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Gabriel Chalita fala sobre os desafios do Direito na contemporaneidade

Para uma platéia de alunos e professores do curso de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Gabriel Chalita ministrou, na manhã desta quarta-feira (18/08), a palestra “Os desafios do Direito na contemporaneidade”, em Campinas, interior de São Paulo. O evento, que integrou a 1ª Semana Jurídica da universidade, também contou com a participação de alunos da UNICAMP e PUC-Campinas.

Citando o filósofo Aristóteles, Chalita estabeleceu uma relação daquilo que justifica as nossas escolhas. “A vida é feita de escolhas e desejos. A escolha deverá ser feita, quando houver concordância entre a razão e o desejo. Mas quando a razão conclui que tal desejo nos prejudica, então não deveremos escolher, pois embora o tenhamos desejado, a razão o rejeitou como algo prejudicial”.

Autor da obra “A Sedução no Discurso – O poder da linguagem nos tribunais do júri”,  Chalita diz que as escolas jurídicas deveriam preparar mais seus alunos para que eles sejam capazes de tomar atitudes corretas diante da vida. Isso, segundo ele, daria ao futuro profissional condições de analisar os processos com base na ética e na moral.

Chalita também fez referência a dois ícones de sociologia alemã: Jürgen Habermas, que trata a concepção da razão comunicativa e também a teoria política; e Hannah Arendt, que acreditava que o grande problema da humanidade consistia na ausência de compaixão. “A base da ética é a compaixão, é o ato de se colocar no lugar da outra pessoa. A minha essência faz parte da outra essência.”

O poder de lapidar diamantes

“Nenhuma criança é ruim. A criança é uma esponja que absorve o que é bom e o que é ruim também, por isso os educadores e familiares devem dar e ser bons exemplos”, disse Gabriel Chalita em palestra realizada, na noite desta terça-feira (17/08), no colégio Liceu Nossa Senhora Auxiliadora de Campinas, interior de São Paulo.

O evento teve como tema a “Educação existencial – abordando a questão do bullying, o papel da família e a postura do educador” e contou com a presença do diretor do colégio, Pe. Reinaldo de Oliveira, de professores e familiares de alunos.

Aos pais e educadores, Chalita deu conselhos sobre como prevenir as praticas de bullying. “Por meio da literatura é possível ter um momento de intimidade com o seu filho; é a oportunidade de trabalhar com o elemento que os tornam frágeis e saber que não temos resposta de tudo na vida. É por meio da literatura que ensinamos nossos alunos a terem compaixão.”

Para Chalita, a família tem um papel importante e insubstituível no processo de formação do cidadão. “Devemos ser bons exemplos, pois temos o poder de lapidar diamantes, de criar sonhos. Assim como também podemos ter a capacidade de traumatizar”, finalizou.

Cinco horas de autógrafo na Bienal

Neste sábado, 14 de agosto, o estande da Editora Globo foi pequeno para as seis mil pessoas que formaram fila para receber autógrafo do padre Marcelo Rossi, autor do livro “Ágape”, cujo prefácio foi preparado pelo professor Gabriel Chalita. A sessão de autógrafos, iniciada pouco depois das duas da tarde, só foi encerrada às nove horas da noite.

Foi tanta a procura que acabou o estoque disponível no estande da Editora Globo, e as pessoas tiveram que comprar seus exemplares nos estandes das editoras Saraiva e Siciliano.

O livro trata de “ágape”, a refeição promovida pelos primitivos cristãos a fim de celebrar o rito eucarístico. O rito confraternizava ricos e pobres em torno de ideais como amizade, caridade, amor. No livro “Ágape”, o padre Marcelo Rossi retoma e amplia o sentido original do conceito: “Ágape é uma palavra de origem grega que significa o amor divino. O amor de Deus pelos seus filhos. E ainda o amor que as pessoas sentem umas pelas outras inspiradas nesse amor divino”, assinala no texto de introdução do volume.

