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O fórum desta quinzena, proposto pelo site www.chalita.com.br, traz para a discussão a importância da atuação dos pais na educação dos filhos. Girando em torno da pergunta “De que maneira os pais podem se fazer mais presentes na educação dos filhos? E de que forma a escola pode contribuir para esse entrosamento?” o espaço visa a colocar em debate a necessidade de pais mais presentes.

Homens e mulheres que trabalhem não só pelo crescimento individual de seus filhos, mas também para o desenvolvimento da escola ideal – constituída pela união de pais, alunos e professores em torno de projetos que propiciem às crianças e aos jovens um ensino de excelência.

Com isso, é nosso objetivo abrir um espaço para que educadores ou demais agentes sociais possam registrar sua opinião em relação a assuntos diversos. A idéia é colaborar para a solidificação dos ideais democráticos fundamentados, entre outras coisas, na liberdade de expressão. Participe! E lembre-se de que os melhores textos concorrem a um livro autografado do escritor e educador Gabriel Chalita!

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Lançamento em Sorocaba

O educador e escritor Gabriel Chalita retorna ao interior para mais uma festa de lançamento do livro “A Ética do Rei Menino”. No dia 05 de dezembro, a cidade de Sorocaba será palco para a noite de autógrafos da 38ª obra do escritor.

A partir das 19h, centenas de pessoas são esperadas à Biblioteca Municipal da cidade para prestigiar o autor e comprovar de perto a qualidade do livro que, através de uma linguagem acessível, atrai crianças e adultos para as aventuras do Reino Mágico da Consciência.

Já os mineiros também terão a oportunidade de receber um autógrafo em seu exemplar. Até porque no próximo dia 06 será a vez de Belo Horizonte receber Gabriel Chalita para o lançamento de seu livro. O evento – que acontecerá no ginásio da Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG) – contará, sem dúvida, com a animação que caracteriza a celebração em torno das obras do autor de sucessos como “Os dez mandamentos da ética”, “Pedagogia do amor” e “Educação – A solução está no afeto”.

O novo livro vem acompanhado por três CDs em que Chalita narra de forma divertida e comovente as aventuras das personagens do Reino Mágico da Consciência – local em que se passa a trama. O reino é composto por plantas, frutas e animais que, dotados de características humanas, compartilham da felicidade, das dúvidas, angústias, medos, desejos e sonhos pertinentes à vida e à convivência entre seres vivos.

Por meio de um texto poético, Chalita trabalha valores e sentimentos essenciais à vida em sociedade, como o amor, a ética, a tolerância e o respeito às diferenças. Para isso, utiliza histórias alegóricas que oferecem aos leitores um passeio repleto de imagens, sonhos e curiosidades.

A “Ética do Rei Menino” é uma leitura essencial na medida em que traz uma mensagem positiva para homens, mulheres e crianças dispostos a trabalhar para a edificação de um novo tempo mais tolerante e solidário. As ilustrações magistrais de Graça Lima, os CDs que trazem a voz do autor narrando de forma comovente as histórias contidas no livro e a trilha sonora impecável do compositor Guto Graça Mello simbolizam apenas uma parte do encanto e da magia que fizeram do livro mais um sucesso na carreira do autor.

Programa Quarta Viva

Para fechar o mês de novembro, o Quarta Viva deste dia 30 esteve repleto de atrações especiais. Muita cultura, arte e informação contagiaram os telespectadores do programa, que trouxe como convidados duas importantes figuras do cenário literário e musical. Gabriel Chalita entrevistou, na noite desta quarta-feira, a escritora Maria Adelaide Amaral e o maestro John Neschling.

Nascida em Porto Alegre, Maria Adelaide Amaral formou-se em jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, mas foi como autora teatral e escritora de minisséries e novelas que viu sua carreira deslanchar. Sua primeira peça, “A Resistência”, foi escrita em 1974 e inspirada em um grande corte de profissionais ocorrido na empresa em que trabalhava. Dois anos depois, escreve “Bodas de Papel” – espetáculo que recebe os prêmios Moliére e Ziembinsky, concedidos pelo Governo do Estado e pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) na categoria Melhor Autor Nacional.

A escritora gaúcha foi responsável também pela a autoria das minisséries globais “A Casa das Sete Mulheres”, “Os Maias”, “Mulher” e “A Muralha” e pelas novelas “Anjo Mau” e “Sonho Meu”. Além disso, foi co-autora das novelas “A próxima vítima”, “O mapa da mina”, “Deus nos acuda”, “Meu bem, meu mal” e “Os gigantes”.

