Obras

Mulheres que mudaram o mundo

Gabriel Chalita apresenta-nos a trajetória de mulheres que, pelo simples fato de terem existido, alteraram os rumos da história.

O autor escolheu-as não por serem as melhores do mundo, mas pelo que têm em comum: uma força que não permitia que desistissem, mesmo diante das dificuldades mais atrozes; uma força chamada amor.

Chalita reverencia essas mulheres, que venceram preconceitos, ultrapassaram barreiras e superaram limites impostos pela própria condição ou pela sociedade de sua época. Mulheres que servem de exemplo não só para as outras, mas para todo ser humano que não perdeu a capacidade de sonhar.

Companhia Editora Nacional, 2005.

O poder

A questão do poder, a partir de duas obras do início do capitalismo (“O Príncipe”, de Nicolau Maquiavel, e “Discurso da Servidão Voluntária”, de Etienne de la Boétie), é o mote deste livro.

Ambos os autores, pensadores renascentistas, desmitificam e desmistificam o conceito de poder – o qual não é privilégio dos deuses e dos demônios, mas dos homens.

Distante de preconceitos, Gabriel Chalita proporciona uma releitura do controvertido trabalho de Maquiavel (e o faz com pertinência), assumindo o desafio de resgatar um pensador por demais estudado. Boétie surge como contraponto – ou, até mesmo, como aparente antítese – ao florentino. Diversos outros autores formam o pano de fundo, por discutirem, em momentos diferentes da história, esse tema imprescindível para os mais diversos campos do conhecimento.

Revista dos Tribunais, 2005.

Seis lições de solidariedade com Lu Alckmin

Um livro sobre família para a família. Amor, generosidade, vida. Em singelas conversas, em lembranças essenciais, o leitor navega por mares de sensibilidade e de ternura.

Gabriel Chalita, mais uma vez, traz à reflexão os valores fundamentais que nos conduzem à felicidade. A personagem central é uma grande mulher em meio a tantas heroínas anônimas, que constroem, no dia a dia, um mundo melhor.

Editora Gente, 2005.

Los diez mandamientos de la ética

La ética ocupa un lugar central en las preocupaciones de la humanidad desde, por lo menos, la antigua Grecia, cuna del debate filosófico. El gran Aristóteles fue uno de los primeros en plasmar su esencia en un tratado dirigido a su hijo Nicómaco.

A partir de entonces, la ética se adueñó de un espacio de reflexión que se renueva constantemente al compás de los cambios históricos.

Hoy, Gabriel Chalita actualiza y pone de relieve sus aspectos fundamentales, evadiendo el terreno de la abstracción filosófica para centrarse en situaciones extraídas de la vida cotidiana – hacer el bien, actuar con moderación, saber elegir, practicar las virtudes, vivir la justicia, valerse de la razón y valerse del corazón, ser amigo, cultivar el amor, ser feliz. Cada uno de estos mandamientos debe ser entendido como una invitación a la reflexión sobre uno mismo y, a partir de allí, sobre el mundo y las personas que nos rodean, porque todo lo que hay de más importante en nuestra vida se construye en la convivencia y por medio de ella. En el comienzo y en el fin de ese camino se destacan con nitidez el bien y la felicidad, que constituyen los valores y objetivos fundamentales de nuestra búsqueda.

Editora Aguilar, 2004.

Histórias de professores que ninguém contou

Livro dedicado à memória e à perpetuação de histórias vivenciadas no universo da sala de aula, da escola, dos corredores em que a infância esbarra na juventude… Dos pátios em que as brincadeiras cedem lugar aos primeiros olhares da paixão…

Meninos, meninas, moças e rapazes compartilham esse espaço com os profissionais da educação, personagens sedutores, solidários, dedicados e, sobretudo, altruístas em sua missão quixotesca de propagar conhecimentos, saberes e informações às mentes ávidas pelo novo, pela descoberta.

