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Leitura, poder e afeto

Nesta 3ª feira, 25 de julho, Gabriel Chalita faz a palestra inicial do IV Fórum Estadual de Leitura, no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador. O evento, voltado para 1.000 educadores da rede estadual e municipal de ensino de Salvador, conta com outros palestrantes, como Antonio Olinto, escritor e membro da Academia Brasileira de Letras.

Organizado pela Secretaria de Estado da Educação da Bahia, o fórum reúne, além dos professores, convidados dos Conselhos Estaduais de Educação e de Cultura da Bahia, de universidades e de instituições que desenvolvem projetos de leitura no Estado. Um dos principais projetos a serem abordados é o “Tecendo Leituras” da Diretoria de Educação Básica da Bahia, que existe desde 2003 em 800 escolas públicas estaduais. Cada escola constrói o seu projeto de leitura, e a Secretaria de Educação presta apoio e mobiliza recursos, adquirindo material bibliográfico e capacitando professores, sistematizando as atividades e avaliando resultados. Todas as disciplinas do currículo estão envolvidas com o projeto “Tecendo Leituras”. Outro palestrante a se apresentar no IV Fórum Estadual de Leitura é o professor Ezequiel Theodoro, professor da Unicamp e autor de livros como “Leitura: perspectivas interdisciplinares” e “A produção da leitura na escola”.

A leitura na dimensão do poder e do afeto

A palestra de Gabriel Chalita terá como tema a leitura na dimensão do poder e do afeto. São dois temas recorrentes nas suas obras, especialmente em dois livros. Em “O poder”, publicado pela Editora Revista dos Tribunais, Chalita estuda a questão do poder, de importância fundamental para todas as ciências humanas (inclusive a pedagogia) em dois pensadores renascentistas: Maquiavel (“O príncipe”) e Etienne de La Boétie (“Discurso da servidão voluntária”). O primeiro trata da conjugação entre sorte e habilidade, e do sucesso que se pode obter, desse modo, nos empreendimentos. La Boétie, por sua vez, incita os homens à liberdade, e diz que é preciso vencer o costume, a covardia e a participação da tirania para experimentar a grande vocação humana. A relação que Chalita faz entre esses dois autores e a pedagogia moderna se dá pela idéia do afeto como ferramenta de desenvolvimento do ensino e da aprendizagem. O conceito está consolidado no livro “Pedagogia do amor”, sucesso de público também no Chile e Argentina. O livro foi lançado há um mês em Madri, pela Editora SM, em uma edição traduzida para o espanhol, sob o título de “Pedagogía del Amor”. Uma nova edição deve ser lançada em Portugal ainda neste ano.

Palestra em Rio Negro

Nesta quinta-feira, 20 de julho, Gabriel Chalita apresenta palestra no sul do Paraná, na cidade de Rio Negro, para um público previsto de 1.000 pessoas. Prestigia, assim, o X Seminário de Educação e VI Congresso Interestadual de Educação de Rio Negro, que ocorrem na Sociedade Agricultura União Fuchs, falando de educação, ética e outros valores.

O evento vai até o dia 22. É destinado a profissionais da educação e da área social, e também a gestores municipais, profissionais liberais e pais de alunos. Tem como objetivo debater questões da educação, mostrando aos profissionais da área os avanços, as perspectivas e as possibilidades.

Rio Negro está a 100 km de Curitiba. Foi a cidade que acolheu os primeiros alemães a imigrarem para o Paraná, em 1829, originários da cidade de Trier. Ainda hoje a cidade tem uma concentração importante de imigrantes alemães, entre seus 30.000 habitantes. Está localizada num sítio de formações rochosas especiais, muito estudadas por especialistas do Brasil e do mundo. Historicamente, foi palco de muitas batalhas da Guerra do Contestado, entre Paraná e Santa Catarina. Rio Negro faz divisa, do outro lado do rio que leva o seu nome, com a cidade de Mafra, no Estado de Santa Catarina.

Uma curiosidade é que encontra-se em Rio Negro o menor cemitério do mundo a constar no Guiness Book. O cemitério está localizado na Fazendinha.

Futuro em debate

Gabriel Chalita participa, nesta terça-feira, pela manhã, no auditório do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), do Seminário “Caminhos para o Desenvolvimento”, para um auditório selecionado de 150 pessoas.

O programa está composto de uma exposição sobre o tema “Educação para o Desenvolvimento”, que será feita por Gabriel Chalita, educador e secretário da Educação do Estado de São Paulo no governo Geraldo Alckmin, Marcos Monteiro,presidente do Conselho Estadual de Educação e ex-presidente do Centro Paula Souza, responsável pelas escolas técnicas estaduais e faculdades de tecnologia do Estado de São Paulo, Paulo Nathanael Pereira de Souza, presidente do Conselho de Administração do CIEE, e Paulo Renato de Souza, ministro da Educação do governo Fernando Henrique Cardoso.

