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Vivendo a filosofia

De onde provêm todas as coisas? É possível provar a existência de Deus? O que é a verdade e o que separa o conhecimento científico da fé religiosa? O que é o pensamento, o bem, a beleza, o amor? Por que vivemos em sociedade e a quem cabe governá-la?

Essas são algumas das questões que a Filosofia tem investigado, desde a Antiguidade. Elas continuam interessando a muitos jovens, tanto quanto interessavam àqueles que eram ensinados por Sócrates, na ágora de Atenas, há 24 séculos.

Editora Ática, 2011 (observação: a primeira edição da obra foi lançada em 2005).

 

O poder da tolerância e da união

Diferentemente das notícias que nos chegam por meio dos diversos veículos de comunicação, espalham-se, pelo País, iniciativas grandiosas de combate ao bullying, com resultados surpreendentes. Sustentadas pela tolerância e pela união dos atores envolvidos no universo escolar, elas são, em sua maioria, lideradas por professores. Profissionais que alicerçam, incansavelmente, a convivência harmoniosa numa sociedade plural.

Concebidas intramuros, as ações antibullying objetivam a conscientização da importância de uma convivência harmoniosa no ambiente escolar, a partir das situações de conflito experimentadas pelos alunos e pelos professores. Desse modo, a observação e a análise dos conflitos são material precioso na busca por soluções diante dos desafios de se conviver, pacificamente, com as diferenças. É o poder das pequenas revoluções empenhadas nos diversos rincões deste país.

E o professor é, assim, figura fundamental nesse contexto, haja vista que ele é a alma do processo formativo, o intercessor das situações educativas, o líder dessas pequenas revoluções. Mediar conflitos é educar por meio do afeto, disseminando bons valores, como a amizade, a união e a tolerância. O professor mediador é vital para o sucesso social, emocional e cognitivo dos alunos. Sem sua intervenção, a já difícil compreensão do mundo se torna ainda mais complexa e intricada.

Um mestre é capaz de fazer com que os alunos percebam que podem contar com alguém dentro da escola. E essa percepção tem grande valor, pois um dos problemas do bullying é o fato de a maioria das vítimas permanecer calada, com medo de não ser ouvida ou de sofrer retaliações. Ao sentir-se segura e acolhida para narrar sua dor e, assim, aliviá-la, é provável que a vítima o faça. Isso vale também para o convívio familiar – pais devem estar presentes no dia a dia dos filhos, mostrando-lhes a importância de compartilharem aquilo que os incomoda, que os torna infelizes.

É certo que não há como separar o ser humano profissional do ser humano pessoal. O professor também tem problemas, mas, como parceiro mais experiente, deve ser capaz de romper barreiras e de trabalhar suas limitações, a fim de transmitir uma sensação de tranquilidade, de ajuste, de equilíbrio aos aprendizes. O professor é referência para esses alunos, que vivem em um mundo tão sem referências como o de hoje. E aí reside o seu poder de transformar duras realidades em espaços de paz.

Não se trata de estender mais uma responsabilidade ao professor – profissional já sobrecarregado por dificuldades de todo tipo que se impõem ao seu ofício –, mas, sim, de resgatar o encantamento de uma profissão que cuida, que orienta pessoas e que constrói possibilidades. Paulo Freire afirmava que professor precisa gostar de gente. Caso não goste, não pode ser professor. Dar afeto, vibrar com a conquista do outro, acolher, transformar dores em alegrias são privilégios humanos. Que capacidade infinda de dar e de receber afeto, de sorrir, de chorar, de abraçar, de vibrar com o sucesso do outro tem um professor! Que poderes de atar laços humanos, de promover a união e de semear a tolerância tem um professor! Que privilégio ser um professor!

Fonte: revista Profissão Mestre por Gabriel Chalita

Dia do Profissional de Educação Física é celebrado com evento sobre saúde e bem-estar

Fonte: assessoria de imprensa

Hoje, 1º de setembro, é o Dia do Profissional de Educação Física. Cerca de 260 mil brasileiros atuam nesse campo, de acordo com o conselho federal que regulamenta o setor.

