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Professores em Londres

No segundo semestre, 100 professores da rede estadual farão mestrado na London University. Ficam lá dois meses e prosseguem o curso aqui, on line, orientados por mestres ingleses que virão a SP exclusivamente para esse fim.

Critérios para o exame de seleção:

1. graduação em pedagogia;

2. domínio do inglês;

3. dissertação de quatro mil palavras.

Este é o resumo do convênio assinado entre a Secretaria da Educação e a universidade, que Gabriel Chalita anuncia hoje.

Programa amplia bolsas

O Programa Escola da Família, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, aumentou de 25 mil para 30 mil o número de bolsas universitárias. Recorde de público e de realização de atividades (são mais de 82,5 milhões de participantes e 4 milhões de práticas desenvolvidas), o programa oferece, para 2005, 9.476 bolsas que ainda estão em aberto.

Desse total, são 5 mil novas vagas e 4.476 remanescentes da seleção anterior (em função do término de curso dos bolsístas antigos).

A idéia do Programa é de oferecer um espaço de convivência e lazer para a comunidade do entorno escolar, integrando pais, filhos e educadores. Lançado em 2003, o Escola da Família tem por objetivo abrir as portas das escolas estaduais aos finais de semana oferecendo at.ividades culturais, esportivas, qualificação profissional e noções de saúde.

REQUISITOS

Para candidatar-se a uma das bolsas, os interessados devem: ter concluído o ensino médio na rede estadual paulista (onde o aluno deve ter estudado, no mínimo, os tres anos); estar regularmente matriculado em curso de graduação de instituição privada de ensiIno superior (conveniada com o Programa); não estar recebendo nenhum outro benefício para custeio da mensalidade do curso superior; ter interesse e disponibilidade para participar de atividades do Programa, totalizando 16 horas de práticas junto às escolas públicas estaduais do Escola da Família, sempre aos fmais de semana, das 9 às 17 horas.

O processo seletivo leva em conta os seguintes aspectos: renda mensal, despesa fixa mensal, número de residentes na casa e tipo de moradia.

PROGRAMA

Pelo Escola da Família, a Secretaria de Educação paga 50% da mensalidade, até o limite de R$ 267,00, enquanto que a universidade/faculdade parceira cobre o restante. A bolsa oferecida tem renovação semestral. Ao todo, são 313 estabelecimentos de educa ção que fazem parte do projeto. Em contra partida, o bolsista atua aos finais de semana nas escolas estaduais, desenvolvendo atividades e monitorando as oficinas abertas à população da regiao.

O Programa é uma realização da Secretaria de Estado da Educação, em parceria com a Unesco, Instituto Ayrton Sena, Instituto Faça Parte -Brasil Voluntário e mais de 300 instituições de ensino superior conveniadas.

Para realizar as atividades, o Programa conta com educadores profissionais (professores da rede estadual) educadores uni versitários (bolsistas), diretores e vice-diretores de escolas, coordenadores de área e voluntários, totalizando mais de 30 mil em todo o Estado.

INSCRIÇAO

Os interessados em pleitear uma bolsa já podem fazer sua inscrição. Basta acessar o site www.escoladafamilia.sp.gov.br e se cadastrar pelo link “Bolsa-Universidade”, até o dia 16 de janeiro.

O resultado da classifica ção dos candidatos está previsto para sair no dia 26 do mesmo mês. Mais informações sobre a escola mais próxima da sua residência ou sobre o Programa também podem ser obtidas pela Central de Atendimento da Secretaria de Educação, pelo número 0800-7700012.

Começa a inclusão digital

Os professores inscritos para participar do programa de inclusão digital do governo do Estado já podem consultar no site da Secretaria de Educação (www.educacao.sp.gov.br) o período em que devem comparecer à Nossa Caixa para acertar o financiamento de computador.

