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Blog e Twitter de Gabriel Chalita

Com o objetivo de divulgar seus ideais e informar as principais atividades que desenvolve, o vereador Gabriel Chalita tem feito uso de ferramentas dinâmicas de comunicação, como o Blog e o Twitter.

No Blog do Chalita, você encontra notícias, vídeos, links úteis, fotos, títulos de seus livros e a agenda atualizada do professor. Os blogs surgiram no fim da década de 1990 e nos últimos anos tiveram crescimento acentuado. Atualmente são criados, no mundo, 120 mil blogs por dia, 1,4 por segundo.

Acessando gabriel_chalita no Twitter, você fica informado de dicas de leitura, comentários sobre educação, política e cultura. O Twitter é um serviço de miniblog para amigos, família e colegas de trabalho se comunicarem com mensagens rápidas. Tudo se baseia em responder com até 140 toques a uma simples pergunta: “O que você está fazendo?”.

Acesse:

http://www.bloggabrielchalita.blogspot.com/

http://twitter.com/gabriel_chalita

Comissão promove 2ª Conferência Municipal de Direitos Humanos

Em celebração ao dia Internacional dos Direitos Humanos, a Comissão de Direitos Humanos, Cidadania, Segurança Pública e Relações Internacionais da Câmara Municipal de São Paulo, irá promover nesta quinta-feira, dia (10/12), a 2ª Conferência Municipal de Direitos Humanos com o tema “A pessoa toda e todas as pessoas”.

O evento, que acontece das 9h às 13h, tem o objetivo de promover um debate coletivo sobre questões relacionadas ao tema. Para o vereador e presidente da Comissão de Direitos Humanos da CMSP, Gabriel Chalita, promover este tipo de debate é também pensar na compaixão ao próximo.

“É preciso respeitar a dignidade humana. Olhar para as pessoas com dignidade. Precisamos enxergar o outro, nos colocarmos no lugar dessa outra pessoa e com isso conquistaremos uma sociedade melhor”, declarou o também educador.

Estarão presentes na Conferência a vice-prefeita do município de São Paulo, Alda Marco Antonio (PMDB), o secretário especial de Direitos Humanos da CMSP, José Gregori e o vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos, vereador Ítalo Cardoso (PT). A sessão, que acontece no plenário 1º de Maio, da Câmara Municipal de São Paulo, é aberta a toda comunidade.

Chalita ministra palestra em evento da APROFEM

Na próxima quinta-feira, dia (12/11), o vereador Gabriel Chalita ministrará a palestra “Amor, Ética e outros valores”, para o XII Congresso do Sindicato dos Professores e Funcionários Municipais de São Paulo (APROFEM).

Para Chalita, o papel de educador não é apenas o de ser conselheiro, pois aconselhar não resolve, não toca na alma deste aluno. “O educador é a luz que se acende em meio à escuridão. Precisamos saber se estamos cumprindo este papel de despertar a fome de conhecimento em nossos alunos. Por isso um evento como este é tão importante; é o momento em que podemos trocar experiências que lapidam o ofício de educar”, afirmou o vereador.

A palestra integra o evento “Educação – uma construção compartilhada”, que acontece nos dia 12 e 13 de novembro, no auditório da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, na Liberdade, em São Paulo. O evento, que reúne cerca de 1.800 profissionais da área da educação, acontece das 8h às 17h, nos dois dias de realização. Mais informações pelo telefone: 3292-5500.

Câmara Municipal aprova Selo ”Trote Legal”

Nesta terça-feira (08/12), foi aprovado em Sessão Plenária, da Câmara Municipal de São Paulo, o Projeto de Resolução do vereador Gabriel Chalita (PSB), que institui o Selo “Trote Legal”. Agora o Projeto já está em vigor no Município de São Paulo.

O Selo será conferido a universidades que apresentem ações organizadas para recepção de calouros, com estímulo ao exercício da ética, da cidadania e da cultura da paz.

O projeto busca reconhecer e fortalecer o ambiente universitário como núcleo de cidadania no município de São Paulo. Além disso, a idéia é incentivar a convivência saudável na comunidade acadêmica, a troca de experiências entre a sociedade civil e o poder público municipal e os valores humanos no centro das relações acadêmicas.

Lideranças de Mauá homenageiam Chalita

O vereador Gabriel Chalita (PSB) esteve na última sexta-feira (04/12), no município de Mauá/SP, para participar do almoço “suprapartidário” em sua homenagem. Em seguida, Chalita visitou o jornal Diário do Grande ABC. O encontro reuniu vereadores e figuras da política da cidade.