A obra é composta por histórias vivenciadas por Gabriel Chalita em anos de magistério. O autor contou, ainda, com o auxílio precioso de amigos que, nas conversas do dia a dia, lhe contaram histórias engraçadas, dolorosas, comoventes. Histórias que perfazem, ao fim, a jornada de todo aquele que dedica sua vida ao ensino, à educação, à emoção de ver os olhos dos outros brilhando, envolvidos que estão na recepção de informações que, mais tarde, serão transformadas, absorvidas e multiplicadas, na belíssima alquimia do processo ensino–aprendizado.

Editora Gente, 2004.

Educação – a solução está no afeto

Educar é uma arte. Demanda, além de conhecimentos diversos, um aspecto fundamental, mas muitas vezes esquecido: o afeto. A educação é a única prática que pode definir um futuro mais humano para esta e para as próximas gerações.

Seus filhos ou seus alunos estão crescendo em uma época ímpar, sem precedentes. Como agir? O que é aceitável ou não em termos de comportamento da criança, do adolescente e do jovem? O que eles querem receber do chamado “mundo adulto”?

Editora Gente, 2004.

Pedagogia do amor

Gabriel Chalita oferece aos leitores uma espécie de passaporte, um bilhete para uma viagem no tempo, na medida em que nos convida a revisitar dez grandes histórias da literatura universal.

A obra pretende contribuir para o resgate de valores essenciais à vida em sociedade, tais como ética, amor ao próximo e respeito às diferenças – enfatizando a necessidade de despertarmos, para isso, a criança existente em cada um de nós.

Acontecimentos bíblicos, histórias mitológicas, contos de fadas, novelas de cavalaria e obras da literatura brasileira compõem, entre outros, os textos sobre os quais o autor se debruça, tecendo, em seguida, considerações pertinentes e sensíveis. São narrativas magistrais, com tramas e personagens que, há muito, despertam interesse, curiosidade e as emoções mais diversas – vivamente descritas, com a perspicácia de quem observa os mistérios da alma. Ler as histórias, atentar para seus ensinamentos e explorá-los, da melhor forma possível, com as novas gerações significa contribuir para a construção de um tempo mais justo e fraterno.

Editora Gente, 2003.

Os dez mandamentos da ética

Caminhos seguros para um comportamento ético, para uma vida construída sobre os pilares da nobreza de caráter e do equilíbrio entre a razão e a emoção.

Com um texto fluente e acessível, Gabriel Chalita transita por virtudes e ações que, não por acaso, dão nome aos capítulos do livro: Fazer o bem, Agir com moderação, Saber escolher, Praticar as virtudes, Viver a justiça, Valer-se da razão, Valer-se do coração, Ser amigo, Cultivar o amor e Ser feliz.

O autor fundamenta sua obra numa fonte incontestável: o livro “Ética a Nicômaco”, que o filósofo grego Aristóteles escreveu para seu filho. Com propriedade, Chalita mostra que a ética pode ser definida como a busca da excelência em todas as coisas; um conjunto de valores positivos, que contribui para que tenhamos uma existência mais harmônica e pacífica. Nesse sentido, é um livro essencial, porque colabora, sobremaneira, para a edificação de um novo tempo, de uma sociedade composta por seres humanos muito mais conscientes de seus direitos e deveres, muito mais aptos a compreender a potência e o alcance de suas ações e de seus sentimentos.

Editora Nova Fronteira, 2003.

Ética dos governantes e dos governados

Este livro – lançado no momento em que o País se preparava para eleger seus primeiros vereadores e prefeitos do terceiro milênio – relembra conceitos éticos de administração pública.

Para isso, aborda as ideias de Sócrates, na Grécia antiga; relata a evolução das obrigações e das prerrogativas dos municípios, desde as mais remotas origens do Império Romano até os dias de hoje; discute a autonomia municipal, citando leis e constituições do Brasil, como colônia, império ou república; estabelece um paralelo entre a organização municipal brasileira e a de outros países. Mais que um estudo acadêmico, esta obra apresenta uma visão panorâmica das questões éticas e institucionais dos municípios.

Editora Max Limonad, 1999.