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Amor: sepultura ou pôr do sol

Há um belíssimo conto de Lygia Fagundes Telles, “Venha ver o pôr do sol”, que traz uma reflexão sempre atual sobre o significado do amor e da relação entre os amantes. Numerosas pesquisas apontam a covardia dos homens como um importante indicador dos atos de violência contra as mulheres.

Recentemente, a imprensa alardeou um dado assustador: o de que, a cada 2 minutos, 5 mulheres são espancadas no Brasil. Na maioria dos casos, os espancamentos e as mortes ocorrem depois de algum tempo de convivência. São cometidos, com maior frequência, pelos namorados, pelos maridos, pelos amantes – pelos companheiros, enfim. Depois, aparecem os padrastos, os pais, os irmãos e afins como responsáveis. O lar, que deveria ser um espaço de harmonia e de convivência, transforma-se em um palco de guerra.

Na semana passada, emissoras de televisão mostraram imagens de um casal de jovens, ex-namorados, em um elevador. O rapaz tentava matar a moça por não concordar com o fim do namoro. A cena é de uma crueldade chocante. Chutes, socos e um cinto utilizado para enforcá-la. O “valentão” usou o amor para justificar a ação. Não poderia viver sem a ex-namorada. Seu amor era grande demais.

Será isso o amor? O rapaz não poderia viver sem ela ou não poderia tolerar o fato de ser “abandonado”?

No conto de Lygia, a mulher também resolve terminar o relacionamento. E o homem a convida para acompanharem, juntos, um último pôr do sol. Ela aceita, até porque teve uma história com ele e não gostaria de que as coisas acabassem de uma forma desagradável. Ele, estranhamente, marca o encontro em um cemitério, onde seria possível contemplar melhor o pôr do sol. E, lá, os dois caminham, conversando, entre as sepulturas.

O conto é recheado de metáforas. Os personagens estão entre mortos. E, assim, nesse clima, o homem convida a mulher a entrar sozinha em um mausoléu. Ela concorda. Não quer magoá-lo. Vale a pena ler o conto para acompanhar o desfecho da história.

Quem ama não agride e não aceita a agressão. As mulheres vitimadas pela violência têm muita dificuldade, infelizmente, em denunciar seus companheiros. Ficam imaginando quão complicado é ver preso o pai dos próprios filhos, criam desculpas para as ações agressivas; não em poucos casos, assiste-se a um final trágico. Como no conto.

É preciso que as mulheres assumam uma posição firme diante de qualquer tipo de violência praticado por seus companheiros. E denunciem. A violência física pode ser antecedida por uma violência simbólica, moral, que também é dolorosa. O aperitivo do espancamento pode ser um empurrão, um tapa leve. Na origem de tudo, está a ausência de um valor essencial para a convivência humana: o respeito.

O amor, definitivamente, não é um caminho para a sepultura. Pode até contemplar um pôr do sol, mas com esperanças…

Fonte: site Brasil 247 por Gabriel Chalita

Chalita participa da realização do Parlamento Jovem Brasileiro 2011

O deputado federal Gabriel Chalita (PSB-SP) foi indicado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, para fazer parte da Comissão Executiva do Parlamento Jovem Brasileiro (PJB) em 2011.

Promovido pela Câmara, o programa reúne, anualmente, 78 jovens de todo o País, para vivenciar o dia a dia dos parlamentares brasileiros no desempenho de suas funções. Em 2011, ele será realizado de 26 a 30 de setembro.

Para participar, os interessados devem cursar o 3º ano do ensino médio, em escolas públicas ou privadas, ter entre 16 e 22 anos e criar um projeto de lei referente às seguintes áreas: agricultura e meio ambiente; saúde e segurança pública; economia, emprego e defesa do consumidor; educação, cultura, esporte e turismo.

Os jovens são pré-selecionados pelas secretarias estaduais de Educação, a partir dos projetos apresentados. O Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) encaminha, então, as propostas para a Câmara dos Deputados, onde uma comissão, formada por servidores da área legislativa, escolhe os participantes.

