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Padre Rosalvino, um construtor de sonhos

Padre Rosalvino celebra 50 anos de vida religiosa e 40 anos de sacerdócio. Sua missão é cuidar de gente. Gente de todas as idades. Gente que enfrenta os mais diversos problemas. Sua obra “Dom Bosco”, de Itaquera, é um marco, um sinal de esperança para a Zona Leste de São Paulo. 

Padre Rosalvino sabe do significado da palavra “cuidar”. Talvez ele tenha bebido na mesma fonte de Quintana que poetizava: “O segredo é não correr atrás das borboletas… É cuidar do jardim para que elas venham até você”. 

No andar decidido por suas obras sociais, ele fala, ouve, ensina, aprende, faz-se presente. Nas oficinas profissionalizantes – são muitas e fazem um lindo trabalho –, ele anima pessoas de todas as idades que voltam a sonhar com dias melhores. Na escola de samba, ele se aproxima do ritmo do coração dos que dançam e pulam em busca da alegria. Cuida também dos que caíram, dos que cometeram atos infracionais. Olha com olhar de pai e abre as janelas do futuro para eles. Conversa com as famílias. Orienta. Reza. Todos os anos, organiza uma peregrinação para Aparecida. Vai à casa da Mãe para agradecer. Agradece pelas dores, pelos problemas, pelas lágrimas e agradece pela força que o faz continuar e trabalhar cada vez mais.

Padre Rosalvino é um menino. Um menino salesiano que sorveu de Dom Bosco o amor pelos jovens e a certeza de que nenhum jovem está perdido. É preciso que seja amado, que se sinta amado. É preciso que tenha possibilidades. Que tenha a consciência de que há vida mesmo depois da queda. 

Presenciei muitas cenas marcantes desse homem de Deus tocando na alma das pessoas. É bom conviver com ele. Reanima a nossa crença de que o bem vale a pena. Em um mundo assolado pela perversidade, pelo egoísmo, pela disputa doentia de poder, quem se dedica a “cuidar do jardim” para atrair os que se perderam, ou os que ainda não se encontraram, merece reconhecimento. 

Que sua história sirva de referencial aos outros para que não tenham nem medo nem preguiça de conjugar o verbo amar.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 1/11/2013

Gabriel Chalita participa da Jornada Mundial de Direitos Humanos

Gabriel Chalita participou, no dia 16 de setembro, da Jornada Mundial de Direitos Humanos, promovida pela Escola Paulista de Magistratura e pelo Grupo do Capitalismo Humanista da PUC. Juntamente com juristas e outros professores, Chalita ressaltou a importância de assegurar os direitos humanos no período da infância e da juventude: “Uma criança consumida pela ausência de possibilidades é um crime contra a dignidade humana.”

Durante o debate, os mais abrangentes aspectos da proteção aos direitos humanos também foram discutidos. Esse encontro marcou mais uma data importante para a Jornada Mundial de Direitos Humanos, que começou em 6 de agosto, dia em que Hiroshima foi atacada por bombas nucleares, e termina em 10 de dezembro, aniversário da Declaração dos Direitos Humanos.

Fonte: assessoria de imprensa | Data: 17/9/2013