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Gabriel Chalita participa de solenidade de posse dos conselheiros do Conselho Consultivo Interinstitucional do TJSP

Com a presença do presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, do governador Geraldo Alckmin, do deputado federal Gabriel Chalita, que representou a Câmara dos Deputados, de diversas autoridades, renomados juristas e integrantes da sociedade civil, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador José Renato Nalini, deu posse aos integrantes do Conselho Consultivo Interinstitucional (CCI) da Corte, em solenidade que aconteceu no Palácio da Justiça.

O CCI, criado em março deste ano por ato pioneiro da atual gestão da Presidência do TJSP, tem a missão de implantar um novo patamar de interação com a sociedade: uma verdadeira “democracia participativa”. Seus integrantes, representantes de diversas instituições ligadas aos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo e da sociedade civil, opinarão sobre temas de impacto institucional e social. Na primeira pauta estão três assuntos: Judiciário sustentável, alternativas de obtenção de novos recursos e valorização da primeira instância, este último indicado pela população por mensagens via redes sociais.

“Os conselheiros são vitoriosos. Venceram em suas atividades, são referências brasileiras em seus setores. Aqui se reúne um PIB de inteligência muito superior àquele com que sonhamos para o Brasil. A missão do erudito é restituir à sociedade o que ela fez por ele. O mais qualificado é também consciente disso e se torna um empreendedor. Continuará a marcha de aperfeiçoamento das instituições, para reduzir desigualdades e permitir que todos os seres humanos se realizem, fazendo suas potencialidades atingirem a plenitude possível”, disse Nalini ao enaltecer os profissionais que compõem o CCI.

Ao encerrar a cerimônia, o presidente agradeceu a colaboração de todos e informou os três primeiros temas que serão esmiuçados. No prazo de 30 dias, haverá nova reunião do Conselho, dessa vez virtual, para a discussão dos assuntos.

Sobre o CCI

O TJSP, em um esforço de ampliar canais de diálogo entre a Corte e os diversos atores sociais, criou o Conselho Consultivo Interinstitucional. O objetivo do conselho é servir de espaço de comunicação com as organizações responsáveis pela movimentação judiciária. O conselho será presidido pelo presidente do TJSP e composto por outros 25 participantes (entre membros efetivos e suplentes). O mandato terá duração até 31 de dezembro de 2015, e os componentes não serão remunerados pela participação no CCI. As reuniões ordinárias ocorrerão trimestralmente, e as extraordinárias serão convocadas quando o presidente reputar conveniente. 

O CCI já é exemplo para outros estados. Inspirados na iniciativa paulista, advogados mineiros levaram ao presidente do TJMG, desembargador Pedro Bitencourt Marcondes, a proposta para a criação de um Conselho Consultivo Interinstitucional na instituição. A proposta será estudada pelos integrantes da Corte.

Fonte: assessoria de imprensa TJSP | texto adaptado do site http://www.tjsp.jus.br/

Gabriel Chalita fala sobre escolhas e aspirações no 66º Encoge

Gabriel Chalita participou do 66º Encoge (Encontro do Colégio Permanente de Corregedores dos Tribunais de Justiça do Brasil), em São Paulo, encerrando o segundo dia de reunião com a palestra “Desejos, escolhas e aspirações na justiça”. Sob perspectiva aristotélica, Chalita falou sobre a importância do julgador na sociedade e ressaltou que é preciso conhecer o ser humano para que esse julgamento possa ser realmente justo. E completou: “Dentro da dimensão aristotélica, não se pode aspirar ser um juiz, mas, sim, ser um juiz justo. Pode-se aspirar fazer justiça. Quando isso ocorre, a função de juiz, já alcançada, ganha sua dimensão plena.”

O Encoge ocorre anualmente e tem como objetivo promover o intercâmbio de experiências positivas entre as corregedorias do país, para que haja o aperfeiçoamento e a melhoria da prestação dos serviços judiciais e extrajudiciais dos estados e do Distrito Federal. 

Fonte: assessoria de imprensa

Uma visita inesperada

O calvário existe. Cada um sabe o peso da sua cruz. O sofrimento e a esperança nos moldam. O sofrimento chegou para a família de Eduardo Campos. Sim, porque além de um político respeitado em todo o país, além de um homem que governou seu estado com brilhantismo e que anunciava um futuro feliz, Eduardo era filho, era esposo, era pai. Cinco filhos. O país lamenta a prematura partida do estadista. A família chora seu amado. As famílias, das outras vítimas, igualmente choram.

