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Comissão especial analisará Plano Nacional de Educação 2011-2020

A fim de que se analise e se discuta o Plano Nacional de Educação (PNE) 2011-2020, a Câmara Federal criou uma comissão especial. O PNE é um conjunto de decisões que orienta o trabalho do Ministério da Educação, das secretarias estaduais e das administrações municipais sobre a educação no País.

Com ele, ficará definido o que é de responsabilidade de cada ente federativo, além de verbas e de metas. Temas como a valorização do professor e a universalização do ensino serão amplamente debatidos.

Os partidos deverão informar até a próxima semana os deputados interessados em integrar a comissão. Gabriel Chalita – que, quando secretário da Educação do Estado de São Paulo, instituiu programas como o Escola da Família e vem, ao longo dos anos, propondo diferentes soluções para a área – foi indicado pelo PSB.

Chalita já é membro titular da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e membro suplente da Comissão Especial da Reforma Política.

Chalita participa de ato contra o aberto na Sé

Neste sábado, dia (21/03), o vereador e educador Gabriel Chalita participou do 4º Ato Público em defesa da vida – Grande Marcha pela cidadania e pela vida. O evento, que reuniu cerca de 3 mil pessoas, teve o objetivo de protestar contra o PL 1.135/1991, que possibilita o aborto até o 9º mês de gravidez e por qualq uer motivo.

O Projeto está em tramitação na Câmara dos Deputados há 15 anos. Em 2005, a proposta não foi aprovada por apenas um voto na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), mas voltou em discussão.

Em discurso, Chalita defendeu que o questionamento sobre o direito à vida se insere no âmbito de que todos os seres humanos, independente da sua idade, ou ciclo de vida, ou de qualquer outra condição, têm a mesma dignidade de pessoa humana. “A idéia de construir uma sociedade ética é pensar que o respeito seja o mínimo entre as pessoas, em que os valores sejam dialogados de tal forma que proteja a vida humana ou que tenha um exercício básico da compaixão”, afirmou o educador.

Sempre preocupado com questões relacionadas aos Direitos Humanos, em setembro de 2009, o vereador Gabriel Chalita propôs à Câmara Municipal de São Paulo o Projeto de Resolução de nº 033/09, que institui a Frente Parlamentar em Defesa da Vida. O Projeto tem por finalidade discutir, incentivar e acompanhar políticas públicas em defesa da vida nas suas várias interfaces, abrangendo aspectos sociais, educacionais e de saúde ,dentre outros. Atualmente esta matéria tramita na Comissão de Administração Pública da CMSP.

O 4º Ato também contou com a participação do Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, do Pe. Marcelo Rossi, da Frente Evangélica em Defesa da Vida, Jorge Tadeu Mondele, do representante da Frente Parlamentar em defesa da vida da ALESP, Orlando Morando e do desembargador, José Renato Nalini.

Santo André recebe Fórum de Educação

O Fórum de Educação Existencial – Reflexões sobre Ética e Competências será realizado no próximo dia (24/03), às 19h, no Clube Primeiro de Maio, no município de Santo André, SP. O Fórum é uma iniciativa da secretaria municipal de Educação e contará com a participação do professor e ex-secretário de Educação do Estado de São Paulo, Gabriel Chalita. Os Fóruns já aconteceram em diversos municípios do Estado de São Paulo.

O evento pretende ser um núcleo de discussões sobre temas relacionados à Educação, visando ao sucesso escolar e à capacitação dos professores para atuar em sala de aula. O encontro tem como objetivo debater a Educação sob as óticas filosófica e existencial, estabelecendo, de forma pragmática, competências que resultem no aprimoramento da qualidade de trabalho para os professores e do aprendizado para os alunos.

Tem, também, como meta, a proposição de diretrizes pedagógicas baseadas na Educação Existencial, orientada para a vida, por meio do desenvolvimento simultâneo das habilidades emocional, social e cognitiva, essenciais para a formação de alunos-cidadãos preparados para se interrelacionarem pautados pela tolerância e pelo respeito. “Por meio do aprimoramento da habilidade cognitiva, o aluno é desafiado a uma nova forma de lidar com o conhecimento. Ao explorar a habilidade social, por outro lado, o educador estimula sua inserção na sociedade. E, ao desenvolver a habilidade emocional, forma-se a base para o aluno desenvolver o autoconhecimento que o capacitará a acreditar no seu próprio aprendizado”, defende Gabriel Chalita, autor dos livros Pedagogia do Amor e Pedagogia da Amizade, entre outros.

