amazonas, totalizando 6.000 km de rios (Paraguai, Arinos, Juruena e Tapajós). Estabeleceu-se uma grande amizade entre o poeta e a artista, que descobriram uma série de afinidades.

Eleito para a Academia Paulista de Letras em 1963, o poeta teve o privilégio de conviver com Manuel Bandeira, Mário de Andrade, Menotti del Picchia, Guilherme de Almeida, Tarsila do Amaral e Anita Malfatti. Conversar com Paulo Bomfim é compartilhar da história fascinante da geração da Semana de 22 e do Grupo Santa Helena. Descendente direto de João Ramalho, inspirou-se nesses homens que desbravaram o interior do Brasil, para a sua poesia de tom trovadoresco.

Paulo Bomfim nasceu no dia 30 de setembro de 1926 em São Paulo (SP). Diz que recebeu suas principais influências do poeta Guilherme de Almeida. Os livros que considera mais importantes para a sua formação: “Invenção de Orfeu”, de Jorge de Lima, “Invenção do Mar”, de Gerardo de Mello Mourão, e “Grande Sertão Veredas”, de Guimarães Rosa.

Seu primeiro livro, “Antônio Triste”, lançado em 1946, recebeu o Prêmio Olavo Bilac, concedido pela Academia Brasileira de Letras, no ano seguinte. Atuou como relações públicas da “Fundação Cásper Líbero” e fundou, com Clóvis Graciano, a Galeria Atrium. Produziu “Universidade na TV”, com Heraldo Barbuy e Oswald de Andrade Filho; “Crônica da Cidade” e “Mappin Movietone”. Apresentou na Rádio Gazeta, “Hora do Livro” e “Gazeta é Notícia”. Entre 1971 e 1973 foi curador da Fundação Padre Anchieta, diretor técnico do Conselho Estadual de Cultura de São Paulo e representante do Brasil nas comemorações do cinqüentenário da Semana de Arte Moderna, em Portugal.

Publicou, em 1951, “Transfiguração”. Em 1952, “Relógio de Sol”. Lança as primeiras cantigas, musicadas por Dinorah de Carvalho, Camargo Guarnieri, Theodoro Nogueira, Sérgio Vasconcelos, Oswaldo Lacerda e outros.

Publica, em 1954, “Cantiga de Desencontro”, “Poema do Silêncio”, “Sinfonia Branca” e depois, em 1956, “Armorial”, ilustrado por Clóvis Graciano. Em 1958, lança “Quinze Anos de Poesia” e “Poema da Descoberta”. Publica a seguir “Sonetos” (1959), “O Colecionador de Minutos”, “Ramo de Rumos” (1961), “Antologia Poética” (1962), “Sonetos da Vida e da Morte” (1963). “Tempo Reverso” (1964), “Canções” (1966), “Calendário” (1968), “Poemas Escolhidos” (1974), “Praia de Sonetos” (1981), com ilustrações de Celina Lima Verde, “Sonetos do Caminho” (1983), “Súdito da Noite” (1992), “50 Anos de Poesia” e “Sonetos” pela Universitária Editora de Lisboa. Em 2000 e 2001 publicou os livros de contos e crônicas “Aquele Menino” e “O Caminheiro”. Publicou, em 2004, “Tecido de lembranças” e, em 2006, quando o poeta completou 80 anos de idade, “Janeiros de meu São Paulo” e “O Colecionador de Contos”.

Suas obras foram traduzidas para o alemão, o francês, o inglês, o italiano e o espanhol.