Os beneficiados vão receber R$ 1.000 de subsídio na compra dos computadores. O restante poderá ser financiado pela Nossa Caixa, com juros de 2% e com as parcelas descontadas no contracheque. O prazo de pagamento é de até 24 meses.

Na primeira fase, encerrada no dia 31 de dezembro, 12.788 pessoas se inscreveram. O objetivo é atender cerca de 50 mil professores neste ano. Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone (0/xx/11) 4586-2160.

Escola da Família comemora

Nem cerca elétrica, nem segurança de plantão, nem cães de guarda. Foi o Programa Escola da Família que ajudou a derrubar em 16% as ocorrências policiais dentro das escolas. Após um ano de vigência do projeto, as invasões caíram 38%, os arrombamentos e roubos foram reduzidos em 31% e as pichações sofreram queda de 7%.

A estatística, elaborada em São Paulo pela Secretaria da Educação, mostra que a abertura das escolas públicas nos fins de semana atingiu o objetivo de manter os estudantes ocupados e longe da criminalidade, além de inibir vandalismo. Criado em 2003, o programa tem por objetivo abrir as portas das 5.306 escolas estaduais aos finais de semana, oferecendo diversas atividades para a comunidade. “Em Bauru, a queda nas ocorrências policiais pode ser maior. O Programa Escola da Família prevê a realização de ações socioeducativas com o intuito de ampliar os horizontes culturais, atraindo jovens e suas famílias para um espaço voltado à prática da cidadania”, reitera Samir Faht, assistente-técnico pedagógico do programa. Inclui, também, atividades de qualificação para o trabalho e formação de multiplicadores para ações preventivas na área da saúde.

De acordo com Samir, 35 mil pessoas já participaram do projeto nas 79 escolas situadas em Bauru e região, coordenadas pela diretoria regional de ensino.

Uma das participantes é Karina Guilherme Gregório, estudante da 7ª série da Escola Estadual Marta Aparecida Barbosa. “As pessoas viam a escola apenas como um lugar para estudar. Era chato. Agora, nós nos encontramos para fazer outras coisas legais”, comenta a garota, que ensaia coreografias para apresentações de street dance.

Já Maycoll Parrela, que cursa a 7ª série na Escola Estadual João Pedro Fernandes, freqüenta o programa para praticar esportes. “Fiz várias amizades. A turma ficou mais unida”, conta a mãe dele, Miriam Lopes, que dá aula de biscuit.

“Todos os programas que promovem o encontro da comunidade dentro e fora da escola contribuem para a integração social e redução na incidência de ocorrências policiais. Não sei de números (estatísticos), mas principalmente no interior, onde a comunidade é mais próxima, o retorno é imediato”, conclui o comandante da 1ª Companhia da Polícia Militar, capitão Benedito Roberto Meira. Mais bolsistas – Em função do sucesso obtido pelo programa entre estudantes, professores e comunidades, a Secretaria da Educação está ampliando o número de bolsas para os educadores universitários de 25 mil para 30 mil. Dessas bolsas, 9.476 estão em aberto, sendo 5 mil novas vagas e 4.476 remanescentes da seleção anterior (em função do término de curso dos bolsistas).

A Secretaria da Educação paga 50% da mensalidade, até o limite de R$ 267,00, enquanto a universidade/faculdade parceira cobre o restante. Em contrapartida, o bolsista atua nos finais de semana nas escolas estaduais desenvolvendo atividades e monitorando as oficinas.

As inscrições começaram no dia 3. Os interessados devem acessar o site www.escoladafamilia.sp.gov.br para fazer o cadastro. O prazo termina no dia 16. O resultado da classificação dos candidatos está previsto para o dia 26.