A prevenção e orientação sobre as práticas de bullying escolar também serão temas de destaque no Fórum Educacional Existencial. Há estudos que mostram que cerca de 50% dos estudantes brasileiros se envolveram em práticas de bullying, seja como vítima, seja como agressor. Por acreditar na necessidade de conscientização dos casos relacionados a humilhação, desrespeito, discriminação, ofensas e agressões físicas, que, não raro, culminam na morte de crianças e jovens, Gabriel Chalita apresentou, na Câmara Municipal de São Paulo, o Projeto de Lei 069/2009 de Combate ao Bullying, que já foi sancionado pelo prefeito de São Paulo. O vereador fez ainda a indicação, à prefeitura, da criação do cargo de psicopedagogo nas escolas da rede pública para prestar assistência a alunos,  professores e funcionários, principalmente quando envolvidos em situações de bullying.

Serviço:

Evento: Fórum de Educação Existencial

Dia: 24/03

Horário: 19h

Local: Clube Primeiro de Maio

Rua: Av. Portugal, 79

Bairro: Centro, Santo André-SP

Telefone: (11) 4993-7100

http://www.primeirodemaio.com.br/

Contato: [email protected]

Nadando contra a correnteza

Por Gabriel Chalita (Revista Profissão Mestre)

Experimentamos, na vida, todos os tipos de sensações e provações. Trilhamos caminhos que ora são acolhedores, ora são profundamente dolorosos. Ritualizamos momentos. Celebramos aniversário, formatura, novo emprego, prêmios, aprovações em concursos, defesas de teses, casamento. De outro lado, separações, mortes, demissões, injustiças, inveja, mentiras. O riso ou as lágrimas convivem conosco. A euforia e o desânimo também. E, assim, vamos nos construindo, nos educando.

No processo de crescimento, os exemplos de vida nos ajudam a melhorar a nossa disposição para a própria vida. A vida que passa muito rapidamente, ou não, nos dizeres de Cora Coralina:

Não sei… Se a vida é curta

Ou longa demais pra nós,

Mas sei que nada do que vivemos

Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

A educação depende da capacidade que temos de tocar o coração das pessoas. E isso se dá de muitas maneiras. Uma delas ocorre quando apresentamos modelos de vida. Não modelos perfeitos, mas pessoas que se notabilizaram por vencer os obstáculos e perseguir a meta.

A biografia de Gabrielle Chanel ou Coco Chanel mostra a saga de uma menina que tendo a mãe morta é deixada no orfanato pelo pai. Quando este parte, ela olha pela porta semiaberta desejosa de que ele olhe pelo menos mais uma vez para trás. Ele não olha e nunca volta para buscá-la. E ela, ritualmente, se arrumava todos os domingos para a tão esperada visita. Sofreu muito a menina. Sofreu muito a mulher. Sofreu muito a madura Chanel para reerguer-se depois da guerra. Certa vez, ela confessou: “a força se constrói com fracassos, não com sucessos”.

A vida de Nelson Mandela é um tesouro para a educação. Sua fé na justiça, apesar das injustiças. Sua perseverança na liberdade, apesar da prisão. Seu sonho de construir uma nação em que a cor da pele não desse o tom do respeito. Usou de todas as forças possíveis para que o seu povo celebrasse o sonho antevisto por Luther King, outro referencial.

Eu tenho um sonho que um dia minhas quatro crianças viverão em uma nação onde não serão julgadas pela cor de sua pele, mas sim pelo conteúdo de seu caráter.