O número de representantes de cada Estado e do Distrito Federal é proporcional ao número de deputados federais. Em São Paulo, por exemplo, serão selecionados 11 alunos. Os projetos aprovados durante o Parlamento Jovem podem ser apadrinhados por deputados federais, tramitar na Câmara e no Senado e virar leis.

“A iniciativa é uma grande oportunidade para que nossos jovens conheçam o processo político brasileiro e entendam a importância da democracia na construção de um país desenvolvido”, afirmou Chalita. “Precisamos trabalhar e investir muito na juventude, para que o Brasil possa diminuir as desigualdades sociais e ser cada vez mais livre.”

Também fazem parte da Comissão Executiva do PJB os deputados Alessandro Molon (PT-RJ), Jean Wyllys (PSOL-RJ), Hugo Mota (PMDB-PB), Manuela d’Ávila (PCdoB-RS), Luiz Fernando Machado (PSDB-SP), Reginaldo Lopes (PT-MG), Glauber Braga (PSB-RJ) e Professora Dorinha (DEM-TO).

Mais informações: http://www2.camara.gov.br/responsabilidade-social/parlamentojovem

OAB e Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara: interlocução forte para avançar no debate de leis

(Site AdvoNews)

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, reuniu-se hoje (23) com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, João Paulo Cunha (PT-SP), e com os novos integrantes da Comissão, para estabelecer uma interlocução mais forte entre a OAB e a Comissão nesta nova Legislatura.

Na reunião, os parlamentares pediram o apoio da OAB na apreciação e no debate de projetos relevantes para a sociedade, como o da Reforma Política, o do Código de Processo Civil (CPC) e o do Código de Processo Penal (CPP), e nos debates de interesse da sociedade civil. “O objetivo é fazer com que as matérias que a CCJ da Câmara debate e aprova sejam muito bem debatidas com a participação dos advogados do país. A OAB é uma instituição muito importante e o Parlamento brasileiro é responsável pela formulação das leis. Esse trabalho combinado pode ajudar muito o país”, afirmou João Paulo Cunha.

Ophir saudou os deputados presentes na reunião e garantiu o interesse da OAB de prestar sua colaboração como interlocutora da sociedade no debate das grandes demandas legislativas. Ophir lembrou que eventuais tensões que surgirão são naturais e fazem parte do processo democrático. No entanto, são importantes para o debate altivo e transparente das novas leis.

“A OAB estará bastante presente nesta Legislatura, seja criticando, seja opinando, sugerindo ou elogiando. A Ordem tenta representar o sentimento da sociedade brasileira, no sentido de brigar por uma cidadania, uma Justiça e um Parlamento fortes”, afirmou Ophir, que esteve acompanhado na reunião do secretário-geral da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coêlho.

Entre os projetos que são de principal interesse da advocacia e que tramitam na Câmara, estão os de reforma do CPC e do CPP, a questão da reforma política, a aplicação do Simples Nacional aos advogados e projetos sobre as férias dos juízes e de fortalecimento do CNJ.

Também participaram da reunião, no gabinete do presidente da CCJ, os seguintes deputados federais: Arthur Oliveira Maia (PMDB-BA, primeiro vice-presidente da CCJ); Vicente Cândido (PT-SP, segundo vice-presidente da CCJ); Cesar Colnago (PSDB-ES, terceiro vice); Eduardo Cunha (PMDB-RJ); Gabriel Guimarães (PT-MG); Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA); Gabriel Chalita (PSB-SP); Esperidião Amin (PP-SC); e Delegado Protógenes (PCdoB-SP).

A reforma educacional de Xangai

No final do ano passado foram divulgados os resultados da última edição do Pisa (2009), que avaliou o desempenho de estudantes de 15 anos de idade em exames de proficiência em leitura, matemática e ciências. Alunos de 65 países participaram da avaliação. Xangai, a maior cidade chinesa, foi a primeira colocada em todas as disciplinas.

Um estudo recente da OCDE, “Strong Performers and Successful Reformers in Education”, analisou a reforma educacional de Xangai.

Em 1978, a China iniciou um processo de abertura e liberalização econômica, e Xangai teve um papel de liderança nas reformas, incluindo a do sistema educacional. O objetivo dessa reforma foi elevar o aprendizado em sala de aula.