“É muito bom começar um novo ano ampliando o acesso às bolsas de estudos. Isso significa crescimento do programa e mostra quanto ele tem dado certo. As atividades serão retomadas no dia 15 de janeiro e, em fevereiro, o nosso time de educadores universitários estará reforçado com mais estes 5 mil bolsistas”, comemora a coordenadora-executiva do programa, professora Cristina Cordeiro. Para se candidatar a uma das bolsas é necessário ter concluído o ensino médio na rede estadual paulista, estar regularmente matriculado em curso de graduação de instituição privada de ensino superior (conveniada com o programa), não estar recebendo outro benefício para custeio da mensalidade do curso superior, ter interesse e disponibilidade para participar de atividades do programa, totalizando 16 horas para o desenvolvimento das atividades nos fins de semana junto às escolas públicas estaduais.

“Além de oferecermos um espaço de convivência e lazer para a comunidade do entorno escolar, integrando pais, filhos e educadores, estamos criando oportunidade para milhares de jovens continuarem seus estudos dentro da política pública de inclusão social do governo. O sucesso do programa é facilmente comprovado pelos números. Após um ano e quatro meses de funcionamento, o Escola da Família bateu todos os recordes: mais de 82,5 milhões de participações e mais de 4 milhões atividades desenvolvidas até novembro de 2004”, explica o secretário da Educação, professor Gabriel Chalita.

Alfabetização e inclusão – O Programa de Alfabetização e Inclusão (PAI), destinado a todos os jovens e adultos que nunca estudaram ou que ainda não concluíram o ensino fundamental, também faz parte do Escola da Família.

Além de 400 salas de aula de escolas estaduais que serão utilizadas nos fins de semana, o PAI tem parcerias com Sindicatos, ONGs e instituições de ensino superior particulares que oferecem cerca de 1,8 mil classes para a alfabetização.

Criado pela secretaria em julho de 2003, o PAI já alfabetizou cerca de 150 mil pessoas. As inscrições começaram no dia 9. O interessado deve procurar a escola estadual mais próxima, munido de documento de identidade e comprovante de endereço.

Possibilidade de expansão – Reunião realizada no início do mês criou a Comissão Intersecretarial que deve unir forças entre a Secretaria Estadual da Educação e a Secretaria de Educação do Município de São Paulo. Entre os principais objetivos, a comissão pretende ampliar o programa Escola da Família nas escolas municipais e também desenvolver ações conjuntas em projetos de educação para o trabalho e na formação continuada do professor, incluindo o Programa de Inclusão Digital do Estado.

Prêmio de economia de água

Escolas estaduais vencedoras da campanha Água é Vida receberam prêmios de R$ 20 mil, cada, em cerimônia realizada no Palácio dos Bandeirantes. A campanha, lançada em março do ano passado, contou com a participação de três secretarias de Estado: Educação, Meio Ambiente e Energia, Recursos Hídricos e Saneamento.

O objetivo era incentivar a economia de água nas escolas estaduais. Dos 5.403 estabelecimentos de ensino do Estado, 89 foram os vencedores. O governador Geraldo Alckmin parabenizou professores e alunos pelo sucesso do programa. “Se todos usarem adequadamente, a água não faltará”, disse.

Após a adoção do projeto, as 28 escolas classificadas da região metropolitana de São Paulo alcançaram redução de 67,1% no consumo em metros cúbicos. No interior, 61 unidades tiveram redução de 59,5%, também em volume. No conjunto, as escolas públicas do Estado economizaram aproximadamente R$ 805 mil por mês, entre março e setembro de 2004. Considerando-se apenas as 89 vencedoras, a redução mensal foi de R$ R$ 181 mil. Na soma dos sete meses, a rede pública estadual economizou R$ 5,6 milhões. Dedicação – A diretora da Escola Estadual Amélia dos Anjos de Oliveira, Maria Luiza de Paula, que representou as vencedoras da Grande São Paulo, disse que o projeto ganhou dedicação especial dos alunos. “A campanha os ajudou a perceber quanto é importante fazer economia”, disse. Comentou que a escola desenvolve também trabalhos com lixo e reciclagem.