Quando apresentamos biografias aos nossos alunos, permitimos que percebam, com mais cuidado, a riqueza da vida talhada em momentos mais fáceis e em momentos mais difíceis. Mostrar o sucesso apenas é desconsiderar os muitos fracassos que haverão de viver os nossos aprendizes. Preparar para o fracasso parece um paradoxo para quem prepara para a vida. Mas não é. Quantos fracassos viveram Chanel ou Mandela? Mas persistiram porque foram talhados para a luta. Em um mundo cheio de competições, em que as pessoas acabam sendo descartadas sem muita cerimônia, em que os empregos não são definitivos, educar para a adversidade faz parte do escopo essencial da relação de ensino e aprendizagem.

Sempre defendi que humanizássemos os autores para que a literatura fosse mais sedutora. Quem conhece a biografia de Machado de Assis contempla sua obra com mais entusiasmo. Quem sofre com Castro Alves as dores da ausência da liberdade contempla como o mesmo olhar de pássaro a nau composta de escravos e a dor com que o poeta clama aos céus.

A literatura dialoga com a história que dialoga com a vida. As ciências também tratam da vida como a geografia. As novas línguas que aprendemos abrem janelas para outras possibilidades. É tudo real. O conhecimento e a aprendizagem acontecem como a vida acontece. E libertam com o poder de tirar dos porões o oprimido, era esse o sonho de Paulo Freire.

Os educadores têm de ter em mente esse desafio, apresentar vidas para que as vidas dos aprendizes tenham ainda mais significado. Há um filme, recentemente lançado, “Sempre ao seu lado” que começa em uma sala de aula em que os alunos têm de contar a história de um grande herói. E um menino começa a falar do cachorro do seu avô.   E o relato vai emocionando a sala porque há algo de fascinante na fidelidade do cachorro. Sua espera. O dono, um professor de música, nunca mais haveria de voltar. Mas o seu oficio era o de esperar. E as pessoas iam aprendendo com a “sabedoria” canina. E compreendendo o seu desejo de liberdade e de ternura a quem ele escolheu para servir.

Há heróis anônimos. E certamente os alunos conhecem alguns deles. Essa é uma experiência que vale a pena. Misturar biografias conhecidas com histórias do quarteirão. Vidas sempre têm importância. Algumas conseguem notoriedade outras mudam mundos em um cantinho qualquer do mundo.

Esse é o antídoto que temos contra a destruição dos valores humanos. É nadando contra a correnteza que fortalecemos os nossos músculos morais e temperamos nosso caráter com dignidade e ternura. Nós, educadores, podemos fazer a diferença. Vale a pena experimentar…

 

Impermeabilização da cidade preocupa oradores

(Site da Câmara Municipal de São Paulo)

Saiba os temas que foram abordados pelos oradores da sessão ordinária desta quarta-feira (17/03), no Plenário Primeiro de Maio, da Câmara Municipal:

Gabriel Chalita (PSB) explicou projeto de sua autoria, aprovado na Comissão de Justiça, que cria o registro fotográfico nas escolas para facilitar a busca de crianças desaparecidas. “Quem é mãe sabe o que é perder um filho. E essa população mais carente tem mais dificuldade de protestar, não tem quem procurar.”

Jamil Murad (PCdoB) abordou defesa que o presidente Lula faz da criação do Estado palestino independente e do fim do uso das armas atômicas no Oriente Médio. “O Irã estaria tentando enriquecer urânio. Tem 11 mil prisioneiros políticos nos presídios de Israel.

João Antônio (PT) comentou projeto que cria a Fundação Teatro Municipal e considerou a criação dos cargos de confiança no teatro um “verdadeiro trem da alegria”.

Jooji Hato (PMDB) narrou um acidente que quase sofreu com a queda de uma árvore e alertou para o perigo da ação do homem na natureza. Defendeu, ainda, o plantio de árvores frutíferas.

José Américo (PT) fez restrições à terceirização dos serviços públicos. “Isso vai no sentido contrário da qualificação do funcionalismo público.”

Zelão (PT) criticou o déficit de médicos nos hospitais e tratou das verbas destinadas pelo Governo Federal.

José Olímpio (PP) se preocupou com a poda de árvores e com os fenômenos da impermeabilização e da verticalização em São Paulo, sobretudo na Avenida Sumaré.

