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Jornada Pedagógica

A Primeira Jornada Pedagógica de São João do Meriti, na Baixada Fluminense, tem o tema “Repensar – Ressignificar – Consolidar”. Tem a intenção de debater o conceito específico da construção de uma prática educativa mediadora.

A promoção é da Secretaria Municipal de Educação, que escolheu para encerrar o evento a palestra “Construindo relações de essência e convivência”, de Gabriel Chalita. Da programação da Primeira Jornada Pedagógica constaram nomes como Jair Passos, Fátima Maria Balthazar, Miguel González Arroyo, Paulo Sérgio da Costa e Celso Vasconcelos.

O público é composto de coordenadores, gestores e diretores da rede municipal de educação de cidades da Baixada Fluminense.

Quatro anos de Quarta Viva

Para a edição que comemora quatro anos do programa Quarta Viva, Gabriel Chalita recebe dois convidados: Diácono Nelsinho e Carla Astuti.

Também haverá game com as comunidades Aliança de Misericórdia, Aeternum Dei e Shalon. A transmissão será feita em novo endereço: Colégio Santa Marcelina Rua Cardoso de Almeida, 541 – Perdizes.

Duas reprises especiais

Na noite desta quarta-feira, duas entrevistas serão reprisadas, e vale a pena vê-las outra vez. Geraldo Alckmin discorre sobre saúde, políticas públicas para a saúde e temas de cidadania. Como ex-governador de São Paulo e médico, tem experiência de sobra no assunto.

Alckmin também foi responsável, entre outras coisas importantes para a população, pela edição do Código de Defesa do Consumidor e pela implantação do Poupatempo no Estado de São Paulo.

A outra entrevistada é Mara Gabrilli, publicitária e psicóloga. Há 13 anos, Mara sofreu um acidente de carro que a deixou tetraplégica. Passou cinco meses internada entre São Paulo e os Estados Unidos e recebeu uma nova condição para a vida: a impossibilidade de se mexer do pescoço para baixo. Em 1997, fundou a ONG Projeto Próximo Passo com o intuito de promover projetos de inclusão social dando apoio técnico e operacional a atletas com deficiência. A ONG oferece programas de reabilitação e, por meio de parcerias, faz investimento em pesquisas de cura de paralisias e campanhas de prevenção, conscientização e sensibilização da sociedade. Hoje, a PPP atende mais de 70 atletas que competem em modalidades do paradesporto.

Só na cidade de São Paulo há 1,5 milhão de deficientes. Mara Gabrilli vai falar de assuntos que interessam de perto às pessoas com deficiência. Ela é psicóloga e publicitária, hoje exercendo o mandato de vereadora, pelo PSDB. Ficou tetraplégica em razão de um acidente, e fundou a ONG Projeto Próximo Passo, ligada à qualidade de vida do deficiente físico.

Antes disso foi titular da Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida (Seped), onde desenvolveu dezenas de projetos visando a melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida que vivem na megalópole paulistana

Programa Quarta Viva de hoje

O Padre Vandro Pisaneschi é o convidado de Gabriel Chalita, no programa Quarta Viva desta noite, para falar sobre o significado e os rituais da Semana Santa. Padre Vandro é pároco da Igreja Nossa Senhora Aparecida dos Ferroviários (Mooca).

É jovem – foi ordenado em 30 de maio de 2005. Formou-se em Direito pela PUC/SP e fez mestrado em Psicologia Clínica também na PUC-SP, tendo como tema de pesquisa a relação entre psicologia e religião – PUC/SP. É assessor da Pastoral Universitária da PUC/SP. Apresenta o programa Encontro com a Misericórdia, ao lado de Juliana Xavier, todas quartas e sextas-feiras às 15h, na Rádio América No segundo bloco, Tadeu Aguiar e Eduardo Bakr falam de teatro. E, no terceiro bloco, prossegue o game, entre as paróquias de Santa Otília, Nossa Senhora do Carmo e Nossa Senhora Aparecida. Não esqueça: o programa começa às 22 horas, na TV Canção Nova – canal 50 (UHF).

