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Chalita participa de cerimônia do Programa Crack, É Possível Vencer

O deputado federal Gabriel Chalita prestigiou, na manhã desta sexta-feira (24/5), a cerimônia de adesão da cidade de São Paulo e de outros municípios paulistas ao Programa Crack, É Possível Vencer, do Ministério da Justiça. O evento foi realizado no auditório da Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo, no Pátio do Colégio. Estiveram presentes o ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso, e os prefeitos Fernando Haddad, de São Paulo, Luiz Marinho, de São Bernardo do Campo, Carlos Grana, de Santo André, e Donisete Braga, de Mauá, entre outras autoridades.

A iniciativa federal compreende o aumento da oferta de serviços de tratamento e de atenção aos dependentes e a seus familiares, o enfrentamento ao tráfico e às organizações criminosas e a promoção de ações de educação, de informação e de capacitação. As políticas são definidas e executadas por meio de uma articulação entre os governos federal, estadual e municipal. Com a assinatura do termo de adesão, a capital paulista, por exemplo, recebeu cinco bases móveis de videomonitoramento, para serem utilizadas pela Polícia Militar. Outras seis serão entregues até o fim do ano.

Para Chalita, uma ação eficiente contra o crack passa pelo combate ao tráfico, mas não se esgota aí. “Os governos e a sociedade têm a importante tarefa de tratar aqueles que já estão sob o domínio do vício, reintegrando-os ao convívio social”, afirmou. “A prevenção também é fundamental, e o caminho para isso é oferecer às pessoas acesso à educação plena, aos esportes e ao lazer, além de mais e melhores condições de trabalho”.

Fonte: assessoria de imprensa

Aprendendo com o futebol

O futebol é uma paixão nacional. Isso já foi dito muitas vezes. Muitas vezes também já se falou da violência nas arquibancadas, das brigas de torcida, atitudes lastimáveis que enfeiam o espetáculo. O bonito é ver as famílias nos estádios, as crianças torcendo. Em clima de festa.

Um fato interessante merece reflexão. O Corinthians, que possui uma das maiores torcidas do mundo, foi eliminado da Copa Libertadores da América, em pleno Estádio do Pacaembu, pelos argentinos do Boca Juniors. Eliminação semelhante à de 2006, no mesmo Pacaembu e também pelas oitavas de final do torneio. Na época, o embate foi contra outro time argentino, o River Plate; o fato ocasionou cenas de violência, de selvageria.

Desta vez, a história foi diferente, e a postura dos que assistiam ao jogo no estádio, no último dia 15, foi muito mais nobre. Os fiéis torcedores levantaram-se para aplaudir a equipe que dava adeus à competição e ao sonho do bicampeonato. Uma cena que impressionou, inclusive, os experientes comentaristas de futebol. Uma cena que emocionou os jogadores.

Apenas quatro dias depois, o esforço da equipe foi retribuído com a conquista do título do Campeonato Paulista, o 27º do clube, sobre o Santos, na Vila Belmiro.

Assim como no futebol e nos esportes em geral, também acumulamos vitórias e derrotas na vida. E, para todos esses casos, vale o ensinamento de Antoine de Saint-Exupéry, autor de O Pequeno Príncipe: “Há vitórias que exaltam, outras que corrompem; derrotas que matam, outras que despertam”.

Por isso, nestes tempos, em que muitos buscam a vitória a qualquer preço, a inesperada lição que veio das arquibancadas do Pacaembu é tão bonita e significativa. Ganhar ou perder faz parte da vida, mas é a forma como reagimos que nos torna vitoriosos de verdade.

Que, no futebol e na vida, empenhemo-nos por uma cultura de paz. A violência revela o que de pior há nas relações humanas, e todo tipo de violência deve ser combatido.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo)

Comissão de Educação recebe alunos de São Paulo

O presidente da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, Gabriel Chalita (PMDB/SP), recebeu nesta quarta-feira (22/5), em Brasília, alunos da Escola Nossa Senhora das Graças (Gracinha), de São Paulo. Os estudantes, todos do ensino médio, fizeram uma entrevista com o deputado, tratando de temas como política, educação e orientação vocacional.

Também compareceu à comissão o secretário-executivo da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil (Anec), professor Daniel Torres, para apresentar a instituição. A Anec envolve a Associação Brasileira de Escolas Superiores Católicas (Abesc) e a Associação Nacional de Mantenedoras de Escolas Católicas do Brasil (Anamec). Seu objetivo é fortalecer a educação católica no País, em comunhão com os princípios da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Fonte: assessoria de imprensa