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Pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo participam de debate

Fonte: SPTV (2ª edição)

A Rede Nossa São Paulo promoveu o primeiro encontro de pré-candidatos à Prefeitura da capital. Eles discutiram os principais problemas apontados em uma pesquisa de opinião feita pelo Ibope.

A pesquisa mostra que a avaliação do paulistano sobre a cidade ficou praticamente estável em relação aos anos anteriores; a média de satisfação é de 4,9. “Se fosse uma escola, a cidade de São Paulo não teria passado” (Márcia Cavallari, diretora do Ibope).

Os pré-candidatos Soninha Francine, do PPS, Netinho de Paula, do PC do B, e Gabriel Chalita, do PMDB, acham que podem aumentar o grau de satisfação de quem mora em São Paulo, a começar pela segurança. Quase 90% dos entrevistados dizem que se sentem pouco ou nada seguros na cidade. “Uma cidade mal iluminada, mal sinalizada, mal cuidada, tem a tendência de ser uma cidade mais violenta. Os governos federal, estadual e municipal poderiam desenvolver um plano conjunto de melhoria real da segurança na cidade de São Paulo” (Gabriel Chalita).

Na saúde, o tempo médio de espera para uma consulta é de 52 dias. Em 2010, era de 61. No transporte público, o ônibus demora pra chegar: em média, 22 minutos. “Não mudou absolutamente nada nos últimos 20, 30 anos. A demora continua a mesma. Isso  foi o que mais me chocou” (Netinho de Paula).

O levantamento mostra, também, que a confiança dos paulistanos nas instituições públicas da cidade anda em baixa. A Câmara Municipal, a Prefeitura e o Tribunal de Contas do Município tiveram os piores desempenhos nessa questão. “É obvio que a percepção das pessoas sobre a qualidade dos serviços públicos, sobre a honestidade dos políticos, sobre a qualidade de vida da cidade, de um modo geral, é muito ruim. Então, é uma reflexão que a gente precisa renovar. Não é uma novidade” (Soninha Francine).

Os pré-candidatos do PV, do PSOL e do PT foram convidados, mas não apareceram. Eles mandaram representantes para o debate.

Confira a entrevista de Chalita para a Época Online

ENTREVISTA COM O CANDIDATO: Gabriel Chalita (PMDB)

Fonte: Época Online (por Teresa Perosa)

Queridinho do vice-presidente Michel Temer, o deputado Gabriel Chalita é a esperança do PMDB de conquistar a prefeitura de São Paulo. Aos 42 anos, Chalita é professor universitário, já foi Secretário de Educação do estado e publicou 63 livros. Apesar de ser católico devoto, Chalita garante que conseguirá contemplar o eleitorado não identificado com a religião. “Quem assume um cargo da importância do cargo do prefeito de São Paulo não pode governar para uma ou para outra religião, tem que governar para o povo todo”, disse à jornalista Teresa Perosa.

O senhor continua sendo assediado para que desista da candidatura em favor de Fernando Haddad, do PT. Um ministério lhe foi oferecido. Ainda existe alguma possibilidade de o senhor deixar o páreo? Minha candidatura não pertence a mim apenas. Pertence ao PMDB e a São Paulo. Realizamos uma grande quantidade de filiações na capital de pré-candidatos a vereador. Estamos fazendo reuniões nos diretórios do PMDB desde dezembro. Para nós, essa discussão de desistência é coisa do passado. Ninguém nem do PMDB nacional ou municipal imagina que haja qualquer possibilidade de abrir mão da candidatura.

A primeira pesquisa de intenção de votos coloca a maioria dos pré-candidatos com números iguais, ao redor dos 6%. Como o senhor avalia suas chances de vencer as eleições? Eu sou bem conhecido por 10 % da população, segundo o Datafolha, e tenho 6% de intenções de voto. Isso é fantástico. Mostra que as pessoas que me conhecem acham que eu tenho condições de ser um bom prefeito para São Paulo. Tenho uma rejeição muito baixa. O grande desafio é ir crescendo aos poucos, quando começa mesmo a campanha eleitoral. Temos um bom projeto, temos um partido grande e tenho experiência como gestor. Então, as chances são muito grandes.

