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Chalita é novo imortal

O começo do mês de dezembro de 2005 foi histórico na vida do educador, escritor e secretário de Estado da Educação de São Paulo, Gabriel Chalita. No dia 08 de dezembro, o autor de 39 livros – a maioria nas áreas de educação e filosofia – foi eleito o mais novo imortal da Academia Paulista de Letras. A vitória possibilita a inserção do autor no seleto grupo de imortais a partir de 2006, quando passará a ocupar a cadeira número cinco, deixada pelo jurista Ignácio Silva Telles, morto em outubro deste ano. A data da posse de Gabriel Chalita como membro da Academia Paulista de Letras está prevista para o dia 09 de março deste ano.

Na noite do dia 08 de dezembro de 2005, 10 dos 40 acadêmicos estiveram na sede da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo para comunicar a nomeação a Gabriel Chalita. Dentre eles, Antônio Ermírio de Moraes, Esther de Figueiredo Ferraz, José Renato Nalini, Lygia Fagundes Telles e Paulo Bonfim.

Natural de Cachoeira Paulista, cidade do Vale do Paraíba, Chalita é, atualmente, titular da pasta de Educação do Estado e professor dos programas de Graduação e Pós-Graduação da PUC-SP e da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Possui dois doutorados e dois mestrados pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É doutor em Filosofia do Direito e em Comunicação e Semiótica e mestre em Direito e Ciências Sociais

Aos 19 anos, foi eleito vereador e presidente da Câmara Municipal de Cachoeira Paulista. Na seqüência, prosseguiu seus estudos acadêmicos, ao mesmo tempo em que fortalecia sua atuação como educador e escritor. Antes de assumir a pasta da Educação, foi secretário de Estado da Secretaria da Juventude, Esportes e Lazer. É conselheiro do Fundo Social de Solidariedade e presidente do CONSED – Conselho Nacional de Secretários de Estado da Educação.

Dentre as obras de sua autoria estão diversos sucessos editoriais, tais como: “Seis Lições de Solidariedade”, “A Ética do Rei Menino”, “Educar em Oração”, “Pedagogia do Amor” e “Os Dez Mandamentos da Ética”. Desde a infância, Gabriel Chalita já demonstrava sua paixão pelas palavras, pelo aprendizado constante e pela educação. A dedicação em torno dessas áreas do conhecimento humano tem resultado em uma trajetória marcada pelo sucesso. Um reconhecimento social que se legitima e se fortalece a cada dia – como é natural às lideranças capazes de imprimir sua marca ao tempo em que vivem. Tempo que, sabiamente, utilizam para sonhar e, paralelamente, realizar.

Quarta Viva

O Quarta Viva deste 25 de janeiro esteve imperdível. Neste dia, a cidade de São Paulo completou 452 anos e para comemorar este aniversário tão especial, Gabriel Chalita levou como convidados do programa a atriz Gabriela Duarte e o ator, apresentador de TV, humorista, cantor e compositor Moacyr Franco. Muita cultura, diversão e arte fizeram da programação uma grande festa.

Nascida na cidade de Campinas, Gabriela Duarte é filha da atriz Regina Duarte e do administrador de empresas Marcos Flávio Cunha e, desde cedo, já demonstrava um grande talento para a profissão da mãe. Iniciou sua carreira aos 13 anos e, desde então, suas personagens podem ser vistas nas telonas, telinhas e teatros. Atualmente, a atriz – que já ganhou o prêmio de melhor atriz pelo filme O Vestido, no Festival de Cine Iberoamericano de Huelva, em 2003 – está em cartaz com a peça “As mulheres da minha vida” e durante o programa falou um pouco sobre o espetáculo, bem como sobre sua carreira.

Já Moacyr Franco contou aos telespectadores um pouco sobre suas diversas atuações no meio artístico. Atualmente, Moacyr é protagonista do programa “Meu Cunhado” exibido pelo SBT. Ainda na mesma emissora, o ator atuou nos programas “Concurso de Paródias” e “Pequenos Brilhantes”. Como cantor, Moacyr Franco se revelou ao adaptar sucessos internacionais como “Suave é a noite” (Tender is the Night) e, ainda, por trazer ao Brasil o primeiro sucesso do músico e compositor Astor Piazzolla, em sua versão “Balada para um Louco”.

