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O livro dos sonhos

Em seis capítulos, esta obra reúne lições que apresentam valores como ética, generosidade, fraternidade e cidadania.

Ao longo do livro, vemos desfilar o ambicioso rei Midas, a deslumbrante escrava Chica da Silva, o grandioso negro Chico Rei, os personagens bíblicos Moisés e Sansão, a contadora de histórias Sherazade, Alice, em seu País das Maravilhas, heróis que almejavam alcançar os céus, os valores da República de Platão, a sociedade ideal de Utopia…

Companhia Editora Nacional, 2006.

De tudo que mora em mim

A poética de Gabriel Chalita excursiona por vivências, por desventuras, por amores e por desamores. Toda a perenidade da poesia é descrita com retratos fugazes do cotidiano, pois, para o autor, “se não fosse a capacidade de êxtase/diante da singeleza da paisagem,/a poesia viveria em luto”.

Esta obra revela o que há de mais sublime nas inseguranças e nos anseios do ser humano. Seus medos e seus sonhos são a matéria-prima de Chalita. Após percorrer este roteiro lírico, o leitor guardará na memória lições de coragem, de alegria, de esperança e de fé.

IBEP–Nacional, 2006.

Pedagogía del amor

En una época en que la apariencia vale más que la esencia y la competencia domina las relaciones, es imprescindible hablar de compañerismo, de amistad y de amor con nuestros niños.

En una época en que la esperanza parece cada vez más escasa, es fundamental reavivar nuestra confianza en días mejores. En un tiempo en que los valores que deberían orientar la vida en sociedad se van olvidando progresivamente, es estimulante leer obras como esta. En este libro, Gabriel Chalita recrea mundos fantásticos, repletos de seres extraordinarios y con los más nobles sentimientos. Al mismo tiempo, apunta unos caminos para que nuestro viaje sea más seguro, y construye puentes entre la razón y la emoción, como forma de buscar el necesario equilibrio en las realizaciones de la vida. El autor ha elegido diez historias de la literatura universal, porque conllevan valores que resultan esenciales hoy día, tales como el respeto, la solidaridad y el idealismo. Valores que ahora podemos transmitir a las nuevas generaciones de manera más lúdica, apoyados en este encantador libro.

PPC Editorial, 2006.

Eu acredito em milagres

Eis a história de um homem que acredita em milagres. Se assim não fosse, teria desistido na primeira tempestade. Não fez isso. Enfrentou. Enfrenta o que for preciso. Sua sabedoria mistura-se à sua simplicidade.

Simplicidade com que chora ao se lembrar do pai, pedreiro que economizava o dinheiro recebido em horas extras, guardado no fundo do armário, misturado com pó de cimento, de cal, para lhe comprar um cálice no dia de sua ordenação. A humildade paterna e o amor de sua mãe fizeram dele uma fortaleza.

Dividida em dois volumes, esta é a primeira parte da biografia de Padre Jonas; com ela, conhecemos o período que vai desde sua infância, em Elias Fausto (interior de São Paulo), até o chamado ao sacerdócio, o trabalho com jovens e, finalmente, a fundação da Comunidade Canção Nova. Sua resposta ao chamado de Deus concretiza-se todos os dias, especialmente na tarefa de evangelizar pelos meios de comunicação.

Editora Canção Nova, 2006.

As manifestações populares e o acesso à democracia

As formas de manifestação popular têm se ampliado em tempos de informação rápida. Jovens se unem para derrubar ditadores, unem-se para protestar diante de mazelas políticas, de corrupção, de demagogia, de gestão ineficiente. E isso é bom! A juventude tem esse necessário ímpeto. Tem inquietude e potência acumulada para não se acomodar aos fatos que considera ruins. E há jovens de todas as idades. O medo da mudança é coisa de gente cansada, acomodada. Gente desanimada. Jovem luta por aquilo em que acredita. Do contrário, não é jovem, mesmo que tenha pouca idade. 