Prestigiaram o lançamento, entre outras personalidades, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, a ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

Chalita fala de Monteiro Lobato e Clarisse Lispector

Nesta quinta-feira, dia (12/08), o educador e escritor Gabriel Chalita participou da cerimônia de abertura da 21ª Bienal Internacional do Livro. O evento contou com a apresentação dos atores Paulo Goulart, Beth Goulart e Maria Fernanda Cândido interpretando textos de Clarice Lispector e Monteiro Lobato – os dois autores homenageados pela Bienal deste ano.

Chalita iniciou a apresentação discorrendo sobre a beleza da literatura brasileira. Em seguida, chamou ao palco Paulo Goulart, que leu e interpretou o conto Negrinha, de Monteiro Lobato.

Logo após a apresentação, Chalita falou um pouco sobre a vida de Clarice Lispector, autora de livros que exploram o universo interior e de traduções referenciais. Disse Chalita: “Clarice nasceu para ser mãe, para ser escritora e para amar. Amar é algo que não se esgota nunca. Mulher que conseguiu descrever com clareza as emoções e os conflitos existenciais”. Em seguida, chamou ao palco Beth Goulart e Maria Fernanda Cândido que declamaram textos da escritora.

Cerca de 800 profissionais do setor literário participaram da cerimônia, que também contou com a presença do governador do estado de São Paulo, Alberto Goldman e do prefeito do município de São Paulo, Gilberto Kassab.

Semana Jurídica da UNINOVE

Universidade Nove de Julho – UNINOVE,  realizada no Memorial da América Latina e no campus Vergueiro, na capital paulista, entre os dias 10 e 12 de agosto. O tema da palestra ministrada por Chalita foi “Ética e Justiça”, em que prevaleça o diálogo de valores.

Para uma plateia formada por alunos de Direito e advogados, Chalita destacou que a idéia de construir uma sociedade ética é pensar que o respeito seja o mínimo entre as pessoas, em que os valores sejam dialogados de tal forma que proteja a vida humana ou que tenha um exercício básico da compaixão.

Segundo o ex-secretário de Educação do Estado de São Paulo, as escolas jurídicas deveriam preparar mais seus alunos para que eles sejam capazes de tomar atitudes corretas diante da vida, para que, quando forem analisar os processos, a base seja regida pela ética e moral.

À mesa da palestra estavam, além de Gabriel Chalita, o reitor da UNINOVE, prof. Eduardo Storópoli, a candidata ao senado pelo (PT), Marta Suplicy, o diretor do curso de Direito, prof. Sérgio Braga, e demais autoridades acadêmicas da área da Universidade.

Chalita fala sobre Educação Transformadora em Taboão da Serra

A educação e o papel do professor para a transformação da sociedade foi o tema da palestra ministrada por Gabriel Chalita, nesta terça-feira, dia 30, na Jornada Educacional da Faculdade Anhanguera, em Taboão da Serra, São Paulo. Mais de 500 pessoas, entre professores, alunos e autoridades, como o prefeito Evilásio Cavalcante Farias, assistiram à palestra do educador.

Em sua fala, o vereador destacou as habilidades cognitiva, social e emocional como eixos a serem trabalhados pelos professores no desenvolvimento do aluno. “Nós precisamos quebrar o tabu de que alguns podem aprender e outros não. Todos os alunos são inteligentes”, afirmou.

Para Chalita, o conhecimento deve encantar o educando, ampliando sua visão de mundo, tornando-o capaz de transformar a própria realidade e, consequentemente, a sociedade. “O aluno está grávido de futuro. Cabe a nós cuidar dessa gestação. Se você acredita no ser humano, você é capaz de ajudá-lo a ter uma história”, explicou, citando o romance “A hora da estrela”, de Clarice Lispector.