No decorrer do programa Moacyr interpretou canções de seus discos, acompanhado pela banda formada pelos músicos Peninha, Rogério e Bruno, que atuaram, respectivamente, no teclado, no violão e no baixo. Não perca: quarta-feira, das 22h às 24h, programa Quarta Viva, apresentado por Gabriel Chalita, na TV Canção Nova (canal 40 UHF para o Estado de São Paulo).

Programa Papo Aberto

O Papo Aberto desta semana abordará um tema bastante recorrente na vida de todos, mas pouco debatido e discutido: rejeição. Passar por uma experiência de rejeição, em qualquer aspecto, pode ser traumatizante e doloroso. Muitas vezes, as vítimas deste sentimento cultivam pensamentos indesejáveis, que podem se transformar em insegurança, sensação de inferioridade perante o outro e até em uma certa agressividade.

A fim de proporcionar um espaço em que os ouvintes possam falar livremente sobre este tema e, dessa forma, encontrar maneiras de vencer a rejeição, o Papo Aberto traz como pergunta central a questão “Você já se sentiu um patinho feio?”. Remetendo à famosa fábula do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen – em que um patinho sentia-se rejeitado entre os seus por não ser tão belo quantos eles, passando a vida em sofrimento até se transformar em um lindo cisne – o programa visa ressaltar as qualidades de cada um, mostrando que, mesmo sentindo-nos patinhos feios de vez em quando, temos dentro de nós um grande potencial para virarmos cisnes.

O “Papo Aberto com Gabriel Chalita” acontece de segunda à sexta-feira, das 12h às 13h, na Rádio Canção Nova, AM 860 KHZ e FM 92.5 MHZ. De segunda à quinta-feira, ocorre o debate relativo aos temas de cada semana. Já na sexta-feira, é a vez do programa Papo Aberto Musical, em que Chalita toca músicas solicitadas pelos ouvintes durante a semana, além de ler um texto extraído do livro Histórias de professores que ninguém contou (mas que todo mundo conhece). Não deixe de ouvir e participar!

O perfil do gestor da escola

Por Gabriel Chalita

O diretor é o grande líder da escola. Aquele que anima, que dá alma ao ambiente, fazendo com que o as pessoas à sua volta sintam o desejo irrefreável de oferecer o melhor de si. É sua tarefa executar muitas funções. Dentre elas, a implementação de um plano político pedagógico adequado à instituição de ensino que gerencia. Paralelo a isso, precisa desenvolver a capacidade de envolver os agentes do processo ensino-aprendizagem no grande empreendimento que é propiciar uma educação de excelência aos aprendizes. 

Mas, para estabelecer um plano político pedagógico eficiente, hão que se levar em conta alguns elementos essenciais. É preciso que o diretor busque uma identidade para sua escola – sempre em harmonia com os princípios estabelecidos pelo sistema do qual faz parte. Uma unidade escolar que eduque na adversidade, que atue firmemente na eliminação do preconceito ou da discriminação, que privilegie o papel protagonista do aluno, que possibilite oportunidades de capacitação docente. É com esse olhar de respeito para o diretor de escola e para a importância da função que exerce cotidianamente que o Governador Geraldo Alckmin lança um programa inédito de formação de gestores. Trata-se de um curso de especialização em gestão, promovido pela Universidade de Campinas (UNICAMP). Ao todo serão 360 horas de aulas – 180 na modalidade presencial e 180 na modalidade a distância. Para isso, cerca de 9 milhões e 700 mil reais foram investidos nessa ação destinada a ampliar a formação de seis mil diretores, vice-diretores e professores-coordenadores. Dentre outros temas, neste curso o gestor verá que há conceitos pedagógicos que foram debatidos pelo legislador constituinte, outros que se encontram na LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Somem-se a esses aqueles elaborados pelos legisladores estaduais e pelos responsáveis pela execução das políticas públicas, de forma geral. São princípios que têm de ser incorporados na rotina das escolas. Preceitos frutos de debates que não surgiram de forma vertical, ao contrário, nasceram de numerosas discussões com educadores e representantes da sociedade. A criança, por exemplo, é protegida pelo ECA, e o plano político pedagógico da escola não pode caminhar em outra direção. Lembremos que a Constituição Federal prevê a formação da pessoa, antes mesmo de dissertar sobre cidadania ou mercado de trabalho. A LDB, por sua vez, fala em ensino de qualidade, em gestão democrática. Já as normas da Secretaria da Educação tratam da inclusão, da formação humana, da convivência entre os diferentes, da escola acolhedora. Conceitos norteadores que não podem ser negligenciados. A identidade da escola só se constrói nas relações entre os agentes do processo educativo. Outra grande missão do diretor: promover o envolvimento entre professores, funcionários, alunos, pais, família, comunidade. O professor é a alma da educação, mas os demais funcionários da escola também desempenham funções importantes e precisam ser respeitados. Muitas vezes eles estabelecem vínculos com os alunos. Nesse sentido, são educadores também. Já a família é a grande responsável pela formação dos jovens. Pais têm de se aproximar da escola. E o diretor, como líder, promove essa união. Experiências comunitárias, como a da Cidade-Escola Aprendiz, serão analisadas como modelos de intervenções bem-sucedidas da escola na comunidade e vice-versa. Da mesma forma, práticas de sucesso nas escolas públicas serão socializadas pelos diretores, para que possam ser replicadas. Aliás, esse será o trabalho final do curso. Trata-se de uma iniciativa que não deixa de ser também uma homenagem a esses fantásticos diretores. Profissionais que, em sua maioria, exercem um trabalho extraordinário em nossas quase seis mil escolas – mas, nem sempre, têm a visibilidade que merecem por isso. Parabéns por exercerem liderança democrática. Parabéns por acolherem pessoas tão diferentes, tão ávidas de aprendizagem e proporcionarem a elas ensino de qualidade.

