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Redução do vandalismo

As escolas estaduais de Campinas que abrem seus portões à comunidade nos fins de semana diminuíram em 40% o vandalismo contra o patrimônio interno em janeiro deste ano em relação a janeiro de 2004. O vandalismo dentro e fora das escolas caiu 44% entre outubro e novembro de 2003 em comparação com o mesmo período de 2004 no Estado.

Os dados são da Secretaria Estadual de Educação, que recebe até o próximo domingo inscrições de universitários interessados em uma bolsa de estudos para participar do programa. Além disto, o Estado prorrogou até sábado as inscrições para o supletivo do Ensino Médio, realizado também nos finais de semana.emana diminuíram em 40% o vandalismo contra o patrimônio interno em janeiro deste ano em relação a janeiro de 2004. O vandalismo dentro e fora das escolas caiu 44% entre outubro e novembro de 2003 em comparação com o mesmo período de 2004 no Estado. Os dados são da Secretaria Estadual de Educação, que recebe até o próximo domingo inscrições de universitários interessados em uma bolsa de estudos para participar do programa. Além disto, o Estado prorrogou até sábado as inscrições para o supletivo do Ensino Médio, realizado também nos finais de semana.

“Ao abrirmos a escola nos fins de semana, criamos um vínculo entre o aluno, a escola e a comunidade”, disse o diretor Juvenil Alves do Nascimento, da Es-cola Estadual Ruy Rodriguez, no Parque Itajaí. “A escola estava toda destruída e pichada; era um circo de horrores”, contou Nascimento. Rígido com a disciplina, Nascimento contou que, nos finais de semana, deixa de lado o vestuário formal e aparece de bermuda, camiseta e tênis. “Oferecemos uma série de atividades aos sábados e domingos, como xadrez, pintura em tecido, padaria artesanal, tênis de mesa, crochê e futebol.”

Segundo Nascimento, que assumiu a escola há um ano e meio, haviam de oito a dez brigas entre alunos por dia. “Hoje, acontece uma briga por semana e, às vezes, ficamos sem ocorrência até três semanas.” O diretor disse que foi no programa Escola da Família que surgiu a idéia de se fazer um projeto de jardinagem para embelezar e preservar o patrimônio escolar. “É um projeto embrião, que pretendemos expandir.” A escola fica aberta das 9h às 17h nos finais de semana. Em média, cerca de 150 dos 1,6 mil alunos de 5ª a 8ª série comparecem durante o sábado e o domingo na escola, sem contar os participantes da comunidade.

“Estabelecemos regras para o uso do prédio. Os adolescentes pedem por limite e precisam de limite”, afirmou Nascimento. Entretanto, o sucesso com o programa depende muito da direção escolar. A Ruy Rodriguez conta com a ajuda de três universitários na Escola da Família. Campinas tem hoje 114 bolsas-universidades disponíveis dentro do programa e alguns interessados já entraram com documentação para participar. A Secretaria de Estado da Educação arca com metade do valor da mensalidade, até um teto de R$ 267,00. O restante é pago pela instituição onde o aluno estuda.

Os beneficiários terão de cumprir uma carga horária de 16 horas semanais nas escolas: oito horas de trabalho aos sábados e mais oito horas aos domingos. Quem tiver interesse precisa acessar o site www.escoladafamí lia.sp.gov.br para se cadastrar. Este ano, o número de bolsas para universitários aumentou de 25 mil para 30 mil em todo o Estado. O programa mantém, no momento, parceria com 317 instituições de ensino superior.

Para se candidatar a uma das bolsas, o interessado precisa ter concluído o Ensino Médio na rede pública, estar regularmente matriculado em curso de graduação de instituição privada de ensino superior que seja conveniada com o programa, não estar recebendo outro benefício para custeio da mensalidade, ter interesse e ter disponibilidade para participar de atividades da Escola da Família.

O programa, lançado em agosto de 2003, conta com a parceria da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Instituto Ayrton Senna e Instituto Faça Parte.

Inscrições para supletivo são prorrogadas até sábado

A Secretaria Estadual de Educação prorrogou as inscrições para o programa Escola da Juventude até o próximo sábado. As aulas estão previstas para iniciarem em 19 de março. Lançado em janeiro, o programa vai oferecer, gratuitamente, o supletivo de Ensino Médio, com aulas aos sábados e domingos, para jovens e adultos na faixa etária dos 18 aos 29 anos, preferencialmente, durante um ano e meio. Campinas tem cerca de 3 mil vagas, distribuídas em 30 escolas estaduais, para o projeto. Cada unidade escolar poderá montar até duas turmas, sendo que cada uma delas deverá ter, no máximo, 50 alunos.

