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O deputado federal Gabriel Chalita abriu, nesta segunda-feira (8/7), o seminário Motores do Desenvolvimento: Educação Básica e Profissional, em Ponta Negra, no Rio Grande do Norte. O evento foi realizado pelo jornal Tribuna do Norte, da Salamanca Capital Investments, do Sistema FIERN (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte), do Sistema FECOMERCIO (Federação do Comércio), da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) e da Funpec (Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura).
Chalita falou sobre os trabalhos da Comissão de Educação da Câmara Federal – da qual é presidente – e dos desafios para os próximos anos: da melhoria da qualidade do ensino, da ampliação dos investimentos no setor, da valorização dos professores e do incentivo à escola de tempo integral.
Também participaram do seminário o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo, e o presidente da FIERN, Amaro Sales, entre outras autoridades, empresários e representantes de entidades ligadas à educação.
Links
Confira a reportagem sobre o evento publicada no site do jornal Tribuna do Norte:
http://tribunadonorte.com.br/noticia/nao-existe-crianca-burra-diz-gabriel-chalita/255035
Leia a entrevista exclusiva de Chalita à publicação:
http://tribunadonorte.com.br/noticia/valorizacao-tem-que-ser-na-cabeca-coracao-e-bolso/254905
Fonte: assessoria de imprensa | Foto: Alex Régis | Data: 8/7/2013
Há seis meses, os Capchas, imigrantes bolivianos, chegaram ao Brasil para iniciar uma nova vida. Essa pequena família deslocou-se de sua terra natal à procura de oportunidade, de um futuro pleno – pessoas simples, humildes e esperançosas.
No entanto, a esperança foi interrompida por uma tragédia, no dia 28/6, na casa onde moravam, na periferia de São Paulo. Homens armados renderam a família, para levar alguns de seus poucos bens. Como se isso não bastasse, cometeram uma crueldade ainda maior. Um dos criminosos, irritado em razão do choro do pequeno Brayan, filho de 5 anos do casal, assassinou-o com um tiro, calando-lhe o choro e a vida. Em sua inocência, o menino, assustado, havia suplicado pela vida, oferecendo aos malfeitores algumas moedas, para que poupassem sua família de mais sofrimento. Soube-se depois que as moedas estavam sendo guardadas, por Brayan, para comprar um refrigerante, que seria dividido entre os amiguinhos no dia de seu aniversário.
A esperança da chegada perdeu-se. Foi substituída pela dor na partida. Partiram para enterrar o filho morto em sua aldeia. Olhos baixos, mudos, tristes, quase sem vida. Vida resiliente.
O assassinato de Brayan provocou reações por toda parte. Da comunidade boliviana, da polícia e, inclusive, de bandidos – que juraram o criminoso de morte. As pessoas, sensibilizadas, ofereceram ajuda e doaram-se da forma que puderam, tentando aliviar o calvário dos pais. Uns, com dinheiro; outros, com orações ou mensagens de solidariedade. Amor ágape.
Sentimos, juntos, a dor da barbárie contra essa criança. Uma história que nos fere só de ser ouvida. Somos humanos, amamos nossos próximos e imaginamo-nos vítimas também. É o amor ágape que nos move rumo ao acolhimento doído e indignado. A tragédia é inominável. O olhar assustado da mãe iluminou-se, por segundos, quando lhe perguntaram se teria outro filho. Num sorriso de tristeza, ela disse que sim, embora a dor perdure com a tristeza da ausência. E, assim, deixou o Brasil.
Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo)
Durante reunião deliberativa realizada nesta quarta-feira (3/7), a Comissão de Educação da Câmara, presidida pelo deputado federal Gabriel Chalita, debateu amplamente o Projeto de Lei 3.688/2000, que dispõe sobre a prestação de serviços de psicologia e de serviço social na educação básica da rede pública.
Como a propositura já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados e ganhado um substitutivo no Senado Federal, coube aos parlamentares determinarem qual texto seria o melhor para a educação brasileira. De acordo com o conteúdo aprovado pela Câmara, deverá ser assegurado o atendimento, por psicólogos e assistentes sociais, a alunos das escolas públicas de educação básica que dele necessitarem. Esses profissionais precisarão ser ligados ao Sistema Único de Saúde (SUS) ou aos serviços públicos de assistência social.
O substitutivo do Senado Federal prevê que as redes públicas de educação básica contem com esses serviços, de equipes multidisciplinares, para atender às necessidades e às prioridades definidas pelas políticas de educação. Os recursos financeiros serão oriundos da área da educação, e não do SUS ou dos serviços públicos de assistência social.
Durante o processo de votação do teor do projeto, foi registrado um empate – o que ocasionou um impasse na comissão. Assim, Chalita fará uma consulta à presidência da Câmara sobre o critério a ser adotado nesse caso, e o resultado será proferido na próxima reunião do colegiado, marcada para o dia 8/7.
Fonte: assessoria de imprensa
Cientistas, professores, advogados e dirigentes de instituições públicas e privadas participaram, nesta segunda-feira (1º/7), de um seminário da comissão da Câmara Federal que debate a implantação do novo Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. O encontro, realizado na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo, foi requerido pelo presidente da comissão, deputado Gabriel Chalita – que comandou o evento –, e pelo deputado Newton Lima, que integra o colegiado. O relator da proposta, deputado Sibá Machado, também esteve presente.
O objetivo do encontro foi debater estratégias em busca de soluções jurídicas para o aprimoramento do Projeto de Lei nº 2.177/2011. Participaram dele a presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader; o diretor-executivo da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Empresas Inovadoras (ANPEI), Naldo Dantas; Maria Paula Dallari, professora associada da Faculdade de Direito da USP e assessora jurídica da Agência USP de Inovação; Gilberto Bercovici, professor titular de Direito Econômico da USP; Marco Braga, mestre em Direito Econômico pela USP e advogado com atuação na área de Tecnologia e Inovação, e Fernando Menezes, professor associado de Direito Administrativo da USP.
O novo Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação tem como propósito simplificar e modernizar a legislação que regula o setor, para assim, agilizar os processos e fortalecer as pesquisas no País. Em junho, a comissão reguladora já havia promovido um debate similar na Fiocruz, no Rio de Janeiro, de modo a complementar as sessões e reuniões públicas realizadas no Congresso Federal, em Brasília.
Data: 1º/7 | Fonte: assessoria de imprensa
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