Oração da Ética

Por Gabriel Chalita

Senhor! Recebemos este mundo de presente. E, com ele, tantas possibilidades. Recebemos a inteligência. A capacidade de viver e conviver. Recebemos o poder. O poder de servir. O poder de fazer o bem. Eis a nossa vocação, fazer o bem. Há pessoas que correm de um lado a outro na tentativa de vencer. Lutam e até vencem. Mas, na batalha, usam pessoas como tábuas. Gente como atalho. E pisam. E agridem. E maltratam. E seguem adiante, na certeza de que estarão impunes. Não estarão. Não estão. Ninguém mata o outro impunemente. Ninguém mata os sentimentos, os sonhos dos outros, e segue sem rugas. 

Nossa vocação é a felicidade. Mas ela tem mãe. A felicidade é filha do bem. Ninguém consegue fazer nascer a felicidade sem antes viver o bem. O precioso bem. E isso é ética. Esse código de conduta que visa ao bem. Essa arte da convivência que faz com que, no palco da vida, os papéis se respeitem e cada protagonista entenda que há outros protagonistas também, porque todos, todos são protagonistas. Não há papéis secundários. Ninguém é degrau de ninguém. E ninguém merece ser tratado com consideração menor.

Nossa vocação é a felicidade. E, para isso, é preciso que não haja barreiras na relação com o outro. Cor, raça, etnia, credo, gênero. Detalhes de algo maior. O ser humano é muito maior do que isso. O ser humano foi criado à Tua imagem e semelhança. E isso significa que todas as pessoas, apesar das suas diferenças, são capazes de encontrar a felicidade. E de viver o amor. E, portanto, de estar perto de Ti.

Os talentos são presentes abundantes para que cada um encontre o melhor caminho de servir. Servir a uma grande causa. Servir à humanidade. E assim nasce a ética.

Queremos pedir, Senhor, que nosso umbigo não seja mais importante que a multidão. Queremos pedir, Senhor, que nosso egoísmo esteja de partida, para que um novo sentimento tome conta de nós. Que nossa arrogância dê lugar à ternura da simplicidade. E que todos, todos encontrem em nós um sinal de Teu amor.

Senhor, toca nossa alma e mostra-nos a beleza da ética. No momento da criação, Tu decidiste que, apesar de nossa inteligência, seria impossível alcançar solitários nosso pleno desenvolvimento. Nós precisamos um do outro. Ninguém sobrevive sem o outro, sem o grupo. Nascemos para a convivência. Nascemos para a ética. Mas, de repente, foram surgindo as comparações, as competições, e o que era naturalmente bom foi ficando estranho. E a destruição conheceu a natureza humana, que conheceu a destruição, e assim o mundo foi se distanciando da ética. E a convivência ficando cada vez mais tumultuada. Guerras. Algumas até em Teu nome. Conflitos. Preconceito. Discriminação. Corrupção. Humilhação.

Ora, o que aconteceu com a semente do bem? Ficou escondida em algum pântano? Ficou mergulhada oceano adentro, sem estímulo para vir à tona? Reside em algum rincão distante? Porque por certo ela existe. A semente existe e existirá sempre. Ela busca apenas terra fértil para virar planta, e virar flor, e virar fruto. E alimentar.