Sua principal bandeira política é a educação. Quais são suas propostas? Eu chamo atenção para três projetos básicos. O primeiro é uma ampla revitalização do centro de São Paulo, que vai desde o Brás até a Barra Funda, copiando um pouco do que o mundo fez com as suas capitais. O segundo é a construção de uma cidade virtual. São Paulo tem na área privada uma gestão muito eficiente, mas na área pública isso está engatinhando ainda. Temos que construir uma cidade virtual, tecnológica, na qual a população possa reclamar dos problemas por torpedo, agilizar processos de alvará, numa ação conjunta para que as empresas tenham uma facilidade maior de ocupação aqui. Um terceiro ponto seria o cuidado com as áreas sociais. São Paulo tem uma saúde caótica, ela vai muito mal e a parte da informatização vale para essa área também. Quanto à educação, você não pode ser a cidade mais rica da América Latina com 160 mil crianças em fila de espera para creche. É claro que entrarão outras coisas, como a mobilidade urbana, que é um grande problema para cidade. Não é só uma questão de trânsito e transporte, mas também de desenho da cidade. O plano-diretor deveria atuar intensamente nisso. Quanto menos as pessoas tiverem que se deslocar, melhor qualidade de vida elas terão. A área da educação vai entrar, mas não será a única bandeira.

Como você avalia a gestão do prefeito Gilberto Kassab? Eu acho que o povo vem avaliando mal. Ele começou bem, no seu primeiro mandato, imaginávamos que seria um prefeito cuidadoso com a cidade. Num primeiro momento, toda cidade se uniu no “Cidade Limpa”. Houve uma mobilização popular para ajudar a cidade a ser mais bem cuidada. Depois, Kassab mudou os objetivos e acabou abandonando um pouco a cidade. A prefeitura está sem projeto.

Como a prefeitura pode atuar em termos de segurança? A violência se propagada no caos. Não é só um problema de responsabilidade do Estado. A organização da cidade cabe ao município. Iluminação por exemplo é um problema seríssimo em São Paulo. Numa cidade bem iluminada, com poucos terrenos baldios e espaços de desocupação, há tendência de ela ser mais segura. No caso específico da Cracolândia, por exemplo, eu acho que o equívoco é a inexistência real de leitos para internação de viciados. A prefeitura poderia estabelecer convênios com comunidades terapêuticas. Em Minas Gerais, a Aliança Pró Vida, por exemplo, é um projeto em que você dá para mãe um cartão para que ela busque um local de internação para seu filho viciado em crack. Espalhar viciado não resolve. Precisa ter uma medida policial para coibir a ação do traficante com certeza, mas também de recuperação dessas pessoas, e isso não vem acontecendo. Nem com moradores de rua. São Paulo é uma cidade com 11,5 milhões de habitantes e tem 12 mil moradores de rua, o que não é um número tão elevado. Mas existem poucas alternativas de inclusão social desse morador. É o abandono da cidade que se reverte em vários aspectos.

Sua imagem está bastante associada ao catolicismo. Como pretende ganhar o eleitorado que não se identifica com a Igreja Católica? Nunca fui um católico fundamentalista. Sou católico praticante, mas nunca fui sectário, nunca tive preconceito com nenhuma religião. Quando fui secretário da educação, mantive um amplo diálogo com outras religiões para construir um projeto de ensino religioso que priorizasse valores. Então todas as religiões se sentiram contempladas. Eu tenho um diálogo muito tranquilo com as outras religiões. Não misturo as coisas. Tenho absoluta consciência que o Estado é laico, a Constituição determina isso, e alguém que assume um cargo da importância do cargo de prefeito de São Paulo, não pode governar para uma ou para outra religião, tem que governar para o povo todo.

Chalita destina recursos financeiros a instituições

O deputado federal Gabriel Chalita (PMDB/SP) destinou, por meio de emendas parlamentares, recursos financeiros a instituições do Estado de São Paulo. O montante, aplicado em diferentes áreas – saúde, cultura, justiça (projetos antidrogas) e ciência e tecnologia –, refere-se ao biênio 2011/2012.

Clique aqui e confira a destinação detalhada dos recursos de 2011.

Clique aqui e confira a destinação detalhada dos recursos de 2012.

