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Professores inesquecíveis

“Enfim, acabaram as férias”. Foi com essas palavras que minha professora, na escola pública de Cachoeira Paulista, iniciou mais um ano letivo. “Enfim, acabaram as férias”. Só isso já desenharia, em nossos olhares, uma obra de arte acolhedora. Ela gostava de estar ali. Gostava de ser nossa professora. Dizia isso sem apelos, sem exageros. Ela não trabalhava aguardando as férias ou finais de semana ou feriados. Gostava deles, naturalmente. É bom descansar. Bom e necessário. É bom viajar. Mas o melhor é exercer o ofício que se escolheu e que se compreende ser um instrumento para a melhoria do mundo. Ela, definitivamente, gostava de ser professora. E isso faz toda diferença.

As aulas estão começando. Os alunos vão entrando pelas salas e preenchendo, um a um, o mundo de possibilidades que esses espaços abraçam. Há escolas com mais ou menos tecnologia. Com espaços maiores ou menores para práticas esportivas ou culturais. Há escolas modestas e outras abastadas. Há algumas que ficam em grandes cidades e que possuem muitos alunos. Há outras, em cantos menores, com pouca gente. Em todas elas, há um professor. 

 Os espaços precisam ser acolhedores. A boa escola se prepara para receber os alunos. Sabe da importância estética do lugar que se frequenta buscando o novo. Espaços limpos. Frases tocantes. Ditos de entusiasmo na chegada. Como é bom chegar a algum lugar e se saber esperado, querido. Como é bom alguém nos olhar e dizer com palavras ou gestos: “Que bom que você está aqui!”, “Que bom que você existe!”, “Que bom que você me dará trabalho!” – pois foi essa a minha escolha.

Os inícios são fundamentais para o que virá depois. A autoridade do professor vai se construindo a partir do primeiro dia. Do primeiro encontro. Das primeiras atitudes. O aluno precisa se sentir seguro de que há alguém disposto a gastar com ele um pouco da própria vida para que sua vida ganhe mais significado. A atitude do educador haverá de preencher espaços essenciais da vida dos aprendizes.

Lembro-me de que, diretor de escola e iniciante, dei uma palestra aos professores da minha escola. Talvez por insegurança quis mostrar muito conteúdo. Falei de escolas pedagógicas na história e em outros países. Desfilei o que sabia para mostrar que a pouca idade não era um impedimento para que eu estivesse naquela posição. Quando terminei, uma professora mais experiente disse que havia gostado muito do que eu havia dito, mas que gostaria de dar uma modesta contribuição para outras falas. “É preciso dizer aos professores que digam ‘bom dia’, ‘boa tarde’. Que se apresentem com humildade, que prestem atenção aos alunos, que mostrem a eles o quanto é importante  estarem juntos, aprendendo”. Eu agradeci, mas disse que isso eles sabiam, que era óbvio. Ela insistiu: “É preciso dizer o óbvio; as pessoas se esquecem do que sabem ou deveriam saber”. Fiquei pensando na experiência daquela professora. Há algo que vai além dos conteúdos e que é tão ou mais importante do que eles, a atitude de quem educa.

Se revisitarmos o baú de nossas recordações, o baú afetivo do qual apenas nós temos as chaves, encontraremos, certamente, alguns professores. Talvez seja um bom exercício nos perguntarmos a razão de eles estarem ali. O que fizeram para serem professores inesquecíveis. Quais eram as suas atitudes. Essa é uma boa escola para nós que estamos nas salas de aula ensinando. Olharmos para trás e tentarmos compreender as lições do que permanece. Há professores que tropeçam nas tentativas insanas de ensinar passando o máximo de informações possível. Informações, há em toda parte. Professores, não. Os alunos terão caminhos para dirimir dúvidas sobre conteúdos, mas os exemplos dos seus professores só se encontram nos seus professores. Exemplos que ajudam a forjar o caráter, a perseguir o caminho reto, a ter apreço pela ética, pelo respeito, a compreender as diferenças, a exercer a generosidade como um mandamento de vida, a ter sonhos e persegui-los.

