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Observatório da Educação
A Comissão de Educação, presidida pelo deputado Gabriel Chalita, realizou esta semana, em Brasília, o Seminário Nacional do Observatório da Educação, que tem como objetivo identificar em todo o País iniciativas de sucesso que mostram que é possível garantir o direito constitucional a uma educação de qualidade para todos. Foram apresentadas experiências identificadas nos Seminários Regionais realizados em São Caetano do Sul/SP, Rio de Janeiro/RJ, Brasília/DF, Fortaleza/CE, São Luís/MA, Londrina/PR, Sorocaba/SP, Salvador/BA, Vitória da Conquista/BA, Natal/RN e Belém/PA.
Clique aqui para acessar todas as experiências apresentadas durante os encontros da Comissão de Educação.
Plano Nacional de Educação
O presidente da Comissão de Educação participou, em Brasília, do lançamento do Observatório do Plano Nacional de Educação, uma plataforma online que tem como objetivo monitorar os indicadores referentes a cada uma das 20 metas do PNE e de suas respectivas estratégias, além de oferecer análises sobre as políticas públicas educacionais já existentes e que serão implementadas ao longo dos dez anos de vigência do Plano. A iniciativa reúne diversas organizações ligadas à educação como a Capes, Cedac, Cenpec, Fundação Itaú Social, Fundação Lemann, Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Fundação Roberto Marinho/Canal Futura, Fundação Victor Civita, Instituto Avisa Lá, Instituto Natura, Instituto Paulo Montenegro, Instituto Rodrigo Mendes, Instituto Unibanco, Ipea, Mais Diferenças, SBPC, Unesco e Unicef.
Comissão de Educação
A Comissão de Educação quer que presos recebam a oferta de cursos e de programas de educação profissional, integrados ao sistema federal ou estadual de ensino, que conduzam à qualificação para o trabalho ou a alguma habilitação técnica, em consonância com as diretrizes da LDB (Lei de Diretrizes e Bases). É o que afirma projeto aprovado pelos deputados federais. A Comissão também aprovou matéria que afirma a educação infantil até os cinco anos de idade e o ensino fundamental obrigatório, com duração de nove anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos seis anos completos ou a completar até 31 de março do ano de matrícula. Outro projeto aprovado garante que os sistemas de ensino ofereçam serviço gratuito e facultativo de orientação vocacional aos alunos do ensino médio, prestado por psicólogos e pedagogos.
Os deputados da Comissão aprovaram também o envio de indicação ao Poder Executivo para permitir que o alimento excedente da merenda escolar seja consumido pelos profissionais da educação.
Ciência e Tecnologia
Foi aprovada por unanimidade na Comissão Especial presidida pelo deputado Gabriel Chalita a PEC 290-A / 2013, que amplia para toda pesquisa científica e tecnológica o tratamento prioritário na Constituição Brasileira. A intenção é que o projeto seja votado em Plenário na próxima semana.
Fonte: Assessoria de imprensa | Data: 5/12/2013
Desde cedo, estuda-se, na escola, que o ser humano é um animal racional, porque dotado de razão, porque capaz de fazer escolhas que vão além dos instintos. Já os animais são limitados, sob esses aspectos. Acontece que algumas cenas nos fazem refletir sobre a realidade dessas afirmações.
Recentemente, a mídia mostrou uma mulher “jogando fora” um cachorro. A expressão é dolorosa, mas é exatamente esta: “jogando fora” um cachorro de dentro do carro, em uma rua movimentada, debaixo de chuva.
A mulher, animal racional, abriu a porta do carro e jogou o cachorro. O cachorro, animal irracional, por nutrir sentimento pela sua dona, correu, desesperadamente, atrás do carro, tentando voltar, imaginando que, talvez, tivesse sido um engano o que sua dona tinha feito. Afinal, ela é humana, tem sentimentos, não faria isso. Fez.
O cachorro poderia ter sido atropelado. Havia muitos carros. Mas uma outra mulher, vendo o desespero do animalzinho, conseguiu salvá-lo. O carinho dessa mulher, também racional, minimiza essa história que poderia ter tido um final ainda mais trágico.
Essa atitude desumana provocou uma comoção geral nas pessoas que clamam pela imposição de uma pena à ex-dona do animal que, inclusive, ao ser questionada, disse que poderia ter matado o animal e o atirado em um córrego, mas preferiu abandoná-lo na rua.
Fico tentando imaginar as razões de alguém jogar um cachorro fora. Talvez ela não tivesse mais condições de cuidar do seu animal. Por que não deu para alguém? Por que não entregou para alguma entidade para adoção? Mas abandoná-lo daquela forma, no meio do trânsito, não tem justificativa. Aliás, não é a primeira vez que crueldades contra os animais são reveladas pela mídia. Triste. Um ser humano que não tem sensibilidade com os animais também não tem com outros seres humanos iguais a ele.
Vale a reflexão de Guimarães Rosa: “Se todo animal inspira ternura, o que houve, então, com os homens?”
Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 6/12/2013
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