Até agora, já foram preenchidas cerca de 710 vagas – 23,6% do total, segundo as diretorias de Ensino Leste e Oeste de Campinas. “Para fazer a inscrição, o interessado precisará levar a carteira de identidade (RG), certidão de nascimento, certificado de reservista ou alistamento militar (caso tenha 18 anos), título de eleitor e histórico escolar do Ensino Fundamental”, explicou a dirigente substituta da Diretoria Leste, Maria do Carmo Cucatti.

Os interessados podem fazer a reserva de vaga no site www.escoladajuventude.sp.gov.br. Lá, irá preencher um formulário e fazer a reserva da sua matrícula. Depois, o internauta terá de ir até a escola escolhida para apresentar a documentação exigida. Para saber onde fica a escola mais próxima, o interessado pode ligar para o telefone 0800-7700012, onde também poderá obter informações sobre o programa Escola da Família.

Parceria pela leitura

Parceria entre as secretarias de Educação e Cultura do Estado de São Paulo pretende despertar o gosto pela leitura nas salas de aula. Uma das primeiras medidas do Hora da Leitura é incluir 50 minutos semanais na grade curricular, destinados à leitura.

Outro estímulo é a página www.leialivro.sp.gov.br, onde os alunos poderão publicar resenhas dos livros lidos. O projeto irá envolver 2 milhões de estudantes e quase 10 mil professores.

Programa Hora da Leitura

Nessa segunda-feira será lançado o programa educacional Hora da Leitura, que vai atender estudantes de 5ª a 8ª séries das escolas estaduais.. Uma sessão de leitura, transmitida simultaneamente para as seis mil escolas, será feita por meio de teleconferência, com a participação dos secretários estaduais Claudia Costin, da Cultura, e Gabriel Chalita, da Educação.

A parceria firmada entre as pastas permitirá ações coordenadas para difundir a leitura por prazer em sala de aula. A Educação incluirá atividades de leitura em 50 minutos na grade semanal, envolvendo quase dois milhões de estudantes e 9.200 professores. À Cultura caberá capacitar os professores, por meio de ação coordenada pela titular do Departamento de Teoria Literária da Unicamp, Marisa Lajolo, doutora em Letras pela Brown University, com graduação e mestrado na USP.

No dia 21 de março, acontece a primeira videoconferência para capacitar os professores que implementarão o projeto nas salas de aula. A metodologia aplicada, desenvolvida por Marisa Lajolo, criará atividades que estimulem os alunos a ler. ‘Em uma das ações, os estudantes serão motivados a escrever, no portal www.leialivro. sp.gov.br, as resenhas dos livros que leram’, conta Costin.

O programa foi criado em 2003 para incentivar a leitura por prazer e facilitar o acesso aos livros. A meta do projeto é dotar todos os 645 municípios do Estado com bibliotecas públicas. Até 2003, 84 dos 645 municípios paulistas não tinham esse espaço. Faltam apenas 15 municípios para atingir a meta, que será cumprida até o fim deste mês.

Além disso, o programa abriu outras 39 salas de leitura pela periferia da cidade e grande São Paulo, sendo 20 em hospitais públicos, 12 em conjuntos habitacionais do CDHU, cinco nos Centros de Integração da Cidadania, uma na Penitenciária Feminina Drª Marina Cardoso de Oliveira, uma no Centro Desportivo Baby Barioni e outra no espaço que era ocupado pela carceragem do 95º DP, na favela de Heliópolis.

Estímulo à leitura

Na próxima segunda-feira, dia 7 de março, será lançado o programa educacional Hora da Leitura, que vai atender estudantes de 5ª a 8ª séries das escolas estaduais paulistas. Uma sessão de leitura, transmitida simultaneamente para as seis mil escolas, será feita por meio de teleconferência, com a participação dos secretários estaduais Claudia Costin, da Cultura, e Gabriel Chalita, da Educação.

A parceria firmada entre as pastas permitirá ações coordenadas para difundir a leitura por prazer em sala de aula. A Educação incluirá atividades de leitura em 50 minutos na grade semanal, envolvendo quase dois milhões de estudantes e 9.200 professores. À Cultura caberá capacitar os professores, por meio de ação coordenada pela titular do Departamento de Teoria Literária da Unicamp, Marisa Lajolo, doutora em Letras pela Brown University, com graduação e mestrado na Universidade de São Paulo (USP).

No dia 21 de março, acontece a primeira videoconferência para capacitar os professores que implementarão o projeto nas salas de aula. A metodologia aplicada, desenvolvida por Marisa Lajolo, criará atividades que estimulem os alunos a ler. ‘Em uma das ações, os estudantes serão motivados a escrever, no portal www.leialivro. sp.gov.br, as resenhas dos livros que leram’, conta Costin.