Entre as presenças de destaque, estão Cláudio Vaz, presidente do Ciesp, deputado Silvio Torres, presidente do Instituto Teotônio Vilela, e Ruy Altenfelder, presidente do Centro de Estudos Avançados e Estratégicos do Ciesp.

A série de seminários “Caminhos para o Desenvolvimento” foi iniciada com o objetivo de, através de uma avaliação crítica da situação de desenvolvimento em vários setores do Estado – tecnológico, científico, transportes, recursos hídricos, social, entre outros – dar possibilidade à geração de idéias diferentes e propiciar novos caminhos a serem trilhados.

Já foram tratados os seguintes temas: Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico, Energia, Recursos Hídricos e Saneamento, Transportes, e Desenvolvimento Social Sustentável e Ação Família.

Descobrir a sala de aula

O tema da palestra, que vai ser realizada no Claro Hall, da Barra da Tijuca, é “Pedagogia do amor”. O evento é patrocinado por Pueri Domus Escolas Associadas, Associação de Escolas Católicas do Rio de Janeiro, Colégio Sagrado Coração de Maria e Editora Dom Bosco, e tem o objetivo de discutir a diversidade e a criatividade na sala de aula.

O congresso tem a intenção de promover a integração entre os educadores, levando-os a debater e discutir soluções criativas e inovadoras para sala de aula. Afinal de contas, volta e meia, é preciso redescobrir este espaço maravilhoso e importantíssimo que é a escola.

Durante o evento, que se estende até a quarta-feira, vários estandes estarão funcionando, especialmente de editoras voltadas para a educação, como PD Associadas, Artmed Editora, Editora Vozes, Editora Segmento, Revista Educação, Ediouro, FTD, entre outros.

Entre os palestrantes presentes, estão Frei Betto, a contadora de histórias Bia Bedran e a educadora Cássia D’Aquino.

O site do evento traz uma nota com o seguinte teor: “Gabriel Chalita (SP) promete dar um show em sua palestra no Conhecer RJ que acontecerá em Julho no Claro Hall na Barra da Tijuca com o tema de seu mais famoso livro “Pedagogia do Amor”.”

Agenda dupla em Minas

Na noite de terça-feira, Chalita falará para cerca de 700 empresários do centro-oeste mineiro, que participam da Semana Empresarial 2006, promovida pela Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Serviços de Pará de Minas (Ascipam). O tema é “Empreender, a mágica da informação para bons negócios”.

Na quarta-feira, pela manhã, Chalita se encontra com professores das redes municipal, estadual e privada de Pará de Minas, na unidade do Sesi na cidade. Serão cerca de 700 profissionais, que ouvirão uma palestra sobre o tema “O papel do professor na transformação da sociedade atual”. Atualmente a rede municipal de ensino conta com 8.663 alunos, sendo 2.400 da Educação Infantil (0 a 6 anos), 5.671 alunos do Ensino Fundamental (1ª a 8ª série), 211 alunos da Educação de Jovens e Adultos, e 381 alunos no Telecurso 2000. São 65 escolas das redes municipal, estadual e particular, 01 faculdade e várias escolas de idiomas. Na área da educação técnica, há uma moderníssima escola profissionalizante do SENAI e um colégio técnico de nível médio, que mantém parceria com o SEBRAE.

Pará de Minas, com perto de 90.000 habitantes, é considerada centro regional de agropecuária e é a primeira cidade do Estado de Minas Gerais na produção de frangos, a segunda na produção de suínos e a quarta produtora de hortifrutigranjeiros, com destaque para a produção de tomate, pimentão e abóbora. No setor industrial, destacam-se a mineração (especialmente em agalmatolito), siderurgia (ferro gusa e fundições), indústrias têxteis, laticínios e cerâmicas, dentre outras. A cidade conta com dois distritos industriais, onde estão instaladas e em funcionamento 45 empresas.

São nove estabelecimentos bancários, uma emissora de televisão e 13 repetidoras, quatro estações de rádio AM/FM e quatro jornais locais.

Imagens recriam a história

O Museu do Ipiranga, cujo nome oficial é Museu Paulista da USP, está com uma exposição planejada para celebrar os 453 anos de fundação da cidade de São Paulo. Foi aberta na terça-feira, dia 23 de janeiro, a exposição “Imagens Recriam a História”, que procura explorar a história das imagens que ajudaram a construir a memória coletiva nacional e paulista.