Adriana Florence, 39, dedica-se à pintura há 25 anos. Protagonizou o documentário “No Caminho da Expedição Langsdorff”, da Discovery Channel, que percorreu 6 mil km dos rios brasileiros, refazendo a viagem do tetravô Hercule Florence. Durante as filmagens a artista produziu textos e pinturas inspirados nas paisagens. O documentário foi exibido em 200 países, em 19 idiomas. Adriana selecionou parte das obras, cadernos de aquarelas e seu diário pessoal e publicou o livro de arte “No Caminho da Expedição Langsdorff – Memórias das águas”. O livro foi indicado para o Prêmio Jabuti (2002)

Adriana Florence dedica-se à pintura, aos documentários e aos livros como autora, editora, ilustradora e produtora. Recentemente foram publicados “Cem Sonetos” de Ives Gandra da Silva Martins e “Mitos” de Betty Mindlin. Sua editora de arte especializou-se em livros sob um conceito artístico. O mais recente trabalho é “Cancioneiro” em parceria com o poeta Paulo Bomfim. É membro de diversos Institutos ligados à história e a cultura. Criou a filosofia do Instituto Cultural Capobianco.

Adriana dá continuidade à sua produção artística e literária expondo seu trabalho em galerias pelo país, ministrando palestras sobre arte, educação, meio ambiente e cultura indígena.

Ética nas escolas militares

Gabriel Chalita conversa, nesta quarta-feira, dia 26, com professores e instrutores civis das Escolas Preparatórias de Cadetes do Exército, Marinha e Aeronáutica, sobre o tema “Ética na educação das escolas militares”.

A palestra faz parte da programação do IV Encontro de Professores das Escolas de Ensino Médio Militar do Colégio Naval, em Angra dos Reis.

Quarta Viva e o Dia da Amazônia

Gabriel Chalita entrevista o ambientalista e ex-secretário de Estado do Meio Ambiente, Fábio Feldmann, sobre a questão do ambiente mundial que a nossa reserva florestal ajuda a preservar. No segundo bloco, uma entrevista com Beto Andretta, diretor e fundador da Companhia Pia Fraus. Estará presente Wanderley Piras, diretor do espetáculo 100 Shakespeare, peça com que a companhia está em cartaz em São Paulo. Pia Fraus vem do latim, e significa “uma mentira contada com boas intenções”.

É um grupo que aproveitou a diversidade da formação dos seus integrantes (teatro, dança, teatro de bonecos e de máscaras, circo e artes plásticas) para estabelecer a linha de trabalho da companhia: desenvolver uma linguagem que aprimorasse dramaticamente cada uma destas áreas e as integrasse, consolidando um repertório com características muito particulares, buscando o aprofundamento, pesquisa e a integração dos recursos do teatro de animação aos de outras linguagens. Com mais de 20 anos de existência, a Pia Fraus produziu 18 espetáculos, apresentando-se em 16 países diferentes nos principais festivais nacionais e internacionais de teatro.

O grupo já visitou Argentina, Uruguai, Colômbia, Venezuela, Chile, Bolívia, EUA, Espanha, Portugal, Itália, Suécia, França, Inglaterra, Escócia e Índia. Hoje o grupo tem, no repertório ativo, oito espetáculos: 100 Shakespeare, Olhos Vermelhos, A Lenda do Guaraná, Bichos do Brasil, Farsa Quixotesca, Gigantes de Ar, Flor de Obsessão e O vaqueiro e o bicho froxo.

Mulheres de Água no Rio de Janeiro

Às 20 horas do dia 29 de maio, a Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro, vai ser o cenário do lançamento do livro mais recente de Gabriel Chalita, Mulheres de Água. A Livraria da Travessa fica na Rua Visconde de Pirajá, 572.

O livro Mulheres de Água é um trabalho de narrativa curta a respeito da alma feminina. São 21 contos que, embora fictícios, têm como base personagens reais, despidos do cuidado com a imagem, e apenas vivendo. Os relatos, singelos e verdadeiros, passam pelas sombras e pelos mistérios do comportamento humano. São momentos de algumas mulheres, em pleno diálogo com a vida. E, em cada um deles, há sempre algo de ensinamento: é o ângulo de visão do educador, que busca descobrir em cada situação um ponto para reflexão.