O interior foi representado pela diretora Maria da Conceição Martins Oliveira, da Escola Estadual Barão Geraldo de Rezende, de Campinas. “A partir do momento em que a gente começa a se conscientizar de que o ambiente precisa ser tratado com respeito, as ações passam a ter aspecto positivo”, afirmou. O governador citou outras ações do governo, como o Programa de Incentivo à Redução do Consumo de Água, entre março e outubro de 2004. Nessa campanha, a economia na região metropolitana de São Paulo foi de 25 trilhões de litros de água. “Para quem economizou 20%, nós demos bônus de mais 20%. Então, a família poupou 40% na conta da água, que no condomínio é uma despesa importante. E com esse uso racional da água passamos o inverno sem racionamento”, lembrou.

Rede pública: 30 mil alunos

O Brasil tem 30,6 milhões de estudantes em escolas públicas. O número foi constatado pelo Censo Escolar de 2004 promovido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC). O levantamento apontou também crescimento de 28,1% no índice de inclusão de alunos portadores de necessidades especiais em classes comuns das rede pública e particular.

As redes públicas estaduais e municipais têm 30.656.100 alunos matriculados. Desses, 159.016 são portadores de necessidades especiais que estão em classes comuns. O número de escolas estaduais e municipais da educação básica — ensino infantil, fundamental e médio, educação especial e de jovens e adultos presencial —, é de 174.001 instituições.

INCLUSÃO – O número de alunos com necessidades educacionais especiais que freqüentam classes comuns no ensino regular das redes pública e privada cresceu de 144.141, em 2003, para 184.716, em 2004. Na rede pública, o número passou de 136.186 alunos, em 2003, para 176.200, em 2004 — crescimento de 29,4%. Na particular, o aumento foi de 7,1%, com 7.955 alunos no ano passado e 8.516 este ano. Segundo nota divulgada pelo MEC, o crescimento é resultado das iniciativas da Secretaria de Educação Especial (Seesp/MEC) destinadas a garantir o atendimento às necessidades educacionais especiais dos alunos. A Seesp assumiu o compromisso de disseminar a política de construção de sistemas educacionais inclusivos nos municípios brasileiros por meio de parcerias e convênios.

O censo é realizado anualmente e tem entre outras finalidades, oferecer subsídios para a distribuição de recursos federais. Os resultados podem ser acessados no endereço www.inep.gov.br/basica/censo

Leitura nas escolas

SÃO PAULO – A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo coloca em andamento, neste ano letivo, a segunda fase do Programa Tecendo Leituras, lançado no segundo semestre de 2004. A proposta tem como principal objetivo rediscutir as relações entre o texto literário e as práticas cotidianas de leitura na sala de aula. Ao mesmo tempo, pretende contribuir para uma mudança de paradigma no que se refere tanto à didática da leitura quanto à metodologia de formação dos professores.

O projeto tem origens no PNLD – Programa Nacional do Livro Didático – mas é uma ação específica da Secretaria de Educação, que vislumbra, na iniciativa, mais um esforço no sentido de formar alunos leitores dentro e fora das salas de aula. Para que este processo tenha os resultados que se espera, nos meses de fevereiro e março os professores de Língua Portuguesa do Ciclo II da rede pública estadual serão submetidos a um verdadeiro intensivão.

O repertório de literatura que será utilizado no Tecendo Leituras será oferecido pelo PNLD, que em São Paulo é descentralizado desde 1995 mediante convênio assinado entre o MEC e o Governo do Estado. Para o ano letivo que se inicia, a Secretaria de Educação vai destinar 17,5 milhões de livros para as redes de ensino fundamental estadual, municipal e federal. Deste total, 14 milhões são livros didáticos e 3,5 milhões são de ficção e não-ficção.

Bolsas para universitários

Os 19 municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) têm 610 bolsas para universitários disponíveis dentro do Programa Escola da Família, de acordo com a Secretaria Estadual de Educação. As inscrições, abertas no último dia 3, serão encerradas no próximo domingo. Os interessados precisam acessar o site www.escoladafamília.sp.gov.br para se cadastrar.