Educar para os valores faz toda diferença. Aquela antiga professora me dizia isso. É bom ter um repertório sofisticado, ter conhecimento, ter estudo, ter preparo, mas é melhor ainda ter tudo isso e tocar na alma das pessoas. Com leveza. Com simplicidade. Com um “bom dia” que significa muito, que significa tudo.

“Enfim, acabaram as férias”. Depois dessa frase, ela disse outras na mesma direção. “É uma honra ser professora de vocês. Será um ano muito bom. Vamos aprender juntos. Vocês vão ver como é bom aprender coisas novas. Quero começar contando uma história. Uma história que eu aprendi com uma professora quando tinha a idade de vocês e que eu nunca mais esqueci. A história de um menino que achava que não ia conseguir aprender…”.

Pronto. Já revisitei meu baú de recordações. Já posso entrar na sala de aula e encontrar meus novos alunos. Estou feliz por conhecê-los. Farão parte da minha vida neste novo ano e, certamente, permanecerão…

Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 14/02/2016

Lembra de mim?

Ouço com alguma frequência esta pergunta: “Lembra de mim?”.  Às vezes, lembro. Às vezes, não, como todo mundo. Fico um pouco preocupado em responder que não lembro. Acho deselegante, afinal, a pessoa vem com tanta expectativa que não me parece correto desapontá-la. Mas também não gosto de mentir. Então, fico revirando minha caixa de memórias para tentar identificar o meu interlocutor. Exatamente como na divertida crônica de Luis Fernando Veríssimo: O grande Edgar. Só que, nessa história, a confusão era ainda maior, pois o interpelado não era quem o interpelador pensava que fosse.

De qualquer forma, quando sou surpreendido com a fatal pergunta, costumo sorrir, esperando  que a pessoa diga, naturalmente, de onde nos conhecemos. Algumas me salvam nessas embaraçosas situações, dizendo: “Lembra de mim? Fui seu aluno na PUC!”.  Ufa, fica mais fácil.

Dia desses, um homem me abordou e demorou a dizer de onde nos conhecíamos. Ele falou: “Professor, não tem como o senhor se lembrar de mim. Fui seu aluno no Colégio Friburgo, em Santo Amaro, há mais de 20 anos. Eu era um adolescente e nunca mais me esqueci de suas aulas”. Contou-me algumas histórias que eu contava, lembrou-me de alguns projetos. Fiquei comovido. Disse-me ele que tinha muitos medos e que eu fui significativo em sua transformação.

Sou muito grato por esse ofício de ser professor. Não sei com quantos alunos, em todos esses anos, tive a honra de conviver. Sei do poder que temos quando entramos em uma sala de aula e nos deparamos com mulheres e homens carentes de espaços e de orientação para que protagonizem a própria história. Lembro-me de professores inesquecíveis que me alimentaram de futuro e que me ajudaram a compreender que eu poderia fazer escolhas corretas. Ao final da conversa, agradeci o carinho e disse-lhe que, agora, seria eu a não me esquecer de sua gratidão. Coisas da vida. Como diria Guimarães Rosa, “Mestre não é aquele que ensina, mas quem de repente aprende”.

Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 29/05/2015

Professor Chalita homenageia professores da Estácio de Sá

No mês em que se comemora o dia dos professores, a Universidade Estácio de Sá preparou uma maneira diferente de homenagear e agradecer o empenho de seu corpo docente. Cerca de 8 mil professores da Estácio assistiram, remota ou presencialmente, à palestra de Gabriel Chalita sobre o desenvolvimento de uma nova linguagem na relação professor e aluno.

