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Música e esporte no programa Quarta Viva

O Programa Quarta Viva entrevista hoje Flavinho, da Canção Nova, mostrando o trabalho musical e de evangelização que vem realizando fora do país. No segundo bloco, Gabriel Chalita conversa com Tiago Gomes Alves, campeão e jiu-jitsu e professor de Educação Física.

O tema da conversa é a prática de esportes na qualidade de vida das pessoas. O programa Quarta Viva começa às 22 horas, no canal 50 (UHF).

Leis e cidadania no Quarta Viva

Para quem está acostumado a ouvir o advogado Marcelo Vigliar em todas as quintas-feiras, no programa Papo Aberto, dando dicas sobre aspectos jurídicos da vida social, tem uma boa chance de vê-lo na noite desta quarta-feira, no programa Quarta Viva.

Marcelo é doutor em Direito Processual Civil pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Atualmente é professor universitário e membro do Instituto Brasileiro de Direito Processual (IBDP). Atuou como Promotor de Justiça no Estado de São Paulo de 1991 a 2004. De 1990 a 1991, exerceu o cargo de Procurador do Estado. É professor e membro da Congregação da Escola Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo. É autor de diversas obras e artigos, entre os quais se destacam os livros Ação Civil Pública, Código de Processo Civil Interpretado e Ministério Público – Instituição e Processo.

O outro convidado da noite também é advogado. Márcio Pacheco é especializado em Defesa do Consumidor e pós-graduado em Políticas Públicas. Atualmente ocupa o cargo de vereador do Rio de Janeiro. Na Câmara Municipal, preside a Comissão Municipal de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, e a Frente Parlamentar em Defesa da Vida. Já presidiu a Comissão Especial para a Juventude, fiscalizando as políticas públicas para os jovens e foi um dos membros de maior destaque da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos. Foi também ouvidor do Detran/RJ durante dois anos. É fundador da Missão Caminho Certo, na qual busca a realização de ações de responsabilidade social principalmente através de instrumentos de evangelização, sua maior responsabilidade, como cristão, e sua grande motivação como parlamentar. Márcio Pacheco é músico evangelizador há 15 anos. Iniciou a carreira musical num grupo chamado DISPA (Discípulos São Paulo Apóstolo), em Sorocaba, onde nasceu. Ao se mudar para o Rio de Janeiro, fundou a banda Bom Pastor, da qual era o vocalista. Idealizou um dos movimentos jovens mais importantes da Renovação Carismática: Deus é Dez. O sucesso do evento durou três anos consecutivos e arrebatou multidões. Músicas de sua autoria são cantadas por Padre Marcelo Rossi, Martin Valverde e também pela Banda Bom Pastor. Apresentou programas na Rádio Catedral FM, TV Canção Nova, TV Século XXI e Rede Vida. Gravou CD´s com a Banda Bom Pastor e com o Padre Zeca. Seu primeiro CD solo (Coração Adorador) será lançado dia 15 de novembro de 2007 no cenáculo da renovação carismática católica no Maracanãzinho – Rio de Janeiro.

Para encerrar o programa, o game reúne Daniele, da Comunidade Santuário Eucarístico, Rafael, da Comunidade Palavra Viva e Nathan, da Paróquia Santo Inácio de Loyola – Grupo Jovem Siloé.

Palestra para educadores em Araçatuba

Gabriel Chalita se apresenta para um grupo de 750 educadores, no Centro Cultural Thathi COC, neste dia 24 de julho. Falando sobre o tema “Amor, Ética e Outros Valores”, Gabriel Chalita aborda a relação mestre-discípulo desde a Grécia Antiga. Dá ênfase à necessidade de o educador dedicar respeito à história de cada educando, pontuando que é fundamental a cumplicidade entre querer ensinar e se permitir aprender.

Esta boa-vontade estimula a troca continuada de experiências, de sonhos, de ideais, e por que não dizer, o amor. É o amor que é capaz de quebrar paradigmas, barreiras, ranços. É o amor que nos envolve, que nos move.

Gabriel Chalita tem defendido em seus livros e em suas palestras que ser professor é ser formador. Ele professa a crença na pessoa humana, auxiliando no seu desenvolvimento integral: cognitivo, social e emocional. Ser professor é ser instigador. O professor, como dizia Sócrates, ajuda o conhecimento a nascer. Sócrates falava de sua mãe, que era parteira mas que não fazia a criança. A criança estava pronta – só era preciso ajudá-la a vir ao mundo. Assim é o mestre: respeita o universo do seu aluno e quer ajudá-lo a caminhar com pés próprios, a ter autonomia.