No Quarta Viva, Maria Adelaide Amaral contou um pouco de sua trajetória profissional e revelou alguns segredos sobre seu novo trabalho: a minissérie sobre o ex-presidente brasileiro Juscelino Kubitschek, que será transmitida pela Rede Globo, a partir do dia 3 de janeiro.

Já o maestro John Neschling falou sobre a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – OSESP – a qual comanda com braço de ferro, desde 1997. Com mais de 130 apresentações anuais em sua temporada de concertos, a orquestra é considerada hoje a de maior destaque da América Latina.

Formado como maestro em Viena, no ano de 1969, Neschling comanda, também, um programa de rádio todos os domingos na Cultura FM. No programa, o maestro ofereceu aos ouvintes o que há de melhor em termos de repertório de concertos mundiais. Outro mérito inquestionável de Neschling: foi dele a idéia de transformar a estação de trem Julio Prestes, na conceituada Sala São Paulo – que hoje é referência latino-americana de espaço cultural direcionado à música.

E para encerrar o programa mantendo o alto-astral e o vínculo com a cultura, Chalita levou ao palco do Quarta-Viva o coral “Céu da Boca”, que interpretou as canções “Freedown is coming” e “Siyhamba” (ambas da cultura africana) e “Rouxinol”, de Milton Nascimento. A outra atração da noite ficou por conta do “Grupo de Dança Country”, que mesclou o tradicional estilo americano com passos do gênero de origem brasileira. O grupo é composto por alunos e ex-alunos da EE Dr. Presciliano Pinto de Oliveira.

Educação no Reino Mágico

São 111 páginas, primorosamente ilustradas pelos traços de Graça Lima, que Chalita preenche com personagens sensíveis, inocentes e afetuosos como a Margarida, a Andorinha, os beija-flores, a sábia velha Figueira, entre outros. Todos habitantes de um lugar onde a bondade e a generosidade permeiam o universo mágico criado pelo Artista. “No eino encantado, o Mal não existia.

O Artista não criaria algo que não fosse bom. A harmonia revelava o quanto um precisava do outro. E todos riam muito. O riso foi inventado pelo Artista para que, na diferença, houvesse algo em comum. Todos saberiam rir. Todos seriam felizes”, escreve Chalita, ao introduzir o leitor no Reino Mágico criado por sua imaginação.

São 10 capítulos ao longo dos quais os personagens, habitantes do reino fabuloso, trocam experiências e curiosidades entre si, enquanto apreendem lições sobre como fazer o bem, agir com moderação, escolher com sabedoria, praticar virtudes, viver com justiça, cultivar o amor. Funcionam como etapas a serem seguidas que deverão culminar no grau máximo de aprendizado, quando será possível dominar a arte de ser feliz. “Amigos são como pedras preciosas encontradas em algum lugar. Às vezes em estado bruto. Precisam ser lapidadas”, escreve o autor sobre o valor dos bons amigos. “Se é feliz quem recebe ternura, é muito mais quem não tem medo de oferecê-la”, ensina Chalita, sobre a importância do afeto.

Magistério

Chalita recorre às metáforas para criar narrativas em um território que lhe é caro e familiar: a educação e o magistério. Assim, seja de maneira direta, seja obliquamente, o autor conduz o leitor, jovem ou adulto, a um passeio pelos erros e acertos da vida. O capítulo terceiro, por exemplo, é uma aula de verdade. Nela, a sábia Figueira faz uma conferência sobre a liberdade, a importância das escolhas e a necessidade de respeito mútuo entre alunos e professores, como condição essencial ao aprendizado. Em outra passagem, um personagem bom e inocente, porém curioso e incauto, aventura-se no caminho do Mal. Resultado de uma escolha irresponsável, o personagem chega ao Pântano, terreno onde impera o Nada absoluto e o vazio representa a negação das bondades existentes no Reino Mágico. Neste episódio, todos os animais se mobilizam para salvá-lo. A aventura expressa a força do bem e da solidariedade quando confrontadas com o mal absoluto.