CCJ aprova Projeto que auxilia busca de crianças desaparecidas

Foi aprovado nesta quarta-feira, (17/03), na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de São Paulo, o Projeto de Resolução dos vereadores Gabriel Chalita (PSB) e Celso Jatene (PTB) que estabelece preceitos para o aperfeiçoamento da política de divulgação e localização de crianças e adolescentes desaparecidos, desenvolvida pelo Município de São Paulo.

Agora, a matéria aguarda a apreciação do plenário da Casa.

Segundo Chalita, um programa como esse irá garantir que todas as escolas tenham registros fotográficos digitalizados de suas alunos.“Quem é mãe sabe o que é perder um filho. E essa população mais carente tem mais dificuldade de protestar, não tem quem procurar”, de declarou o educador e ex-secretário de Educação do Estado de SP ao discursar sobre o projeto em Sessão Plenária.

No município de São Paulo, não existem dados oficiais que determinem a quantidade de crianças e adolescentes desaparecidos anualmente. Contudo, dos casos registrados, um percentual de 10 a 15% permanece sem solução por um longo período de tempo e, raramente são resolvidos.

Chalita visita Projeto ‘Gastronomia Solidária’

Nesta quinta-feira, dia (18/03), às 18h30, o vereador Gabriel Chalita visitará o Projeto Gastronomia Solidária. O Projeto que trabalha com a promoção social e revalorização da vida dos moradores em situação de rua é desenvolvido na Paróquia São Domingos, em Perdizes, zona oeste da capital paulista.

“Tornar sonhos em realidade”, foi com esse pensamento que um grupo de voluntários, sob a inspiração e o comando de Frei Betto, se reuniu para tocar o projeto. A ‘Gastronomia solidária’ tem a missão de trabalhar com moradores de rua, visando mostrar a cada um deles que a mudança de rumo de suas vidas depende apenas da sua força de vontade. O Projeto auxilia cada participante a ter uma nova oportunidade de aprender uma profissão.

Para tanto, um grupo de chefs de cozinha paulistanos, dentre eles Ana Luiza Trajano, Benê, Carlos Ribeiro, Dijanira Trindade, Ida Maria Frank, Lúcia Velloso Verginelli, Paulo Pereria e Rodrigo Oliveira, foi convidado para ministrar aulas a esses moradores. As oficinas e todo o trabalho desses profissionais, receitas ensinadas em cada aula e o relato desses personagens, podem ser conferidos no livro ‘Gastronomia Solidária’.

Chalita ministra palestra no Conselho Federal de Contabilidade

Na última quinta-feira, dia (11/03), o educador e vereador Gabriel Chalita ministrou a palestra “Reflexões sobre Educação” no 5º Encontro Nacional de Coordenadores do Curso de Ciências Contábeis (ENCCCC). O evento, que aconteceu no auditório do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) em Brasília (DF), foi promovido pelo (CFC) com o apoio da Fundação Brasileira de Contabilidade (FBC).

O Encontro teve o objetivo de aproximar o CFC da realidade das Instituições de Educação Superior (IES) e discutir a qualidade do ensino, as tendências da profissão e os principais desafios dos cursos de Ciências Contábeis no Brasil.

Após a solenidade de abertura o educador Gabriel Chalita, discorreu sobre as três grandes habilidades da educação: a cognitiva, a social e a emocional. Com esses enfoques, ele falou da educação e suas interligações com a filosofia, a ética e as relações interpessoais, sempre transportando as abordagens para a sala de aula. “Universidade e mercado de trabalho precisam dialogar. Resolver problemas é desafiador para o aluno. É preciso ir além da teoria”, declarou Chalita.

Segundo o vereador e ex-secretário da Educação do Estado de São Paulo, o maior desafio dos professores e coordenadores de curso é mesclar essas três grandes habilidades. O 5º Encontro contou com a participação do presidente do CFC, Juarez Domingues Carneiro, da vice-presidente de Desenvolvimento Profissional e Institucional do CFC, Maria Clara Cavalcante Bugarim; e de coordenadores de curso e dos professores de Ciências Contábeis de diversos estados do Brasil.