O encontro serviu para dialogar sobre o cenário político brasileiro e as perspectivas para 2010. Ao lado de Marcelinho Carioca (PSB) e Romualdo Magro Júnior (PSB), Chalita agradeceu e afirmou que o apoio encontrado demonstrava força do trabalho desenvolvido na Educação.

“São pessoas que lutam pelos mesmos ideais, que defendem educação e dignidade. Querem me apoiar no próximo a no. É bom ter o apoio de gente que respeito”, declarou o também educador.

Chalita participa de cerimônia de posse do Maestro Julio Medaglia

O vereador e acadêmico da Academia Paulista de Letras, Gabriel Chalita, participou na noite desta quinta-feira (03/12), da posse do maestro paulistano Julio Medaglia. O autor dos livros “Música Impopular” e “Música, Maestro!” agora ocupa a cadeira de número 3 da Academia, que já foi ocupada pelo presidente Washington Luís (1869-1957) e pelo escritor Mário de Andrade (1893-1945).

A cerimônia foi realizada no salão nobre da Sala São Paulo, na Luz (região central da capital). Em discurso, Medaglia lembrou da época em que sua família morava no bairro de Santa Cecília, da mãe costureira que adorava escutar no rádio um programa de leitura de crônicas, dos estudos no Liceu Coração de Jesus e dos seus primeiros contatos com o mundo das palavras, do teatro e do cinema.

Após o discurso, ele regeu uma pequena orquestra de cordas com 12 músicos, apresentou o hino da USP (Universidade de São Paulo), cuja música é de sua autoria, logo após, convidou os confrades Chalita para cantar a música “Viola Quebrada”, de Mário de Andrade, e José Pastore que os acompanhou no violino.

O evento também contou com o prefeito Gilberto Kassab (DEM-SP), o músico Tom Zé (tropicalista como Medaglia) e a atriz Vida Alves, fundadora da Pró-TV, associação de pioneiros da televisão.

Comissão de Administração Pública aprova projetos

Na tarde desta quarta-feira (02/12), o vereador Gabriel Chalita (PSB) participou da 31ª Reunião Ordinária da Comissão de Administração Pública. Em sessão, os vereadores analisaram 10 projetos e aprovaram seis pareceres favoráveis.

Em reunião, também foi aprovado o requerimento do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas e Cooperativas Habitacionais de Desenvolvimento Urbano /SP, que solicita uma audiência pública para discutir a manutenção dos empregos dos trabalhadores da Empresa Municipal de Urbanização (EMURB).

Estiveram presentes na reunião os seguintes vereadores: Adolfo Quintas (PSDB), Francisco Chagas (PT), Domingos Dissei (DEM), Penna (PV), Quito Formiga (PR) e José Américo (PT).

Chalita participa da Comissão de Administração Pública

Na tarde desta quarta-feira (25/11), o vereador Gabriel Chalita (PSB) participou da 30ª Reunião Ordinária da Comissão de Administração Pública. Em sessão, foram aprovados favoravelmente três projetos, os  PLs 456/09 e 565/09 do vereador Goulart (PMDB), e o PL 703/06 do vereador Paulo Frange  (PTB).

Em reunião, foi debatida a criação do Programa de Prevenção e Tratamento do HPV – papilomavírus humano e do câncer do colo do útero, a ser desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde por meio de campanhas permanentes nas redes públicas de saúde e educação. Esse programa está previsto no Projeto de Lei (PL) 703/06, de autoria do vereador Paulo Frange (PTB), cujo parecer favorável foi aprovado.

A Comissão também propôs, por meio de um requerimento do vereador Francisco Chagas (PT), um convite ao secretário de Educação, Alexandre Schneider, para participar de uma audiência publica com a finalidade de debater, junto à comunidade, problemas relacionados aos Centros Educacionais Unificados (CÉUS) e ao Centro de Estudos para a Intervenção Social.

Participaram da reunião os seguintes vereadores: Adolfo Quintas (PSDB), Francisco Chagas (PT), Domingos Dissei (DEM), Penna (PV), Quito Formiga (PR) e Gabriel Chalita (PSB).

Ribeirão Preto recebe Fórum de Educação Existencial

A cidade de Ribeirão Preto – SP recebeu nesta segunda-feira (30/11), às 20h, o Fórum de Educação Existencial – Reflexões sobre Ética e Competências. O evento, que contou com a participação do professor e ex-secretário de Educação do Estado de São Paulo, Gabriel Chalita, foi uma iniciativa da Secretaria de Educação do município de Ribeirão Preto.

