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Chalita falou para 500 na UNIP Chácara Santo Antonio

Professores e alunos dos cursos de Letras, Pedagogia, Direito e Gestão da UNIP ouviram atentos a tudo o que pensa Gabriel Chalita a respeito das relações entre educação e ética nos dias atuais.

A palestra realizada na manhã de quarta, dia 22, levou ao auditório do campus da Chácara Santo Antonio cerca de 500 pessoas, para as quais Chalita propôs reflexões na busca pela valorização do ser humano, dentro ou fora da escola.

Disse, mencionando lições de Jean Piaget e Paulo Freire: “O essencial é que as pessoas aprendam o caminho da felicidade e da realização pessoal através da educação, que só se consegue com professores que sabem valorizar o ser humano em primeiro lugar”.  Quanto à ética na construção do conhecimento, fio condutor de sua fala, recomendou “não tratar o próximo como não gostaria de ser tratado”. E completou: “Tem muitos políticos éticos e muitos que não têm compromisso com aquilo que é correto. Mas em todos os setores da sociedade há pessoas com conduta correta e outras sem compromisso com o próximo.”

Estimulou os professores a se conscientizarem da grande responsabilidade que têm para com seus alunos e ante a sociedade. “Os professores precisam ensinar a seus alunos, além do conteúdo de suas disciplinas, que também devem se valorizar como seres humanos e pensar que a educação é o único caminho que os transforma em cidadãos que respeitam as leis, o direito das outras pessoas e que pautem suas condutas de vida sempre pela honestidade e sinceridade”.

Bom senso, razão e equilíbrio

Alunos e profissionais do Direito prestigiaram, nesta segunda-feira (13/09), a palestra sobre “Ética na construção do conhecimento”, ministrada pelo educador Gabriel Chalita, no campus de Santos da Universidade Paulista (UNIP), litoral sul de São Paulo. O evento marcou a abertura da Semana Jurídica, realizada nos dias 13 e 14 de setembro.

Segundo Chalita, as escolas jurídicas deveriam preparar mais seus alunos para que eles fossem capazes de tomar atitudes corretas diante da vida. Desse modo, quando forem analisar os processos, tenham base sobre a ética e a moral.

“É bom poder ver e sentir que o discurso de Gabriel Chalita condiz com o seu testemunho e o seu trabalho”, declarou Tereza Gandelman, diretora da UNIP, que, ao lado de Edson Monteiro, também diretor, e do coordenador do curso de Direito, Luiz Guilherme Wagner, presenciou a palestra.

Refletir sobre o erro pode prevenir novos erros

Com a recomendação de que a reflexão sobre o erro pode levar a escolhas corretas, Gabriel Chalita abre suas palestras em unidades da UNIP. Nos dias 14, 15 e 16 de setembro, o educador proferiu palestras nas unidades Norte, Indianópolis, Anchieta e Paraíso da UNIP, para platéias que, juntas, ultrapassam dois mil alunos e professores dos cursos de Direito, Pedagogia, Psicologia, Administração e Enfermagem.

A essas pessoas Gabriel Chalita disse o que pensa a respeito da importância da educação nas relações entre as pessoas. Segundo ele, são três as atitudes que formam a base da educação responsável: ética, formação e conhecimento.

Em seus pronunciamentos, Gabriel Chalita utiliza conceitos que variam da alta literatura ao cotidiano. Também divide, com o público, histórias de sua carreira e de sua vida, para ilustrar os conceitos apresentados. Um dos exemplos foi a sua experiência como mestrando no curso de Direito da PUC. “Uma das disciplinas era muito difícil e o professor não facilitava. Quando entreguei meu trabalho de conclusão, ele me detonou, disse que eu devia voltar para a roça, e que o trabalho que levei meses para fazer era um lixo. Depois, descobri que a única coisa de errado no meu trabalho era que eu não havia citado seus livros na bibliografia. Aí os incluí e entreguei novamente: tirei nove”. Na opinião de Chalita, “há pessoas que dão bons exemplos de como não agir no contexto da educação”.

Segundo ele, a ética está em reconhecer e respeitar o valor das fontes de conhecimento, sejam elas comuns ao nosso repertório ou não: ”A construção do conhecimento depende de incentivo. Para o educador, se aplica na sutileza com que é passada a informação, e no entendimento de que as pessoas assimilam os conteúdos de formas diferentes”.

Chalita analisa projetos em Comissão na CMSP

O vereador Gabriel Chalita participou, nesta quarta-feira (13/10), da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa, da Câmara Municipal de São Paulo. Na ocasião, foram analisados os pareceres de 30 projetos. Desse total, foram aprovados os pareceres de legalidade e constitucionalidade de 12, enquanto quatro foram considerados ilegais ou inconstitucionais. Outros 13 tiveram a votação adiada.