Senhor. Não permite que a humanidade passe fome de ética. Não permite que o mundo, com todos os sentimentos que nele habitam, seja destruído pela fome, pela fome de quem não permitiu que a semente que alimenta florescesse. E tenho a certeza, Senhor, de que nós erramos muito mais por ignorância do que por maldade. E é por isso que Te peço: derrama Tua luz para que possamos ver essa semente. Derrama Teu amor para que possamos senti-la e, assim sentindo-a, possamos permitir que exista. E, existindo, que o bem faça morada, e o mundo siga a vocação para a qual foi criado.

Somos tantos e tão diferentes. Somos bilhões e somos um. E esse sentimento de felicidade, que nasce do bem, nos une. E essa força, a quem, com ternura e carinho deram o nome de amor, é a razão de estarmos aqui. Viemos do amor. Voltaremos para o amor. Por que, então, não viver no dia-a-dia a intensidade desse amor? Basta experimentar, e o milagre acontece. E o mundo se agiganta. E a poesia toma forma. E um gosto de estrelas na boca nos mostrará que estamos no caminho certo. A manjedoura continua lá, à espera de novos reis e rainhas que sintam o sabor desse sabor. E tudo isso é o amor. E é por isso que eu Te amo, meu Senhor.

Amém! 

Assessoria – Gabriel Chalita

Programa Quarta Viva

Nesta quarta-feira, dia 18 de janeiro, o programa Quarta Viva trouxe uma série de atrações imperdíveis. Muita cultura, diversão e arte fizeram do primeiro programa ao vivo do ano de 2006, um programa inesquecível. Nesta noite, Gabriel Chalita trouxe como convidados especiais um casal de bastante prestígio no cenário nacional: o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin e a primeira-dama, Lu Alckmin.

Nascido em Pindamonhangaba, Alckmin escolheu, desde a juventude, a política como caminho a ser seguido. Formado em medicina, o atual governador de São Paulo iniciou sua vida política em 1972, quando ainda estava na faculdade. Foi, na ocasião, o vereador mais votado de sua cidade natal – fator decisico para que, em 1977, fosse eleito prefeito de Pindamonhangaba, tornando-se o mais jovem ocupante do cargo.

Atualmente, Geraldo Alckmin está à disposição do seu partido para concorrer à presidência da República nas eleições de 2006. No programa, Alckmin contou um pouco sobre sua trajetória pessoal, bem como sua atuação no cenário político nacional e suas perspectivas para as eleições que se aproximam.

Personagem principal do livro “Seis Lições de Solidariedade”, escrito por Gabriel Chalita, Lu Alckmin foi a outra entrevistada da noite. A primeira-dama é hoje um dos nomes que mais se destacam na batalha por um mundo melhor. Presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, Dona Lu – como é carinhosamente conhecida – desenvolve, em parceria com a sociedade civil, projetos que visem à capacitação profissional, à geração de renda e empregos.

No Quarta Viva, Lu Alckmin falou sobre alguns episódios do livro e de sua vida pessoal, em que, mesmo exercendo os papéis de filha, mãe e avó, ainda destina parte de seu tempo à responsabilidade social.

Para agitar ainda mais a programação, Chalita convidou ao palco do programa o cantor Agnaldo Rayol. Atualmente, Agnaldo interpreta sucessos italianos que tanto marcaram sua infância. Porém sua carreira não se limitou à música. Agnaldo atuou em diversos filmes e novelas ao lado de atores como Mazzaroppi, Tarcísio Meira e Lolita Rodrigues e, ainda, lançou, na década de 1970, seu livro de poesias “Agnaldo Rayol, Poeta”. Sua trajetória profissional resultou em 45 discos lançados, muitas canções imortalizadas em sucessos que, nesta noite, fizeram parte da trilha sonora da programação. Sucessos como “A Tua Voz”, “O Velho e o Novo” e “A vida Continua”.

Não esqueça: toda quarta-feira, das 22h às 24h, programa Quarta Viva, apresentado por Gabriel Chalita, na TV Canção Nova (canal 40 UHF para o Estado de São Paulo).

Fórum Copa do Mundo

Em 2006, a Alemanha será palco de um dos acontecimentos mundiais mais famosos e esperados: a Copa do Mundo. A cada quatro anos, o maior evento do futebol atrai milhões de pessoas, bem como estimula o turismo e a economia mundial. Cerca de 32 equipes, representando diversos países dos cinco continentes participam da competição que, há 76 anos, faz milhões de pessoas se emocionarem em torno de um único evento.