Por isso, a mostra privilegiará três aspectos da inserção destas obras no circuito artístico em que foram produzidas:o processo de criação dos artistas, a forma pela qual foram adquiridas pelo Museu e a difusão destas obras de arte em livros didáticos e objetos de uso cotidiano.

As imagens do Museu Paulista recriaram a história do país e têm como eixo a trajetória de São Paulo. A exposição pretende prover o público de novas interpretações das obras que fazem parte do acervo do Museu e evitar que sejam feitas compreensões fiéis à realidade das maquetes e pinturas lá expostas.

Vários recursos multimídias foram adotados pela exposição para auxiliar na visualização e no entendimento das obras. São vídeos educativos e informativos, observatórios e terminais que aprofundam a análise das pinturas. O Museu também inaugura o uso de materiais para portadores de necessidades especiais, tais como telas táteis, textos em braille e narração descrevendo as pinturas.A curadoria é do Prof. Dr. Paulo César Garcez Marins e a coordenação institucional é da Profa. Dra. Solange Ferraz de Lima.

Serviço

Exposição: Imagens Recriam a História

Ingressos: R$ 2 (crianças até 6 anos e idosos acima de 60 anos não pagam)

Em todo terceiro domingo de cada mês, a entrada é franca.

Endereço: Parque da Independência, s/nº – Ipiranga

Telefone: (11) 6165- 8000

Informações da Secretaria de Estado da Cultura

O futuro do Museu do Ipiranga

Atualmente, as exposições do Museu Paulista estão passando por um processo de reformulação, de acordo com o Plano Geral de Exposições, estabelecido pela equipe técnico-científica da instituição. As mudanças estão se dando tanto nas linhas conceituais de História e Museologia, como na revitalização dos acervos por meio de trabalhos de conservação e restauração.

O Plano Geral define a organização dos acervos, nas três principais alas de exposição, segundo as três linhas de pesquisa às quais o Museu se dedica.

No andar térreo, a Ala Oeste aborda, sob o prisma da História do Imaginário: os Descobrimentos; as viagens no período colonial; a São Paulo das igrejas, a capital administrativa e o espaço urbano em meados do século XIX.

No andar superior, a Ala Leste, girando em torno do Universo do Trabalho: a maquete do edifício, de 1885-1890, como objeto técnico; a ligação São Paulo-Santos na “era do café”; a São Paulo do comércio na virada para o século XX; o acervo de mobiliário sob a óptica de sua confecção.

Na Ala Oeste do andar superior, aspectos de Cotidiano e Sociedade: o espaço doméstico no final do século XIX e início do XX e numa segunda parte, os anos 1920 a 1950 em São Paulo.

Além dessas áreas, estão previstas: no andar térreo, uma Galeria dedicada à instalação ou fomento de serviços públicos na cidade de São Paulo no final do século XIX (Corpo de Bombeiros, Serviço Sanitário, Iluminação etc.), uma exposição permanente sobre a modernidade na virada para o século XX, tendo, como eixo, Santos Dumont e uma área de exposições temporárias. No subsolo, exposições rotativas de acervos do Museu Paulista.

Lançamento em Jundiaí

Jundiaí é a próxima cidade a acolher o lançamento do livro “Seis Lições de Solidariedade com Lu Alckmin”, no dia 29 de junho. Gabriel Chalita, autor do texto, e Lu Alckmin fazem noite de autógrafos às 19h30. Metade da renda será revertida para a Grendacc, rede local de apoio à criança com câncer.

O livro “Seis lições de solidariedade com Lu Alckmin” é uma condensação das experiências vividas pela então presidente do Fundo Social de Solidariedade do Governo do Estado de São Paulo. A publicação relata exemplos do conceito aplicado por ela às ações sociais do governo: estimular talentos que dêem dignidade à pessoa humana e ao mesmo tempo servir de instrumentos para novas potencialidades da vida. Em outras palavras, Lu Alckmin aplicou sempre a máxima filosófica de que “ensinar a pescar é mais nobre e eficaz do que dar o peixe”.

Um dos relatos que ganharam destaque no livro foi a criação do projeto “Padarias Artesanais”. Foram implantadas, com recursos da iniciativa privada, 10 mil padarias, que funcionam em fundos municipais, entidades assistenciais, escolas, penitenciárias, hospitais, unidades de ressocialização de adolescentes em conflito com a lei, conjuntos habitacionais, aldeias indígenas, quilombolas, entre outros. Um programa que atingiu milhares de pessoas que começaram a ter outra perspectiva de vida.

Também ganha destaque a criação de 11 mil casas de brinquedo. Uma filosofia acertadíssima, de que toda criança tem o direito de brincar.

