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Trote Pacífico

Os trotes agressivos representam um percentual pequeno, cerca de 4% do total, mas ainda existem casos de constrangimento e humilhações na recepção aos calouros das universidades.

“São exceções que não podem existir. Muitas vezes o novo aluno aceita a violência com medo de não ser aceito pelo grupo”, defendeu o vereador Gabriel Chalita em encontro com cerca de 120 estudantes, professores e representantes de diretórios acadêmicos de Universidades, na Câmara Municipal de São Paulo.

Existem várias universidades que incentivam a prática de ações de responsabilidade social como forma de trote, entre as quais, doações de sangue, trabalho voluntário em creches e asilos. As iniciativas, entretanto, são praticamente desconhecidas, principalmente pelos alunos do ensino médio. A presidente do grêmio da Escola Estadual Professor Antonio Alves Cruz, Priscila, comentou que muitos estudantes têm medo de ingressar no ensino superior e sofrer os violentos trotes noticiados pela mídia.

O vereador defende a necessidade de dar visibilidade às iniciativas de inclusão e cidadania. “É necessário fazer um pacto na cidade para mostrar à sociedade as práticas positivas e apontar as irregularidades”. O presidente do G20, grupo que reúne Associações Atléticas Acadêmicas das principais universidades de São Paulo, Guilherme Ruggiero, acredita que a conscientização dos veteranos, dos novos alunos, dos pais e das universidades é, também, um instrumento importante para o problema que ele considera de fácil solução. “Se o calouro é recebido, abraçado, de forma acolhedora, ele vai fazer o mesmo quando for veterano e, em poucos anos, a realidade será outra”, observou Guilherme.

O encontro, realizado na quinta-feira, 28/5, deve ser apenas o primeiro debate sobre alternativas aos trotes violentos. “Vocês devem frequentar mais a Câmara, participar mais e sentir à vontade porque aqui é a casa do estudante, do professor, do morador de rua, do povo”, convidou o vereador.

Na sexta-feira, dia 29 de maio, às 19 horas, será realizada, também na Câmara Municipal, a entrega do Prêmio de Cidadania Universitária Edison Tsung-Chi Hsueh às entidades estudantis que se destacaram na organização de Trotes Solidários, estimulando o exercício da cidadania, a preservação ambiental e a participação comunitária na recepção aos calouros.

 

Desabrigados protestam no Dia de Luta do Povo da Rua

(Folha de S. Paulo)

Cerca de 500 moradores de rua da cidade de São Paulo se reuniram em frente à Câmara Municipal na tarde desta quarta-feira para uma manifestação pelo Dia de Luta do Povo da Rua.

O grupo pediu a criação de políticas públicas para a população de rua, com a inclusão do tema no orçamento do município. O evento foi organizado pelo Movimento Nacional da População de Rua e pela Pastoral do Povo da Rua. Os vereadores Alfredinho (PT), Abou Anni (PV) e Gabriel Chalita (PSDB) manifestaram apoio às reivindicações do grupo.

Já a Secretaria Municipal de Assistência Social afirmou, por meio de sua assessoria, que está implantando novos projetos voltados à população de rua para responder às suas reivindicações. Entre eles estão o Espaço de Convivência,uma tenda que oferecerá orientação específica aos moradores de rua, e a Operação Baixas Temperaturas, que abre vagas em albergues para abrigar a população nos dias de frio.

Vencendo os medos

Gabriel Chalita falou sobre “Vencendo os medos, conquistando vitórias” para uma platéia de cerca de 80 mil pessoas, em encontro realizado domingo, dia 24 de maio, na sede da Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP).

Para escutar na íntegra a palestra, acesse aqui.

A seguir a transcrição completa:

“A nossa grande reflexão de hoje é sobre o medo. Um sentimento comum ao ser humano. A história de salvação é recheada de mulheres e homens que sentiram medo.

Na Bíblia, vemos o exemplo da rainha Ester. Ela teve medo, mas não deixou de realizar a sua missão.

O medo da morte faz com que um dos apóstolos, antes da descida do Espírito Santo, negue Jesus três vezes.