Recentemente, jovens manifestaram-se contra uma curiosa e descabida expressão: “gente diferenciada”. Foram às ruas e aos veículos de comunicação protestar contra o aumento abusivo de tarifas de ônibus. Protestaram pela liberdade. Liberdade, esse é o caminho.

Liberdade requer conhecimento. Liberdade exige autonomia. Além da liberdade, os jovens fazem tremular a bandeira da verdade. Preferem os que expressam opiniões, mesmo aquelas que contrariam as suas, à dissimulação dos que tomam decisões solitárias, mascaradas. A imagem é muito mais interessante do que a maquiagem. A maquiagem aos poucos cai, como na cena final do clássico Morte em Veneza. A maquiagem é um desserviço à política. É preciso ver a imagem. Concordar ou discordar dela. Mas a imagem. Bonecos ganham eleições, mas são frágeis para administrar cidades.

A recente marcha da maconha gerou polêmica. A juventude buscou outra alternativa. Alguma que não ferisse a legislação. E isso é fundamental. Quem defende a democracia defende as leis, mesmo que não concorde com algumas delas. Se não há concordância, luta-se para mudá-la, nunca para negligenciá-la. A marcha da maconha foi proibida pela Justiça. A da liberdade, permitida. Se houve excessos na proibição, que sejam aparados. A da liberdade foi pacífica. E é de paz que precisamos.

Há outras formas de manifestação popular igualmente nobres, desde que verdadeiras. As redes sociais estão cheias de possibilidades. Manifestemos, então. Com verdade, com respeito, com educação. Assim, damos o exemplo e determinamos o tom do diálogo necessário.

A participação melhora a democracia e ensina governantes e governados a conviverem pacífica e democraticamente, fundamentados na veridicidade e na justiça, em busca do bem comum.

Fonte: site Brasil 247 por Gabriel Chalita

Mulheres que mudaram o mundo

Gabriel Chalita apresenta-nos a trajetória de mulheres que, pelo simples fato de terem existido, alteraram os rumos da história.

O autor escolheu-as não por serem as melhores do mundo, mas pelo que têm em comum: uma força que não permitia que desistissem, mesmo diante das dificuldades mais atrozes; uma força chamada amor.

Chalita reverencia essas mulheres, que venceram preconceitos, ultrapassaram barreiras e superaram limites impostos pela própria condição ou pela sociedade de sua época. Mulheres que servem de exemplo não só para as outras, mas para todo ser humano que não perdeu a capacidade de sonhar.

Companhia Editora Nacional, 2005.

O poder

A questão do poder, a partir de duas obras do início do capitalismo (“O Príncipe”, de Nicolau Maquiavel, e “Discurso da Servidão Voluntária”, de Etienne de la Boétie), é o mote deste livro.

Ambos os autores, pensadores renascentistas, desmitificam e desmistificam o conceito de poder – o qual não é privilégio dos deuses e dos demônios, mas dos homens.

Distante de preconceitos, Gabriel Chalita proporciona uma releitura do controvertido trabalho de Maquiavel (e o faz com pertinência), assumindo o desafio de resgatar um pensador por demais estudado. Boétie surge como contraponto – ou, até mesmo, como aparente antítese – ao florentino. Diversos outros autores formam o pano de fundo, por discutirem, em momentos diferentes da história, esse tema imprescindível para os mais diversos campos do conhecimento.

Revista dos Tribunais, 2005.

Seis lições de solidariedade com Lu Alckmin

Um livro sobre família para a família. Amor, generosidade, vida. Em singelas conversas, em lembranças essenciais, o leitor navega por mares de sensibilidade e de ternura.

Gabriel Chalita, mais uma vez, traz à reflexão os valores fundamentais que nos conduzem à felicidade. A personagem central é uma grande mulher em meio a tantas heroínas anônimas, que constroem, no dia a dia, um mundo melhor.

Editora Gente, 2005.