A Copa do Mundo aconteceu, pela primeira vez, em 1930, e, desde então, teve suas partidas realizadas nos mais diversos locais. A cada evento, aqueles que acompanham o desempenho de seus times acabam por ficar sabendo um pouco mais do país sede do maior espetáculo de futebol do planeta. A cultura, os pontos turísticos, os idiomas, os povos são alguns dos aspectos interessantes que também se oferecem aos turistas amantes do futebol. Diante de tudo isso, você acha que a Copa do Mundo de 2006 deve entrar nas salas de aula como um tema a ser discutido? De que forma o estudo deste evento pode contribuir para o aprendizado?

É nosso objetivo abrir um espaço para que educadores ou demais agentes sociais possam registrar sua opinião a respeito de assuntos diversos. Dessa forma, entendemos estar contribuindo para a solidificação dos ideais democráticos fundamentados, entre outras coisas, na liberdade de expressão. Participe! E lembre-se de que os melhores textos concorrem a um livro autografado do escritor e educador Gabriel Chalita!

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Juventude no Papo Aberto

Devido à importância inquestionável da discussão proposta pelo Papo Aberto na semana passada, Gabriel Chalita e Gláucya Tavares, durante toda esta semana, darão continuidade ao tema Juventude. Geração que representa o entusiasmo, a transformação e que carrega consigo a esperança de todos aqueles que sonham com um futuro melhor. Futuro este em que teremos uma nação verdadeiramente soberana, em que ideais de justiça, igualdade e fraternidade sejam respeitados.

Desta forma, os apresentadores esperam contar com a participação de ouvintes das mais diversas faixas etárias.

Girando em torno da pergunta “Qual é o maior problema e a maior qualidade do jovem?” Gabriel Chalita irá propor um papo descontraído sobre comportamento, primeiro emprego, estudos, relacionamentos, bem como temas polêmicos, mas de grande importância para o aprendizado destes jovens, tais como drogas, gravidez precoce, violência. Iniciativas como esta proporcionam aos ouvintes a possibilidade de refletirem sobre diversos assuntos, contribuindo, desta forma, para a construção de uma sociedade mais tolerante e solidária.

O “Papo Aberto com Gabriel Chalita” acontece de segunda a sexta-feira, das 12h às 13h, na Rádio Canção Nova, AM 860 KHZ e FM 92.5 MHZ. É importante ressaltar que, de segunda à quinta-feira, ocorre o debate relativo aos temas de cada semana. Já na sexta-feira, é a vez do programa Papo Aberto Musical, em que Chalita toca músicas solicitadas pelos ouvintes, além de ler um texto extraído do livro Histórias de professores que ninguém contou (mas que todo mundo conhece). Não deixe de ouvir e participar!

Lançamento em Salvador

Gabriel Chalita e a primeira-dama do Estado de São Paulo, Lu Alckmin, estiveram, nesta segunda-feira, na cidade de Salvador para o lançamento do livro “Seis Lições de Solidariedade”. Centenas de pessoas – entre fãs da obra, políticos e demais autoridades locais – compareceram, a partir das 16h30, ao Museu Costa Pinto, para a tarde de autógrafos da 39ª obra do escritor, que agitou a capital baiana.

Publicado pela Editora Gente, o livro já se tornou mais um sucesso editorial, entrando para a lista dos best-sellers do escritor, que inclui também títulos como “A Ética do Rei Menino”, “Educar em Oração” e “Pedagogia do Amor”. “Seis Lições de Solidariedade” traz em sua composição uma das características mais marcantes da produção de Chalita: uma linguagem acessível e instigante, que faz da obra um verdadeiro presente a todos que se aventuram por suas páginas.

Neste livro, o autor revela a trajetória de vida de uma das mulheres que mais se destacam na luta por uma sociedade mais justa e mais fraterna. Dona Lu – como é carinhosamente conhecida a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Maria Lúcia Alckmin – é, hoje, um exemplo a ser seguido por aqueles que acreditam que a solidariedade é o primeiro passo para a edificação de um mundo mais igualitário.

São 54 anos vividos intensamente, marcados pela coragem, a sensibilidade e a ternura característicos da personalidade da sempre jovem Lu. Uma mulher que, além de exercer os papéis de filha, mãe e avó, ainda destina seu tempo àquilo que, desde pequena, previa como parte essencial à sua trajetória: a responsabilidade social.