Em seus livros, Chalita lembra que, junto com o amor, vem o compromisso, o respeito, a necessidade de continuar a estudar sempre, de preparar aulas mais participativas, de repreender com pertinência, de abusar da paciência. Em seu livro Educação: a solução está no afeto, ele diz: “Triste é o educador que já não acredita mais na capacidade de aprendizado, que não se debruça para examinar melhor a peculiaridade de cada aprendiz. Esse não ensina e não aprende. A educação é, em todas as suas dimensões, um grande desafio.” Falar sobre educação é falar sobre a única alternativa política, social para que esse país encontre a dimensão de sua grandeza e para que o povo que aqui vive encontre a dignidade.

O ser humano está sempre a buscar sua felicidade. Eis uma verdade universal. Em todos os tempos, em todas as culturas sempre se almejou a felicidade. Alguns não conseguiram, outros confundiram a felicidade com os prazeres efêmeros e se entregaram à submissão. Ser feliz é um objetivo ao mesmo tempo simples e complexo. Simples porque depende de uma mera decisão (embora decidir seja angustiante, a decisão é individual – depende do querer). É também complexo, porque o ser humano é único, é genial, é especial e aprende e ensina e evolui e cresce e é. E por causa disso tudo não se satisfaz com qualquer coisa. É mutável. É imprevisível. De qualquer forma, quando consegue canalizar o seu potencial para o bem, suas obras são fantásticas.

Quinta-feira em Nova Venécia

Gabriel Chalita volta ao Espírito Santo, para uma palestra a um grupo de 750 educadores. Desta vez a cidade escolhida foi Nova Venécia. A palestra vai versar sob o tema Amor, ética e outros valores na família e na escola. Na palestra, Gabriel Chalita aborda a relação mestre-discípulo desde a Grécia Antiga. Dá ênfase à necessidade de o educador dedicar respeito à história de cada educando, pontuando que é fundamental a cumplicidade entre querer ensinar e se permitir aprender.

Esta boa-vontade estimula a troca continuada de experiências, de sonhos, de ideais, e por que não dizer, o amor. É o amor que é capaz de quebrar paradigmas, barreiras, ranços. É o amor que nos envolve, que nos move. Gabriel Chalita tem defendido em seus livros e em suas palestras que ser professor é ser formador. Ele professa a crença na pessoa humana, auxiliando no seu desenvolvimento integral: cognitivo, social e emocional. Ser professor é ser instigador. O professor, como dizia Sócrates, ajuda o conhecimento a nascer. Sócrates falava de sua mãe, que era parteira mas que não fazia a criança. A criança estava pronta – só era preciso ajudá-la a vir ao mundo. Assim é o mestre: respeita o universo do seu aluno e quer ajudá-lo a caminhar com pés próprios, a ter autonomia.

Em seus livros, Chalita lembra que, junto com o amor, vem o compromisso, o respeito, a necessidade de continuar a estudar sempre, de preparar aulas mais participativas, de repreender com pertinência, de abusar da paciência. Em seu livro Educação: a solução está no afeto, ele diz: “Triste é o educador que já não acredita mais na capacidade de aprendizado, que não se debruça para examinar melhor a peculiaridade de cada aprendiz. Esse não ensina e não aprende. A educação é, em todas as suas dimensões, um grande desafio.” Falar sobre educação é falar sobre a única alternativa política, social para que esse país encontre a dimensão de sua grandeza e para que o povo que aqui vive encontre a dignidade. O ser humano está sempre a buscar sua felicidade. Eis uma verdade universal. Em todos os tempos, em todas as culturas sempre se almejou a felicidade. Alguns não conseguiram, outros confundiram a felicidade com os prazeres efêmeros e se entregaram à submissão. Ser feliz é um objetivo ao mesmo tempo simples e complexo. Simples porque depende de uma mera decisão (embora decidir seja angustiante, a decisão é individual – depende do querer). É também complexo, porque o ser humano é único, é genial, é especial e aprende e ensina e evolui e cresce e é. E por causa disso tudo não se satisfaz com qualquer coisa. É mutável. É imprevisível. De qualquer forma, quando consegue canalizar o seu potencial para o bem, suas obras são fantásticas.

Popular e erudito no programa Quarta Viva

A vocação eclética do programa Quarta Viva está bem manifesta nas figuras dos dois convidados desta noite. O primeiro entrevistado é o cordelista e repentista César Obeid. Artista, educador e pesquisador paulista, trabalha com a recriação do cordel e do repente na educação, teatro, eventos e literatura. É autor do livro Minhas Rimas de Cordel da editora Moderna, menção “altamente recomendável”FNLJ- 2005.