O evento, que reuniu educadores e gestores de ensino, debateu temas relacionados à Educação, visando o sucesso escolar e à capacitação dos professores para atuar em sala de aula. Em palestra, Chalita abordou a prevenção e a orientação sobre as práticas de bullying escolar. “Nós, educadores, precisamos tomar muito cuidado com o que falamos, nós temos muito poder nas mãos, temos o poder de transformar e o de traumatizar o aluno”, afirmou o educador e autor dos livros Pedagogia do Amor e Pedagogia da Amizade, entre outros.

Segundo o vereador, a melhor maneira de ensinar os alunos é por meio da valorização das individualidades e do exercício de se doar para promover aprendizagem. “Não existem dois alunos iguais, não existem duas salas iguais, não existem dois professores iguais; então, nós temos que ter a compreensão de que as pessoas têm tempos diferentes no seu processo de aprendizagem”, declarou Chalita.

O evento contou também com a participação da prefeita de Ribeirão, Darcy da Silva Vera (DEM) e da Secretaria de Educação do município, profa. Maria Débora Vendramini Durlo.

Veja fotos do evento

A importância do afeto em sala de aula

(Revista Clube Eu Gosto)

Não há quem se sinta bem ao ser maltratado, desestimulado ou desprezado. Isso vale em um restaurante, em um posto de saúde, em uma Igreja ou em uma escola. Nesses afetos cotidianos, nota-se o papel da escola como protagonista de uma sociedade melhor.

É na escola que se moldarão o caráter e a personalidade, que aprendemos os primeiros passos rumo à formação do ser humano. Já não há mais espaço para instituições que passam burocraticamente informações aos alunos sem o cuidado de formá-los devidamente para a vida.

Revista Clube Eu Gosto: Qual a importância e o resultado prático da afetividade no ambiente pedagógico?

Gabriel Chalita: O processo educativo envolve três grandes habilidades: cognitiva, social e emocional. A habilidade cognitiva trabalha com o processo constante de aprender novas idéias, conceitos e valores. A habilidade social desenvolve duas questões básicas: uma é a importância da cooperação, e a outra é a solidariedade. A habilidade emocional é a revelação do que há de mais nobre no ser humano: a capacidade de amar e de ser amado. Ela perpassa as outras duas. Não se aprende sem emoção e não se participa do jogo social sem emoção. A afetividade nasce dessa certeza de que o aluno aprende quando se sente valorizado, acolhido, respeitado. Portanto, o resultado prático é a construção de um espaço mais harmônico em que as heterogeneidades convivam em paz. E, além disso, a real possibilidade de aferir os resultados de uma educação com mais qualidade e significado para os aprendizes.

RCEG: Que ações e comportamentos práticos demonstram essa afetividade em sala de aula?

Gabriel Chalita: Afetos cotidianos. Os professores têm de conhecer os seus alunos. Sei que isso não é fácil. Mas o ideal é o que propunha Aristóteles: o educador tem de ser como o médico. O médico precisa conhecer o paciente antes de prescrever um medicamento. Há doses diferentes do remédio de acordo com a necessidade de cada um. O educador tem de ir percebendo a evolução do aprendiz. E ir conduzindo com leveza os seus passos. Na prática, significa que o professor deve se preparar para entrar em uma sala de aula. Saber o nome dos alunos. Diferenciar autoridade de autoritarismo. Compreender que a didática da sala de aula precisa ser mais envolvente. O aluno participa melhor quando se sente desafiado a resolver problemas, quando percebe que as suas dúvidas são respeitadas. Não acredito na teoria do medo para garantir o bom comportamento em sala de aula ou evitar a algazarra.

RCEG: É possível conseguir disciplina com afeto?

Gabriel Chalita: Sem dúvida. Dom Bosco, o fundador dos salesianos, dizia que não basta aos jovens que sejam amados, eles precisam sentir que são amados. Ele tinha o desafio de cuidar de crianças cuja rebeldia fazia com que não fossem aceitas em escola alguma. E, aos poucos, ele ia conquistando uma a uma. O cinema é rico em exemplos assim. Professores que transformam a desconfiança ou a apatia dos seus alunos por meio de relações educadas, ternas, competentes. Evidentemente, não basta uma postura cordial, se o professor não se prepara, se não tem o que dizer.

Conteúdo e forma são essenciais para que os alunos se interessem pela aula. O professor precisa despertar a curiosidade do aluno, compreender o erro e não supervalorizá-lo. E investir em uma relação que faça com que o aluno fique constrangido em ser indisciplinado, já que é tratado com tanto respeito. Uma regra básica: todo educador tem de ser educado. Esse já é um caminho para ter uma relação melhor entre mestre e aprendizes.