A comissão também aprovou pelo encaminhamento de sugestão do Movimento pelo Voto Consciente. Trata-se do DOCREC 3498/10, no qual o Voto Consciente solicita à comissão a necessidade da CPTM e do Metrô de reservarem em seus trens um carro exclusivo para mulheres.

Participaram da reunião os seguintes vereadores: Ítalo Cardoso (PT), José Police Neto (PSDB), João Antonio (PT), Floriano Pesaro (PSDB), Agnaldo Timóteo (PR), Netinho de Paula (PCdoB), Gabriel Chalita (PSB), Ushitaro Kamia (DEM) e Abou Anni (PV).

Gestão de pessoas e de ideias é tema de palestra em Porto Velho

Na última sexta-feira, dia 08/10, o vereador Gabriel Chalita ministrou a palestra “Um novo conceito na gestão de pessoas e de ideias”, aos pais de alunos e educadores do Colégio Objetivo, em Porto Velho, Rondônia. O evento, que reuniu 350 pessoas, teve o objetivo de capacitar e aperfeiçoar o conhecimento dos dirigentes e colaboradores da rede.

Chalita iniciou a apresentação comentando: “Nós, educadores, devemos ser educados. Precisamos olhar nossa atividade como forma de sensibilizar e humanizar a pessoa no seu processo de construção. Precisamos cuidar da pessoa toda e não apenas de uma parte dela”.

Segundo o vereador paulistano, a melhor maneira de ensinar os alunos é por meio da valorização das individualidades e do exercício de se doar para promover aprendizagem. Para ele, educar a pessoa toda também é tocar no ponto certo e acreditar nesse aluno. “Não existem dois alunos iguais, não existem duas salas iguais, não existem dois professores iguais. Então, nós temos que ter a compreensão de que as pessoas têm tempos diferentes no seu processo de aprendizagem”, afirmou Chalita.

Para Chalita, falar sobre os novos caminhos da educação é também perceber o que o ser humano pode fazer nas relações com as outras pessoas e como a educação pode ajudar nesse significado. “É demonstrar a compaixão pelo próximo, respeitar a dignidade do outro. A afetividade está diretamente ligada a esse olhar para a dignidade humana e ao ato de enxergar o outro”, declarou.

O papel da família na formação do cidadão

“Devemos ser bons exemplos, pois temos o poder de lapidar diamantes, de criar sonhos. Assim como, também podemos ter a capacidade de traumatizar”, essas foram as palavras do educador Gabriel Chalita, durante palestra realizada na manhã desta quinta-feira (09/09), no Colégio 9 de Julho, Zona Norte de São Paulo.

Para a plateia, composta de professores e pais de alunos, Chalita falou sobre o papel, importante e insubstituível, da família, no processo de formação do cidadão. Para ele, a melhor maneira de ensinar os alunos é por meio da valorização das individualidades e do exercício de se doar para promover aprendizagem. “Não existem dois alunos iguais, não existem duas salas iguais, não existem dois professores iguais. Então, nós temos que ter a compreensão de que as pessoas têm tempos diferentes no seu processo de aprendizagem.”

Autor de mais de meia centena de livros, entre eles “A Pedagogia da Amizade”, Gabriel Chalita deu conselhos de prevenção às praticas de bullying. “Por meio da literatura é possível ter um momento de intimidade com o seu filho; é a oportunidade de trabalhar com o elemento que os tornam frágeis e saber que não temos resposta de tudo na vida. É por meio da literatura que ensinamos nossos alunos a terem compaixão.”

Escolhas certas

Refletir o erro para poder fazer escolhas corretas. É assim que Gabriel Chalita vê e transmite o que pensa a respeito da importância da educação nas relações interpessoais. Na noite da última sexta-feira (03/09), com a palestra “Ética na Construção do Conhecimento”, o educador reuniu alunos e professores dos cursos de Direito, Nutrição, Pedagogia, Letras, Ciências Biológicas, Psicologia e Enfermagem no campus Cidade Universitária, da UNIP (Universidade Paulista), em São Paulo.

“Nós, educadores, devemos ser educados. Precisamos olhar nossa atividade como forma de sensibilizar e humanizar a pessoa no seu processo de construção. Precisamos cuidar da pessoa toda e não apenas de uma parte dela”, orientou Chalita. Para ele, o primeiro passo para melhorar as relações é ter consciência da própria imperfeição. “A partir do momento que refletimos o conceito de que somos imperfeitos, refletimos também sobre o que podemos melhorar profissionalmente. Desse modo, uma pessoa pode atuar para que a sua profissão dê dignidade a outra. Refletir o erro para poder fazer escolhas corretas”.

