Por Gabriel Chalita

Neste dia 15 de Outubro, como acontece todos os anos, há algo diferente no ar. Uma força e uma beleza incomensuráveis se desprendem do cerne do universo educacional e contagiam ambientes variados. Contagiam todas as pessoas que, por um segundo, param para refletir sobre a importância dos professores. Sobre a contribuição efetiva que têm para a formação de gerações sucessivas. Sobre o modo apaixonado com que se entregam ao exercício cotidiano do magistério.

Por Gabriel Chalita

A literatura é uma espécie de passaporte mágico. Um bilhete singular que nos permite cruzar as fronteiras do tempo e do espaço, da luz e das trevas, do real e do imaginário, do particular e do universal. Uma vez viajantes, somos conduzidos por enredos, tramas e personagens que comumente nos transportam para dimensões paralelas. Universos capazes de mesclar passado, presente e futuro, terra e céu, tristeza e alegria, grito e silêncio, medo e coragem, desejo e repulsa, configurando uma confluência tão inusitada quanto sedutora. Livros e histórias preservam em seu gene elementos surpreendentes e sensações indescritíveis.

Por Gabriel Chalita

Em seu poema “Belo Belo”, publicado na obra Lira dos cinquenta anos, o poeta Manuel Bandeira dispara: “Não quero amar,/Não quero ser amado./Não quero combater,/Não quero ser soldado/. – Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples/. Por meio do discurso dessa autoridade incontestável da seara das letras, impregnado de uma sabedoria que a maioria de nós busca alcançar, nos sentimos propensos a refletir sobre a grandeza existente nas coisas singelas e a forma como elas conduzem nossos corações e mentes para o caminho do que é realmente importante à existência humana.

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