Fonte: assessoria de imprensa

 

Projeto de Chalita é aprovado na Comissão de Educação e Cultura

O Projeto de Lei 1.477/2011, de autoria do deputado Gabriel Chalita (PMDB/SP), foi aprovado na Comissão de Educação e Cultura. A propositura – que tramita juntamente com um projeto do Senado –, acrescenta parágrafo único à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, estabelecendo que as instituições de ensino devem atuar para disseminar o respeito, a solidariedade e a resolução pacífica de conflitos no ambiente escolar. Para isso, sugere a promoção de ações educativas transdisciplinares.

Na justificativa do projeto, Chalita aponta, entre outras questões, o fato de a Unesco  considerar a cultura de paz “uma construção que requer participação e reconhecimento da diversidade”. O parlamentar lembra que, para alcançá-la, é preciso valorizar integralmente o indivíduo e a solidariedade. Afirma, ainda, que a educação está intimamente ligada a esse conceito e cita o seguinte depoimento de Kofi Annan, ex-secretário-geral da ONU: “O combate à intolerância passa, em parte, por garantias jurídicas. (…) Mas o direito é apenas um ponto de partida. Toda e qualquer estratégia destinada a facilitar o entendimento deve assentar na educação”.

Outras atividades

No Congresso Nacional, Chalita também votou a favor da Proposta de Emenda à Constituição que institui imunidade tributária sobre os fonogramas e os videofonogramas musicais produzidos no Brasil, contanto que contenham obras musicais/lítero-musicais de autores brasileiros (ou interpretadas por artistas do País).

O deputado, em conjunto com outros parlamentares, aprovou, ainda, a Proposta de Emenda à Constituição que concede proventos integrais aos servidores públicos aposentados por invalidez permanente. De acordo com o texto, o servidor que entrou no setor público até 31 de dezembro de 2003 e que se aposentou – ou que venha a se aposentar – por invalidez permanente terá direito a recursos calculados com base na remuneração do cargo em que se deu – ou se dará – a aposentadoria (sem o uso da média das maiores contribuições).

Fonte: assessoria de imprensa

Chalita lança ”Sócrates e Thomas More – correspondências imaginárias” na capital paulista

No dia 16 de dezembro, a partir das 19 horas, acontecerá o lançamento do livro “Sócrates e Thomas More – correspondências imaginárias”, de Gabriel Chalita, em São Paulo (SP). A noite de autógrafos começará às 19 horas, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2.073). O evento é aberto ao público.

O mais novo título de Chalita, publicado pela Editora Planeta, consiste na troca de cartas entre dois personagens fictícios, que levam o nome de importantes figuras históricas. Thomas More, um professor, mostra-se desiludido e cético das relações humanas, mas o camponês Sócrates, com simplicidade, tenta convencê-lo – e convencer o leitor – de que a travessia é longa, tortuosa, mas sempre vale a pena.

Por meio de um dialogismo lógico e de argumentos denotados por esses dois personagens, o autor traz à cena questões que provocam e que inquietam a alma humana. São correspondências despretensiosas de estabelecer verdades e respostas exatas, mas plenas de ideias valiosas, de palavras que semeiam esperança, levando cada um dos leitores às próprias conclusões. Uma fonte de reflexão sobre a condição do ser humano, sobre a ética nas relações inter e intrapessoais e sobre a grandiosidade do diálogo.

Ficha técnica

Evento: lançamento do livro “Sócrates e Thomas More – correspondências imaginárias”, de Gabriel Chalita.

Data: 16/12/2011.

Horário: a partir das 19h.

Local: Livraria Cultura do Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2.073, São Paulo, SP.

Fonte: assessoria de imprensa

Gabriel Chalita é entrevistado por Kennedy Alencar

O deputado federal Gabriel Chalita (PMDB/SP) participou do programa É Notícia, apresentado por Kennedy Alencar, na RedeTV!. A atração será reprisada hoje, à meia-noite e meia.

Entre os temas abordados, estão a educação e o transporte público na cidade de São Paulo.

Confira a entrevista completa, dividida em três vídeos: http://migre.me/77qXF

Fonte: assessoria de imprensa

‘A religião está sendo usada de maneira desonesta’

Ávido por concorrer à Prefeitura de São Paulo pelo PMDB, o deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP) descarta ceder às pressões para se retirar da disputa. “Eu não aceitaria ser ministro da Educação ou de qualquer outra área, ou candidato a vice-prefeito de São Paulo.

