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Governador Aécio Neves e deputado Eros Biondini na TV Cansão Nova

 

O programa Papo Aberto da TV Canção Nova recebeu, nessa segunda-feira (27), o governador de Minas Gerais Aécio Neves e o deputado Eros Biondini.A gravação do programa aconteceu no estúdio da TV em Belo Horizonte(MG) e o entrevistador Gabriel Chalita conduziu como sempre, dentro de suas raízes mineiras, com muita diplomacia e sabedoria seus ilustres convidados.

O governador agradeceu a oportunidade, cumprimentou o trabalho de evangelização da Rede Canção Nova no Brasil e no mundo, e ressaltou a missão de Eros Biondini. “O deputado Eros Biondini é um amigo e tem demonstrado muito comprometimento com a causa pública”, disse Aécio Neves.

Na segunda parte do programa, Eros Biondini cantou algumas músicas de sua caminhada cristã e partilhou momentos de sua missão de fé e política.

Eros Biondini foi o primeiro deputado a se especializar em Poder Legislativo, através do curso de pós graduação da ALMG e Puc Minas, e recebeu neste ano o prêmio do Mérito Legislativo destinado aos 150 melhores projetos parlamentares no país.

Gabriel Chalita é também escritor brasileiro renomado e vereador de São Paulo, tendo sido o mais votado do Brasil com mais de 100 mil votos.

O programa contou com a animação da dupla sertaneja Fred & Paulinho e participação especial da cantora Tereza Calonge.

Fonte: Site do Deputado Eros Biondini

 

Chalita fala sobre bullying

O vereador Gabriel Chalita fez palestra na sexta-feira (28/8) sobre o bullying, para o Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo (APROFEM). O evento atraiu profissionais da área da educação, lotando o auditório da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, na Liberdade, em São Paulo.

Chalita historiou a origem do termo bullying, expressão do idioma inglês referente a preconceitos, intimidações e brincadeiras de mau gosto, que por vezes acabam em violência.

O vereador exemplificou como o fenômeno acontece na vida real, onde os personagens podem ser autores, vítimas ou testemunhas. “O bullying é a incapacidade do ser humano sentir compaixão por outro. Ele também se configura na prática repetida, sem justificativa, do espezinhamento, da destruição moral e física, ligada ao preconceito”, descreveu o parlamentar.

Segundo Chalita, em muitas circunstâncias, as vítimas do bullying, em determinado grupo social, tornam-se autores da agressão em outros contextos. O bullying acarreta muito sofrimento por parte das vítimas, podendo resultar em suicídio, como se constatou em pesquisa feita na Noruega. “A gente vive em uma sociedade muito líquida, em que o outro não tem importância e é preciso mudar esta visão e os valores nascem da educação”, ressaltou ele.

O papel de educador, na visão do professor, não é apenas o de conselheiro, pois aconselhar não resolve, não toca na alma do adolescente. “O educador é a luz que se acende em meio à escuridão. Precisamos saber se nós estamos cumprindo este papel de despertar a fome de conhecimento em nossos alunos. Por isso um evento como este é tão importante, o momento em que podemos trocar experiências que lapidam o ofício de educar”, afirmou Chalita.

A negação da humanidade

Por Gabriel Chalita (Diário de Franca)

O debate sobre o toque de recolher à noite para menores de idade virou polêmica no Estado. Fernandópolis, Itapura e Ilha Solteira recorreram à medida no combate à violência juvenil. No país, 13 cidades a adotaram. Em São Paulo, outros 20 municípios podem fazê-lo.  Em alguns, a restrição é para jovens em conflito com a lei.

Nos últimos 30 anos, mais de 1 milhão de pessoas foram mortas no Brasil, na maioria adolescentes, como se o Estatuto da Criança e do Adolescente, em vigor há 19 anos,  não existisse. O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conama) afirma que a restrição fere a Constituição e o ECA. Juristas de renome a defendem. O Conselho Nacional de Justiça deu parecer favorável a uma decisão judicial em Nova Andradina restringindo o horário do comércio à noite.

O assunto ainda é administrativo, pois foi instituído por portarias, e sempre haverá a possibilidade de recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF). Mas o que me preocupa como educador, e vocês como pais, é o futuro de seus filhos. Se as medidas têm dado resultados, há constrangimentos e desrespeito ao direito de ir e vir.

Impossível não lamentar o futuro de jovens abordados pela polícia nas ruas de cidades pequenas, onde todos se conhecem. Sempre me ocupei da educação num enfoque humano e afetivo, o que me faz temer pelo perfil dos seres humanos que estamos formando e o equilíbrio emocional de adultos com um passado de privações, medo e revolta com o Estado.

A violência também está dentro da escola. Por isso criei a lei de combate a todo o tipo de provocação e preconceito que uma criança pode sofrer no ambiente escolar. Por vezes, o fenômeno evolui para a violência e causa mortes. Chega de jovens morrendo em São Paulo! Junto com a nova lei, propus  criação do cargo de psicopedagogos nas escolas da rede pública municipal da capital para atendimento específico destes casos.