Quarta Viva e o Dia da Amazônia

Gabriel Chalita entrevista o ambientalista e ex-secretário de Estado do Meio Ambiente, Fábio Feldmann, sobre a questão do ambiente mundial que a nossa reserva florestal ajuda a preservar. No segundo bloco, uma entrevista com Beto Andretta, diretor e fundador da Companhia Pia Fraus. Estará presente Wanderley Piras, diretor do espetáculo 100 Shakespeare, peça com que a companhia está em cartaz em São Paulo. Pia Fraus vem do latim, e significa “uma mentira contada com boas intenções”.

É um grupo que aproveitou a diversidade da formação dos seus integrantes (teatro, dança, teatro de bonecos e de máscaras, circo e artes plásticas) para estabelecer a linha de trabalho da companhia: desenvolver uma linguagem que aprimorasse dramaticamente cada uma destas áreas e as integrasse, consolidando um repertório com características muito particulares, buscando o aprofundamento, pesquisa e a integração dos recursos do teatro de animação aos de outras linguagens. Com mais de 20 anos de existência, a Pia Fraus produziu 18 espetáculos, apresentando-se em 16 países diferentes nos principais festivais nacionais e internacionais de teatro.

O grupo já visitou Argentina, Uruguai, Colômbia, Venezuela, Chile, Bolívia, EUA, Espanha, Portugal, Itália, Suécia, França, Inglaterra, Escócia e Índia. Hoje o grupo tem, no repertório ativo, oito espetáculos: 100 Shakespeare, Olhos Vermelhos, A Lenda do Guaraná, Bichos do Brasil, Farsa Quixotesca, Gigantes de Ar, Flor de Obsessão e O vaqueiro e o bicho froxo.

Mulheres de Água no Rio de Janeiro

Às 20 horas do dia 29 de maio, a Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro, vai ser o cenário do lançamento do livro mais recente de Gabriel Chalita, Mulheres de Água. A Livraria da Travessa fica na Rua Visconde de Pirajá, 572.

O livro Mulheres de Água é um trabalho de narrativa curta a respeito da alma feminina. São 21 contos que, embora fictícios, têm como base personagens reais, despidos do cuidado com a imagem, e apenas vivendo. Os relatos, singelos e verdadeiros, passam pelas sombras e pelos mistérios do comportamento humano. São momentos de algumas mulheres, em pleno diálogo com a vida. E, em cada um deles, há sempre algo de ensinamento: é o ângulo de visão do educador, que busca descobrir em cada situação um ponto para reflexão.

Mulheres de água é um livro sobre a pessoa, com todos os seus sentimentos mais íntimos. Os personagens centrais são mulheres, mas os homens não estão ausentes, ou são relatados mesmo quando ausentes. Com aguda observação e com uma percepção sensível da alma humana, Gabriel Chalita registra a inveja, o ciúme, o cálculo, a paixão, a esperança.

A complexidade das situações vividas pelas personagens é mostrada de modo sutil, e os recursos de narrativa vão do lírico ao satírico, passando pelo drama, com habilidade de quem se apóia no olhar atento e na sensibilidade. Gabriel Chalita visita o universo feminino e com seu tino observador penetra na alma dessas mulheres impressionantes. O leitor não deve esperar o deslumbramento, mas a sinceridade. É a vida, como num palco, escancarada para a avidez do leitor.

Essas Mulheres de Água são tímidas ou lascivas. Enjeitadas ou assediadas. Fiéis ou volúveis. Avarentas ou perdulárias. Prudentes, perversas, esquisitas, amorosas. Ao percorrer esta coletânea de contos, o leitor tem a impressão de se ver diante de todas as mulheres e de todos os sentimentos do mundo.

Saúde e estética no Quarta Viva

Os ouvintes do programa Papo Aberto, que Gabriel Chalita apresenta todos os dias, ao lado de Glaucya Tavares, na Rádio América/Canção Nova, vão ter a chance de conhecer a dermatologista Denise Steiner. Ela é presença certa em todas as quartas-feiras, dando dicas de saúde e de estética, durante o programa de rádio. Na noite de hoje, ela poderá ser vista na TV, no programa Quarta Viva.

