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Parlamentares aprovam projetos sobre educação

Os parlamentares da Comissão de Educação, presidida pelo deputado Gabriel Chalita, aprovaram um projeto que altera a Lei de Diretrizes e Bases (LBD) e cria um regime escolar especial a alunos em tratamento médico ou sem condições de saúde para frequentar as aulas, bem como a mães que ainda estão amamentando.

Os deputados também aprovaram o projeto que estabelece que as bolsas de estudo, concedidas por entidades públicas ou privadas de fomento a alunos e docentes da graduação, pós-graduação, extensão e pesquisa, não integram o salário ou o rendimento do trabalho e que devem receber isenções tributárias. Com o objetivo de orientar as famílias sobre a importância da vacinação, também foi aprovado o projeto que permite que as escolas públicas e privadas solicitem aos pais dos alunos, com até dez anos de idade, a apresentação do Cartão da Criança ou da Caderneta de Saúde da Criança durante a matrícula.

Além disso, os deputados rejeitaram o projeto que reserva 15% das vagas em instituições de ensino superior, profissionalizante, ensino médio e educação especial para alunos com deficiência física ou mental, pois a lei atual já atende essa necessidade. Foi rejeitada pelos deputados a matéria que reconhece as atividades do Clube dos Desbravadores como método complementar de educação no País.

Também presidida pelo deputado Gabriel Chalita, a Comissão Especial, destinada a proferir parecer sobre a Proposta de Emenda à Constituição para atualizar o tratamento das atividades de ciência, tecnologia e inovação na Carta Maior, aprovou requerimentos para ouvir em audiência pública várias entidades do setor, como ABRUEM, ANDIFES, CRUB, CONSECTI, ANPEI, FORTEC, EMBRAPA, entre outras.

Plenário

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 620/2013, que dispõe sobre diversos temas, como: financiamento de bens de consumo duráveis a beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida; medidas de esclarecimento ao consumidor, o programa de Cultura do Trabalhador; legislação tributária federal; normas gerais sobre desporto; e certificação das entidades beneficentes de assistência social. O deputado Gabriel Chalita também participou da articulação de um acordo para mudar as regras de certificação de entidades de ensino, no que se refere à concessão de benefícios a alunos carentes.

Fonte: assessoria de imprensa | Data: 16/9/2013

Chef Ravioli ensina a fazer canelloni alla Harry’s Bar

Massa básica

01 kg de farinha

12 ovos

Recheio de espinafre e queijo

150 gramas de espinafre descongelado, picado e espremido

110 gramas de ricota

 60 gramas de queijo suíço ralado

110 gramas de muçarela picada

30 gramas de parmesão ralado (na hora)

1 colher de chá de sal

Grãos de pimenta frescos

1/8 colher (chá) de pimenta caiena

2 gemas de ovo

Leve ao processador de alimentos o espinafre, a ricota, o queijo suíço, a muçarela e o parmesão. Processe até que os ingredientes fiquem bem misturados. Coloque-os numa tigela e misture sal, grãos de pimenta, pimenta caiena e gemas de ovos. Prove, ajuste o tempero e guarde na geladeira.
 
 
 
Molho bechamel                                                   
 
60 gramas de manteiga sem sal
 
35 gramas de farinha
 
500 ml de leite
 
Sal
 
Em fogo baixo, doure levemente a manteiga e a farinha. Aos poucos, adicione o leite fervido e mexa suavemente. Ajuste o sal e reserve.
 
 
Molho pomodoro
 
10 tomates
 
½ xícara de azeite de oliva
 
½ xícara de manjericão
 
2 dentes de alho
 
Sal e pimenta a gosto
 
Refogue o alho no azeite. Coloque os tomates na panela e desmanche-os com uma colher. Tempere e deixe cozinhar por 10 minutos. Se estiver muito ácido, junte uma pitada de açúcar. Por fim, coloque o manjericão.
 
 
Como montar o canelloni
 
Recheie o canelloni previamente, deite-o em um refratário revestido com uma leve camada de molho branco. Cubra-o com uma fina camada de molho branco e uma levíssima camada de molho pomodoro. Polvilhe queijo parmesão e leve ao forno para gratinar suavemente.
 
Programa “Mundo Melhor”: Data: 14/9/201

Oração e ação pela paz

O papa Francisco tem falado com insistência sobre o tema da paz. O mundo merece viver em paz. O papa pediu oração e pediu ação pela paz.

E a Síria merece viver em paz, também. Os conflitos no Oriente Médio não são recentes. Brigas religiosas, econômicas, étnicas mostram feridas abertas de uma região que há muito não sabe o que é conviver em paz.

Há acusações de utilização de armas químicas, há imagens de crianças mortas, de feridos sofrendo em hospitais, de civis amedrontados pelos conflitos, de gente fugindo e se refugiando, onde podem, em situações precárias. E há ameaça de guerra.

Será que esse é o único caminho para solucionar conflitos? O sangue derramado e as vidas roubadas, em tantas outras contendas, não servem de exemplo para buscar alternativas?

Na Síria ou nas esquinas de qualquer canto do mundo, é preciso agir pela paz. A paz se conquista na simplicidade do cotidiano e na complexidade das reflexões sobre o sentido da vida. Há guerras entre famílias mortificadas pela agressão contra mulheres e crianças. Há guerras nas mídias sociais com a virulência de ataques contra pessoas ou grupos por razões tolas. O fato é que não há razão para a violência. A violência é a ausência da razão. Se somos seres de convivência, é nela que aprendemos a coexistir com as diferenças e a entender que é a inteligência nossa arma mais poderosa.

Podemos orar pela paz na Síria, mas podemos agir pela paz em nossas casas e nas nossas relações. É esse o desafio. Os pais são as primeiras referências para seus filhos. Pais violentos geram, com maior facilidade, filhos violentos. É a força do exemplo. Pais que dialogam, que exercitam a maturidade dos afetos, provavelmente, gerarão filhos assim, filhos da paz. É claro que há outras influências como a escola, a mídia, os grupos tantos que convivem com as crianças. Mas a família é, sem dúvida, o espaço privilegiado para que a criança aprenda a discernir o certo do errado, a compreender o que faz bem ou o que faz mal.

Viver em paz não pode ser apenas uma utopia.

Por Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo)  | Data: 13/9/2013

O livro dos valores para crianças

Neste livro, você encontra histórias de vida e histórias para a vida toda. É um livro destinado ao sagrado encontro entre pessoas que se amam. Pais contadores de história. Professores contadores de história. Amigos cheios de disposição para aprender e ensinar.

Ler histórias, conversar, conviver. O livro dos valores para crianças é um chamamento ao conviver. Gabriel Chalita mostra ao leitor que, apesar de tantas feiuras na conduta humana, ainda é possível acreditar na bondade. Basta semear.