Gabriel Chalita, autor do texto do livro, baseou-se em anotações feitas por Lu Alckmin ao longo de suas viagens aos municípios do Estado de São Paulo. Complementou as informações com longas entrevistas na residência da família, ouvindo os filhos e o marido, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O resultado da narração foi uma situação fictícia, que se passa em um período de 24 horas, mas recheado de acontecimentos reais.

Festa em Nova Odessa

Seguindo o roteiro de lançamentos pelo Brasil, Gabriel Chalita e Lu Alckmin fazem noite de autógrafos do livro “Seis Lições de Solidariedade com Lu Alckmin” no interior de São Paulo. O evento desta terça-feira, 20 de junho, foi em Nova Odessa, região metropolitana de Campinas, nas Faculdades Network.

O livro “Seis lições de solidariedade com Lu Alckmin” é uma condensação das experiências vividas pela então presidente do Fundo Social de Solidariedade do Governo do Estado de São Paulo. A publicação relata exemplos do conceito aplicado por ela às ações sociais do governo: estimular talentos que dêem dignidade à pessoa humana e ao mesmo tempo servir de instrumentos para novas potencialidades da vida. Em outras palavras, Lu Alckmin aplicou sempre a máxima filosófica de que “ensinar a pescar é mais nobre e eficaz do que dar o peixe”.

Um dos relatos que ganharam destaque no livro foi a criação do projeto “Padarias Artesanais”. Foram implantadas, com recursos da iniciativa privada, 10 mil padarias, que funcionam em fundos municipais, entidades assistenciais, escolas, penitenciárias, hospitais, unidades de ressocialização de adolescentes em conflito com a lei, conjuntos habitacionais, aldeias indígenas, quilombolas, entre outros. Um programa que atingiu milhares de pessoas que começaram a ter outra perspectiva de vida.

Também ganha destaque a criação de 11 mil casas de brinquedo. Uma filosofia acertadíssima, de que toda criança tem o direito de brincar.

Gabriel Chalita, autor do texto do livro, baseou-se em anotações feitas por Lu Alckmin ao longo de suas viagens aos municípios do Estado de São Paulo. Complementou as informações com longas entrevistas na residência da família, ouvindo os filhos e o marido, o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O resultado da narração foi uma situação fictícia, que se passa em um período de 24 horas, mas recheado de acontecimentos reais.

El político y escritor brasileño Gabriel Chalita presenta en España su libro “Pedagogía del Amor”

“Uno de los más prometedores representantes de la política brasileña actual ha estado en España para el lanzamiento de su nuevo libro, editado por PPC, “Pedagogía del Amor” Las historias universales y los valores de las nuevas generaciones.

En el libro publicado por la Editorial PPC, el autor propone una revisión de historias de la literatura clásica universal para rescatar los valores esenciales de la vida en sociedad.

Reconocido como un gran orador, es capaz de movilizar y emocionar a un público numeroso en sus conferencias, especialmente en el campo de la Educación.”

Pedagogia na Espanha

Sucesso entre educadores, professores e leitores brasileiros, o livro “Pedagogia do Amor”, de Gabriel Chalita, será lançado em língua espanhola, neste dia 15 de junho, sob o título “Pedagogía del amor”.

O autor, que já publicou o livro “Os dez mandamentos da Ética”, na Espanha, Argentina e Chile, pretende atingir novamente o mercado editorial de países que falam o espanhol. A capital Madrid foi a escolhida para receber Chalita em sua nova empreitada literária internacional.

Após a cerimônia de lançamento, Chalita tem um jantar programado com Xavier Cortez, diretor geral do Grupo SM, conglomerado editorial que coordena a Ediciones SM, editora responsável pela publicação do livro na Espanha, e equipe.

Sobre o livro

O livro faz um elo com grandes clássicos da literatura mundial, indicando, em cada um deles, a presença de virtudes como sabedoria, respeito, amor, idealismo, esperança, entre outras. Uma das grandes histórias a que o autor faz referência é o maior clássico espanhol: Dom Quixote de Miguel de Cervantes. Nesse capítulo, Chalita fala sobre a questão do idealismo. Segundo o autor, os idealistas são seres visionários, com alma de poeta e um grande coração, apesar de muitas vezes serem considerados loucos. Dom Quixote é o mais famoso idealista da literatura. No Brasil, Lima Barreto consagrou Policarpo Quaresma, também um sonhador movido pela paixão.

Algumas grandes obras são também citadas em “Pedagogia do Amor”: “As mil e uma noites”, “Cinderela” e “O Patinho Feio”. Há ainda histórias bíblicas como a de Davi e Golias e a do Rei Salomão, que em muito contribuem para enriquecer o livro.