Denise Steiner é médica formada pela Faculdade de Medicina da USP e doutora em Dermatologia pela Unicamp. Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, é presidente da Comissão de Ensino da Sociedade Brasileira de Dermatologia, regional do Estado de São Paulo. Professora da Faculdade de Medicina de Jundiaí. Membro da Academia Americana de Dermatologia. Professora Titular e Chefe do Serviço de Dermatologia da Universidade Mogi das Cruzes. Coordenadora do Departamento de Cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia – regional de São Paulo.

No segundo bloco do programa Quarta Viva, o entrevistado é o padre Rosalvino. Espanhol, mas há muitos anos no Brasil, Rosalvino Moran Viñayo criou e comanda, há 25 anos, a Obra Social Dom Bosco, que atende aproximadamente 6 mil jovens na Zona Leste de São Paulo.

Os ratos soltos na casa

Com estréia neste feriado de 7 de setembro, às 21 horas, a peça Os ratos soltos na casa pode ser vista, a preços populares, no Centro Cultural São Paulo. O texto é de Patricia Maês e a direção de Carmen Beatriz. Na peça, duas irmãs, Flora e Celeste, são opostos que se complementam, e que poderiam muito bem ser duas faces de uma mesma pessoa.

Flora é uma artista que se recupera de um surto em um retiro no campo, onde ainda reafirma sua forte personalidade de alguém que se orgulha por deixar sempre um rastro de transformação por onde passa, com seu espírito criativo e seus trejeitos eloqüentes. E Celeste representa o inverso de toda essa força e energia, sendo contida ao extremo, uma chama que luta para se ocultar atrás de uma sobriedade que para ela é sinônimo de dignidade. Até que uma surpresa, em um encontro das irmãs, deflagram situações que colocam em xeque a vida escolhida por cada uma.

O texto de Patricia Maês trata da solidão e da dificuldade de comunicação entre as pessoas, mesmo as que deveriam se conhecer bem, ou por laços de sangue, ou por terem trajetórias de vida que se cruzam por longo período. O texto aborda o relacionamento de duas irmãs, Flora e Celeste, opostos que se complementam, e que poderiam ser facilmente duas faces de uma mesma pessoa.

Ficha Técnica Texto – Patricia Maês Direção – Carmen Beatriz Elenco – Fernanda Muniz, Patricia Maês Trilha Sonora e Sonoplastia – Kalau Cenário e Figurinos – Nilton Araújo Iluminação – Cizo de Souza Fotografia – Mauricio Piffer Direção de Produção – Daniel Palmeira Produção – Daniel Palmeira /Patricia Maês Assessoria de Imprensa – Canal Aberto

Serviço

Local: CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – Sala Paulo Emilio Rua Vergueiro nº 1000 – Paraíso – São Paulo – SP Telefone: (11) 3383-3402 Período da Temporada: 07/09 a 14/10/07 Duração: 70 minutos Lotação: 110 lugares Valor do ingresso: R$15,00 inteira – R$ 7,50 meia Dias e Horários do espetáculo: sexta e sábado, 21h, e domingo 20h Espetáculo R$ 1.99 – Dia 14/09/2007 – Sexta-feira

Visita do papa Bento XVI

Estará presente ao programa de hoje Dom Pedro Luiz Stringhini, bispo auxiliar de São Paulo para a região Episcopal Belém e Coordenador da Secretaria Executiva para a visita do Papa Bento XVI. Também será entrevistado o maestro Ricardo Mieli, regente da orquestra coordenador do Curso Superior do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo.

Ele será responsável pela regência da orquestra e coral na celebração da missa do Papa Bento XVI em São Paulo. Vem ao programa acompanhado dos violinistas Marcos Gonçalo, Tiago Figueiredo Dias e Carolina Rodrigues, e da flautista Jussie da Silva. Será exibido um VT feito com Frei Hans, na Fazenda Esperança, e com Dom Damasceno, em Aparecida. Haverá um game especial, com participantes da organização do encontro do Papa com os jovens.