Amor, dor, conquistas e, acima de tudo, força de vontade marcam a história daqueles que não medem esforços para fazer do mundo um lugar melhor. É o caso dessa primeira-dama especial que encanta a todos com seu sorriso de menina, mesclado ao vigor característico das grandes mulheres. Nas linhas e entrelinhas do texto, os leitores poderão perceber o quanto Lu Alckmin seguiu à risca o caminho apontado por Fernando Pessoa, por meio de seu heterônimo, Ricardo Reis: “Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes”. E é dessa forma que essa grande dama da solidariedade vai trilhando sua jornada, ao mesmo tempo em que aproveita para, com o seu trabalho, iluminar as vidas de milhões de pessoas que, dia após dia, sentem a intensidade do seu brilho digno de estrela.

Ouça a Oração da Paz

Por Gabriel Chalita

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Senhor! O mundo precisa de paz. A paz não é apenas ausência de guerra. A paz não é apenas o abandonar das armas. A paz é decisão. É ação. Senhor! O mundo precisa de paz! Da paz de crianças que aprendam desde cedo a amar e respeitar.

Da paz de adolescentes que convivam com as mudanças sem raivas. Da paz dos jovens decididos a manter a harmonia do universo. Da paz dos maduros de todas as idades, que não tenham preguiça de ensinar aos que estão ainda engatinhando pela vida. Da paz dos velhinhos que se sintam livres e felizes. Que se sintam amados e acolhidos.

Senhor!
O mundo precisa de paz.

Da paz dos que pouco têm e, mesmo assim, partilham. Dos que sabem que os bens materiais ajudam, mas não constituem a essência de existir. Da paz dos que muito têm e, tendo, agem como se não tivessem. E, agindo assim, são desapegados e generosos, e não guardam arrogância nenhuma em seus sentimentos. Senhor! O mundo precisa de paz. Da paz das famílias que se fazem Igreja. Das famílias que, cientes da missão de educar, conduzem os filhos pelo legado do amor, da ética, da fé. Das famílias que conseguem viver sem máscaras. Mãe e pai. Mulher e homem. Não há superioridade, mas respeito. Não há violência, mas ternura. Filhos. Filhos nascidos e crescidos em espaço seguro, desde a gestação.

Senhor!
O mundo precisa de paz.

Da paz das escolas. Escolas que são espaços de luz e que têm a natural vocação de iluminar os que, iluminados, iluminarão o mundo. Das escolas em que professores, e funcionários, e alunos, e diretores vão construindo, juntos, um espetáculo de amor. Das escolas que, acolhedoras, abrigam os que hão de, no futuro, também saber acolher. Personagens que distinguem o acidental do essencial no aprendizado. Das escolas que ensinam a brincar e a respeitar. De professores que não confundem sisudez com competência. E que aceitam que o sorriso está na moda, e estará sempre.

Senhor!
O mundo precisa de paz.

Da paz da comunidade. Do bairro que tem de voltar a conversar. Dos vizinhos que, calados pelo medo, ou pelo tédio, ou pelo ritmo de uma vida acelerada, deixaram de lado o lindo costume de conversar e contar histórias. Das crianças que podiam brincar livres pelas calçadas, enquanto os pais se divertiam ao ver quanto todos podiam ser felizes. De comunidades que se organizam para vencer a violência e a destruição. Das que sofrem quando sofre um de seus membros. Das que têm a capacidade de se reconstruir a cada vendaval e de contemplar com êxtase a calmaria.

Senhor!
O mundo precisa de paz. 

Da paz que habita o coração das mulheres e dos homens. Só será possível reconstruir o mundo se reconstruirmos primeiro as pessoas. É de dentro para fora. E como essa paz é fundamental. A paz da serenidade, da sabedoria, da simplicidade. A paz do equilíbrio. A paz do amor. Esse sentimento que faz com que toda nossa ação tenha um sentido. Esse sentimento que faz com que o outro seja tão importante quanto eu mesmo. E que eu, Senhor, consiga agir na minha vida como se Tua fosse a ação. Pensar os Teus pensamentos. Amar o Teu amor.

Senhor!
O mundo precisa de paz.

Faz de mim um instrumento da Tua paz, como disse certa feita o santo que revolucionou o conceito de amor e de simplicidade: São Francisco de Assis. Faz de mim um instrumento da Tua paz comigo mesmo, com os outros com os quais convivo, com o mundo e com aqueles que nem conheço, mas que são também meus irmãos.

Assim seja!