O processo foi iniciado em meados da década de 80 com uma mudança curricular. O currículo atual tem três componentes: o básico, implantado por meio das disciplinas obrigatórias; um segmento de disciplinas eletivas; e um conjunto de atividades extracurriculares.

Essa reforma do currículo foi complementada por mudanças na formação inicial e continuada dos professores e pela renovação do material pedagógico. Os exames de proficiência dos estudantes também foram redesenhados.

Outro elemento importante da reforma de Xangai foi a criação de um sistema de avaliação das escolas. O governo avalia as escolas em termos de sua infraestrutura física e da qualidade da educação oferecida.

As informações sobre o desempenho das escolas são divulgadas de forma ampla, e a cobrança dos pais exerce uma forte pressão pela qualidade da educação.

Várias estratégias foram desenvolvidas para melhorar o desempenho das piores escolas. Sob o ponto de vista financeiro, recursos públicos são transferidos para as escolas mais carentes, de forma a assegurar um nível mínimo de gasto por aluno.

Professores e diretores de escolas urbanas de boa qualidade são transferidos para escolas rurais, que muitas vezes têm dificuldade de atrair professores.

Estratégia mais recente estabelece um contrato de gestão, por meio do qual uma escola de boa qualidade assume, durante um determinado período, a gestão de uma outra que tenha desempenho fraco.

Em essência, a reforma educacional de Xangai combinou elementos de responsabilização de professores e escolas com recursos para que as metas de qualidade do ensino sejam atingidas. Alguns aspectos da experiência de Xangai são específicos, como a valorização da educação na cultura chinesa, mas suas lições gerais são bastante relevantes para o Brasil e outros países que buscam melhorar a qualidade do ensino.

Fonte: jornal Folha de S.Paulo (por Fernando Veloso)

O flagelo do crack

Caminhar por certas ruas de São Paulo é doloroso. Vemos jovens perambulando como zumbis pela cracolândia, com suas vidas desperdiçadas. Muitos nem sequer viverão para transmitir a nenhuma criatura o “legado de sua miséria”, como afirmava Brás Cubas. Esse cenário desolador não se resume à capital paulista. Um estudo do psiquiatra Pablo Roig, especialista no tratamento de viciados em crack, revela que há 1,2 milhão de usuários da droga no Brasil. O trabalho mostra que, em média, o consumo começa aos 13 anos.

As sombrias constatações são o resultado de escolhas erradas feitas no passado. O problema não foi diagnosticado a tempo de evitar que ele assumisse tamanha dimensão. Para reverter essa realidade, temos de agir imediatamente.

A presidente Dilma Rousseff, ainda em campanha, anunciou que o combate ao crack seria uma das prioridades de seu governo. No último dia 21, cumprindo a promessa, afirmou que serão inaugurados 49 Centros de Referência em Crack e outras Drogas, os quais formarão 15 mil profissionais de saúde para o atendimento aos usuários.

O consumo de crack se expande em progressão geométrica. Por ser muito barato, é facilmente disseminado entre a população de baixa renda. Pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul indica que 72,5% da população em situação de rua de Porto Alegre usa a droga.

Mas o crack também ganha adeptos em outros extratos sociais. Uma pesquisa feita em 2009 pela Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo indicou um crescimento anual de quase 140% no consumo entre pessoas com renda superior a 20 salários mínimos.

Os economicamente desfavorecidos embarcam nessa viagem por não terem condições sociais, materiais e psicológicas de enfrentar as adversidades da vida. 

Os demais veem nas drogas uma possibilidade de fugir dos problemas inerentes à condição humana. Buscam o prazer aqui e agora, ilimitadamente. Por caminhos diferentes, uns e outros entram no submundo da criminalidade, destruindo vidas, sonhos e esperanças.

Aterrorizar os jovens com a desculpa de informá-los sobre os perigos das drogas não os afasta delas. Estudos mostram que mais de 90% dos usuários adolescentes conhecem os efeitos e os riscos.

Para prevenir, é fundamental o acesso à educação plena, aos esportes e ao lazer, além de mais e melhores condições de trabalho no futuro. Cabe aos pais dar aos jovens a oportunidade de desenvolver a autoestima, de construir projetos de vida e de estabelecer a percepção de que cada um é responsável pelas suas escolhas e, portanto, pelo próprio destino.