Além de serem responsáveis pela preparação física e, consequentemente, mental de atletas e de alunos – desde o ensino infantil até o superior, passando por escolas e por academias voltadas especificamente aos esportes e a atividades correlatas –, eles exercem funções tais como: dirigir tecnicamente equipes desportivas; criar e coordenar associações, atléticas ou grêmios; organizar campeonatos ou programas recreativos; atuar na reabilitação de esportistas; fazer exames biométricos e realizar pesquisas na área. O currículo dos cursos acadêmicos de educação física inclui características das mais diversas modalidades esportivas e conceitos de biologia, de fisiologia, de anatomia, de ortopedia e de psicologia.

Considerando a importância desses e de outros profissionais no campo da saúde e do bem-estar, a International Health, Racquet & Sportsclub Association promove, até 3 de setembro, a 12ª IHRSA/Fitness Brasil, em São Paulo. O evento é o maior do gênero na América Latina e o terceiro em todo o mundo. Ele traz novidades e tendências relacionadas ao segmento, além de encontros para a abordagem de variados temas.

Gabriel Chalita, um dos palestrantes, falará amanhã, dia 2, sobre “um novo conceito na gestão de pessoas e de ideias” – para um grupo formado, basicamente, por proprietários, por gerentes e por coordenadores de academias, de spas, de clubes e de hotéis, por investidores, por empresários e por fabricantes de equipamentos esportivos. A feira, que acontece no Transamérica Expo Center, é aberta ao público, mas nem todas as atrações são gratuitas. As vagas para a palestra de Chalita já estão esgotadas.

Deputado Gabriel Chalita demonstra admiração e respeito pelos judeus

Fonte: site da Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp)

Na manhã desta segunda-feira, o Rabino Michel Schlesinger (CIP) e o Vice-Presidente Executivo da Federação, Ricardo Berkiensztat, foram recebidos pelo Deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), para um encontro de aproximação.

Chalita contou que toda a sua trajetória política é dedicada à causa da educação. Na administração pública, sempre se considerou responsável pela busca de iniciativas que permitissem a construção de soluções permanentes.

Morador do bairro de Higienópolis, o deputado contou que é um grande admirador do judaísmo, principalmente do trabalho feito pelas escolas judaicas.

http://www.fisesp.org.br/site/2011/08/29/deputado-gabriel-chalita-demonstra-admiracao-e-respeito-pelos-judeus/

Frente Parlamentar de Adoção promove seminário

Fonte: assessoria de imprensa

A Frente Parlamentar Mista Intersetorial em Defesa das Políticas de Adoção e da Convivência Familiar e Comunitária, da qual Gabriel Chalita é um dos proponentes e coordenador-geral, promove, hoje, 26 de agosto, o I Seminário de Políticas e Ações Relacionadas à Adoção e Convivência Familiar e Comunitária de Crianças e Adolescentes no Brasil. O evento acontece na Casa Metropolitana do Direito, do Complexo Educacional FMU.

Além de Chalita, participam do seminário os senadores Aécio Neves e Lindberg Farias e os deputados federais Alessandro Molon e Antônio Reguffe (também integrantes da frente), assim como o presidente do Complexo FMU, Edevaldo Alves da Silva, educadores, psicólogos, representantes do Poder Judiciário e do Ministério Público, assistentes sociais, religiosos e estudantes, entre outros. O evento é aberto ao público.

“Hoje, no País, existem cerca de 4 mil crianças e adolescentes aptos a serem adotados, 27 mil em abrigos e outros 80 mil esperando essas vagas”, aponta Chalita. “O seminário é uma excelente oportunidade de ampliar o debate sobre um tema de extrema importância para o País, com a participação de toda a sociedade.”

Ficha técnica

O quê: I Seminário de Políticas e Ações Relacionadas à Adoção e Convivência Familiar e Comunitária de Crianças e Adolescentes no Brasil.

Quando: hoje, 26/8/2011, a partir das 9h (abertura).

Onde: Casa Metropolitana do Direito do Complexo Educacional FMU – Avenida da Liberdade, 749, São Paulo, SP (estação São Joaquim do Metrô).