Quando Deus pede a Jeremias que profetize, que O anuncie, ele tem medo. E o Senhor diz: “Não tenhas medo” Jr 1,8.

Ter medo não destrói nossa vida, o importante é o que fazemos com esses medos.

Outro medo que podemos meditar, é o de São Francisco de Assis. Ele era um homem muito doente. Tinha problemas de visão, de estômago, fígado e rins. Vivia doente e tinha medo de médico. E tinha medo de trair a missão que Deus lhe confiara.

Seu medo de doença era porque não queria morrer logo e deixar de cumprir sua missão.

São Francisco de Assis para vencer seus medos vivia a fraternidade, a alegria, a partilha. O medo não o impediu de construir a sua história.

Vimos os medos de Ester, de Jeremias, de Pedro, de Francisco de Assis.

E eu? E você? Que medos você traz? De envelhecer, de não dar certo na vida? De ser um mau pai, uma mãe injusta? Medo de ser um mau cristão? Que medos te trouxeram aqui?

No livro que escrevi com o padre Fábio, falamos sobre esses medos que ouvimos das pessoas em tantos lugares que vamos, nos emails que recebemos, nas partilhas que ouvimos. Nos subsolos humanos vemos os medos contemporâneos.

Os medos que a gente tem nos fortalece. Diante da doença refletimos sobre a vida. Se tenho medo da morte, tenho que viver melhor a vida. Se tenho medo de solidão, preciso valorizar mais as pessoas. Se tenho medo de envelhecer, preciso ficar mais ‘leve’ e ser jovem em meu interior.

Você veio aqui com seus medos, mas chegue diante de Deus, e assuma os seus medos, e peça para que os medos não paralisem você, não roube de você a fé e a esperança, a vontade de amar as pessoas.

A Canção Nova sofreu muito nos seus inícios. Como Dom Bosco também sofreu e teve medo. Mas não pararam em seus medos.

Quando a gente se coloca nas mãos de Deus é um desperdício voltar.

Há um ditado que diz que os barcos ficam seguros no porto. Mas o barco foi feito para ir para o mar. E o mar tem dias de calmaria e de tempestade.

Quando somos cristãos de verdade a gente sai do porto. E evangeliza com gestos e palavras”.

Transcrição e adaptação: Nara Bessa, Canção Nova

Núcleo de Educação PSDB

O vereador e ex-secretário de Estado de Educação Gabriel Chalita participou da criação do Núcleo de Educação do Diretório Municipal de São Paulo do PSDB, terça-feira, dia 19 de maio, na Assembleia Legislativa.

Dentre os objetivos do Núcleo se destacam a proposição de políticas públicas que visem à integração escola, comunidade e organização partidária. O Núcleo pretende ser um grande fórum de debates sobre a Educação.

O evento de lançamento contou, também, com a participação do secretário de Estado de Desenvolvimento e ex-governador Geraldo Alckmin; do deputado estadual Paulo Alexandre Barbosa, ex-secretário adjunto de Estado da Educação e membro efetivo da Comissão de Educação da Casa; do presidente do Núcleo Estadual de Educação do PSDB, João Fiorine; do chefe de gabinete da Secretaria de Estado da Educação, Fernando Padula; do coordenador interino do Núcleo Municipal de São Paulo do PSDB, o professor André Falchi Bueno, além de dirigentes de ensino, professores e lideranças.

“Acredito que um partido que comungue uma bandeira política única sobre os principais temas relacionados ao ensino pode exercer um importante papel de liderança na concretização de uma Educação de qualidade. Estamos no caminho certo”, destaca Chalita.

Nos próximos dias, a criação do núcleo será oficialmente submetida a Executiva do Diretório Municipal do PSDB. A primeira reunião do órgão deverá ocorrer em 15 dias.

Padre Fábio de Melo lança livro com Gabriel Chalita

(Jornal da Tarde)

Até parecia um evento de nível internacional. Uma multidão de 800 pessoas lotou na noite de quarta-feira a Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, para prestigiar um dos padres mais pop do País: Fábio de Melo, o cantor que mais vendeu CDs no ano passado.