A ética do Rei Menino é uma aula de bons sentimentos. Chalita inventou um reino particular para falar de valores universais, invariavelmente esquecidos, num mundo entregue às disputas pelo poder. É uma fábula encantada para fazer com que crianças aprendam e adultos reaprendam lições essenciais para a vida. A vantagem para os leitores infantis é que o livro vem acompanhado de três CDs, em que o autor transforma-se em narrador oral da própria história, ao som da sensível trilha sonora composta por Guto Graça Mello.

Chalita defende a leitura de jornal em sala de aula

Segundo Chalita, Campinas tem um poeta da educação, referindo-se a Rubem Alves, “ele que escreve, inclusive, no Correio Popular”. “Só o Rubem Alves, que é um dos maiores educadores de Campinas, já dá uma possibilidade literária imensa para estes alunos.” O secretário afirma ainda que “o aluno que consegue ler um texto de jornal e interpretá-lo, não tem problema de analfabetismo funcional”. E, rebatendo as críticas de muitos pais de que a progressão continuada gera analfabetos funcionais, diz que os estados brasileiros que adotam o método estão mais bem avaliados.

A importância do uso de jornal em sala de aula e a progressão continuada foram alguns assuntos abordados por ele nesta entrevista, concedida meia hora antes de lançar o seu mais recente livro A Ética do Rei Menino em Campinas, na última terça-feira. Agência Anhangüera de Notícias – No momento em que há grande investimento em programas de leitura no Estado, como a Hora da Leitura e Tecendo Leitura, qual a opinião do senhor a respeito do uso do jornal em sala de aula, como é feito pelo projeto Correio Escola? Gabriel Chalita – O Correio Escola é um projeto pioneiro, inclusive neste trabalho de relação da escola com o jornal. Ele faz com que o aluno tenha uma visão atual do processo de leitura. É muito legal porque o Correio Escola traz este conceito de pegar coisas do dia-a-dia.

Cada vez mais o processo educativo precisa ser contextualizado. O jornal se transforma em ferramenta pedagógica. O aluno reclama muito quando estuda coisas ou quando não sabe por que está aprendendo determinados assuntos. E, quando você consegue pegar um jornal, que, de certa forma, não trabalha só a leitura, mas com uma série de questões interdisciplinares, o ajuda a perceber que tudo que estuda tem uma finalidade.

Este era grande sonho do Paulo Freire, fazer com que a educação pudesse ser contextualizada. O que levou o Estado a fazer a parceria em 2002 com o Correio Escola? O fato de acreditarmos muito nesta relação da escola com o jornal, com a sua redação e com a disponibilidade de exemplares dentro de salas de aulas. O Correio tem uma coisa mais legal, que é a formação de professores. Em outros lugares existe a parceria do jornal com a escola, mas não são todos os jornais que se colocam à disposição para formar estes professores e para mostrar a eles como é desenvolvido um projeto de redação. É por isto que o Estado assinou a parceria. Eu vim a Campinas conhecer melhor este projeto. Gosto muito dele. Qual a importância do professor-leitor ter conhecimento das informações locais? O professor é a alma da educação. Aliás, em políticas públicas, as pessoas erram muito investindo em perfumaria e não investindo no essencial, que é o professor.

Então, tudo aquilo que você faz para que o professor se sinta mais acolhido, melhor preparado e envolvido no processo educativo, o resultado sempre é muito bom. O fato dele ser valorizado, de ir à redação de um jornal e de ter um programa de formação que ele optou, o ajuda a perceber a importância desta contextualização. Eu digo sempre que não adianta os alunos decorarem os nomes dos rios da Rússia se não conhecerem os de sua cidade, no caso Campinas. Não existe educação sem identidade. O curso é para o professor, mas quem ganha é o aluno e a comunidade na qual ele está inserido. Há verbas para o suporte de assinaturas de jornais e revistas para as escolas do Estado? Pergunto isto porque existe um projeto de lei, tramitando no Congresso Nacional, que obriga a leitura de jornais e revistas em salas de aula a partir da 5 série do Ensino Fundamental. Não há verbas para isto. Na verdade, temos verba para livros. Tem um programa nacional e alguns estaduais para isto. Temos programas mais para revistas técnicas de educação, formando a biblioteca do professor.