Eu só aceito ser candidato a prefeito de São Paulo”, garante o deputado, que minimiza a afirmação de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva trabalha para demovê-lo da ideia de concorrer. Recém-filiado ao PMDB, ele afirma em entrevista ao iG que entra na campanha com a consciência de que ainda paga o preço pelo apoio à então candidata à Presidência Dilma Rousseff, no auge da polêmica sobre a descriminalização do aborto em 2010.

“Quando eu resolvi apoiar Dilma, começou uma rede de boatos na internet de que eu havia virado abortista”, lembra o deputado. Ele insiste em exaltar sua afinidade com a presidenta e deixa claro que não se arrepende de apoiá-la. Chalita também critica o uso da religião como ferramenta de campanha eleitoral, reforça sua posição contrária à descriminalização do aborto e faz críticas ao fundamentalismo religioso. “A religião está sendo usada de maneira desonesta”, diz o parlamentar. Segundo ele, um “grupo restrito” comandou “um bombardeio na internet”, que culminou, por exemplo, no cancelamento de seu programa na emissora de televisão Canção Nova, na semana passada.

Para a disputa na capital paulista, o deputado cobra uma postura ética dos demais candidatos, que terão por trás de suas campanhas três máquinas governamentais – o governo federal, que trabalha pela pré-candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad (PT); o governo estadual, que dará sustentação ao candidato do PSDB do governador Geraldo Alckmin; e o governo municipal, que poderá ser representado na corrida pelo PSD do prefeito Gilberto Kassab. “Espero que as máquinas não sejam usadas”, afirma.

Na entrevista ao iG, o deputado fala, ainda, sobre sua relação com o ex-governador tucano José Serra. “Ficou uma relação difícil. Em alguns momentos eu tentei cumprimentá-lo e ele não me cumprimentou”, conta. E completa: “Mas eu era muito pequeno para ele (Serra) ter tanta raiva de mim”. Já com relação a Alckmin, ele nega enxergar qualquer possibilidade de o governador, seu padrinho político, trabalhar nos bastidores a favor de sua candidatura: “Alckmin não é dissimulado”.

Sobre seus 63 livros publicados, Chalita analisa, sem falsa modéstia, que “todos são bons”. Admite ter ficado chateado com críticas, mas propõe um desafio: “Seria interessante se as pessoas, antes de não gostarem, lessem primeiro”. Solteiro aos 42 anos, ele desconversa sobre sua vida amorosa, mas não descarta a possibilidade de se casar em um futuro próximo. Ele conta que seu pai se casou aos 44 anos, apenas três meses depois de conhecer sua mãe. “Ainda tenho dois anos”, brinca.

Fonte: portal iG (por Nara Alves e Ricardo Galhardo)

Chalita assume compromisso com o Programa Cidade Sustentáveis

Fonte: assessoria de imprensa

Pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita comprometeu-se a adotar o Programa Cidades Sustentáveis caso seja eleito no ano que vem. Isso significa que sua gestão desenvolverá políticas públicas sustentáveis e prestará contas com base em indicadores de resultado, como ampliação das áreas verdes; erradicação da miséria e da pobreza; despoluição dos rios; garantia de creches e de escolas para todas as crianças e todos os jovens; evolução da coleta seletiva de lixo; redução da poluição do ar; implantação de ciclovias e priorização do transporte público.

O objetivo da iniciativa é sensibilizar, mobilizar e oferecer ferramentas para que as cidades brasileiras se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente sustentável. A proposta é uma parceria entre a Rede Nossa São Paulo, a Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis e o Instituto Ethos.

Abertura de exposição história tem presença de Gabriel Chalita

O deputado federal Gabriel Chalita participou ontem, 24 de novembro, da cerimônia de abertura da exposição D. Pedro II no Líbano – 135 Anos da Visita do Imperador, no SESC Vila Mariana, em São Paulo. O evento, em comemoração à data, ficará em cartaz até o dia 15 de janeiro de 2012.

A viagem histórica de D. Pedro II, de sua esposa e de uma comitiva composta por cerca de 200 membros permitiu o estreitamento das relações entre Brasil e Líbano. Hoje, a maior parte dos imigrantes árabes no País tem origem libanesa.

Na página http://www.flickr.com/photos/imprensa_chalita/sets/72157628136961005/, é possível conferir as fotos da solenidade de abertura da exposição.

Fonte: assessoria de imprensa