Os jovens necessitam de um tema para viver. Os governos e a sociedade têm a imensa tarefa de tratar aqueles que já estão sob o domínio do vício, reintegrando-os ao convívio social. Prevenir o uso de drogas significa educar e conscientizar. Para cuidar dos jovens viciados, que se tornam verdadeiros farrapos humanos, temos de aliar políticas públicas efetivas a cuidados especiais.

Fazê-los encontrar um sentido para suas vidas vai além da ação pública; é um ato de amor ao próximo. E isso requer “engenho e arte”, como dizia Camões. Ou, nas palavras do psicanalista Erich Fromm, “o amor é uma arte que requer conhecimento e esforço”. Esse é o nosso desafio!

Fonte: jornal Folha de S.Paulo por Gabriel Chalita

Uma cidade educada

Por Gabriel Chalita (Site Brasil 247)

A educação está na base dos comportamentos cotidianos e é no dia a dia que se aplica a teoria da ética e do respeito Invariavelmente, discute-se educação sob o foco da relação de ensino–aprendizagem em salas de aula. Teorias pedagógicas tentam acompanhar as mudanças tecnológicas e comportamentais e as habilidades que precisam ser desenvolvidas. A educação, entretanto, transcende a sala de aula. O desafio é a construção de uma cidade educada.

Não é novidade a assertiva de que a educação começa em casa. Os pais são as referências iniciais de seus filhos, são modelos a serem seguidos. E, como o comportamento provém do hábito, atitudes corretas ou incorretas começam a ser observadas desde a mais tenra idade.

Pais agressivos podem gerar filhos agressivos, pais mal-educados podem gerar filhos mal-educados. Consideremos alguns exemplos cotidianos: um pai que joga papel no chão, uma mãe que fura fila, um pai que trata com arrogância outras pessoas, uma mãe incapaz de cumprimentar o porteiro do edifício em que mora, um pai que não sabe dizer “muito obrigado”, uma mãe que trata preconceituosamente outra pessoa, um pai que tenta sempre levar vantagem. Cenas do dia a dia das cidades que influenciam outras pessoas a agir da mesma maneira.

O Rio de Janeiro fez uma enorme campanha no carnaval para que os foliões não urinassem nas ruas. É necessário fazer uma campanha dessa natureza? As pessoas não sabem o local adequado para urinar? Infelizmente, o que parece óbvio não é. Será que precisamos de outras campanhas que ensinem a dizer “por favor”, “muito obrigado”, “pois não”, “por gentileza”? E de uma campanha para ensinar que o lugar do lixo é no lixo? E de outra para mostrar que o planeta água começa a sofrer com a ausência de água e que, portanto, seu uso deve ser racional? E de outra, ainda, para mostrar que todos devem “tratar o outro como gostariam de ser tratados”?

A educação está na base desses comportamentos cotidianos. Ser elegante melhora o humor, melhora a convivência entre as pessoas. Um líder deve corrigir seus liderados, mas com elegância. Um professor precisa impor limites aos seus alunos, mas com elegância. É assim que se constrói uma cidade educada. A partir de famílias educadas, de escolas educadas, de empresas e organizações educadas. É no dia a dia que se aplica a teoria da ética e do respeito. E sem esperar que a iniciativa seja do outro. Se cada um fizer a sua parte, conviver será uma experiência muito menos penosa. Ou melhor, profundamente agradável.

Carnaval 2011, as lições

Por Gabriel Chalita (Site Brasil 247)

Vai-Vai e Beija-Flor foram campeãs prestando homenagens a exemplos de superação.
O carnaval no Brasil ganhou um contorno que transcende a questão da folia. Tornou-se, além dos dias de festa e de alegria, um negócio lucrativo que atrai turistas de várias partes do mundo. Introduzido no país pelos portugueses, no século 17, essa arte popular aprimorou-se até os nossos dias. Considerada a primeira marcha carnavalesca, Abre-Alas, de Chiquinha Gonzaga, é um marco na música brasileira, já que serviu de incentivo a outros compositores, que passaram a criar canções para a grande festa. Estilos como o samba, a marchinha e o frevo foram ganhando o país.

