3Dezembro |
|
Por Gabriel Chalita
“Fim” pode ser finalidade, objetivo, intenção. Nesse sentido, o “fim” da corrupção é o enriquecimento ilícito e o exercício do poder sem compromisso com a ética. E esse “fim” faz com que a corrupção seja uma praga que corrói o Estado e os cidadãos.
Um dos sintomas mais graves da corrupção é a perda da capacidade de indignação. É o discurso no botequim, na esquina, na escola de que sempre foi assim e assim continuará. Surgem frases de efeito, mas ausentes de dignidade: “fulano rouba, mas faz”. Justificando o injustificável. O correto é fazer e não roubar.
A corrupção retira da criança o cuidado essencial na vida escolar; do idoso, o amparo; do jovem, as perspectivas de uma formação profissional digna. A corrupção retira a casa do sem-teto, o tratamento do esgoto, a melhoria da cidade. É um ralo faminto que absorve o que pertence a todos.
Ao denunciar e punir aqueles que têm na vida esse “fim”, a mídia e os órgãos de controle e fiscalização prestam um relevante serviço à sociedade. Mas é preciso trabalhar por outro fim. O fim como término, encerramento. É preciso encerrar as tristes páginas que maculam nossa história. Os caminhos são dois: um, a educação – educar as pessoas para não negligenciarem os valores corretos; dois, a tecnologia – utilizar as ferramentas informáticas para dar objetividade às relações entre o Estado e os cidadãos. Transparência, clarificação dos processos e procedimentos. É disso que precisamos.
A educação dá resultado a médio e longo prazos. A tecnologia é mais rápida. A educação age na formação da consciência. E a tecnologia como uma consciência externa que amedronta aqueles que não a desenvolveram internamente. O medo da punição também é um remédio eficaz para essa praga.
Por mais difícil que pareça, combater a corrupção é possível e necessário. Como diria Aristóteles: é fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer.
Fonte: Diário de S.Paulo
Na tarde desta terça-feira, 27/11, o deputado Gabriel Chalita (PMDB/SP) votou pela aprovação da Medida Provisória 583. A propositura estabelece o atendimento às populações vítimas de estiagem prolongada em várias cidades brasileiras, especialmente no Nordeste.
Serão destinados 676 milhões de reais em favor do Ministério da Integração Nacional, a serem usados para a aquisição de alimentos, a distribuição de cestas básicas e o abastecimento de água, por meio de carros-pipa, além da construção de pequenos sistemas de abastecimento de água e do restabelecimento de infraestruturas locais avariadas. A medida também prevê recursos para a concessão do Auxílio Emergencial Financeiro, que assistirá famílias atingidas por desastres.
Chalita destacou que o Brasil é uma potência econômica ainda com muita miséria e desigualdade social. Dessa forma, a Medida 583 será essencial para as famílias que sofrem com longos períodos de seca.
Fonte: assessoria de imprensa
29Novembro |
|
No dia 21 de novembro, o deputado federal Gabriel Chalita votou favoravelmente à Proposta de Emenda à Constituição 478/2010, que reconhece e amplia os direitos sociais dos trabalhadores domésticos.
A proposta estabelece que os empregados domésticos tenham direitos comuns com as demais categorias de trabalhadores. Entre esses direitos, estão o pagamento de hora extra, a jornada de 44 horas semanais, o recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o pagamento do adicional por trabalho noturno, seguro-desemprego, salário-família, auxílio-creche e seguro contra acidente de trabalho. O relatório também garante a esses trabalhadores o 13º salário, férias e aviso prévio.
Fonte: assessoria de imprensa
28Novembro |
|
28Novembro |
|
27Novembro |
|
27Novembro |
|
Por Gabriel Chalita
Esse é o lema do Samu de São Paulo. Lá, trabalham mulheres e homens que se dedicam a salvar vidas. Que atendem a população nos momentos mais difíceis. Na dor, na emergência, na vulnerabilidade humana que iguala todos nós, ricos e pobres.
Uma mãe angustiada porque o filho engasgou e não consegue respirar. Um filho desesperado com a parada cardíaca do pai. Um amigo tentando salvar o outro, ferido em um acidente de moto. O colega que vê o outro soterrado. E, assim, problemas humanos vão desafiando os cuidados de cada um dos atendentes do Samu. Ouvi histórias de partos que eles ajudaram a fazer pelo telefone. Recebem cerca de 9 mil ligações por dia.
No Corpo de Bombeiros, as histórias de angústia e de necessidade se repetem. Profissionais absolutamente qualificados tentando amenizar a dor nos incêndios, nos alagamentos e nos desmoronamentos, entre outros. São 15 mil ligações por dia. E ainda há a Política Militar, com 43 mil ligações diárias, atendendo a todos os tipos de chamada. É um ofício nobre, que merece o nosso aplauso.
Todos eles se dedicam a este lema: “Nada é mais importante do que salvar uma vida”.
Ocorre, entretanto, um problema que é reflexo da falta de sensibilidade e de educação. São os trotes, que representam 37% das ligações para o Corpo de Bombeiros; 19%, para a Polícia Militar e 17%, para o Samu.
O que leva alguém a prejudicar o trabalho de salvar vidas?
É preciso conscientizar as pessoas do significado desses profissionais e desses serviços. É esse o caminho para o exercício da cidadania, que se resume em um valor: respeito!
Fonte: Diário de S.Paulo