No lançamento do livro Cartas entre Amigos – Sobre Medos Contemporâneos, que o religioso lançou com o educador e vereador Gabriel Chalita, as fãs – a maioria mulheres – faziam de tudo para tomar a bênção: houve quem ficasse mais de 12 horas na fila de autógrafos e quem encarasse um dia inteiro de viagem. Eu amo esse padre, ele é lindo, dizia um grupo de jovens de 16 e 17 anos, vindas do Rio Grande do Sul.

O movimento na livraria era tanto que o fechamento da loja teve de ser prolongado – o relógio marcava 22 horas e os fãs continuavam na fila do autógrafo, com o livro em punho. Chalita e Padre Fábio atenderam todos, até os mais afobados. Duas fãs até chegaram a discutir antes de ganhar um autógrafo.

No teatro da livraria, o padre e o educador demonstravam intimidade, depois da experiência de escreverem um livro em parceria. Esse homem me ensinou muito, disse o padre sobre Chalita. Me ensinou que a ira emburrece e me ajudou até a escolher roupas melhores. Hoje até meus pares de sapatos são mais chiques.

Entre uma lembrança e outra das cartas que trocam no livro, a dupla foi homenageada pelos convidados. Vamos gente, vocês também podem fazer perguntas, dizia o padre aos presentes. Mesmo com o aviso do religioso, as mulheres insistiam apenas em elogiá-lo. Ele apenas sorria em resposta aos gritos de lindo. Esbanjando bom humor, o padre brincou com Chalita: “Nossa, estou pop”.

 

Aumento de vagas nas creches

O vereador Gabriel Chalita apresentou o Projeto de Lei 00164/2009 que autoriza o Poder Executivo, por intermédio da Secretaria Municipal de Educação, a celebrar convênio com as instituições públicas e privadas de ensino superior que ofereçam curso de graduação em Pedagogia, autorizados e reconhecidos pelo MEC, com a finalidade de ampliar o atendimento em creches.

O projeto está na pauta de votação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara Municipal de São Paulo.

O Projeto visa aumentar a oferta de creches no município de São Paulo para atender, prioritariamente, crianças de zero a três anos que residam nas áreas de alta vulnerabilidade social.

Novos canais virtuais

A partir de agora, os internautas poderão participar ainda mais ativamente do mandato do vereador Gabriel Chalita, opinar e contribuir com sugestões no Blog do Chalita, no endereço http://bloggabrielchalita.blogspot.com

Ao completar 100 dias de mandato na Câmara Municipal de São Paulo, Gabriel Chalita retribui a confiança dos 102.048 eleitores e divulga as principais atividades realizadas por meio do Blog e do informativo digital, lançado hoje.

Entre os projetos apresentados por Chalita, destacam-se o PL 069/2009 que trata do combate ao Bullying nas escolas públicas e o PL 00164/2009 que regulamenta convênio com instituições públicas e privadas de ensino superior para aumento da oferta de creches.

Como presidente da Comissão Extraordinária de Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Relações Internacionais, Gabriel Chalita conheceu de perto a situação dos moradores de rua, durante caminhada realizada no Centro de São Paulo, além de promover debates com a sociedade sobre temas importantes como a abertura dos arquivos da ditadura militar.

Na comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa, uma das mais importantes da Câmara Municipal, Gabriel Chalita participou das discussões sobre o Novo Plano Diretor da cidade e foi o responsável pelo parecer que determinou a legalidade do projeto de concessão urbanística do município, bem como a conseqüente autorização para o Executivo aplicá-la nas áreas do Projeto Nova Luz, revitalizando mais uma área importante da cidade.

Lançamento do livro Carta entre Amigos

O professor Gabriel Chalita e o padre Fábio de Melo lançam o livro “Cartas entre amigos – sobre medos contemporâneos”,no dia 13/05, em São Paulo, com palestra e noite de autógrafos na Livraria Cultura.

No dia seguinte, 14/05, os autores realizam palestra de lançamento no Rio de Janeiro, na Academia Brasileira de Letras.

