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Chalita participa de seminário do Observatório da Educação em Londrina

A cidade de Londrina (PR) recebeu nesta quinta-feira, 27/6, mais um seminário do Observatório da Educação. O evento foi conduzido pelo deputado Gabriel Chalita – presidente da Comissão de Educação da Câmara Federal – e pelo vice-presidente do colegiado, deputado Alex Canziani, no auditório do Ceal/Sinduscon.

O Observatório da Educação visa identificar ações regionais que contribuam para a melhoria dessa área. A ideia é realizar eventos em todos os Estados brasileiros, de modo a estudar e debater esses projetos. No final do ano, em Brasília, será promovido um grande seminário nacional, com as iniciativas de destaque e experiências internacionais.

Além do Paraná, já foram realizados seminários em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Pernambuco. O próximo deverá ocorrer no Distrito Federal, no dia 22/8. Foram aprovados, ainda, requerimentos para o Maranhão, para a Paraíba e para o Ceará, entre outros Estados.

Em Londrina, Chalita também ministrou uma palestra na Igreja Missionária Comunidade Shalom. Gratuito, o encontro recebeu, especialmente, professores, diretores de escola e pedagogos.

Data: 27/6/2013 | Fonte: assessoria de imprensa

 

São Paulo receberá seminário sobre o Código Nacional de Ciência e Tecnologia

O presidente da comissão especial destinada a debater a criação de novas regras para o setor de ciência, tecnologia e inovação, deputado Gabriel Chalita (PMDB/SP), conduzirá, no dia 1º/7, um seminário para discutir estratégias referentes a soluções jurídicas para a área. O evento, que também é de autoria do deputado Newton Lima (PT/SP), será realizado na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), na Sala da Congregação (Largo São Francisco, 95, 1º andar, Centro), das 9 às 12 horas.

O Projeto de Lei 2.177/11, que institui o Código Nacional de Ciência,Tecnologia e Inovação, tem como objetivo alcançar a autonomia tecnológica e o desenvolvimento industrial brasileiros, além de promover capacitação profissional na área. Ele norteará as ações, os projetos e as parcerias nesse campo, dando mais celeridade aos processos e fortalecendo as pesquisas no País.

Para debater as mudanças jurídicas que proporcionariam o desenvolvimento do setor, serão ouvidos o relator da proposta, Sibá Machado (PT/AC); a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader; o diretor-executivo da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei), Naldo Dantas; Maria Paula Dallari, professora associada da Faculdade de Direito da USP e assessora jurídica da Agência USP de Inovação; Gilberto Bercovicci, professor titular de Direito Econômico da USP; Marco Braga, advogado e mestre em Direito Econômico pela USP (com atuação na área de tecnologia e inovação), e Fernando Menezes, professor associado de Direito Administrativo da USP.

Data: 27/6/2013 | Fonte: assessoria de imprensa

Aplausos para o cinema nacional

Ao longo de sua história, o cinema brasileiro experimentou períodos de glória e declínio. Cenário de interessantes produções – como do belo Vidas Secas, de Nelson Pereira dos Santos, ou do pungente Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha –, ele foi, por algum tempo, solenemente desprezado pelo grande público. O problema nunca se referiu à falta de capacidade de roteiristas, diretores, atores e todos os outros profissionais envolvidos na produção dos filmes. A questão era outra: a insuficiência de recursos.

Felizmente, no entanto, a gradual elevação dos investimentos no setor rompeu esse difícil ciclo, fazendo com que as produções crescessem em número e em qualidade. Profissionais como Guel Arraes, Walter Salles e Fernando Meirelles contribuíram para o renascimento do cinema nacional, coroado aqui e no exterior. As listas dos filmes mais vistos no País, antes dominadas pelas superproduções estrangeiras, passaram a trazer, lado a lado, títulos brasileiros.

No último fim de semana, pude comprovar esse fato ao assistir ao filme Minha Mãe É uma Peça. A comédia de Paulo Gustavo, baseada em um monólogo que ele mesmo levara ao teatro, é sensacional. A aceitação do público foi tamanha que, numa cena pouco comum, os espectadores aplaudiram a produção de pé.

O filme conta a história de uma típica família brasileira. Dona Hermínia, interpretada pelo próprio diretor, resolve sair de casa após o divórcio e uma vida de devoção aos filhos. Está criada a confusão. 

Com obras de forte caráter experimental, ou engajadas em questões sociais, ou despretensiosas e divertidas, o cinema brasileiro vive uma fase de ouro – gerando cultura, empregos e desenvolvimento para o País. Minha Mãe É uma Peça comprova essa rica diversidade de temas e estilos, capazes de agradar às mais diversas plateias. Que o cinema nacional tenha vida longa e próspera. Nós, espectadores, agradecemos.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo)

Câmara aprova projeto que destina 75% dos royalties do petróleo para a educação

Na madrugada desta quarta-feira (26/6), foi aprovado, na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 5.500/2013, que destina 75% dos recursos dos royalties do petróleo para a educação – e os 25% restantes para a área da saúde. A matéria, na forma de um substitutivo ao Projeto de Lei 323/07, passará, agora, pela análise do Senado.

Na mesma ocasião, deliberou-se a respeito do Fundo Social, criado no marco regulatório do pré-sal. De todo o montante obtido pelo fundo, 50% serão destinados para a educação, até que se atinja a meta do PNE que prevê o investimento de 10% do PIB nesse setor.

“A educação é a única política pública capaz de melhorar todas as outras”, afirmou o deputado Gabriel Chalita, também educador. “Assim, investir nessa área é fundamental para construirmos um País mais justo.”

Com a aprovação final do projeto de lei, espera-se obter cerca de 280 bilhões de reais, nos próximos dez anos, em recursos para a área. De autoria do governo federal, a propositura compreendia, originalmente, a destinação de 100% dos royalties do petróleo para a educação.

Data: 26/6/2013 | Fonte: assessoria de imprensa