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Respeito às diferenças

Gabriel Chalita (Revista Profissão Mestre)

O cinema é uma fonte inesgotável de situações para discussão de questões educacionais em sala de aula. No filme My fair lady, por exemplo, um professor de fonética aceita a aposta de transformar uma florista maltrapilha em uma dama preparada para freqüentar as altas rodas sociais, apenas por ensinar-lhe a falar corretamente. Para as aulas, a florista vai morar na casa do professor. O filme, de 1964, é baseado no livro Pigmalião, de George Bernard Shaw. Sob a direção de George Cukor, estão no elenco Audrey Hepburn, Rex Harrison, Stanley Holloway e Wilfrid Hyde-White. 

O enredo começa, mesmo, na praça do mercado central de Londres, numa noite chuvosa e fria do início do século 20. Sob a marquise, bem em frente a uma casa de ópera, pessoas da alta sociedade esperam carruagens para voltarem para casa. A florista pobre reclama em altos brados de estar sendo observada por um senhor bem vestido que anota cada palavra que ela pronuncia. Imagina ser um policial que a vigia para expulsá-la do seu ponto de venda. O homem, porém, é um professor de fonética, que se gaba de reconhecer a origem de uma pessoa pelo som de sua voz, com margem de erro inferior a seis quilômetros. Ele a acusa de “assassinar, a sangue frio, a língua inglesa”. Curiosos se aproximam para ouvir a conversa, e testemunham uma estranha aposta. O professor Henry Higgins (interpretado por Rex Harrison) aceita o desafio de transformar a rude florista (interpretada por Audrey Hepburn) em uma dama.

Depois dos desastres dos primeiros dias, o professor se dá conta de que não será possível ensinar a língua sem ensinar, primeiro, a importância das atitudes. De professor inflexível, George muda para uma atitude de mais compreensão. A partir desse ponto, a relação avança, e Elisa começa a aprender com mais facilidade.

Elisa é levada, enfim, ao baile do embaixador. O baile é uma homenagem à rainha da Transilvânia, que visita Londres. Elisa é apresentada à sociedade e encanta a todos, pela elegância, postura, educação e boa conversa. A própria rainha manda um emissário pedir-lhe que dance com o filho, o príncipe Gregor. Mas um especialista em línguas, o húngaro Zoltan Karpathy, assessor da rainha, se aproxima para travar conversação com Elisa, e a sua origem humilde pode estar prestes a ser desmascarada. Mas eis o diagnóstico que Zoltan leva para a rainha: 

– “O inglês dela é muito bom, o que indica que é estrangeira. Os ingleses não costumam ser muito instruídos em sua própria língua. E, apesar de ter talvez estudado com um perito em dialética e gramática, posso afirmar que ela nasceu húngara. E de sangue nobre! Seu sangue é mais azul do que a água do rio Danúbio.”

Higgins e Pickering voltam exultantes para casa. Elogiam-se mutuamente pelo triunfo. Mas se esquecem de sequer mencionar Elisa e seu esforço, e ela fica magoada. Henry acaba percebendo o abatimento dela e pergunta o que há de errado.

– Com você nada, não é? – ela diz. – Ganhei a aposta para você, não foi? Já basta.
– Fui eu quem ganhou a aposta, sua presunçosa!
– Seu bruto egoísta! Agora que tudo terminou, vai poder me jogar de volta na sarjeta. O que será de mim?
– Você está livre agora. Vai poder fazer o que quiser.
– Fazer o quê? Você me preparou para quê? Eu era mais digna antes. Vendia flores, não a mim mesma. E, agora que você fez uma dama de mim, eu não sirvo para mais nada.

Eles a acusam de ingrata. E Elisa foge, voltando à praça onde vivia. Nenhum dos velhos amigos a reconhece, deixando-a ainda mais triste. É uma pessoa presa entre dois mundos, sem pertencer nem a um nem a outro.

Desnorteada, resolve visitar a mãe de Henry. Num depoimento a Sra. Higgins, Elisa diz a frase que é o verdadeiro corolário da sua história:

– Deixando de lado o que se aprende, a diferença entre uma dama e uma florista não é como se comporta, mas como é tratada.

Henry (que ali chegara) franze a testa, ao ouvi-la, reconhecendo que sempre a tratara como uma florista e jamais como uma dama.

Eis, em resumo, um conjunto de valores que pode ser trabalhado em sala de aula, por meio desse filme. Uma atividade simples, mas que pode conduzir a resultados significativos, frutos de uma aprendizagem efetiva.

Gabriel Chalita ministra palestra em Londrina

Nesta quinta-feira, dia 11/11, o vereador Gabriel Chalita ministrou a palestra “Ética na construção do conhecimento” aos educadores da rede municipal de ensino de Londrina. O evento, que aconteceu no Auditório Alcides Bueno, do Campus da Unopar do jardim Piza, teve o objetivo de capacitar os educadores e gestores de ensino da rede.

