Fonte: assessoria de imprensa

A Canção Nova, comunidade ligada à Renovação Carismática Católica, completou 33 anos no dia 2 de fevereiro. E, para homenageá-la, o Congresso Nacional realizou ontem, 27 de setembro, às 14 horas, uma sessão solene, no Plenário do Senado.

Gabriel Chalita, membro da Canção Nova e deputado federal, compôs a mesa principal da Casa, ao lado do cofundador da comunidade e presidente da Fundação João Paulo II – mantenedora do Sistema Canção Nova de Comunicação e de projetos do movimento –, Wellington Silva Jardim (o “Eto”); da cofundadora da Canção Nova e vice-presidente da Associação Privada Internacional de Fiéis, Luzia Santiago; e do vigário-geral da Arquidiocese de Brasília, Padre George Tajra. Chalita entregou, ainda, uma placa comemorativa direcionada ao Monsenhor Jonas Abib, principal nome do movimento.

“Estou no Senado em uma justa homenagem à Comunidade Canção Nova”, escreveu o deputado em seu perfil no Twitter. “A Canção Nova tem a missão de formar mulheres e homens para um mundo novo”, completou, na mesma rede social.

A sessão especial do Congresso também contou com discursos de senadores de diferentes partidos, além da performance da cantora e missionária Eliana Ribeiro.

Sobre a Canção Nova

A Canção Nova surgiu em 1978, no município de Queluz (SP) – por iniciativa de um grupo de jovens da Igreja, liderados pelo Monsenhor Jonas Abib. Mais tarde, a sede do movimento transferiu-se para Cachoeira Paulista (SP), onde permanece até hoje. Atualmente, além de estar presente em todo o Brasil, a Canção Nova possui membros em outros países da América do Sul e em nações da Europa, da Ásia, da África e da América do Norte.

Iniciativas de cunho educativo, social, cultural e comunitário são oferecidas pelo movimento. A Canção Nova, que também busca evangelizar através dos meios de comunicação, conta com 517 retransmissoras de TV, 28 emissoras de rádio e uma editora. Seu público é formado por cerca de 50 milhões de pessoas.

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