Chalita lança livro na Bienal do Rio

Fonte: assessoria de imprensa

No dia 3 de setembro, das 18 às 20 horas, Gabriel Chalita fará o lançamento de sua mais nova obra, O pequeno filósofo, na XV Bienal do Livro do Rio de Janeiro. O evento acontecerá no centro de convenções Riocentro, localizado na Avenida Salvador Allende, 655, Barra da Tijuca.

O pequeno filósofo apresenta ao leitor uma reflexão sobre os assuntos mais complexos, revestidos de uma linguagem acessível. O livro é quase todo constituído de diálogos entre dois personagens: o protagonista e o narrador. Pouco se diz a respeito deste. Ao longo do texto é que o narrador se revela, aos poucos, timidamente.

Toda a história transcorre em clima onírico – sem tempo nem lugar definidos, como se tudo fosse mantido fora de foco, para dar destaque ao embate de ideias provocado pelo pequeno filósofo.

A obra é um lançamento da Editora Globo.

Um exercício de coragem

Aristóteles dizia que “a coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras”. A coragem também foi tema de Platão, seu mestre. No “Mito da Caverna”, o filósofo ensina que sair da caverna e enfrentar a vida não é simples. É, inclusive, incômodo, para quem nunca viu a luz, deparar-se com ela. A vida na caverna parece mais confortável, sem grandes mudanças de temperatura, sem feras que possam devorar, sem novidades. Entretanto, na caverna, vive-se das sombras. Quem quer viver, de fato, tem de enfrentar os riscos que a vida real oferece.

A política é um espaço propício para correr riscos. Tenho incentivado meus alunos e meus amigos a participarem mais ativamente da política. Há aqueles que oferecem como resposta os riscos da exposição pública, das injustiças, dos adversários imundos que atuam no subsolo. Há outros que fazem o discurso da desconfiança desse espaço para qualquer transformação real da sociedade. São descrentes da política porque consideram que “o poder corrompe o homem”.

Evidentemente, é mais fácil ficar em “casa”. O conforto é ainda maior do que o da “caverna”. E é preciso respeitar quem, assim, decide. Mas não custa insistir. Se fazemos coro àqueles que acreditam na política como “arte e ciência do bem comum” (também de Aristóteles), se somos capazes de ver que uma parcela dos políticos opta pela corrupção, pelo egóico exercício do poder, precisamos trazer novas vozes.

Conheço muitos políticos corretos. A mídia divulga mais os que nos envergonham. E isso não é uma crítica. Não se fala dos aviões que não caem. Anuncia-se o que caiu. Um político honesto é um avião que voa e chega ao seu destino. E há muitos que são assim. Há prefeitos por este Brasil afora que conseguiram mudar a história da sua cidade sem negligenciar os valores preconizados na lei e na ética. Há governos capazes de unir competência e sensibilidade. Há parlamentares que, imbuídos dos melhores sentimentos, trabalham com entusiasmo, honrando o voto e a confiança que receberam.

Os corretos, muitas vezes, são vítimas de injustiça, são misturados com os que não têm as mesmas intenções. Mas, com o exercício da coragem, prosseguem. É melhor isso a permanecer na caverna.

Que novas lideranças saiam da caverna. O exercício da crítica torna-se mais eficaz quando os que criticam resolvem participar e, participando, dão esperanças à política, ou melhor, à Política.

Fonte: site Brasil 247 por Gabriel Chalita

Chalita participa de evento da ABRO

Fonte: assessoria de imprensa

No dia 17 de agosto, Gabriel Chalita participou, como palestrante, da 5ª Conferência Anual da Associação Brasileira de Empresas com Rotativa Offset (ABRO). Realizado em São Paulo, o evento teve como tema principal “Oportunidades em um país emergente”.

Em sua palestra, o professor, escritor e deputado federal falou sobre “O significado da educação no mercado gráfico”.