O programa foi criado em 2003 para incentivar a leitura por prazer e facilitar o acesso aos livros. A meta do projeto é dotar todos os 645 municípios do Estado com bibliotecas públicas. Até 2003, 84 dos 645 municípios paulistas não tinham esse espaço. Faltam apenas 15 municípios para atingir a meta, que será cumprida até o fim deste mês.

Projeto prorroga inscrição

O Programa Escola da Família, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, prorrogou suas inscrições até dia 13 de março.

Os interessados em pleitear uma bolsa universitária pelo programa devem se cadastrar pelo endereço www.escoladafamília.sp.gov.br, no link Bolsa Universidade.

Pelo Escola da Família, a Secretaria de Educação paga 50% da mensalidade, até o limite de R$ 267, enquanto a universidade/faculdade parceira cobre o restante —313 estabelecimentos de educação fazem parte do projeto.

Em contrapartida, o bolsista atua aos finais de semana nas escolas estaduais, desenvolvendo atividades e monitorando as oficinas abertas à população da região. A carga horária a ser cumprida pelo universitário é de 16 horas semanais: 8 horas de trabalho aos sábados e mais 8 aos domingos.

Para se candidatar a uma das bolsas é necessário: ter concluído o Ensino Médio na rede estadual paulista (em que o aluno deve ter estudado no mínimo os três anos); estar regularmente matriculado em curso de graduação de Instituição Privada de Ensino Superior (conveniada com o Programa); não estar recebendo outro benefício para custeio da mensalidade do curso superior; ter interesse e disponibilidade para participar de atividades do Programa.

Mais informações sobre o Programa também podem ser obtidas pela Central de Atendimento da Secretaria de Educação, pelo número 0800-7700012.

Novos projetos

O Programa Escola da Família, da rede estadual de ensino, acaba de ganhar um parceiro na cidade e o lançamento de novos projetos. A Associação Mulher Unimed de Votuporanga, que já trabalhava o projeto Vida Iluminada, de desenvolvimento e educação dos portadores de deficiências visuais (DVs) atendidos na classe especial da escola “Dr. José Manoel Lobo”, aderiu também neste ano ao Escola da Família.

Dentro das atividades do Escola da Família desenvolvidas nos finais de semana na instituição educacional, as voluntárias da associação vão buscar as que mais se adeqüam às capacidades dos DVs para inserí-los nos grupos.

“Como já mantínhamos essa parceria com o ‘Manoel Lobo’, percebemos que os DVs também podem ser inseridos em outras atividades, como as desenvolvidas no Escola da Família. As mulheres unimedianas, que são médicas associadas e esposas de médicos associados, trabalharão pessoalmente e voluntariamente para essa inserção social”, explica a presidente da associação, Maria Luiza Dionísio Gonçalves.

Ela acrescenta que, com a iniciativa, os DVs poderão desempenhar diversos trabalhos, como artesanato, música, esportes e até cursos na padaria artesanal, sempre de acordo com as capacidades individuais. Outra meta é desenvolver cursos de locomotividade, com o intuito de que os DVs criem confiança em si mesmos e aprendam a se locomoverem sozinhos pela cidade.

Lançamento

A idéia é atender todos os tipos de deficientes visuais de Votuporanga com o Programa Escola da Família e não só os atendidos pela escola “Manoel Lobo” na classe especial de ensino do Braile.

O lançamento da parceria e dos projetos do Escola da Família, extensivos a toda a comunidade, acontecerá amanhã, às 9h30, na escola “Manoel Lobo”.

Na oportunidade, além da parceria com a Associação das Mulheres Unimed de Votuporanga com a inclusão dos deficientes visuais e auditivos, serão inaugurados oficialmente os projetos do cursinho pré-vestibular e da padaria artesanal.

Ações educativas conjuntas

-O governador Geraldo Alckmin e o presidente da Fundação Abrinq, Rubens Naves, firmaram uma parceria para mobilizar os prefeitos do Estado de São Paulo a se engajarem no programa Prefeito Amigo da Criança, no período de 2005 a 2008.

O protocolo de intenções foi assinado durante o Fórum Governo Educador, que reúne prefeitos e secretários municipais de Educação, no Palácio das Convenções do Anhembi. O encontro, aberto pelo secretário Gabriel Chalita, abre espaço para a melhoria da escola pública por meio da integração e cooperação entre as esferas estadual e municipal de governo.

O objetivo da parceria é garantir que os municípios implementem ações e políticas públicas que resultem em avanços no cumprimento dos direitos de crianças e adolescentes, como estabelece o compromisso assumido pelo Governo Federal, em 2002, com a Unicef. Por esse compromisso, os resultados deverão ser alcançados no País até 2015.