 Este é um sonho meu. Tentei, desde o ano retrasado, conseguir algumas parcerias com bancos que ajudassem a financiar isto. O meu sonho era ter um jornal para cada aluno, mesmo que fosse uma vez por semana. Que ele pudesse ler o jornal e levar para a sua casa. A gente não conseguiu porque são cerca de 5 milhões de alunos. Todos os jornais de São Paulo não têm esta tiragem. De repente, aparece algum parceiro que diga: eu banco o começo de um projeto. Seria bom para todos os lados: para o jornal que formaria mais leitores e para o aluno porque desenvolveria nele esta reflexão crítica. Hoje, existe a presença de textos jornalísticos no Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo).

O senhor acha que a introdução de notícias, reportagens e debates na sala de aula, mediados pelo professor, contribuem para o preparo do aluno na rede estadual, bem como nos vestibulares? É muito interessante o aluno ler Fernando Pessoa, Machado de Assis, Cecília Meireles e ler um trecho de uma reportagem de jornal. É legal ele perceber, na verdade, que todo conhecimento que tem dos livros que lê é importante para a compreensão da realidade na cidade em que vive. Eu falei de vários escritores, mas é preciso lembrar que tem um poeta da educação em Campinas, que é o Rubem Alves, que escreve, inclusive, no Correio. Só o Rubem Alves, que é um dos maiores educadores de Campinas, já dá uma possibilidade literária imensa para estes alunos. Além de cronistas que escrevem no jornal, as reportagens do cotidiano ajudam a perceber se este aluno tem capacidade de interpretação da realidade. Hoje, quando se fala em letramento, fala-se em compreensão de texto.

O aluno que consegue ler um texto de jornal e interpretá-lo, não tem problema de analfabetismo funcional. Por isso, o Saresp, o Saeb e os vestibulares se utilizam de textos de jornais. É bom mesclar um texto de um poeta com o do jornal. Como estamos falando em leitura, gostaria de abordar a progressão continuada. Muitos pais são contra o método e dizem que seus filhos são analfabetos funcionais. O que acontece, já que o método deu certo em muitos lugares? Trabalhamos com dados científicos. Hoje, há muitas avaliações, como o Saeb (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica), o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e o Saresp. E, o Saeb mostra que os estados com progressão continuada são melhores avaliados na educação brasileira. E os estados sem progressão são os piores. Você pega lá na ponta está Piauí, Rio de Janeiro e Pernambuco, por exemplo.

Você pega na ponta de cima, os melhores estados vem, em primeiro lugar, São Paulo, depois, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina. Estes têm progressão continuada. É um equívoco. Na verdade, as pessoas usam isto muito num discurso partidário. E aí o pai pegou a história de que o aluno analfabeto passa de ano. A questão é: por que o aluno está analfabeto? Se ele vai na escola tem de aprender. A educação não é milagre, mas é processo. Hoje, São Paulo tem uma evasão escolar de 0,7%. Se o pai acha que seu filho não está indo bem, tem de ajudá-lo a ir melhor. Todos os dados de análise de universidades mostram que o alunos aprendem melhor quando o pai e a mãe participam da vida dele. Até mesmo quando pais analfabetos tomam a lição do aluno. Isto o ajuda a ter um novo horizonte.

A entidade sindical Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) se queixa de salas superlotadas e pleiteia o máximo de 35 alunos por sala. O que pode ser feito? Quando você fala que uma sala com 40 alunos é superlotada, é uma insanidade. Eu não conheço as escolas particulares de Campinas, mas, se você for ao Porto Seguro, Colégio Bandeirantes, Fundação Bradesco e ao Santa Cruz, todos em São Paulo, vai ver sala do Ensino Médio com 40 alunos ou 55 alunos. O Estado nem tem isto. A gente tem, no máximo, 40 alunos.

Não acho que seja superlotação. Fábula destaca o respeito às diferenças pessoais e sociais Um lugar encantado chamado Reino Mágico da Consciência é o cenário escolhido pelo filósofo e secretário estadual de Educação, Gabriel Chalita, para transmitir às crianças as noções de ética e boa convivência dentro dos preceitos de cidadania e humanismo. “Optei em criar a história dos habitantes do Reino Mágico da Consciência, cheio de seres imaginários, como o Rei Menino, o Potro Selvagem, o Bezerrinho e a Figueira contadora de história, mas com o objetivo de levar a criança a perceber que vale a pena ser bom”, diz Chalita. O livro se chama A Ética do Rei Menino (Rocco Jovens Leitores). Nesta fábula, ilustrada com os desenhos de Graça Lima, animais, flores e frutos discutem o respeito às diferenças pessoais e sociais, a necessidade de agir com moderação e usar a razão para fazer escolhas que levem ao bem. Chalita retoma nesta obra um dos temas recorrentes em suas obras, que é o fortalecimento da sociedade por meio da educação que privilegia a convivência respeitosa e o carinho pelo próximo.