Em 1929, fundou-se a primeira escola de samba do Brasil, a Deixa Falar. No Rio e em São Paulo, esse tipo de agremiação, cada vez mais técnica e arrojada, tem proporcionado espetáculos grandiosos, cenários de paixão e de alegria que traduzem nossas raízes culturais. Quem acompanhou a festa deste ano fez um passeio pela cultura brasileira.

As duas campeãs de 2011 – Vai-Vai, em São Paulo, e Beija-Flor de Nilópolis, no Rio – prestaram uma homenagem à música. A música que embala nossa alma, que encanta nossos corações, que festeja nossa tradição e que emociona nossa gente. A Vai-Vai celebrou a superação do maestro João Carlos Martins, que teve de reinventar a vida depois de alguns acidentes, os quais interromperam a vitoriosa carreira de um dos melhores intérpretes de Johann Sebastian Bach no mundo. De pianista a maestro (e maestro de crianças carentes, que têm de suplantar a exclusão social para conseguir um lugar ao sol), João Carlos Martins é um exemplo de solidariedade e de respeito ao próximo.

Já a Beija-Flor homenageou um rei, Roberto Carlos, filho ilustre de Cachoeiro de Itapemirim. Não se pode falar na história da música popular brasileira sem reverenciar esse “amante à moda antiga”… que literalmente “manda flores”.

Assim como o maestro, Roberto Carlos também é um exemplo de superação. Superam aqueles que não desistem diante de dificuldades físicas ou emocionais. O rei numerosas vezes assumiu enfermidades e medos, mas nem por isso abandonou seu reinado.

As escolas de samba têm a capacidade de cantar histórias na avenida, de popularizar pessoas e de reverenciar a nossa gente. Gente. Essa é a matéria-prima do carnaval. Gente que teve de superar o incêndio doloroso que fez sofrer barracões inteiros. Que emoção presenciarmos o talento e a garra da nossa gente brasileira, carnavalesca ou não, que se supera ou tenta superar-se, todos os dias. Essa é a nossa vitória.

Gabriel Chalita ministra palestra aos alunos de Direito da FMU

(Site da Associação Rincão Sagrado Coração de Jesus)

Dia 17 de março, no Campus Itaim Bibi, o tema será “A Ética na Construção do Conhecimento”. 

O Complexo Educacional FMU convida os alunos do curso de Direito do Campus Itaim Bibi a participarem da palestra do deputado federal Gabriel Chalita, no dia 17 de março. O evento faz parte do 21º Ciclo de Palestras realizado pela Instituição, que busca aproximar os alunos de profissionais renomados, para que ampliem os seus conhecimentos.

A palestra do Chalita, que será sobre “A Ética na Construção do Conhecimento”, terá início às 19h30.

Membro da CCJ, Chalita destaca importância da comissão

Ao assumir a função de membro efetivo da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), o deputado federal Gabriel Chalita (PSB-SP) lembrou que a instância exerce papel fundamental para a melhoria das leis, em benefício da população.

“O Direito não é uma ciência em que a norma, por si só, diz o que significa. As palavras não são unívocas, elas são equívocas, análogas. Uma comissão como esta, quando discute o mérito, quando discute justiça, constitucionalidade, busca fazer com que, de fato, as nossas leis sejam melhores e atinjam o princípio maior da nossa Constituição, que é a dignidade da pessoa humana”, disse o deputado durante a primeira reunião da CCJ nesta legislatura.

Além de ser membro efetivo da CCJ, Gabriel Chalita é suplente da Comissão de Educação e Cultura e da Comissão Especial da Reforma Política.

Chalita participará de discussão sobre reformulação político-eleitoral

A Câmara dos Deputados decidiu instituir a Comissão Especial da Reforma Política. O deputado federal Gabriel Chalita (PSB-SP) será um dos suplentes, contribuindo para o debate acerca da reformulação político-eleitoral.

Dentre as ações previstas, está a análise de projetos de lei e de propostas de emenda à Constituição que tratem de temas como voto distrital, unificação de partidos, financiamento de campanha e cláusula de barreira.

Chalita também é membro efetivo da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e suplente da Comissão de Educação e Cultura.