Município de Capão Bonito recebe Fórum de Educação

O Fórum de Educação Existencial – Reflexões sobre Ética e Competências será realizado no próximo dia 20 de março, às 14 horas, no Salão Parque das Águas, no município de Capão Bonito, SP. O Fórum é uma iniciativa da secretaria municipal de Educação e contará com a participação do professor e ex-secretário de Educação do Estado de São Paulo, Gabriel Chalita. Os Fóruns já aconteceram em diversos municípios do Estado de São Paulo.

O evento pretende ser um núcleo de discussões sobre temas relacionados à Educação, visando ao sucesso escolar e à capacitação dos professores para atuar em sala de aula. O encontro tem como objetivo debater a Educação sob as óticas filosófica e existencial, estabelecendo, de forma pragmática, competências que resultem no aprimoramento da qualidade de trabalho para os professores e do aprendizado para os alunos.

Tem, também, como meta, a proposição de diretrizes pedagógicas baseadas na Educação Existencial, orientada para a vida, por meio do desenvolvimento simultâneo das habilidades emocional, social e cognitiva, essenciais para a formação de alunos-cidadãos preparados para se interrelacionarem pautados pela tolerância e pelo respeito.

“Por meio do aprimoramento da habilidade cognitiva, o aluno é desafiado a uma nova forma de lidar com o conhecimento. Ao explorar a habilidade social, por outro lado, o educador estimula sua inserção na sociedade. E, ao desenvolver a habilidade emocional, forma-se a base para o aluno desenvolver o autoconhecimento que o capacitará a acreditar no seu próprio aprendizado”, defende Gabriel Chalita, autor dos livros Pedagogia do Amor e Pedagogia da Amizade, entre outros.

A prevenção e orientação sobre as práticas de bullying escolar também serão temas de destaque no Fórum Educacional Existencial. Há estudos que mostram que cerca de 50% dos estudantes brasileiros se envolveram em práticas de bullying, seja como vítima, seja como agressor. Por acreditar na necessidade de conscientização dos casos relacionados a humilhação, desrespeito, discriminação, ofensas e agressões físicas, que, não raro, culminam na morte de crianças e jovens, Gabriel Chalita apresentou, na Câmara Municipal de São Paulo, o Projeto de Lei 069/2009 de Combate ao Bullying, que já foi sancionado pelo prefeito, Gilberto Kassab. O vereador fez ainda a indicação, à prefeitura, da criação do cargo de psicopedagogo nas escolas da rede pública para prestar assistência a alunos,  professores e funcionários, principalmente quando envolvidos em situações de bullying.

Serviço:

Evento: Fórum de Educação Existencial

Horário: às 14h

Local: Salão Parque das Águas

Rua: Mário Milane (esquina com a 24 de fevereiro)

Bairro Sta. Rosa

Contato: [email protected]

 

Chalita é relator de projeto que fiscaliza a indústria das multas em SP

As multas de trânsito registradas por radares móveis, contratados com base na sua produtividade, não poderão ser cobradas pela Prefeitura. É o que prevê o Projeto de Lei 005/03, de autoria do vereador Eliseu Gabriel (PSB), cujo parecer do relator Gabriel Chalita, pela legalidade com substitutivo, foi aprovado nesta quarta-feira (10/03) pela Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa da Câmara Municipal de São Paulo.

Em sua justificativa, o parlamentar lembra que os parelhos eletrônicos para registro de infrações do trânsito surgiram com a edição do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). “Logo as administrações municipais foram descobrindo que as multas de trânsito representavam um meio inexplorado de arrecadação, surgindo daí a chamada indústria das multas”, destacou o autor do Projeto Eliseu Gabriel.

Além deste, a Comissão analisou outros 34 projetos, sendo que 24 tiveram seus pareceres de legalidade e constitucionalidade aprovados, enquanto nove tiveram sua votação adiada. Chalita foi relator de 13 projetos. Na reunião desta quarta-feira, o vereador Ushitaro Kamia (DEM) foi eleito, por unanimidade, o vice-presidente da Comissão. Participaram da reunião os seguintes vereadores: Abou Anni (PV), Agnaldo Timóteo (PR), Carlos Alberto Bezerra (PSDB), Floriano Pesaro (PSDB), Gabriel Chalita (PSB), Ítalo Cardoso (PT), João Antonio (PT), Ushitaro Kami (DEM) e Netinho de Paula (PCdoB