Alckmin anunciou que o Governo do Estado vai criar o prêmio ‘Cidade Educadora’, para estimular e fortalecer o compromisso dos municípios paulistas com a Educação de crianças e jovens. ‘Vamos dar um incentivo financeiro para que São Paulo possa dar exemplo na Educação’, explicou. ‘Nesses quatro anos, devemos nos mobilizar para integrar todos os níveis de Governo no enfrentamento das dificuldades e pela busca de resultados positivos no cenário da infância e da adolescência’, disse Rubens Naves. Ele informou que São Paulo teve, na gestão que terminou em dezembro último, 200 prefeitos participando do projeto, sendo que 38 foram reconhecidos como ‘Prefeito Amigo da Criança’. ‘A meta agora é superar esse número. A cidade que não sabe cuidar das crianças está abandonando seus projetos futuros’, concluiu Naves.

Redução de indisciplina

Um projeto da Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e cultura) de abertura das escolas nos fins de semana conseguiu reduzir a indisciplina nas salas de aula – de segunda a sexta-feira. Pesquisa realizada pelo Estado de São Paulo, o primeiro a adotar o programa em todas as escolas estaduais, mostra que a queda foi de 26,4% nas chamadas ocorrências disciplinares – como xingar o professor ou provocar brigas com colegas -na comparação entre 2003 e 2004.

A ligação entre os dois fenômenos, tese defendida por educadores de todo o mundo, é que, com a abertura aos fins de semana, a comunidade passa e se sentir parte da escola. E é isso que faz diminuir a indisciplina e a violência dentro e perto da escola. O levantamento mostra que caiu 19,7% também o número de delitos como roubo e pichação. “Com a diminuição das ocorrências, melhora o clima escolar. A escola prazerosa é fundamental porque os alunos aprendem mais e os professores ensinam melhor”, diz o representante no Brasil da Unesco, Jorge Werthein.

Em São Paulo, o programa começou em agosto de 2003 recebeu o nome de Escola da Família e já conta com 7 milhões de participações (cada pessoa pode participar de mais de uma atividade). As escolas oferecem, nos fins de semana, cursos, jogos e brincadeiras, tanto para a comunidade em geral. Os monitores são estudantes que, pelo trabalho, têm, metade de suas mensalidades em universidades pagas pelo Estado. Ontem, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou uma ampliação para escolas municipais.

Ensino médio: prorrogação

A secretaria de Educação do Estado de São Paulo prorrogou o prazo de inscrição para o Escola da Juventude até este sábado (5/03). O programa oferece 300 mil vagas de ensino médio para jovens e adultos entre 18 e 29 anos.

Para participar, os interessados devem ter concluído o ensino fundamental e estar preferencialmente na faixa etária solicitada. Para efetuar a matrícula é necessário apresentar o documento de identidade, certificado de reservista ou certidão de nascimento e o histórico escolar do ensino fundamental nas escolas participantes.

Com material didático gratuito, o Escola da Juventude oferece, por meio do Projeto Ação Jovem da secretaria de Assistência Social, uma bolsa mensal de R$ 60 aos alunos com até 24 anos que preencherem os requisitos exigidos.

O curso será ministrado aos sábados e domingos e será diferente dos tradicionais. Para acelerar o processo de aprendizagem, o governo vai utilizar novas tecnologias -laboratórios de informática, salas de vídeos e um portal na Internet- durante as aulas.

A avaliação será contínua, com provas bimestrais e, ao final do semestre, exame para a conclusão do módulo. A certificação será dada após a aprovação em todos os módulos, que devem durar 18 meses.

A certificação será dada após a aprovação em todos os módulos, após 18 meses de atividades.

Mais informações sobre o curso e as escolas estaduais participantes podem ser obtidas por meio pelo telefone 0800-7700012 ou no site do programa.

Fórum Governo Educador

O Fórum Governo Educador reúne a partir de hoje no Anhembi, zona norte de São Paulo, o governador Geraldo Alckmin e cerca de 400 prefeitos e secretários municipais de Educação do Estado. Segundo a assessoria de imprensa da secretaria estadual, Alckmin vai apresentar à platéia medidas de apoio para municípios na área da educação.

Dentre as áreas contempladas devem estar o projeto Escola da Família (quedá bolsas de estudos universitárias a carentes, em troca de trabalho voluntário), merenda e transporte escolar, capacitação de professores e programas de ações cooperativas entre Estado e municípios.

Segundo o secretário estadual da Educação, professor Gabriel Chalita, a idéia central do Fórum Governo Educador é chamar todos os prefeitos e seus secretários a conhecer essas ações, para incentivar novas parcerias.