Os leitores também poderão ouvir a história na voz do próprio Gabriel Chalita, em três CDs, produzidos por Guto Graça Mello, que acompanham o volume. O prefácio do livro é assinado pelo padre Marcelo Rossi. “O meu desejo é que os pais leiam para os filhos”, almeja Chalita. “Isto é uma coisa antiga que se perdeu um pouco, mas é muito importante nas relações afetivas familiares.” Segundo ele, o livro foi para as bancas há cerca de um mês e já vendeu aproximadamente 40 mil exemplares. “O retorno é legal”, afirma, referindo-se ao fato de que, em cada município lançado, a renda da venda do livro foi destinada a uma entidade. Em Campinas, foi escolhido o Círculo de Amigos do Menor Patrulheiro.

Programa Papo Aberto

O Papo Aberto desta semana traz como tema central da programação Os Sete Pecados Capitais. Gabriel Chalita e Glaucya Tavares convidam o ouvinte para um debate sobre esse assunto bastante discutido pela Bíblia e analisado de forma cuidadosa por São Tomás de Aquino. Inúmeros livros, filmes e documentos históricos apontam a soberba, a avareza, a luxúria, a ira, a gula, a inveja e a preguiça como atitudes que nos afastam do caminho do bem e da pureza.

Perceber as faltas que cometemos é um grande passo para impedir que elas nos dominem. Por este motivo, a questão “Qual o pecado capital que mais te incomoda?” servirá de base para que possamos refletir tanto sobre os nossos erros quanto sobre aqueles que acometem toda a sociedade. A idéia é que também possamos identificar as atitudes que devemos tomar para afastar esses pecados de nossas ações cotidianas.

A participação do ouvinte é essencial para a dinâmica do programa. A troca de experiências contribui para que o tema seja explorado de forma mais ampla, proporcionando novas possibilidades de se enxergar os problemas e as dificuldades por que passamos.

O “Papo Aberto com Gabriel Chalita” acontece de segunda à sexta-feira, das 12h às 13h, na Rádio Canção Nova, AM 860 KHZ e FM 92.5 MHZ. É importante ressaltar que, de segunda à quinta-feira, ocorre o debate relativo aos temas de cada semana. Já na sexta-feira, é a vez do programa Papo Aberto Musical, em que Chalita toca músicas solicitadas pelos ouvintes, além de ler um texto extraído do livro Histórias de professores que ninguém contou (mas que todo mundo conhece). Não deixe de ouvir e participar!

Mais Você

Na última quinta-feira, 24 de novembro, Gabriel Chalita e Lu Alckmin foram os convidados do programa Mais Você, apresentado por Ana Maria Braga e transmitido pela Rede Globo. Ambos acabaram de lançar o livro “Seis Lições de Solidariedade”, em que o autor homenageia a trajetória de vida de uma das brasileiras que mais se destacam na luta por um mundo melhor.

No café da manhã oferecido pelo programa, Ana Maria não poupou elogios a esta primeira-dama especial, deixando claro os motivos que a tornaram a personagem principal da 39ª de Chalita.

Todas as participações de Lu Alckmin em projetos sociais e em atividades realizadas como presidente do Fundo Social de Solidariedade foram registradas por ela em cerca de 13 diários. Esse foi o material utilizado por Chalita como base para a construção da obra. Lu explica que todas as pessoas que viam estes diários sugeriam a ela a produção de um livro. “Não sou escritora, mas tenho muita história para contar”, afirmou. Por este motivo, escolheu a sensibilidade e a experiência de Gabriel Chalita para que seu projeto pessoal fosse levado adiante.

O objetivo principal desta nova experiência na vida de Dona Lu – como é carinhosamente chamada – é fazer como que as pessoas reflitam sobre a necessidade de solidariedade nos dias de hoje. A importância dos pequenos gestos, por exemplo, é fundamental, pois constituem os primeiros passos na batalha por uma sociedade mais justa e fraterna.

O autor explica que o livro vai além de uma simples biografia. É, na verdade, uma história comum a todos aqueles que acreditam no amor. São experiências da vida pessoal e social de uma mulher que carrega, desde a infância, a consciência de que a ação voluntária, o gesto solidário e o movimento de doação são atitudes necessárias à transformação efetiva na vida das pessoas.