Mais do que assegurar a integridade da pessoa agredida, a ideia é garantir o futuro de seu caráter e personalidade. De que adianta o ótimo nível de ensino que sempre buscamos sem alunos felizes? Negar a liberdade é negar nossa humanidade. Pondero aqui em nome do bom-senso e do equilíbrio, enquanto a Justiça não se pronuncia de forma definitiva.

Gabriel Chalita é escritor, educador, vereador de São Paulo, ex-secretário de Estado da Juventude, Esporte e Lazer, e da Educação

São Paulo sanciona ”lei antibullying”

(O Estado de S. Paulo)

A Prefeitura de São Paulo sancionou o projeto de lei que institui a Lei do Bullying nas escolas da rede pública da capital. “Bullying” é o termo em inglês que se refere a todo o tipo de preconceito, discriminação e violência praticada entre colegas.

A lei, de autoria do vereador Gabriel Chalita (PSDB), dispõe sobre medidas de prevenção e capacitação de professores e funcionários, bem como a inclusão de regras nos estatutos internos dos estabelecimentos de educação.

São Paulo sanciona lei antibullying

(Cruzeiro On Line)

A Prefeitura de São Paulo sancionou o projeto de lei que institui a Lei do Bullying nas escolas da rede pública da capital. “Bullying” é o termo em inglês que se refere a todo o tipo de preconceito, discriminação e violência praticada entre colegas.

A lei, de autoria do vereador Gabriel Chalita (PSDB), dispõe sobre medidas de prevenção e capacitação de professores e funcionários, bem como a inclusão de regras nos estatutos internos dos estabelecimentos de educação. (AE)

Prefeitura de Itaboraí organiza 7º simpósio da educação

(O Globo)

Começou nesta quarta-feira, o 7º Simpósio da Educação, em Itaboraí. O evento, que será realizado na Escola Municipal Professora Marly Cid Almeida de Abreu, em Nancilândia, até sexta-feira, é uma iniciativa da secretaria de Educação e Cultura e vai discutir o tema: “Diálogos sobre Educação: Por uma educação de ponta, aberta às mudanças, rumo à excelência”.

Os professores vão ter a oportunidade de participar de palestras e oficinas sobre meio ambiente, jogos didáticos, história e cultura negra no cotidiano escolar, como trabalhar a educação matemática, entre outros temas.

Entre os palestrantes convidados, professores do estado de São Paulo, Fortaleza, da Universidade Federal Fluminense e Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O tema da palestra de abertura é: “Gestão: Rompendo desafios e construindo o futuro” e será minsitrada pelo professor Gabriel Chalita, de uma escola de São Paulo.

A Municipal Professora Marly Cid Almeida de Abreu, fica na Avenida Hedevilson Barreto Barroso, s/nº, Nancilândia. Dúvidas podem ser retiradas por meio do site: www.simposioitaborai.com.br, ou pelos telefones, 3639-1284 / 2635-1811

Chefe de cozinha participa de disputa e promete doação para Projeto Dai-me Almas

(TV Canção Nova)

Roberto Ravioli participará nesta quarta-feira, 15, do programa da Ana Maria Braga na disputa Chef x Chef. Conquistando a vitória, o chef de cozinha promete doar o dinheiro recebido para o Projeto Dai-me Almas. Vote agora mesmo pelo site do programa e participe.

Ravioli esteve nesta segunda-feira,14, no programa “Papo Aberto” com Gabriel Chalita. A entrevista foi bem descontraída e a participação de dar água na boca, pois o chef de cozinha fez AO VIVO deliciosos sanduíches.

O convidado falou também da importância da Canção Nova. Ravioli contou que sua esposa e sogra são sócias evangelizadoras e conhecessem a CN desde da sua fundação.

Aprovado o PL 69/09

O projeto de Lei 69/09, que inclui medidas de conscientização, prevenção e combate ao Bullying, do Vereador Gabriel Chalita foi aprovado ontem à tarde, 24, na sua segunda e última votação por volta das 17h, no plenário da Câmara Municipal de São Paulo, situada no Viaduto Jacareí 100, bairro Bela Vista.

Bullying é o termo americano utilizado para denotar atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de pessoas com o objetivo de intimidar ou agredir o outro.

É uma atividade muitas vezes tachada, equivocadamente, como brincadeira de criança/adolescente e que reúne práticas de agressividade, violência, humilhação ou intimidação sobre um mesmo alvo. Essa prática ocorre comumente em escolas de ensino fundamental/médio e também em faculdades.

Na manhã do mesmo dia, no auditório Prestes Maia, na Câmara Municipal Gabriel Chalita, em parceria com a educadora Cléo Fante, promoveu seminário sobre o PL 69. O evento teve a participação de professores, dirigentes, coordenadores e representantes de vários segmentos da educação, além da presença de padres e líderes religiosos que coordenam movimentos de paz.

