O vereador Gabriel Chalita (PSDB) comentou ontem, dia (1/9), na sessão ordinária da Câmara Municipal de São Paulo, os dados do Índice Geral de Cursos divulgados na véspera pelo Ministério da Educação, com avaliações de instituições de ensino superior em todo o país. De 2 mil universidades, apenas 21 obtiveram nota máxima. Para Chalita, a causa do baixo desempenho das demais está na educação básica.
O IGC, divulgado pela primeira vez no ano pass ado, atribui notas às escolas com base na qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação. De acordo com a pontuação, elas são classificadas em faixas de 1 a 5. “Se nós não trabalharmos a educação de uma forma temática, não conseguiremos resolver o problema. Por isso a idéia do ministro Fernando Haddad é tão importante”, declarou o professor, referindo-se às novas propostas encaminhadas pelo Ministério da Educação ao Congresso Nacional na forma de Projetos de Lei.
Além do aumento de recursos na área, eles focam a melhoria da gestão educacional e a valorização do professor. “Um exemplo errôneo é ver como o idioma inglês é ensinado nas escolas – prosseguiu o vereador –. Tudo começa com o verbo ‘to be’. Ninguém aprende uma língua por meio pelo verbo. E não será a faculdade que fará este milagre”.
No seu entender, o melhor é apostar na valorização do professor. “É preciso valorizar a educação básica e o professor por meio de políticas públicas que pensem essa temática. Ainda existem pessoas, que erroneamente culpam esses profissionais, mas eles são os menos culpados neste processo”, afirmou o professor.