Mulheres de água é um livro sobre a pessoa, com todos os seus sentimentos mais íntimos. Os personagens centrais são mulheres, mas os homens não estão ausentes, ou são relatados mesmo quando ausentes. Com aguda observação e com uma percepção sensível da alma humana, Gabriel Chalita registra a inveja, o ciúme, o cálculo, a paixão, a esperança.

A complexidade das situações vividas pelas personagens é mostrada de modo sutil, e os recursos de narrativa vão do lírico ao satírico, passando pelo drama, com habilidade de quem se apóia no olhar atento e na sensibilidade. Gabriel Chalita visita o universo feminino e com seu tino observador penetra na alma dessas mulheres impressionantes. O leitor não deve esperar o deslumbramento, mas a sinceridade. É a vida, como num palco, escancarada para a avidez do leitor.

Essas Mulheres de Água são tímidas ou lascivas. Enjeitadas ou assediadas. Fiéis ou volúveis. Avarentas ou perdulárias. Prudentes, perversas, esquisitas, amorosas. Ao percorrer esta coletânea de contos, o leitor tem a impressão de se ver diante de todas as mulheres e de todos os sentimentos do mundo.

Duas reprises especiais

Na noite desta quarta-feira, duas entrevistas serão reprisadas, e vale a pena vê-las outra vez. Geraldo Alckmin discorre sobre saúde, políticas públicas para a saúde e temas de cidadania. Como ex-governador de São Paulo e médico, tem experiência de sobra no assunto.

Alckmin também foi responsável, entre outras coisas importantes para a população, pela edição do Código de Defesa do Consumidor e pela implantação do Poupatempo no Estado de São Paulo.

A outra entrevistada é Mara Gabrilli, publicitária e psicóloga. Há 13 anos, Mara sofreu um acidente de carro que a deixou tetraplégica. Passou cinco meses internada entre São Paulo e os Estados Unidos e recebeu uma nova condição para a vida: a impossibilidade de se mexer do pescoço para baixo. Em 1997, fundou a ONG Projeto Próximo Passo com o intuito de promover projetos de inclusão social dando apoio técnico e operacional a atletas com deficiência. A ONG oferece programas de reabilitação e, por meio de parcerias, faz investimento em pesquisas de cura de paralisias e campanhas de prevenção, conscientização e sensibilização da sociedade. Hoje, a PPP atende mais de 70 atletas que competem em modalidades do paradesporto.

Só na cidade de São Paulo há 1,5 milhão de deficientes. Mara Gabrilli vai falar de assuntos que interessam de perto às pessoas com deficiência. Ela é psicóloga e publicitária, hoje exercendo o mandato de vereadora, pelo PSDB. Ficou tetraplégica em razão de um acidente, e fundou a ONG Projeto Próximo Passo, ligada à qualidade de vida do deficiente físico.

Antes disso foi titular da Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (Seped), onde desenvolveu dezenas de projetos visando a melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida que vivem na megalópole paulistana

Programa Quarta Viva de hoje

O Padre Vandro Pisaneschi é o convidado de Gabriel Chalita, no programa Quarta Viva desta noite, para falar sobre o significado e os rituais da Semana Santa. Padre Vandro é pároco da Igreja Nossa Senhora Aparecida dos Ferroviários (Mooca).

É jovem – foi ordenado em 30 de maio de 2005. Formou-se em Direito pela PUC/SP e fez mestrado em Psicologia Clínica também na PUC-SP, tendo como tema de pesquisa a relação entre psicologia e religião – PUC/SP. É assessor da Pastoral Universitária da PUC/SP. Apresenta o programa Encontro com a Misericórdia, ao lado de Juliana Xavier, todas quartas e sextas-feiras às 15h, na Rádio América No segundo bloco, Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr falam de teatro. E, no terceiro bloco, prossegue o game, entre as paróquias de Santa Otília, Nossa Senhora do Carmo e Nossa Senhora Aparecida. Não esqueça: o programa começa às 22 horas, na TV Canção Nova – canal 50 (UHF).