Educar a pessoa toda, observa o vereador paulistano, também é tocar no ponto certo; é acreditar no aluno. Segundo Chalita, a receita pontual para promover o processo de aprendizagem é a valorização das individualidades e o exercício de se doar sempre. “Não existem dois alunos iguais, não existem duas salas iguais, não existem dois professores iguais. Então, nós temos que ter a compreensão de que as pessoas têm tempos diferentes no seu processo de aprendizagem”.

Outro aspecto muito importante, na concepção do palestrante, é a discussão de novos caminhos da educação. Com isso, é possível perceber o que o ser humano pode fazer nas relações com as outras pessoas e como a educação pode ajudar nesse significado. “Demonstrar a compaixão pelo próximo, respeitar a dignidade do outro. A afetividade está diretamente ligada a esse olhar para a dignidade humana e ao ato de enxergar o outro”.

Para encerrar a palestra, Gabriel Chalita recitou poemas e respondeu às perguntas dos presentes.

Privilégio ao bem comum

Alunos e professores da Universidade de Marília (Unimar), interior paulista, saíram da rotina de aulas, nesta quinta-feira (02/09), para acompanhar a palestra do professor Gabriel Chalita sobre “A educação como base para a formação da pessoa toda e todas as pessoas”.

Ex-secretário de Educação do Estado de São Paulo e vereador mais votado do país, Chalita esteve na cidade a convite da coordenadora do curso de Direito, Francis Pádua, que há 10 anos acompanha a carreira do educador.

Aos universitários, Chalita dedicou palavras de conforto diante do desafio dessa etapa da vida em que buscam uma boa colocação no mercado de trabalho. “Somos seres sociais e isso implica uma série de posturas e atitudes que têm de privilegiar o bem comum, independentemente de ser em casa, na escola, na empresa ou nas relações de amizade. É esse o caminho mais certo e seguro para uma vida minimamente digna, honesta, feliz. Temos de pensar em nós, mas também nos que estão à nossa volta. Em resumo: temos de buscar o equilíbrio. É uma maneira de contribuir para o exercício contínuo do bem”, declarou o educador.

Autor de mais de meia centena de livros, em que se destacam “A Pedagogia do Amor” e “A Pedagogia da Amizade”, Gabriel Chalita abordou temas relacionados à política, à educação e falou de fundamentalismo e radicalismo, vertentes tão presentes em uma  sociedade, como a atual que, frisou, “não tolera o diferente”. Receitou tolerância quando disse que é preciso saber ser correto e escutar opiniões contrárias. “São passos essenciais para ser ético e para construir sua própria história, motivada por seus desejos e aspirações”.

O contato com os jovens – observou o educador – é importante na formação de uma sociedade melhor no futuro. “O debate é o caminho que norteia os líderes, aqueles que ocuparão cargos importantes na sociedade. Essas pessoas têm que ter a consciência de que, para liderar, precisam conhecer os outros e não permanecer em uma redoma”.

Entrevista ao Sistema de Ensino Dom Bosco

Durante participação na Jornada Pedagógica do Sistema de Ensino Dom Bosco, na cidade de São Paulo, em agosto de 2010, o educador Gabriel Chalita concedeu entrevista à jornalista Cristiane Lebelem e falou sobre os desafios da educação.

Questionado sobre o vínculo do professor com o aluno, Chalita ressaltou que essa é uma relação fundamental para o desenvolvimento da educação. “A essência da escola é o professor. Temos que olhar o professor com muito respeito. O nosso papel é ajudá-lo a se preparar. A forma como o professor entra na sala e cumprimenta o aluno faz toda a diferença.”

No vídeo, Chalita alerta para a necessidade de envolver a família no ambiente escolar. “Tem que trazer pai e mãe para a escola. Quem cria tem que ir para a escola”. Na opinião do educador, é preciso abrir espaço para participação da comunidade. “A escola não pode ser um espaço isolado. Ela tem que ser um centro de luz que ilumina essa comunidade”, exclamou o educador.

O sistema de avaliação também entrou na pauta da entrevista. Para Chalita, a preocupação do país com avaliação é uma conquista, mas perde seu sentido quando passa a ser um ranqueamento. “O Brasil é muito heterogêneo. Não é que uma escola seja melhor que a outra, mas são realidades diferentes. O que é significativo para uma criança do Sul, não é para outra do Norte, do Nordeste, do Centro-Oeste. É preciso compreender o que deve ser feito naquela região para melhorar o processo educativo.”

Para encerrar, Chalita deixou uma mensagem de apoio aos educadores.