Diante do auditório lotado, o palestrante iniciou a apresentação com o resgate histórico da ética desde Aristóteles. Segundo Chalita, a ética é um código de conduta em busca do bem e deve ser aplicado nas ações cotidianas. “A ética tem que ser vivenciada, porque não basta fazer o bem, agir com moderação e saber escolher, se a pessoa não se dedicar a praticar os valores que adquiriu”, declarou.

Para o educador, escutar opiniões contrárias às suas e “saber ser correto” são passos fundamentais para ser ético e construir sua própria história, motivada por seus desejos e aspirações. “Um dos tantos objetivos da educação é ensinar a conviver. O convívio significa respeito, cooperação, ternura, enfim. E isso é ética. A ética se aprende nos livros, nas lições dos grandes mestres. E se aprende no cotidiano, no exercício de ser correto”, finalizou.

Reunião da Comitiva Nacional do PSB tem participação de Gabriel Chalita

O vereador e deputado federal eleito por São Paulo, Gabriel Chalita (PSB), participou nesta quinta-feira, 04 de novembro, da reunião da executiva nacional do partido. O evento, realizado no Hotel Carton, em Brasília – DF, debateu o crescimento da legenda nas urnas e as metas para tornar o PSB ainda mais próximo dos eleitores.

Nas últimas eleições, o partido socialista cresceu substancialmente, elegendo: 6 governadores, 35 deputados federais, 4 senadores e 73 deputados estaduais. Esse resultado concedeu ao PSB a segunda maior bancada de governadores da próxima legislatura.

Chalita aproveitou o encontro para destacar a importância do partido em promover Fóruns e seminários nas mais diversas regiões do país com o objetivo de educar as pessoas para a política partidária. “Vivemos um momento em que as pessoas passaram a desacreditar da política. Os jovens e os professores, por exemplo, passaram a tratar política com total distanciamento. Precisamos resgatar essas pessoas e fazer com que elas voltem a atuar politicamente”, declarou o educador.

Campeão de votos entre os deputados federais eleitos pelo partido nas últimas eleições (560.022 votos), Chalita compôs a mesa ao lado de outros nomes de expressividade no PSB, como Luiza Erundina – reeleita deputada federal por São Paulo, Eduardo Campos – presidente do partido e reeleito governador de Pernambuco, Cid Gomes – reeleito governador do Ceará, Renato Casa Grande – eleito governador do Espírito Santo, Lidice da Mata – eleita senadora pela Bahia, Rodrigo Rollemberg – eleito senador pelo Distrito Federal, entre outros governadores, senadores e deputados federais e estaduais eleitos pelo Partido.

”A arte de gerenciar sonhos” é tema de palestra

Amanhã dia 11 de novembro, o educador Gabriel Chalita ministrará a palestra “A arte de gerenciar sonhos” na I Semana de Educação Municipal de Mongaguá. O evento será realizado no Centro Cultural Raul Cortez, em Vera Cruz, Mongaguá/SP.

Conhecido no meio político como grande defensor da educação de qualidade, Chalita sempre buscou de iniciativas que permitissem a construção de soluções permanentes aos problemas educacionais. Em seus pronunciamentos, Gabriel Chalita utiliza conceitos que variam da literatura ao cotidiano. Também divide, com o público, histórias de sua carreira e de sua vida, para ilustrar os conceitos apresentados. Na opinião do educador, “há pessoas que dão bons exemplos de como não agir no contexto da educação”.

Segundo ele, a ética está em reconhecer e respeitar o valor das fontes de conhecimento, sejam elas comuns ao nosso repertório ou não: ”A construção do conhecimento depende de incentivo. Para o educador, aplica-se na sutileza com que é passada a informação, e nas formas diferentes com que as pessoas assimilam os conteúdos”.

Mini currículo – Gabriel Chalita

É Doutor em Direito e em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo. É Mestre em Direito e também em Ciências Sociais pela mesma universidade. Autor de 52 livros, é membro da Academia Paulista de Letras, da União Brasileira de Escritores e da Academia Brasileira de Educação. Foi Secretário de Estado da Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer do Governo do Estado de São Paulo. Foi conselheiro do Fundo Social de Solidariedade e Presidente do CONSED (Conselho Nacional de Secretários de Estado da Educação) e Secretário de Estado da Educação de São Paulo. Vereador eleito por São Paulo. Nas eleições 2010, foi eleito deputado federal, com 560.022 votos.

Chalita participa de Comissão na CMSP

O vereador Gabriel Chalita participou, nesta quarta-feira (03/11), da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa, da Câmara Municipal de São Paulo. Na ocasião, foram analisados os pareceres de 20 projetos.