A morte é uma visita inesperada. Alguns não compreendem. Minutos depois do anúncio da partida, já falavam em sucessão, em outra candidatura. Mesquinho poder. Passa uma impressão estranha do quanto somos descartáveis no jogo de interesses. O luto existe. O respeito também. Olhar a morte nos ajuda a enxergar a vida. A consciência da finitude nos aproxima do que de fato somos. Consciência de todos. Igualamo-nos ao saber que seremos visitados por ela. Alguns mais jovens; outros, mais idosos. Alguns ainda na infância como nas tristes cenas das guerras tantas. A morte sempre vem. Quem se alimenta de fé tem outra perspectiva. É como o inverno nos países frios que, aparentemente, destrói as folhagens. Parecem mortas as árvores. Apenas parecem. Elas renascem exuberantes na primavera. A eternidade é a primavera da alma. E, aí, surge a esperança. A esperança do reencontro e, ao mesmo tempo, a esperança de viver melhor o que nos resta. Deixar de lado as complicações. Brigando menos. Desperdiçando pouco os encontros que nos acalentam. No dia dos pais, Eduardo celebrou a vida com seus filhos. É essa a lembrança, no meio da dor, que há de alimentar a esperança.

Depois do calvário, vem a Páscoa. Para os judeus, é a passagem da escravidão para a libertação; para os cristãos, a passagem da morte para a vida. A fé não expulsa a dor, ela fica, ela nos frequenta, mas depois vai. E ficamos nós tentando manter acesa a chama do que de bom aprendemos.

Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 15/08/2014

Chalita ressalta a importância da relação professor e aluno em palestra

Gabriel Chalita ministra palestra de encerramento do “VI Fórum Anual de Docentes da Universidade Estácio”, no Rio de Janeiro, para cerca de mil professores, selecionados pela excelência no desenvolvimento de práticas pedagógicas nas salas de aula dessa universidade. Durante o encontro, o professor Chalita ressaltou a importância da criação de uma abordagem, permeada por respeito e pelo diálogo, na relação entre professor e aluno: “O conhecimento é libertador. Ele nasce da inquietação e do diálogo. E cresce com humildade e paciência.”

Além de apresentar iniciativas que ilustram o uso de metodologias para desenvolver consciência social, crítica e cultural nos alunos, Chalita instigou os participantes a refletir sobre a importância do seu papel: “Quem é o mestre? É aquele que professa a crença na pessoa humana e que se torna gerenciador de seus sonhos. É aquele que abre as janelas das possibilidades. É aquele que, ao problematizar, ao instigar, ajuda o aluno a colocar para fora o que tem de melhor”.

Com o objetivo de estimular os professores a pensar de forma mais criativa suas próprias estratégias de ensino, o “VI Fórum Anual de Docentes da Universidade Estácio” contou também com a exposição de projetos institucionais, com a apresentação das melhores práticas pedagógicas da Estácio. 

Fonte: Assessoria de imprensa | 7/8/2014

E a guerra continua

É inexplicável o que está acontecendo na faixa da Gaza. Inexplicável! Toda justificativa dada só mostra uma coisa: o fracasso das relações humanas. As cenas das crianças mortas são horrendas. Com elas, morre o futuro, a esperança, a possibilidade de um novo tempo. Tempo difícil este. As crianças que não morrem são ensinadas a odiar. Odeiam quem não conhecem. Odeiam por fazerem parte de outro povo, de outra religião, de uma gente que mata a sua gente.

A faixa de Gaza é uma estreita faixa de terra localizada no Oriente Médio, fronteira com Egito e Israel. Grande parte de sua população é formada por palestinos que ali se refugiaram após a guerra árabe-israelense de 1948. Quantas tentativas de paz, quantos tratados assinados, quanta oração – aliás, os que matam se dizem religiosos. E colocam Deus para justificar essas atrocidades. Religião é religação, o que fazem é um desligamento. Por trás do discurso religioso, há outros interesses. Interesses econômicos são legítimos, desde que obedeçam minimamente à ética das relações humanas. Quando lemos sobre atrocidades cometidas em tantos momentos da história, perguntamos: como tratavam a mulher dessa maneira? Como faziam isso com os negros? E com os índios? Quanta crueldade naquelas arenas de violência. O triste é que parece que não evoluímos. O que estamos assistindo é tão feio, tão perverso, tão medonho como naquele tempo em que se jogavam cristãos nas arenas para serem comidos por animais. Os animais estavam famintos, por isso atacavam.

Que fome têm os animais racionais de hoje? Que valor orienta suas ações? É de causar tristeza e indignação. Falo das crianças sem futuro, mas também da horrível cena de mulheres e homens com vidas findadas pelo ódio e pela ganância de alguns líderes. Líderes? Líderes verdadeiros não agem assim. O nosso poder é apenas o da indignação, o da tristeza, o da oração. Que Deus, tão usado por aqueles que odeiam, nos inspire a amar. É essa a nossa redenção.

Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 01/08/2014

Shakespeare, Juca, Lear

Que Shakespeare é um genial leitor da alma humana, capaz de transformar em textos intrigas, dramas – vícios e virtudes do ser humano –, ninguém duvida. Que Juca de Oliveira é um mestre dos palcos e das telas, um ator que se reinventa a cada personagem para cumprir o compromisso com a essência de sua vida – ser operário da arte – é mais do que sabido.

E Lear, o Rei? Texto desafiador. Parece que foi escrito ontem. Trata de temas que nos incomodam hoje. Uma luta em que os vícios da vaidade, da ingratidão, do egoísmo parecem suplantar a virtude da sabedoria. Mas talvez o intento de Shakespeare seja exatamente o oposto. Mostrar o quanto erramos quando “envelhecemos sem ficarmos sábios”. O Rei comunica às três filhas que quer se aposentar. E que vai dividir o poderoso reino entre elas; para isso, quer ouvir as melhores declarações de reconhecimento de sua grandeza. Quer alimentar sua vaidade. Duas filhas fazem o jogo do pai e o engordam de elogios. A mais nova, a sincera, a que o amava de verdade não aceita fazer parte da trama. O pai, furioso, a renega e a expulsa. Divide o reino apenas com as duas que, depois de terem o poder, se cansam do velho pai. É a filha mais nova que vem salvá-lo. Assim segue a história. E Juca opta pela esperança no desenlace da trama.

A vaidade é um vício que emburrece. Perdemos o senso de nós mesmos. Acreditamos no poder que não temos. Permitimos aos aduladores a façanha do engodo. E nos esquecemos da transitoriedade da vida. “Somos pó e ao pó haveremos de voltar”. É esta a arma contra a vaidade: a sabedoria. Aristóteles ensina que o último degrau da sabedoria é a humildade. Virtudes que nos alimentam do que somos, que nos nutrem de felicidade e nos ensinam a viver. No cotidiano das escolhas corretas, no valor aos afetos desinteressados, no exercício nobre do pensar. Ver Juca interpretando vários personagens de Lear, em um monólogo surpreendente, nos comove e nos move. O futuro existe.

Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 25/7/2014

 

Elza e as rosas de Lupicínio

Fui ao show de Elza Soares. Uma guerreira que transformou sofrimento em trabalho e que faz, de sua arte, uma vitória contra o derrotismo. Elza casou-se aos 12 anos. Nascida na favela, sofreu todo tipo de preconceito. Foi mãe aos 13. Perdeu um filho. Teve que doar outro. E perdeu mais um, o de Garrincha – homem a quem amou profundamente, mesmo incompreendida, humilhada por uma sociedade influenciada por dizeres falsos. Persistiu. Nunca renunciou ao amor. Que sentido teria a vida se o fizesse?

Elza canta o amor com o brilhantismo de uma voz afinadíssima, única. No show, canções de Lupicínio. Outro gênio que não renunciou ao amor. Sofreu. E revelou sua dor: “Esses moços, pobres moços/Ah, se soubessem o que eu sei/Não amavam, não passavam/Aquilo que já passei”. Elza fala do dia em que Lupicínio foi vê-la em um show. Elegante, com os olhos fitos nela. “Olhos de paixão”, imaginou. “Olhos de segundas intenções”. Quando ele se aproximou, disse: “rosas para uma rosa”. Elza, na defensiva, respondeu: “não me chamo Rosa e detesto rosas”. Quando ele, sorrindo, identificou-se, Elza, desculpando-se, disse que amava rosas e que tinha apenas medo. Afinal, ferira-se com muitos espinhos em sua vida. Ficaram amigos. O primeiro grande sucesso da cantora foi a música de Lupicínio: “Se acaso você chegasse”.

Ao final do show, lotado, tive a honra de conversar com ela. Uma dama. Saiu de uma cirurgia na coluna, tem dificuldade para andar. Mas, na sua voz, não há espaço para lamúrias ou queixumes. Na sua voz, há arte da melhor qualidade. Na sua voz, há um fluxo de histórias tantas de dor, de saudade, de perdas e de vitórias. Bom conhecer pessoas assim, que nos alimentam de futuro e de autenticidade. É também de Lupícinio a obra-prima com que encerra o show: “Felicidade foi se embora/E a saudade no meu peito ainda mora/E é por isso que eu gosto lá de fora/Porque sei que a falsidade não vigora”. Onde a falsidade vigora é melhor pular fora.

Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 18/7/2014

Viajar com bagagem leve

Dizem que os viajantes mais experientes levam malas menores, mais leves, mais fáceis de serem transportadas. São mais prudentes do que aqueles que levam malas pesadas, que aumentam as dificuldades. É um problema colocá-las no bagageiro ou mesmo andar pela cidade até o local em que se vai hospedar. 