Após teorizar, com mestres da filosofia e da semiótica, os conceitos que nortearam sua argumentação, Chalita demonstrou como esses fundamentos podem ser aplicados e instigou os professores a repensar suas relações de convívio, dentro e fora da sala de aula: “Quem é o mestre? É aquele que professa a crença na pessoa humana. É aquele que abre as janelas das possibilidades.” Durante todo o encontro, Gabriel Chalita ressaltou a importância do papel do professor que, ao contrário do que muitos pensam, não é apenas um intermediador do conhecimento. É, também, aquele que ajuda a conduzir os sonhos dos alunos, é quem faz com que o outro perceba o que tem de melhor em si mesmo.

Fonte: assessoria de imprensa

 

Alguma delicadeza

Maria Bethânia disse poemas no belíssimo Theatro Net, recém-inaugurado em São Paulo. Aliás, sempre que nasce um novo teatro, é preciso celebrar. Palco em que as emoções da arte inspiram as ações da vida.

Bethânia disse poemas. E cantou. Seu canto é expressão de uma voz a serviço do talento. A menina que, nos anos 60, subiu ao palco do Rio de Janeiro para cantar “Carcará” continua o seu ofício de tocar almas e fazer pensar. Entre poemas de Pessoa, Drummond, Vinicius, Cabral e de Reynaldo Jardim, o autor de “Maria Bethânia Guerreira Guerrilha”, a baiana, a brasileira falou sobre educação. Com os pulmões plenos, bradou que estudou em escola pública e professou que a educação pública brasileira tem jeito. E, mais do que isso, homenageou dignamente os seus professores.

Na plateia, eu aplaudia a cantora que desafia o tempo e continua a surpreender. Falou Bethânia do silêncio e da delicadeza. A poesia pede, ao menos, alguma delicadeza. Em tempos de urgências, parece difícil parar, refletir, ler um poema e se permitir o milagre do entranhamento. É o poema nos preenchendo ou nos esvaziando de acordo com o tempo. E com a necessidade. Alguma delicadeza… será que a vida de tantas agressões e solidões – não a necessária, a que faz refletir, mas a brotada na ausência de terra amorosa – não carece dessa delicadeza? Gestos de cavalheirismo parecem pouco convidativos. Elegâncias com os mais velhos. Cuidado no dizer, consciente do poder perfurador de palavras malditas. Atenção ao outro, que também sou eu, espelho de minha alma, irmão de convivência. 

Não descuidemos dos encontros, os desinteressados, os que colaboram com as nossas emoções mais belas, os que nos elevam ao patamar do que somos. Pessoas, inspiração de Pessoa, o que falou sobre o sino da sua aldeia, sobre uma tarde calma, sobre sua alma, porque tinha delicadeza para ver as delicadezas que a vida nos proporciona. 

Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 24/10/2014

 

Dia do professor

Dia 15 de outubro comemora-se o dia do professor. Professor é quem professa a crença na pessoa humana e quem faz da arte de ensinar o seu ofício. Ensina quem, também, aprende. Ensina quem se permite surpreender com o que o aluno traz em sua história. Ensina quem alimenta de esperança a si mesmo e aos seus.

Há tantos outros adjetivos que poderiam ser utilizados para homenagear o professor. Mas a homenagem de que os professores precisam, realmente, é que a carreira que abraçaram seja valorizada. Não há como melhorar a educação – e é senso comum que ela não vai bem – sem cuidar de quem cuida, incansável e esperançosamente, no dia a dia, de nossos alunos. Valorizar o professor é dar formação inicial e continuada adequadas, é respeitar quem forma as gerações, é dar uma remuneração digna que faça com que essa carreira seja objeto de desejo de crianças e jovens. Hoje, isso não acontece. É triste vermos que nossas crianças e jovens sequer cogitam a profissão de professor. Por que não enxergam o prestígio que deveriam enxergar nessa escolha? Há quem diga que salário não é tudo. Geralmente, quem diz isso é quem tem muito dinheiro e nunca entrou em uma sala de aula. O salário é uma forma de reconhecimento, sim. Por que as carreiras de juiz, de promotor, de delegado federal, entre outras, são tão atrativas e a de professor não? No passado, um professor ganhava como um juiz. O que aconteceu? Chegamos à conclusão de que o professor não é tão importante assim para o país? Quem forma o engenheiro, o médico, o enfermeiro, o artista? Quem ensina o escritor a escrever? Quem abre as janelas das possibilidades e insiste que o futuro existe?

