Alice é uma mulher feita, dois filhos, faculdade concluída, emprego e sorriso no rosto. Encontrei Alice após uma palestra que ministrei sobre “Direitos humanos – infância e juventude”. E ela me contou a sua história.
Alice viveu na antiga FEBEM. Foi presa por tráfico. Chegou grávida e sem muita esperança. A mãe mandou avisar que jamais a perdoaria. Alice ficou internada em uma unidade criada especialmente para mulheres grávidas, com berçário e tudo. Ali, resolveu estudar e participou de um projeto que coordenei quando era secretário, que dava emprego e bolsa de estudos para jovens egressos da FEBEM.
Demorou um tempo para reconquistar a mãe. Contou-me de sua emoção quando a viu em sua formatura. O pai da criança, o que fazia com que ela levasse droga, acabou assassinado. Mas Alice casou-se com um rapaz que conheceu na faculdade. Tiveram um filho. E ele cuida do primeiro filho de Alice como se fosse seu. Os dois trabalham. E os dois sabem a importância do exemplo para formar filhos saudáveis, equilibrados.
Cada vez que vejo uma história de superação, fico mais convicto de que precisamos cuidar de verdade das crianças e adolescentes. Prevenir é mais fácil e mais barato do que remediar. Daí a importância de investir em uma educação de qualidade que, como diz o artigo 205 da CF, forme a pessoa, o cidadão e prepare para o mercado de trabalho. Mas, nas vidas errantes, precisamos dar uma segunda chance. E essa segunda chance depende da perspectiva que oferecemos a esses jovens. Se, ao sair da Fundação Casa, o adolescente não tiver nenhuma oportunidade, as chances de ele voltar à rota da criminalidade serão muito maiores.
Esse é um tema que diz respeito a toda sociedade. Precisamos de caminhos mais eficazes para o mal que assola nossa sociedade – violência não se combate com violência, mas com inteligência. No país das maravilhas, Alice dizia, “a única forma de chegar ao impossível é acreditar que é possível”. Que a nova vida de Alice seja um exemplo a tantos outros que, por alguma razão, caíram, mas gostariam de se levantar.
Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 20/9/2013

Os parlamentares da Comissão de Educação, presidida pelo deputado Gabriel Chalita, aprovaram um projeto que altera a Lei de Diretrizes e Bases (LBD) e cria um regime escolar especial a alunos em tratamento médico ou sem condições de saúde para frequentar as aulas, bem como a mães que ainda estão amamentando.
Neste livro, você encontra histórias de vida e histórias para a vida toda. É um livro destinado ao sagrado encontro entre pessoas que se amam. Pais contadores de história. Professores contadores de história. Amigos cheios de disposição para aprender e ensinar.
O deputado federal Gabriel Chalita foi eleito presidente da Comissão Especial que vai analisar a Proposta de Emenda à Constituição 290/2013, que altera e adiciona dispositivos na Constituição Federal para atualizar o tratamento das atividades de ciência, tecnologia e inovação.
A Assessoria do Deputado Gabriel Chalita informa que o parlamentar estava presente na capital federal em 28.08.2013, tendo presidido a reunião ordinária da Comissão de Educação, participado da aprovação, no plenário da Câmara dos Deputados Federais, da Medida Provisória que aprova crédito extraordinário para o FIES (Fundo de Financiamento Estudantil), bem como compareceu ao Ministério da Educação para reunião com o Secretário Executivo e os líderes estudantis da Universidade Gama Filho (RJ), para discussão da situação de greve em que se encontra aquela instituição. Informa ainda que o Deputado precisou retornar, inesperadamente, a São Paulo por volta das 18 horas, em razão de problemas de saúde na família, conforme já explicado ao jornal “O Estado de S. Paulo” (edição de 30.08.2013). O Deputado reafirma sua defesa do voto aberto, bem como informa que seguramente teria votado pela cassação se estivesse presente.
A Comissão de Educação, presidida pelo deputado Gabriel Chalita, escolheu esta semana os vencedores da edição 2013 do Prêmio Darcy Ribeiro de Educação. A premiação, concedida anualmente desde 2000, reconhece três pessoas ou entidades cujos trabalhos tenham destaque na defesa e na promoção da educação no Brasil. Este ano, os parlamentares premiaram o trabalho das seguintes instituições: Fundação Lemann (São Paulo/SP), Instituto Padre Vilson Groh (Florianópolis/SC) e Instituto Plena Cidadania – Plenu (Sorocaba/SP). A originalidade das ações dessas entidades é um exemplo para a educação no país.
Nesta semana, os deputados da Comissão de Educação, presidida por Gabriel Chalita, aprovaram dois projetos de lei. O primeiro dispõe sobre a garantia de cursos profissionalizantes e de estágios a adolescentes residentes em orfanatos e/ou abrigos. Já a outra propositura trata da divulgação dos resultados dos processos seletivos de acesso a cursos superiores de graduação.