Por uma terceirização decente

Por José Pastore (O Estado de S. Paulo)

No Brasil, a terceirização é foco de grande polêmica. Os que são contra argumentam que esse processo desrespeita os direitos dos trabalhadores terceirizados. Os que são a favor defendem que a terceirização pode ser praticada com pleno respeito àqueles direitos.

Na prática, há terceirizações que desrespeitam e outras que respeitam. Para mudar esse quadro, o Brasil precisa de uma lei que induza ao respeito.

Apesar de reconhecer que a legislação, sozinha, não garante a boa terceirização, este artigo apresenta duas sugestões para se cunhar uma lei que dê segurança jurídica às empresas e proteções aos trabalhadores.

Atualmente, o único expediente sobre o assunto é a Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho, que autoriza a terceirização de atividades-meio e proíbe a terceirização de atividades-fim.

E aqui começa a confusão. O que é meio e o que é fim? Na prática, é impossível fazer essa distinção. Por isso alguns juízes acham que a atividade “A” é meio, enquanto outros acham que é fim, o que gera insegurança jurídica.

Por exemplo, em junho de 2007 a Justiça do Trabalho condenou a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) a incorporar a seu quadro de pessoal os terceirizados que trabalhavam em empresas contratadas para realizar obras de extensão de rede elétrica, manutenção de iluminação pública, instalação de medidores e outras atividades consideradas como fim, o que, na prática, acabará com a terceirização naquela empresa.

O que interessa na terceirização não é a esgrima entre meio e fim, e sim a proteção de todos os que participam da produção como empregados da contratante e das contratadas ou como profissionais autônomos, cooperados, teletrabalhadores, etc.

Teoricamente, a terceirização gera ganhos de especialização, qualidade, agilidade, simplificação, desburocratização, avanço tecnológico, uso racional do tempo, rateio de riscos, redução de custos e tudo o que contribui para a produtividade, o lucro, os investimentos e os empregos.

Mas nem sempre é assim. Por isso há empresas que terceirizam; há as que não terceirizam; e há as que desterceirizam. Essa decisão é das empresas. Trata-se de uma decisão complexa e que não pode ser administrada por juízes que, por estarem longe do mundo da produção, ora julgam de um jeito, ora de outro. O que interessa, repetindo, não é autorizar esta e proibir aquela atividade, mas sim garantir proteções para todos os que integram a produção.

O primeiro passo para se chegar a uma lei de boa qualidade é acabar com a divisão artificial entre meio e fim. O segundo é criar um mecanismo que leve as contratantes a ajudar a assegurar o cumprimento das leis de proteção.

Um dos modos de fazer isso é responsabilizar as empresas contratantes pela contratação de empresas idôneas e pelo acompanhamento de suas condutas ao longo do contrato de terceirização. Como fazer esse tipo de monitoramento sem criar muita burocracia? Aqui vai uma sugestão.

Para as contratantes que seguirem as regras do referido monitoramento, a sua responsabilidade seria subsidiária. Caso contrário, seria solidária. Como subsidiárias, elas responderiam por eventuais desvios no caso de fracasso das contratadas. Como solidárias, elas responderiam sempre pelos desvios, independentemente do que ocorre com as contratadas. Trata-se de uma forte elevação do risco para quem optar pelo comodismo.

Vejamos um exemplo. Hoje em dia, as grandes grifes de confecções (Giorgio Armani, Lacoste ou Hugo Boss) se concentram na atividade de criação e subcontratam todas as demais atividades com empresas e autônomos que executam o corte, a costura, o acabamento, a embalagem e a entrega do produto final nas lojas. Trata-se de uma verdadeira constelação de contratos e relacionamentos que englobam vários tipos de atividades. O mesmo ocorre com os que, como contratados, executam a soldagem, a pintura, a eletricidade e o estofamento nas montadoras de automóveis.

Nessa cadeia de contratantes e contratadas, as que seguirem as regras acima teriam responsabilidade subsidiária. As demais cairiam na solidária. Com essa elevação do risco de punição, as contratantes seriam induzidas a fazer o necessário monitoramento, transformando-se em verdadeiros fiscais na supervisão do cumprimento das proteções dos trabalhadores. É apenas um exemplo de medida que pode nos levar a uma terceirização decente, simples e eficaz.