RCEG: Se a relação de afeto é uma relação com base na cumplicidade como conseguir isso do aluno?

Gabriel Chalita: Aos poucos, como toda relação de afeto. Não adianta o professor chegar a uma sala de aula e dizer que ama os alunos ou que tem afeto por eles. Essas coisas não precisam ser ditas. O tempo vai mostrando o quanto aquele professor gosta de lecionar, o quanto ele se prepara para ajudar os alunos a encontrar os próprios sonhos. Trata-se de uma conquista cotidiana. O primeiro dia de aula é fundamental. O primeiro contato tem de ser de acolhimento e investigação. Não há matéria chata. E o professor tem de se dar conta de que a didática precisa servir a essa causa de buscar na vida a continuação do conhecimento partilhado na sala de aula. É como oferecer o aroma de uma flor sem mostrá-la e esperar para ver os alpinistas escalar montes à sua procura. Paulo Freire dizia que o primeiro caminho para que o professor tenha sucesso é ver sua postura diante da vida. Quem gosta de viver tem chance de ser um bom professor; quem não gosta, fica mais difícil. Creio que o que o mestre queria dizer como isso é que a fremente aventura da vida não pode se reduzir a atitudes burocráticas, mas ao êxtase da boniteza da vida em que ensinamos e aprendemos constantemente – aí está a cumplicidade!

RCEG: Um dos resultados práticos da psicologia do afeto é o fortalecimento da autoestima. Como lutar contra o bullying, uma prática comum nas escolas e que vai contra a filosofia do afeto.

Gabriel Chalita: o bullying é uma atitude de não convivência, de não harmonia nas relações humanas. Nasce do preconceito contra alguém que é diferente. Aí começa o problema, porque diferentes são todos. Não há pessoas iguais, nem os gêmeos. E conviver com a diferença faz parte da habilidade social. O bullying coloca no agressor o direito de destruir a vítima física ou moralmente. A vítima, debilitada, sente-se menor que os demais. Os que assistem também se diminuem. Aprendem antivalores. Acredito que o agressor ou os agressores sejam também vítimas. Não acredito que alguém nasça violento ou preconceituoso. Essas coisas são aprendidas em casa, na mídia, no contato com outras pessoas. Recentemente, os meios de comunicação mostraram uma mãe incentivando a filha a brigar na porta de uma escola. Na entrevista, ela não teve dúvidas: “Minha filha nasceu para bater e não para apanhar”. É impressionante como os pais estão distantes do que seria uma educação de qualidade. Alguns são ausentes; outros, sufocantes; outros, competidores ávidos que não admitem um erro dos filhos. Querem sempre vê-los no primeiro lugar do pódio. Ledo engano. A infância tem de ser o tempo da infância. Com as brincadeiras da infância. Cada coisa no seu tempo. Aliás, em vez de transformá-las em adultos deveríamos fazer o inverso, redescobrir a criança adormecida nos adultos.

RCEG: O material didático tem alguma importância nesse processo de aplicação pratica de afeto?

Gabriel Chalita: Todo material é importante para instrumentalizar os caminhantes. O material didático não pode frustrar a autonomia, ao contrário, tem de despertar a curiosidade em impulsionar a competência na resolução de problemas. Assim, também, o chamado material paradidático. O livro é um instrumento precioso. A tecnologia evidentemente trouxe um novo tempo para o processo educativo, mas o livro, a contação de histórias, o convívio são a essência de um processo de crescimento, como já dissemos, cognitivo social e emocional entre alunos e professores. Lembro-me de uma de uma das minhas primeiras professoras que toda sexta-feira nos colocava no chão para ouvir uma historia. Às vezes lia, às vezes contava. E no momento mais curioso da narrativa, fechava o livro ou a boca, dava uma pausa, e a noticia de que o final da historia ficaria para a segunda-feira. E aí estava a curiosidade. Havia poucos livros na biblioteca e quase sempre não conseguíamos encontrar o final. Não havia Internet. Esperávamos ansiosos pela segunda-feira para saber o desfecho. Era assim, na simplicidade da releitura de Sherazade que aquela professora/fada de uma escola pública do interior, com seu condão, tocava os nossos sentimentos e ensinava que nos livros estavam universos fascinantes que, quando descobertos, nos dariam a vitória singela atribuída aos desbravadores. Os livros, os materiais tecnológicos estão aí para ser desbravados. E é por isso que a educação não pode aleijar a coragem, ao contrário, deve incentivá-la. Sem a coragem, as outras virtudes se intimidam.