Desse total, foram aprovados os pareceres de legalidade e constitucionalidade de 7, enquanto 13 foram considerados ilegais ou inconstitucionais.

Foram aprovados os pareceres de legalidade ou constitucionalidade dos seguintes projetos:

PL281/10, do vereador Claudinho de Souza (PSDB);

PL 284/10, do vereador Marcelo Aguiar (PSC);

PL 340/10, do Executivo;

PL 407/10, da vereadora Juliana Cardoso (PT);

PDL84/10, da vereadora Juliana Cardoso (PT) e do vereador Ítalo Cardoso (PT);

PL 163/10, do Executivo;

PL 303/10, do Executivo.

Participaram da reunião os seguintes vereadores: Ítalo Cardoso (PT), João Antonio (PT), José Police Neto (PSDB), Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB), Netinho de Paula (PCdoB), Abou Anni (PV), Gabriel Chalita (PSB), Agnaldo Timóteo (PR), Ushitaro Kamia (DEM).

Chalita analisa projetos em Comissão

O vereador Gabriel Chalita participou, nesta quarta-feira (01/12), da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa, da Câmara Municipal de São Paulo. Na ocasião, foram analisados os pareceres de 25 projetos.

Desse total, foram aprovados os pareceres de legalidade e constitucionalidade de 9, enquanto 10 tiveram votação adiada para próxima reunião. Seis foram considerados ilegais e um ficou pendente de votação.

Foram aprovados os pareceres de legalidade ou constitucionalidade dos seguintes projetos:

PL 736/95, do vereador Wadih Mutran (PP);

PL 272/10, do vereador Cláudio Fonseca (PPS);

PL 287/10, do vereador Abou Anni (PV);

PL 394/10, do vereador Paulo Frange (PTB);

PDL 86/10, do vereador Adolfo Quintas (PSDB);

PL 1/10, do vereador Alfredinho (PT)

PL 322/10, de autoria do vereador Dalton Silvano (PSDB)

PL 468/10, do vereador Francisco Chagas (PT)

Participaram da reunião os seguintes vereadores: Ítalo Cardoso (PT), João Antonio (PT), Floriano Pesaro (PSDB), Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB), Celso Jatene (PTB), Abou Anni (PV) e Ushitaro Kamia (DEM).

Chalita participa de Comissão na CMSP

O vereador Gabriel Chalita participou, nesta quarta-feira (27/10), da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa, da Câmara Municipal de São Paulo. Na ocasião, foram analisados os pareceres de 30 projetos. Desse total, foram aprovados os pareceres de legalidade e constitucionalidade de 18, enquanto quatro foram considerados ilegais ou inconstitucionais. Outros 12 tiveram a votação adiada.

A comissão também aprovou o Projeto de Lei 338/10, de autoria do Executivo, que institui a Gratificação pelo Exercício da Atividade de Motorista de Viatura Operacional da Guarda Civil Metropolitana a ser concedida a partir de janeiro de 2011. A gratificação, estendida aos motociclistas, será paga mensalmente. O Executivo, em seu projeto, previa que a gratificação não seria paga ao motorista ou motociclista que exercesse a atividade por um período de 16 dias no mês.

Participaram da reunião os seguintes vereadores: Ítalo Cardoso (PT), José Police Neto (PSDB), João Antonio (PT), Floriano Pesaro (PSDB), Agnaldo Timóteo (PR), Netinho de Paula (PCdoB), Gabriel Chalita (PSB), Ushitaro Kamia (DEM) e Abou Anni (PV).

Chalita discorre sobre a dor da injustiça

Na edição de outubro da Revista Canção Nova o vereador e escritor Gabriel Chalita fez uma breve reflexão sobre a necessidade de sermos justos diante da vida, por meio do artigo: “A dor da injustiça”. Para Chalita, a ética tem que ser vivenciada, pois não basta fazer o bem, agir com moderação e saber escolher se a pessoa não se dedicar a praticar os valores que adquiriu.

“Somos seres sociais e isso implica uma série de posturas e atitudes que têm de privilegiar o bem comum, independentemente de ser em casa, na escola, na empresa ou nas relações de amizade. É esse o caminho mais certo e seguro para uma vida minimamente digna, honesta, feliz. Temos de pensar em nós, mas também nos que estão à nossa volta. Em resumo: temos de buscar o equilíbrio. É uma maneira de contribuir para o exercício contínuo do bem”, declarou o educador. Clique aqui e confira o artigo na íntegra.