São relatos de uma trajetória que fizeram da figura de Lu Alckmin um exemplo a ser seguido por todos aqueles que anseiam por um futuro mais próspero. Tempo em que o amor, a solidariedade e a justiça caminharão sempre de mãos dadas. O livro deixa claro que a primeira-dama do Estado é, na verdade, uma figura capaz de iluminar a vida de pessoas que, diariamente, cruzam seu caminho e podem se beneficiar com o misto de meiguice, vitalidade e força de vontade. Virtudes comuns às mulheres que, historicamente, sempre fizeram a diferença.

Chalita em Brasília

Nesta terça-feira, dia 29 de novembro, a cidade de Brasília foi palco para mais um lançamento do livro “A Ética do Rei Menino”. Gabriel Chalita esteve, a partir das 19h, no Conjunto Cultural da Caixa autografando os exemplares de sua 38ª obra. Há pouco mais de um mês no mercado editorial, o livro já se tornou um novo best seller na carreira do autor. Centenas de pessoas estiveram no evento – que agitou a cena literária na capital do país.

Sucesso em âmbito nacional, a obra traz em sua composição um conjunto singular que alia escrita, ilustrações e recursos sonoros. O texto conta com uma linguagem acessível que se mescla de forma poética aos desenhos magistrais de Graça Lima e à narração comovente das histórias contidas no livro. Narrativas que se tornam ainda mais emocionantes tendo como pano de fundo a trilha sonora composta por Guto Graça Melo.

Publicado pela editora Rocco, “A Ética do Rei Menino” traz à tona valores necessários à construção de um mundo melhor. Mundo sustentado sobre os pilares do amor, da justiça, da bondade e da ética. Sentimentos e virtudes que permeiam os capítulos do livro de maneira alegórica. De forma comovente, o autor apresenta aos leitores os personagens do Reino Mágico da Consciência. Animais e plantas que, como é comum às fábulas, falam, sentem e pensam.

Uma leitura que convida para um passeio inesquecível. Roteiro repleto da magia existente nas aventuras fantásticas que colaboram para solidificar os ensinamentos necessários à convivência harmônica e fraterna no mundo real. “Será maravilhoso se o livro puder contribuir com a missão cotidiana de educadores e pais que visam a transmitir às crianças e aos jovens conhecimentos fundamentados no amor, na solidariedade e no altruísmo. A história de ‘A Ética do Rei Menino’ tem a intenção de colaborar, sim, para a reflexão dos leitores. Reflexão que é, sempre, ponto de partida para pequenas e grandes mudanças”, explica o autor.

Programa Quarta Viva

A sensibilidade e o carisma femininos deram o tom do programa Quarta Viva deste 23 de novembro. Artes cênicas, música e muita cultura estiveram em pauta na programação desta noite, em que o apresentador Gabriel Chalita convidou o público para um papo bastante especial com a atriz e diretora Cristina Mutarelli e a cantora da Comunidade Canção Nova, Eliana Ribeiro.

Formada pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, Cristina Mutarelli já atuou e dirigiu dezenas de peças teatrais e, ainda, participou de dois longas-metragens: “A Caixinha do Amor”, de Letícia Imbassahy e “A Má Criada”, de Sung Sfai. Utilizando-se de sua grande experiência como atriz, Cristina fundou o Studio Cristina Mutarelli, onde profissionaliza pessoas interessadas em seguir a carreira como ator ou atriz. No Quarta Viva, a atriz falou uma pouco sobre as realizações e dificuldades de sua profissão, bem como sobre sua trajetória dentro do mundo artístico.

A outra convidada da noite foi também uma das atrações musicais. Chalita conversou com a cantora católica Eliana Ribeiro. Com a missão de evangelizar através de sua canções, a artista capixaba lançou o CD “Tempo de Colheita”, que logo se tornou um grande sucesso. Integrante da Comunidade Canção Nova, Eliana contou sobre seu disco, bem como histórias da sua vida que a motivaram seguir o caminho da música religiosa.

A outra atração da noite ficou por conta do professor da rede pública e coreógrafo, Luis Melo que, juntamente com um acompanhante, apresentou aos telespectadores do Quarta Viva, um espetáculo de dança bastante especial.

Assessoria – Gabriel Chalita