Sobre as dificuldades do processo educacional, Chalita ressaltou a importância do afeto para a superação dos problemas. “Não deve existir disputa entre aluno e professor. A relação deve ser de respeito e admiração. O professor deve ser alguém que dê significado à vida do aluno. Isso é emoção”, concluiu.

Na opinião da diretora da Faculdade Anhanguera, Andréia Lira, a palestra foi um importante momento para o debate sobre o papel do professor na sociedade. “A gente consegue se identificar na fala do Chalita. É muito importante para o professor saber como estabelecer uma relação emocional com o aluno”, contou.

Chalita ministra palestra no I Encontro da Rede de Desenvolvimento Social

Na última sexta-feira, dia 18/06, o vereador Gabriel Chalita participou do I Encontro da Rede de Desenvolvimento Social Canção Nova, realizado na em Cachoeira Paulista. O evento, que contou com a participação da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, tinha o objetivo de discutir políticas públicas e caminhos para o desenvolvimento social regional e nacional.

Em palestra, Chalita destacou a importância da dignidade humana no desafio educacional e social. “É necessário cuidar da pessoa toda e de todas as pessoas, tratando de forma igual os iguais e desigualmente os desiguais. Precisamos governar priorizando quem mais precisa”, declarou o educador.

O também ex-Secretário de Educação do Estado de SP indicou a educação como uma das políticas mais importantes de inclusão social, pois ensina a pessoa a ser, conviver, conhecer e fazer. “O programa Escola da Família, por exemplo, criado em minha gestão como secretário estadual de Educação, aproximava os pais dos filhos e da escola. Ainda na área da inclusão, abrimos salas de educação especial, para alunos com necessidades especiais”, discorreu Chalita.

Para a ministra Márcia Lopes, é um desafio implantar políticas públicas em um país tão grande e complexo como o Brasil. “Com a criação desse Ministério, em 2004, saiu-se do entendimento da assistência social como benemerência ou assistencialismo. Buscamos fazer com que o sistema descentralizado que hoje existe possa ganhar o status de política pública, que deve ser organizada e formatada a partir de certas metodologias específicas”,declarou Márcia. Participaram do Encontro lideranças do terceiro setor, estudantes, poder público, assistentes sociais e empresários.

Chalita discorre sobre ética em palestra na UMC

Na noite desta terça-feira, (10/08), o professor Gabriel Chalita ministrou a palestra “Ética na Construção do Conhecimento” aos alunos de graduação, pós-graduação e docentes dos cursos de administração, direito e pedagogia, da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), campus São Paulo.

O evento também contou com a participação da reitora Regina Bezerra, do vice-reitor José Augusto Peres e dos pró-reitores Antonio Fernandes e Eliana Rodrigues.

Diante do auditório lotado, o palestrante iniciou a apresentação com o resgate histórico da ética desde Aristóteles. Segundo Chalita, a ética é um código de conduta em busca do bem e deve ser aplicada nas ações cotidianas. “A ética tem que ser vivenciada, porque não basta fazer o bem, agir com moderação e saber escolher, se a pessoa não se dedicar a praticar os valores que adquiriu”, declarou.

Para o educador, escutar opiniões contrárias às suas e “saber ser correto” são passos fundamentais para ser ético e construir sua própria história, motivada por seus desejos e aspirações. “Um dos tantos objetivos da educação é ensinar a conviver. O convívio significa respeito, cooperação, ternura, enfim. E isso é ética. A ética se aprende nos livros, nas lições dos grandes mestres. E se aprende no cotidiano, no exercício de ser correto”, finalizou.

O estudante de administração Marcelo Melotto Ramos saiu da palestra gratificado com o tema abordado, que, segundo ele, pode ser aplicado em todos os setores da vida. “Nesses oito semestres em que frequentei a UMC, foram poucas as oportunidades de presenciar uma palestra tão empolgante quanto esta”, afirmou o aluno.