A dor da injustiça

Por Gabriel Chalita (Revista Canção Nova)

A dor da injustiça

Todos os dias aprendemos e ensinamos. Estamos todos matriculados na escola da vida. E nessa escola, com humildade, amadurecemos. Basta que prestemos atenção no outro, na sua dor e na sua capacidade de superação. E que prestemos atenção em nós mesmos e na necessidade de sermos justos. Certa vez ouvi um depoimento de uma cozinheira acusada de ter furtado uma pulseira de ouro. Entre lágrimas, ela tentava convencer a patroa de que jamais em sua vida havia cometido esse delito.

A patroa dizia que as lágrimas eram uma forma de esconder o furto. A funcionária, em prantos, dizia que era uma mulher de fé, religiosa. E a patroa, aos gritos, exigia que Deus fizesse, então, a pulseira aparecer na frente dela, se é que Ele existia.

A funcionária não mais insistiu. Na solidão da injustiça, entrou no quarto para arrumar as suas coisas. Lamentou a situação. Chorou a sua história de dor e necessidade.Enquanto ouvia explicações da patroa de que não a denunciaria desde que ela não a atormentasse na justiça, entrou a filha pedindo um sanduíche. Na mão esquerda, estava a reluzente pulseira. Foi neste momento que a funcionária chorou ainda mais. Como dói a injustiça! A patroa, rispidamente, disse a ela que parasse com o choro e voltasse ao trabalho. E, com autoridade, decidiu que fora apenas um mal entendido. Recomposta, a cozinheira agradeceu a confiança e disse que nada mais tinha a fazer naquela casa. A patroa insistiu que o melhor era esquecer tudo. E a funcionária sorridente agradeceu a Deus e lembrou a patroa de que Ele não desampara quem O ama.

Sem muito alarde, a cozinheira saiu e no dia seguinte arrumou emprego em um restaurante. Tudo aconteceu em uma missa. Muito triste, ela foi à Igreja como sempre e, na acolhida, o padre pediu que as pessoas se cumprimentassem e se apresentassem. A senhora ao lado disse que tinha um restaurante e ela disse que era cozinheira. A partir daí, uma nova vida começou.

Ela não foi à missa em busca do emprego nem querendo que Deus desse a ela a recompensa dos que são humilhados. Foi rezar. Foi chorar. Foi agradecer. Foi viver o mistério do Amor que é a Eucaristia. E, nesse mistério, encontrou Amor. Coincidência estar precisando de um emprego e a outra ter um emprego para oferecer? Pode ser. Como pode ser também providência. Deus cuida de nós, como diz em canção nossa irmã Salete Ferreira.

Assim como ouvi esse testemunho em meu programa de rádio na Canção Nova, ouço tantos outros que servem de inspiração para que aprenda a ser justo e experimente a presença de Deus.

A história dessa mulher nos ensina a termos mais delicadeza em nossas relações. É triste sofrer a dor da injustiça, da incompreensão.

Todos nós erramos, mas se tomarmos um pouco de cuidado, nosso erro não será tão doloroso ao nosso irmão nem a nós mesmos. Ninguém faz mal ao outro impunemente.

Conselho Federal de Contabilidade recebe palestra de Gabriel Chalita

Nesta quarta-feira (20/10), o educador Gabriel Chalita ministrou a palestra “Reflexões sobre educação e ética profissional” no Encontro Luso-Brasileiro de Contabilidade. O evento foi realizado no Centro de Convenções de Florianópolis Centro Sul. A reunião do Conselho Federal de Contabilidade objetivou promover um debate aprofundado sobre a ética na formação intelectual do indivíduo.

Conhecido no meio político como grande defensor da educação de qualidade, Chalita sempre buscou de iniciativas que permitissem a construção de soluções permanentes aos problemas educacionais. Em seus pronunciamentos, Gabriel Chalita utiliza conceitos que variam da literatura ao cotidiano. Também divide, com o público, histórias de sua carreira e de sua vida, para ilustrar os conceitos apresentados. Na opinião do educador, “há pessoas que dão bons exemplos de como não agir no contexto da educação”.

Segundo ele, a ética está em reconhecer e respeitar o valor das fontes de conhecimento, sejam elas comuns ao nosso repertório ou não: ”A construção do conhecimento depende de incentivo. Para o educador, aplica-se na sutileza com que é passada a informação, e nas formas diferentes com que as pessoas assimilam os conteúdos”.

Mini currículo – Gabriel Chalita

É Doutor em Direito e em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo. É Mestre em Direito e também em Ciências Sociais pela mesma universidade. Autor de 52 livros, é membro da Academia Paulista de Letras, da União Brasileira de Escritores e da Academia Brasileira de Educação. Foi Secretário de Estado da Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer do Governo do Estado de São Paulo. Foi conselheiro do Fundo Social de Solidariedade e Presidente do CONSED (Conselho Nacional de Secretários de Estado da Educação) e Secretário de Estado da Educação de São Paulo. Vereador eleito por São Paulo. Nas eleições 2010, foi eleito deputado federal, com 560.022 votos.