Confira as fotos do evento no site www.flickr.com/imprensa_chalita

A leitura: prazeroso navegar

É impressionante como o mar e a leitura estão ligados de forma indelével há milhares de anos. O escritor argentino Jorge Luis Borges – amante inveterado dos livros – dizia uma frase que sintetiza bem esse conceito: “Toda a literatura declina de Homero”. A afirmação impactante do autor de Ficções expõe a importância do poeta grego, cujas obras Ilíada e Odisséia podem ser consideradas verdadeiros marcos da literatura ocidental.

Ambos são belíssimos, mas, em Odisséia, Homero criou uma das mais belas e instigantes histórias já escritas, na qual o mar exerce um papel fundamental no desenvolvimento de seu enredo. Afinal, o que seria de Ulisses (ou Odisseu) sem o mar como pano de fundo para suas aventuras?

Da mesma forma, Luís de Camões e Fernando Pessoa – para citar apenas dois ícones da literatura de língua portuguesa – muitas vezes fizeram uso da pena para versificar sobre o mar, sobre sua grandiosidade, sobre sua imponência, sobre sua beleza e sobre sua relevância crucial para o progresso da civilização (grandes descobrimentos, novas rotas de navegação, possibilidade de expansão econômica e comercial etc.). Por meio da História e da Literatura, percebemos que o mar sempre foi palco de grandes aventuras, conquistas, e de numerosos feitos heroicos da humanidade.

Esse mesmo sentimento de descoberta, de desbravamento e de heroísmo presente no espírito dos grandes navegadores também se apodera de todos os personagens reais da vida quando se envolvem, se entregam e se deixam levar pela fascinante viagem proporcionada pela leitura. Quando nos tornamos leitores e passamos a apreciar e a valorizar devidamente essa condição, percebemos quão maravilhoso é poder desvendar o universo e cruzar suas fronteiras de forma ilimitada. Em outras palavras, ler é singrar os mares em direção à esplêndida aventura do conhecimento e do aprendizado. Temos, nos livros, uma espécie de bússola, que nos orienta – piratas e vikings curiosos e sedentos de experiências diversas – na direção exata de um tesouro singular: o saber. Passaporte imprescindível para quem deseja realizar a verdadeira viagem da vida. Neste novo tempo, em que o verbo “navegar” ganhou conotações cibernéticas devido às novas ferramentas tecnológicas que nos auxiliam na busca contínua do entretenimento e da informação (leia-se internet), é preciso deixar claro: nada substitui o prazer e os ganhos proporcionados pela leitura de um bom livro. Sem uma sólida formação cultural, acabamos por subutilizar tanto a rede mundial de computadores como todas as demais criações tecnológicas, recebendo suas informações de forma fragmentada e descontextualizada.

A leitura nos fornece as condições necessárias para ampliarmos nossos horizontes ao infinito. Aumentamos nossa capacidade crítica, nosso poder de argumentação, de discernimento, de persuasão. Adquirimos a força, a coragem, o entusiasmo, o dinamismo e o espírito adequados para enfrentar as grandes tempestades, as turbulências e os desafios da jornada. Os livros nos credenciam para empreendermos com sucesso as expedições mais variadas, traçando o rumo de nosso próprio destino com talento, com sabedoria e com confiança.

Em seu poema O Livro e a América, o escritor brasileiro Castro Alves mescla com maestria a relação metafórica mais do que pertinente entre o livro e o mar. Uma visão magistral, que, certamente, irá nos inspirar para que prossigamos esta reflexão que apenas iniciamos: “Oh! Bendito o que semeia/Livros… livros à mão cheia…/E manda o povo pensar!/O livro caindo n’alma/É gérmen – que faz a palma,/ É chuva – que faz o mar”.

Fonte: revista Profissão Mestre por Gabriel Chalita

Felicidade

O mais novo livro de Gabriel Chalita traz frases sobre “Felicidade”, com toda a ampla gama de conceitos que esse tema apresenta. De experiências filosóficas a práticas cotidianas, o autor inspirou-se em diferentes situações para a criação dos textos, que provocam, que inspiram, que incentivam a reflexão e – por que não? – a mudança.

A obra apresenta, ainda, uma moderna e cuidadosa produção gráfica, na mesma linha da dos títulos “Amor” e “Gentileza”.

Editora Planeta, 2011.