Está lançando o livro O Cachorro do Menino, também pela Editora Moderna, no mês de agosto, no Sesc Pompéia. Nesse livro, o autor César Obeid se utiliza de sua linguagem preferida – o cordel, para tratar de um tema que considera de fundamental importância: os direitos dos animais. Ao fazê-lo, o autor nos mostra que o cordel não é somente uma linguagem que interessa por sua representatividade na cultura popular nordestina, mas que ela é, isso sim, uma linguagem viva, mutável, capaz de abordar os mais diversos temas.

Ao dividir o livro em duas partes – uma com a história narrada na forma de uma narrativa rimada, outra estruturada na forma de peça de teatro, presenteia os jovens leitores com a possibilidade de experimentar e explorar um outro gênero. Em comum, tanto a narrativa de cordel quanto o teatro não podem ser esgotados numa leitura silenciosa: ambos necessitam que suas palavras sejam ditas em voz alta, transformadas pelo corpo do ator ou do cantador.

César Obeid, durante o mês de julho, está oferecendo oficinas de cordel no Museu da Língua Portuguesa.

No segundo bloco, a entrevistada é a maestrina Muriel Waldman, regente da Orquestra Laetare e dos Corais Canticorum Jubilum e Vox Aeterna. Estudou piano com Eudóxia de Barros e Beatriz Balzi, e foi aluna de regência dos maestros Eleazar de Carvalho e Lutero Rodrigues, entre outros.

Até fevereiro de 2007 foi regente da Orquestra e do Coral da Sociedade Pro Musica Sacra, de São Paulo. É integrante do Duo ViWa- Música de piano e saxofone. Recebeu o título de Mestre em Musicologia e Práticas Interpretativas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo ­ USP.

Foi criadora e regente do Coral Renascença da Universidade Livre de Música Tom Jobim de São Paulo. Atuou também como professora desta instituição, ministrando as disciplinas de Canto Coral, Teoria e Percepção Musical, Leitura musical para cantores e Iniciação à Música vocal erudita e foi coordenadora do Curso de Música da Faculdade Paulista de Artes.

Em 1998 recebeu bolsa para fazer um curso de Análise e Regência das Cantatas de J.S. Bach na Internationale BachAkademie em Stuttgart, na Alemanha, com o maestro e professor Helmuth Rilling.

Nas matérias teóricas, foi aluna de Osvaldo Lacerda, e estudou composição com o mesmo e com o compositor Almeida Prado. Em 1982, recebeu o Troféu Bach por uma de suas composições.

Lançamento em Natal

Nesta sua nova incursão pelo terreno da narrativa curta, Gabriel Chalita revela o espectro multicor dos sentimentos femininos. Estão todos aqui: a inveja, o ciúme, o cálculo, a paixão, a esperança. O livro que ele lança em Natal, no Rio Grande do Norte, nesta sexta-feira, dia 13, é uma análise das sombras e dos mistérios do comportamento humano.

Em cada narrativa, todas elas baseadas em situações reais, há quase sempre algo de ensinamento: é o ângulo de visão do educador, que busca descobrir em cada situação um ponto para reflexão. Tímidas ou lascivas. Enjeitadas ou assediadas. Fiéis ou volúveis. Avarentas ou perdulárias. Prudentes, perversas, esquisitas, amorosas. Ao percorrer esta coletânea de contos, o leitor tem a impressão de se ver diante de todas as mulheres e de todos os sentimentos do mundo.

A complexidade das situações vividas pelas personagens é mostrada de modo sutil, e os recursos de narrativa vão do lírico ao satírico, passando pelo drama, com habilidade de quem se apóia no olhar atento e na sensibilidade. Gabriel Chalita visita o universo feminino e com seu tino observador penetra na alma dessas mulheres impressionantes. O leitor não deve esperar o deslumbramento, mas a sinceridade. É a vida, como num palco, escancarada para a avidez do leitor.

Temos a solteirona que faz do projeto de arranjar um marido um compromisso em todos os lugares, dos bailes da terceira idade às missas dominicais. Temos a mãe, desesperada com o silêncio do filho supostamente desaparecido, escandalosa e patética. Temos a velhota cheia de manias, que se confessa com a amiga surda-muda. Temos a precavida professora que não põe o pé nem na fímbria do mar, por medo de tubarão, e que escreve cartas e mais cartas, nunca enviadas, a uma antiga paixão. Temos o belíssimo relato da primeira experiência sexual de uma mulher, que descreve seu contato iniciático com um “mundo estranho”.