RS inspira-se em lei pioneira de Gabriel Chalita

Depois que um estudante de 15 anos foi assassinado em Porto Alegre, ao reagir às humilhações de que era alvo por causa de sua estatura física, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou lei de combate ao bullying naquele estado.

O pioneiro na proposição de uma lei antibullying no país foi Gabriel Chalita, na condição de vereador da cidade de São Paulo. A lei foi implantada em junho de 2009, inicialmente na rede pública municipal da capital paulista. A ideia se espraiou rapidamente por cidades do interior do Estado de São Paulo e de outros estados.

Autor de vários livros que pregam a pedagogia do afeto e da amizade no relacionamento de crianças e jovens no ambiente escolar, Chalita mostra especial preocupação com determinadas brincadeiras consideradas inocentes mas que podem se transformar em suplício para muitos deles. Atrás dessas brincadeiras pode estar escondida a manipulação, a tentativa de humilhação e o preconceito.

Um estudo elaborado pela Fundação Instituto de Administração (FIA) da USP, ouvindo 5.168 pessoas, entre alunos, professores e equipes técnicas de 25 escolas do ensino fundamental das cinco regiões administrativas do país, revela que 28% dos entrevistados foram vítimas de maus-tratos no ambiente escolar pelo menos uma vez.

Em Congresso Internacional, Chalita fala sobre avaliação na educação

Cerca de 300 pessoas, entre professores e outros profissionais da educação, participaram da palestra do educador Gabriel Chalita, durante o 8º Congresso Internacional sobre Avaliação na Educação, nesta segunda-feira, dia 12 de julho, em São Paulo.

Com o tema “Gestão de pessoas e de idéias: um novo conceito na Educação”, Chalita falou sobre a complexidade humana, os desafios que os professores encontram nas salas de aula e o processo de avaliação na educação. “Nós temos que cuidar mais do professor, da pessoa que educa. É o professor a figura central do processo de aprendizagem”.

A questão da avaliação, dos alunos e dos professores, prendeu a atenção dos participantes. “Eu sonhava com o Enem como o fim do vestibular. Era uma das melhores avaliações que tínhamos mas, infelizmente, virou um ranqueamento absolutamente desnecessário. O Enem, conceitualmente, não foi inventado para medir o nível da escola; é uma avaliação do aluno. O Ideb é outro processo avaliativo interessante, que analisa a evasão escolar e outros itens. Mas são avaliações de diagnóstico e não de punição, de destruição de aluno ou do professor, afirmou o educador.

Chalita prosseguiu demonstrando que o processo avaliativo é mais complexo que uma simples prova. Segundo ele, a avaliação é um diagnóstico que ajuda o educador a pensar se a estratégia que está desenvolvendo está dando certo ou não; se o aluno está conseguindo os resultados que o professor espera, pois o processo de aprendizagem para ser completo precisa “ajudar o aluno a ser uma pessoa equilibrada e feliz, ajudar na construção de um ser humano mais harmonioso”.

Para Eduardo de Castro, secretário municipal da Educação de Cruzeiro, interior de São Paulo, que acompanhou a palestra, o novo conceito de gestão ajuda na valorização do humano. “A palestra foi fantástica. Questões muito pertinentes, que envolvem a sensibilidade humana. Nada acontece se nós não tocarmos no lado sensível do ser humano”.

Rita de Cássia Barreto de Oliveira, coordenadora de uma escola na Praia Grande, fez questão de assistir à palestra. “O nosso calcanhar de Aquiles é a avaliação. Eu luto pela avaliação mais humana, por isso eu fiz a escolha pela palestra do Chalita. Eu sei que ele tem um olhar diferenciado. Foi muito bom confirmar aquilo que eu penso, as minhas crenças. Me identifiquei mais ainda com a palestra”, explicou.

O 8º Congresso Internacional sobre Avaliação na Educação, de 12 a 14 de julho, tem como objetivo o debate entre profissionais da educação de todo o Brasil e especialistas no assunto. Este ano, além de palestrantes brasileiros, o e