Professores, irmãos meus de ofício, não desanimemos. Nossa escolha é digna, nobre e apaixonante. Continuemos a cuidar de gente com competência e ternura. E com amor.

Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 17/10/2014

Gabriel Chalita ministra palestra para professores e universitários da Bahia

Mais de 600 educadores e estudantes baianos participaram de palestras, de Gabriel Chalita, na Universidade Estácio de Sá, em Salvador. No primeiro encontro, com professores universitários, foi ressaltada a importância do desenvolvimento de uma nova linguagem entre professor e aluno, em que exista espaço para a manifestação da essência e da boa convivência. Durante a apresentação, Chalita falou, também, sobre o papel do professor como intermediador do conhecimento: “O professor não é apenas um facilitador do processo da aprendizagem. O professor é um instigador. Faz com que o aluno revele o seu melhor.”

Em seguida, diante dos estudantes, o futuro passou a ser a temática do encontro. Pautado em conceitos filosóficos e em experiências reais, como a vida de Nelson Mandela, Gabriel Chalita mostrou como a aspiração é parte importante do projeto de vida e de desenvolvimento do ser humano. Seu conceito de “Inteligência Alpha” ou inteligência aspiracional incentivou os alunos a descobrir o que verdadeiramente almejam em suas vidas.

Fonte: assessoria de imprensa 

 

Relação entre família e escola é tema de palestra, de Gabriel Chalita, em Japeri

Gabriel Chalita participou da VII Jornada Pedagógica de Japeri, município do Rio de Janeiro, e conversou com mais de 300 educadores da rede municipal de ensino da região sobre a importância dos professores, da família, da comunidade e da escola na formação dos estudantes.

Educar para a autonomia, para o respeito, para a generosidade é um grande desafio, em meio à sociedade “dos descartáveis”. Durante a palestra, Chalita ressaltou a necessidade de integração desses atores sociais no processo educativo: “A escola tem que ser um espaço de paz. E a participação da família é fundamental. Os pais são os educadores por excelência.” A Jornada Pedagógica conta também com oficinas e atividades culturais e é mais uma iniciativa do município para aprimorar a educação das crianças e dos jovens da região. Fonte: assessoria de imprensa

Família e educação são temas de lançamentos de Gabriel Chalita na Bienal do Livro de São Paulo

Convivência, vínculo, aprendizagem e relações. Assuntos recorrentes tanto no ambiente familiar como em salas de aula, entre pais e filhos ou entre professores e seus alunos, dão o tom para a série de lançamentos de Gabriel Chalita na 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que chegam às livrarias pela Cortez Editora. 

Em “Famílias que educam”, o autor propõe uma reflexão acerca da importância da boa convivência em família, onde o diálogo, o respeito e a amabilidade possam dar lugar aos conflitos de gerações e à violência, seja ela verbal ou física. Um dos exemplos citados na obra é o caso de um dos maiores escritores do século XX, Franz Kafka (1883-1924). A falta de comunicação com seu pai, que não aprovava a vocação literária do filho, resultou em um medo escuso e infindável.

Incentivar as crianças a despertar a curiosidade e a imaginação é um dos caminhos que sempre devem ser considerados pelos mestres da educação. É o que defende Chalita em “Semeadores da esperança”. Dedicado aos eternos e universais educadores brasileiros, o livro aborda a construção da ética, os desafios do conhecimento e os medos e os sonhos contemporâneos de quem dedica a vida ao ensino.