Mulheres de Água é um livro que encanta, comove, alegra, mas que também faz pensar. Em resumo, é um livro sobre as mulheres, em pleno diálogo com a vida.

O lançamento será feito na Livraria Siciliano do Shopping Midway Mall Av. Bernardo Vieira, 3775 – Loja 174, piso L-1 Tirol Natal/RN.

Gentileza em Porto Alegre

Gabriel Chalita vai levar a sua palestra, o seu carinho e os seus novos livros para Porto Alegre. Sua presença está confirmada para o horário das 10h30 da manhã. O local não podia ser melhor: o deck de leitura, localizado à beira do Rio Guaíba (diante do Teatro Sancho Pança, que fica no Armazém B do Cais do Porto – Praça Osvaldo Cruz, 15, sala 1708, no centro da cidade).

Estão sendo esperadas cerca de 1.000 pessoas para o evento. O tema central da programação é “A Cultura Popular Brasileira”. Gabriel Chalita falará sobre gentileza, tema que percorre o seu novo romance “O sol depois da chuva”, e o seu livro de prosa poética “Gentileza”.

Os dois livros serão lançados simultaneamente, numa sessão de autógrafos que será realizada logo após a palestra. O evento faz parte da programação da 53ª Feira do Livro de Porto Alegre, que começou no dia 26 de outubro e se estende até 11 de novembro. A Feira do Livro de Porto Alegre é um dos eventos mais populares do Estado. É considerada a maior feira de livros a céu aberto da América Latina. Em 2005, ultrapassou seus domínios da Praça da Alfândega e passou progressivamente a ocupar maiores espaços.

Chegando à sua 53ª edição, o evento consolida as conquistas e promove, cada vez mais, o incentivo e a difusão do hábito de ler, espalhando-se pela Praça da Alfândega, Memorial do Rio Grande do Sul, Casa de Cultura Mário Quintana, Santander Cultural, Centro Cultural CEEE Érico Verissimo e Cais do Porto até o Cais do Porto.. A Área Infantil e Juvenil funciona com horário diferenciado, das 9h às 21h. No Cais do Porto, ela ocupa os armazéns A e B, o Pórtico Central e a faixa existente entre esses espaços e o Guaíba. O restante da Feira do Livro funciona diariamente no horário tradicional, das 13h às 21h.

Essência e convivência em Conchal

O Centro Cultural “Vereador Alfredo Guilherme Madeira Campos”, na cidade de Conchal, no interior de São Paulo, já está preparado para receber educadores da rede municipal, que ouvirão Gabriel Chalita discorrer sobre “Educação – construindo relações de essência e convivência”. O encontro está programado para esta sexta-feira, 13 de julho.

Gabriel Chalita enfatizará, em sua palestra, as iniciativas necessárias para o fortalecimento do vínculo entre professor e aluno, idéias que defende em vários dos seus livros. A base da palestra está firmada sobre questões que, em síntese, dizem respeito às coisas essenciais para as pessoas. Sobre isto, Gabriel Chalita discorreu em alguns de seus livros, como, por exemplo, em Educação: a solução está no afeto, onde diz: “O essencial é aquilo que não é efêmero; é o que marca toda uma existência, que deixa cicatriz, que fica na memória. Pelo essencial vale a pena lutar, vale a pena sofrer. O acidental é o passageiro. Ao contrário do essencial, aparece e vai embora com muita facilidade e acontece muitas vezes no dia. Uma fila que precisa ser enfrentada, uma avaliação malfeita, uma viagem cancelada. São acidentes passageiros e superáveis.” O essencial são os valores, como a amizade, a solidariedade, a partilha, a dedicação, a tolerância, a razoabilidade, a compreensão. Sobre essas questões versará a palestra.

Educação afetiva

O Programa Quarta Viva desta noite recebe, para uma conversa com Gabriel Chalita, frei Antônio Moser, autor do livro “Casado ou Solteiro – Você pode ser feliz”. O entrevistado é diretor-presidente da Editora Vozes, professor de Teologia Moral e Bioética no Instituto Teológico Franciscano (ITF) em Petrópolis, Rio de Janeiro, e membro do Conselho Administrativo da Diocese de Petrópolis.

Já escreveu 19 livros e numerosos artigos científicos para revistas nacionais e internacionais. No livro, frei Antônio Moser ajuda as pessoas que querem entender a sexualidade e a afetividade como integrantes da busca pela felicidade. No segundo bloco, o programa recebe o grupo Cantores de Deus, que celebra dez anos de carreira. E, no terceiro bloco, haverá um animado game. O programa será transmitido a partir do estúdio da Rua Fáustolo, 766, no bairro da Lapa.