Este ano, o número de bolsas para universitários saltou de 25 mil para 30 mil em todo o Estado. Deste total, 9.476 bolsas estão em aberto, sendo 5 mil novas vagas e 4.476 remanescentes da seleção anterior em função do término de curso dos bolsistas.

Para se candidatar a uma das bolsas, o interessado precisa ter concluído o Ensino Médio na rede estadual paulista, estar regularmente matriculado em curso de graduação de instituição privada de Ensino Superior (conveniada com o programa), não estar recebendo outro benefício para custeio da mensalidade do curso superior, ter interesse e disponibilidade para participar de atividades do programa, totalizando 16 horas para o desenvolvimento das atividades aos finais de semana junto às escolas públicas estaduais. Isto significa que precisará cumprir carga horária de oito horas no sábado e oito horas no domingo.

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Educação, o Estado paga 50% da mensalidade, até o limite de R$ 267,00, enquanto a universidade/faculdade parceira cobre o restante. Em contrapartida, o bolsista atua aos finais de semana nas escolas estaduais desenvolvendo atividades e monitorando as oficinas. O programa é uma realização da Secretaria de Estadual de Educação em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), Instituto Ayrton Senna, Instituto Faça Parte – Brasil Voluntário e mais 313 instituições de Ensino Superior conveniadas. Informações sobre a escola mais próxima da residência do interessado ou sobre o programa também podem ser obtidas pelo telefone da Central de Atendimento da Secretaria de Educação: 0800- 77-000-12. A ligação é gratuita.

Fatec em Cruzeiro

O governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), autorizou ontem a implantação de uma unidade da Fatec (Faculdade de Tecnologia) em Cruzeiro. O anúncio foi feito pelo governador, que é nascido em Pindamo-nhangaba, durante uma audiência com o prefeito Celso Almeida Lage (PMDB), no Palácio dos Bandeirantes. 

O governo não informou o total de investimentos na nova unidade. A idéia é aproveitar as dependências do prédio do Centro Paula Souza, localizado na zona rural de Cruzeiro, e que atualmente atende alunos de 17 cidades da região.

Alckmin informou que a expectativa é que as atividades possam ter início até julho deste ano. ”A Fatec de Cruzeiro representa um investimento na educação para o trabalho com o objetivo de gerar emprego e renda para toda a região”, afirmou o governador, por meio de sua assessoria.

A nova Faculdade de Tecnologia será a primeira gratuita do chamado Vale Histórico vai atender alunos de Lavrinhas, Queluz, Areias, Silveiras, Arapeí, Bananal, Piquete e Cachoeira Paulista até Lorena. O secretário-adjunto da Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Fernando Dias Menezes de Almeida, informou que vai se reunir com o prefeito de Cruzeiro nos próximos dias para discutir quais os cursos que serão criados no município.

O prefeito Celso Lage disse durante a reunião que a expectativa é atender 120 alunos inicialmente ”Vamos fazer um levantamento para que esses cursos atendam as nossas necessidades. Não adianta criarmos cursos onde não vamos ter mão-de-obra para ser absorvida”, afirmou Lage após a conversa com Geraldo Alckmin.

MEMÓRIA – A nova Fatec anunciada ontem será a segunda na região do Vale do Paraíba —Guaratinguetá já sedia uma unidade.

O Centro Paula Souza administra 17 faculdades de tecnologia em todo o Estado. Hoje, o governador inaugura mais uma estabelecimento de ensino, em Garça.

Outras três Fatecs estão em construção nos municípios de São Paulo, São Bernardo do Campo e Carapicuíba.

Neste ano, a região também passou a contar com um campus da USP (Universidade de São Paulo) em Lorena. A instituição incorporou a extinta Faenquil (Faculdade de Engenharia Química de Lorena).