Alice é uma mulher feita, dois filhos, faculdade concluída, emprego e sorriso no rosto. Encontrei Alice após uma palestra que ministrei sobre "Direitos humanos – infância e juventude". E ela me contou a sua história.

Alice viveu na antiga FEBEM. Foi presa por tráfico. Chegou grávida e sem muita esperança. A mãe mandou avisar que jamais a perdoaria. Alice ficou internada em uma unidade criada especialmente para mulheres grávidas, com berçário e tudo. Ali, resolveu estudar e participou de um projeto que coordenei quando era secretário, que dava emprego e bolsa de estudos para jovens egressos da FEBEM.

Gabriel Chalita participou, no dia 16 de setembro, da Jornada Mundial de Direitos Humanos, promovida pela Escola Paulista de Magistratura e pelo Grupo do Capitalismo Humanista da PUC. Juntamente com juristas e outros professores, Chalita ressaltou a importância de assegurar os direitos humanos no período da infância e da juventude: “Uma criança consumida pela ausência de possibilidades é um crime contra a dignidade humana.”

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