Los diez mandamientos de la ética

La ética ocupa un lugar central en las preocupaciones de la humanidad desde, por lo menos, la antigua Grecia, cuna del debate filosófico. El gran Aristóteles fue uno de los primeros en plasmar su esencia en un tratado dirigido a su hijo Nicómaco.

A partir de entonces, la ética se adueñó de un espacio de reflexión que se renueva constantemente al compás de los cambios históricos.

Hoy, Gabriel Chalita actualiza y pone de relieve sus aspectos fundamentales, evadiendo el terreno de la abstracción filosófica para centrarse en situaciones extraídas de la vida cotidiana – hacer el bien, actuar con moderación, saber elegir, practicar las virtudes, vivir la justicia, valerse de la razón y valerse del corazón, ser amigo, cultivar el amor, ser feliz. Cada uno de estos mandamientos debe ser entendido como una invitación a la reflexión sobre uno mismo y, a partir de allí, sobre el mundo y las personas que nos rodean, porque todo lo que hay de más importante en nuestra vida se construye en la convivencia y por medio de ella. En el comienzo y en el fin de ese camino se destacan con nitidez el bien y la felicidad, que constituyen los valores y objetivos fundamentales de nuestra búsqueda.

Editora Aguilar, 2004.

Iniciativa do Complexo FMU contam com apoio de Gabriel Chalita

Gabriel Chalita participou de evento realizado ontem, 23 de maio, na Casa Metropolitana do Direito – do Complexo Educacional FMU, onde é docente –, para o lançamento da Cartilha sobre bullying e para a criação oficial do Núcleo Metropolitano de Estudos Interdisciplinares sobre Bullying. 

A cartilha, de autoria da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, reúne informações para que pais e professores ajudem a prevenir e a erradicar essa prática. A obra é fruto de uma parceria entre a instituição e o Conselho Nacional de Justiça.

Já o Núcleo Metropolitano de Estudos Interdisciplinares sobre Bullying – do Instituto Metropolitano de Altos Estudos (IMAE), pertencente ao Complexo Educacional FMU – contará com a participação de Chalita, no que se refere a aspectos educacionais, e de Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal, quanto a questões jurídicas. Em texto apresentado no material de divulgação do projeto, Chalita, autor da Lei Antibullying do município de São Paulo, aponta que “o ambiente escolar é um espaço privilegiado de acolhimento e de convivência” e que o respeito deve pautar, cotidianamente, as relações que envolvem alunos e professores.

O educador reafirmou, ainda, durante a cerimônia, a importância de se desenvolverem conceitos como ética nas salas de aula. “Se a criança percebe que a outra está sofrendo, ela terá uma atitude diferente”, assinala. “Professores de todas as áreas podem trabalhar com isso; não é preciso criar uma disciplina específica”, completa.

O papel dos pais ou dos responsáveis no processo é defendido por Chalita. Segundo ele, nas famílias em que há diálogo, o bullying tem um efeito menor. “O grande problema do bullying é ele ser uma dor silenciosa, pois a criança sofre na escola, não conta para ninguém, e aquilo vai crescendo e tomando uma proporção impressionante”, alerta. “Se ela tem uma família que dialoga, a quem ela pode contar o problema, o pai e a mãe terão a sabedoria de ajudá-la.”

O diretor do Complexo Educacional FMU, Edson Alves da Silva, destacou a importância do Núcleo Metropolitano de Estudos Interdisciplinares sobre Bullying. “A mais nova iniciativa do IMAE tem como objetivo colaborar no encaminhamento de soluções para esse lamentoso problema [o bullying], que afeta as escolas, os alunos, as famílias e a sociedade brasileira como um todo.”

Outras personalidades participaram do evento, como lideranças da instituição de ensino – entre elas, Edevaldo Alves da Silva, presidente; Arthur Sperandéo de Macedo, vice-reitor, e Antonio Rulli Neto, coordenador do curso de Direito.