A vida é, também, uma viagem. Igualmente, temos nossas bagagens que vão acumulando com o tempo.

Algumas pessoas acumulam tanto peso que vivem perturbadas. E, acostumadas com a perturbação, não conseguem se livrar. Não conseguem mais se lembrar do que é viver com leveza, com liberdade.

Há acúmulos materiais. Pessoas que não conseguem doar roupas, livros, CDs, móveis etc. E, como não param de comprar, suas casas ficam abarrotadas do que não usam, do que não necessitam. Em tempos de campanha do agasalho, faz muito bem experimentar a generosidade e ajudar quem precisa.

Há outras bagagens que pesam a nossa existência, com as quais, infelizmente, nos acostumamos e não conseguimos nos livrar. O peso do ódio, do espírito de vingança, da mesquinhez, da arrogância, da ausência de compaixão. O amor não correspondido. A traição. Os malfeitos que nos fizeram. Atos que, evidentemente, nos despertaram tristeza e dor. Mas há o tempo da dor, e o tempo de, dela, libertar-se. Há o tempo da tristeza e o da superação. E a viagem precisa seguir seu curso.

Acumular esses mesquinhos sentimentos é fazer com que nossa trajetória seja pesada, é correr o risco de não ter forças para prosseguir com dignidade, é cair com facilidade. Assim como acontece com as malas de viagem, as exageradas.

Acumular o que não se usa requer mais espaço e mais trabalho, além de gerar mais problemas. E é desnecessário. Acumular sentimentos menores é ainda pior. É fazer com que nossa vocação para a liberdade, para a leveza, seja comprometida com estranhamentos de ontem. Vivamos o hoje com os olhos para o amanhã. E com pouca bagagem. Ou melhor, com a bagagem essencial.

 

Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 27/6/2014

A cultura do encontro

Desde que o mundo conheceu o novo papa, somos todos – católicos ou não – surpreendidos por sua sabedoria e simplicidade. Francisco é um homem de palavras exatas. De reflexões singelas e provocativas. Ocupa-se, incansavelmente, de nos atentar para as evidências que, na velocidade da vida moderna, deixamos de enxergar, de ponderar.

Em sua rede social, com 14 milhões de seguidores, o papa nos chama para o cuidado com os idosos: “Às vezes descartamos os idosos, mas eles são um tesouro precioso: descartá-los, para além de ser injusto, é uma perda irreparável”. Alerta-nos contra a cultura do descartável. Da injustiça. Convoca-nos, enfim, à missão de paz e bem. “Fazei-me instrumento de Vossa paz”, como disse o outro Francisco, o santo de Assis. O revolucionário do Amor.

Apenas o amor pelo próximo nos faz enxergar a face de Deus. Descartar nosso irmão é desconhecer nossa essência. Somos carentes uns dos outros. Em qualquer idade. No caso dos idosos, há uma razão a mais: é desperdício não aprender com sua sabedoria e experiência. Os idosos, assim como os jovens, constroem a sociedade, sustentam-na, alimentam-na em sua fonte de conhecimento, de histórias, de continuidade da família, de vir-a-ser. Edifiquemos a cultura da inclusão, do encontro, do acolhimento.

Pesquisas revelam que a população mundial vem envelhecendo, e a pirâmide etária, antes triangular, tende a se transformar. As pessoas estão vivendo cada vez mais. Além disso, nota-se uma participação mais ativa dos idosos, seja na continuidade do trabalho ou do estudo, seja na contribuição orçamentária às famílias. É evidente a importância da mudança do estereótipo do idoso e de sua inclusão.

Sigamos os exemplos da milenaridade das culturas que respeitam e dedicam a seus idosos posição de destaque no tecido social; amemos os que se empenharam em construir o que somos. Continuemos. Juntos. Sem descartar ninguém.

Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 20/6/2014

Chalita ministra aula inaugural para futuros integrantes da Guarda Civil Metropolitana

Os novos alunos do curso de formação da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo (GCM), oferecido pelo Centro de Formação em Segurança Urbana, assistiram, em sua aula inaugural, à palestra do professor Gabriel Chalita sobre “Inteligência Alpha”. Após uma abordagem repleta de referências filosóficas e experiências práticas, em que ressaltou a importância da proteção comunitária e preventiva, Chalita encerrou: “É uma honra conversar com mulheres e homens que cuidam de nossa gente”.

Esse curso de formação da Guarda Civil tem como missão capacitar e promover o aprimoramento de seus integrantes. Os novos alunos da GCM contarão, ao todo, com 600 horas de aulas presenciais e, quando formados, serão comandados pela inspetora Lindamir Magalhães Carneiro de Almeida, sob a supervisão do secretário de Segurança Urbana da Cidade de São Paulo, Dr. Roberto Porto.

Fonte: Assessoria de Imprensa | 13/6