Cléo Fante, pesquisadora do tema, relatou experiências em diversos estados e regiões do país, descrevendo algumas iniciativas realizadas pelas instituições de ensino, em parceria com a família, para a construção de uma cultura de paz.

O PL 69/09 foi publicado no Diário Oficial do Município (D.O.M.) em 18 de fevereiro de 2009, sendo o primeiro projeto apresentado por Chalita em seu primeiro semestre como Vereador na capital paulista.

As memórias de uma casa de letras

Por Antonio Gonçalves Filho (O Estado de S. Paulo)

O centenário da Academia Paulista de Letras, que será celebrado em novembro, vai ser comemorado mais cedo com o lançamento, hoje, no Museu da Língua Portuguesa, de um livro que reúne fotos e biografias dos 40 acadêmicos da instituição, quatro deles recentemente mortos – Benedicto Ferri de Barros e Esther de Figueiredo Ferraz, ambos em setembro do ano passado, Crodowaldo Pavan, em abril, e Israel Dias Novaes, morto no último dia 6.

Segundo o presidente da Academia Paulista de Letras e autor dos textos do livro, o desembargador e escritor José Renato Nalini, não houve tempo para fazer as correções necessárias para incluir os substitutos de duas cadeiras, a de número 12, agora ocupada pelo professor Paulo Natanael Pereira de Souza, sucessor de Benedicto Ferri de Barros, e a de número 36, da qual tomou posse, em maio, Dom Fernando Antonio Figueiredo, bispo de Santo Amaro, substituindo Esther de Figueiredo Ferraz.

A respeito das mortes desses imortais, o presidente Nalini lembra no livro uma frase de Josué Montello ao escrever sobre o centenário da Academia Brasileira de Letras, em que o maranhense cita o acadêmico francês Gaston Boisser: “São as mortes que dão vida à academia”. De fato, desde que a Academia Paulista de Letras foi fundada, em 27 de novembro de 1909, nunca foi aceita a proposta de congregar mais de 40 intelectuais, o que faz crescer a disputa por uma vaga na instituição, pela qual passaram nomes como Mário de Andrade, Sérgio Milliet e Sérgio Buarque de Holanda. Hoje a academia ostenta no quadro de titulares escritores do porte de Lygia Fagundes Telles (cadeira número 28, que foi de Júlio Mesquita Filho) e Ignácio de Loyola Brandão, colunista do Caderno 2 (cadeira número 37, ocupada no passado por Vicente de Carvalho).

O presidente José Renato Nalini anuncia no centenário da instituição uma ampla reforma que irá beneficiar não só os habituais frequentadores da academia como um novo público a ser conquistado com uma programação imovadora de cursos e conferências. Desde a sua fundação, como todas as academias, a Paulista teve de enfrentar os críticos que a acusam de anacronismo. Antes de ganhar sua sede definitiva, inaugurada em 1953, no largo do Arouche, centro de São Paulo, os acadêmicos improvisavam sessões nas salas da Biblioteca Municipal e até no salão de inverno da antiga Casa Mappin. O sólido palácio dos acadêmicos, projetado pelo arquiteto Jacques Pilon, exigiu cinco anos de construção, e marcou uma nova etapa da APL com a instalação de uma biblioteca que hoje reúne mais de 100 mil volumes No entanto, meio século de uso causou sua deterioração, levando a instituição a pedir ajuda da Secretaria de Cultura para concluir as obras de reforma, que incluem a recuperação de seu auditório.

O presidente Nalini, titular da cadeira 40, ocupada no passado pelo modernista Menotti del Picchia, acredita que o centenário da APL marque uma nova fase da instituição. Ela tem atraído autores jovens como o advogado, professor, político e escritor Gabriel Chalita, ocupante da cadeira 5, que, aos 40 anos, já tem 40 livros publicados, dos quais o mais recente é Cartas entre Amigos.

Também os 40 retratos do livro seriam feitos pelo fotógrafo Mario Scavone à luz da tarde no prédio da APL, “invocando a permanência e o ciclo infinito do tempo” por meio de uma luz invernal. Essa decisão foi tomada após Scavone ter feito a foto de seu pai, o acadêmico Rubens Teixeira Scavone (que ocupou a cadeira 18, hoje do historiador Jorge Caldeira), na biblioteca do apartamento da avó do fotógrafo, Maria de Lourdes Teixeira, outra acadêmica da família. Assim, as imagens da maioria dos acadêmicos foram registradas na APL, excetuando-se a do bibliófilo José Mindlin, titular da cadeira 30, fotografado em sua biblioteca particular. Não são apenas fotos para a história. São imagens do coração intelectual da metrópole.

Serviço

100 Anos da Academia Paulista de Letras. De José Renato Nalini. Museu da Língua Portuguesa. Pça. da Luz s/n.º, 2.º A. Hoje, 18 h