O livro, editado pela Ediouro em formato de cartas, aborda a diversidade e complexidade das relações humanas e busca na filosofia o princípio da resposta para as angústias atuais, através de uma profunda reflexão sobre o homem contemporâneo e seus medos – da morte, da solidão, do fracasso, da inveja, do envelhecimento, das paixões, da falta de sentido da vida.

Gabriel Chalita e Fábio de Melo resgatam valores do humanismo e ao mesmo tempo celebram sua amizade. Como apregoava Aristóteles, “a amizade verdadeira é a excelência moral perfeita”. O filósofo grego creditava à amizade as razões para entender que ninguém é feliz sozinho.

Agenda de Lançamentos: Dia 13/05 das 19h às 21h30 Livraria Cultura Av. Paulista, 2.073 Conjunto Nacional – São Paulo Dia 14/05 às 17h30min Academia Brasileira de Letras Av. Presidente Wilson, 208 Castelo – Rio de Janeiro.

Abertura Arquivos da Ditadura

Gabriel Chalita, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de São Paulo, presidiu sessão solene na Câmara dos Vereadores para instalação da subcomissão de Direitos Humanos para Abertura dos Arquivos da Ditadura.

O objetivo da instalação da subcomissão que será presidida pelo vereador Ítalo Cardoso (PT) é acompanhar e exigir a abertura dos arquivos da ditadura para esclarecer os crimes escondidos nos cemitérios municipais de São Paulo. “Os jovens precisam conhecer a história recente do País. Não queremos nos vingar, mas é preciso dar publicidade aos fatos para que isso nunca mais aconteça”, destacou Chalita.

A ex-prefeita e deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), presente à solenidade realizada na noite de segunda-feira, 27 de abril, se comprometeu a entregar à subcomissão de Direitos Humanos arquivos e gravações relativas à CPI da Vala de Perus, realizada pela Câmara Municipal de São Paulo, em 1990. Na ocasião, 1.049 corpos foram descobertos no cemitério municipal de Perus a partir de reportagem do jornalista Caco Barcelos.

Estiveram presentes à solenidade familiares dos desaparecidos políticos e representantes de entidades de defesa dos direitos humanos, entre os quais Criméia Alice Schmidt de Almeida, da Comissão de Familiares de Presos Políticos, Maria Amélia Teles e Suzana Lisboa. Participaram também os vereadores Gabriel Chalita (PSDB), Jamil Murad (PCdoB)e João Antônio (PT); ex-vereadora Tereza Lajolo, deputado estadual Rui Falcão (PT); o desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, José Renato Nalini; Claudio de Lima, da Defensoria Pública do Estado de São Paulo; e Eugênia Augusta Fávero, procuradora do Ministério Público Federal.

Homenagem aos Educadores

“O conceito de respeito, de democracia, tudo vem da Educação”, destacou o vereador Gabriel Chalita em discurso no Plenário da Câmara Municipal de São Paulo, na terça-feira, dia 28 de abril, dia da Educação.

O professor Chalita homenageou o ex-secretário e educador Paulo Freire ao ler o poema a Escola, de autoria de Freire:

A Escola é…

O lugar onde se faz amigos

Não se trata só de prédios, salas, quadros,

Programas, horários, conceitos

Escola é, sobretudo, gente,

Gente que trabalha, que estuda,

Que se alegra, se conhece, se estima.

O diretor é gente,

O coordenador é gente, o professor é gente

O aluno é gente,

Cada funcionário é gente

E a escola será cada vez melhor

Na medida em que cada um

Se comporte como colega, amigo, irmão.

Nada de “ilha cercada de gene por todos os lados”.

Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir

Que não tem amizade a ninguém

Nada de ser como o tijolo que forma a parede,

Indiferente, frio, só.

Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,

É também criar laços de a amizade,

É criar ambiente de camaradagem,

É conviver, é se “amarrar nela”!

Ora, é lógico…

Numa escola assim vai ser fácil

Estudar, trabalhar, crescer,

Fazer amigos, educar-se,

Ser feliz.