Já em “A escola dos nossos sonhos”, Chalita faz um panorama sobre a transformação da prática pedagógica ao longo da história. O autor lança mão de sua experiência como Secretário da Educação do Estado de São Paulo (2002-2006) para traçar um comparativo entre os métodos educacionais dos tempos do teocentrismo medieval e do antropocentrismo renascentista e as configurações contemporâneas, com programas pedagógicos mais amplos e completos. 

A convivência é assunto que comumente causa discussão em diversas áreas da vida. E não é diferente nas relações entre docentes e alunos. Esta é a temática de “Aprendendo com aprendizes”, livro que completa a série de lançamentos de Gabriel Chalita. Compromisso, partilha, renúncia, diálogo, consenso e respeito mútuo são algumas das considerações apontadas pelo volume para que se estabeleça um ambiente escolar harmonioso. 

Lançamento dos livros: 

Dia: 30 de agosto

Horário: 14h30

Local: Estande da Cortez Editora, na Bienal do Livro de São Paulo 

 

Fonte: Assessoria de imprensa | Cortez Editora

Chalita ressalta a importância da relação professor e aluno em palestra

Gabriel Chalita ministra palestra de encerramento do “VI Fórum Anual de Docentes da Universidade Estácio”, no Rio de Janeiro, para cerca de mil professores, selecionados pela excelência no desenvolvimento de práticas pedagógicas nas salas de aula dessa universidade. Durante o encontro, o professor Chalita ressaltou a importância da criação de uma abordagem, permeada por respeito e pelo diálogo, na relação entre professor e aluno: “O conhecimento é libertador. Ele nasce da inquietação e do diálogo. E cresce com humildade e paciência.”

Além de apresentar iniciativas que ilustram o uso de metodologias para desenvolver consciência social, crítica e cultural nos alunos, Chalita instigou os participantes a refletir sobre a importância do seu papel: “Quem é o mestre? É aquele que professa a crença na pessoa humana e que se torna gerenciador de seus sonhos. É aquele que abre as janelas das possibilidades. É aquele que, ao problematizar, ao instigar, ajuda o aluno a colocar para fora o que tem de melhor”.

Com o objetivo de estimular os professores a pensar de forma mais criativa suas próprias estratégias de ensino, o “VI Fórum Anual de Docentes da Universidade Estácio” contou também com a exposição de projetos institucionais, com a apresentação das melhores práticas pedagógicas da Estácio. 

Fonte: Assessoria de imprensa | 7/8/2014

Os méritos de ser professor

Dentro de quatro a seis anos, cerca de um milhão de educadores vão se aposentar nos Estados Unidos, segundo projeções. O governo americano lançou, em parceria com o sindicato dos professores e outras entidades, a campanha “Make more – Teach” (Faça mais – Ensine). O  objetivo não é apenas preencher as vagas que serão criadas, mas atrair talentos da nova geração. Nos vídeos, a figura do professor é comparada à de presidentes de empresas privadas e à de técnicos de futebol, que assim como ele, precisam de forte capacidade de liderança para conquistar resultados em grupo. Também é enfatizada a forte influência que os mestres exercem sobre os alunos, o que pode fazer deles inesquecíveis, algo mais importante que a fama, segundo a campanha.

No Brasil, o programa “Quero ser professor, quero ser cientista”, lançado em setembro de 2013 pelo governo, também busca atrair estudantes do ensino médio para a carreira. O projeto consiste em envolver alunos em atividades de pesquisa científica e tecnológica, participação que lhes conferirá R$ 150,00 por mês. As bolsas serão oferecidas a partir de fevereiro a estudantes das séries finais do ensino fundamental que tenham premiação em olimpíadas científicas ou participação em programas da Capes.

Fonte: Revista Educação (janeiro/ 2014)