Por Rubem Alves (Revista Educação)

O ensino de literatura que investe em seu poder encantatório. Havia um sorriso de criança no seu rosto rechonchudo. Olhava-nos com um olhar curioso. Professor novo de literatura. Devia saber que não gostávamos de literatura. Era chato e não servia para nada. Nós, alunos, já havíamos desenvolvido uma capacidade de conhecer o professor a partir dos primeiros dez minutos de sua primeira aula.

(Blog Pedro Luvizotto)

Os dias contemporâneos assistem a um fascinante diálogo universal. Rompemos as barreiras da distância e do tempo com a tecnologia que disponibiliza a informação e atiça a curiosidade.

Por Rubem Alves (Revista Educação)

Meu tio Agenor descrevia o que acontecia na sua sala de aula, quando menino. O professor chamava os alunos, que recitavam o “ponto”. O “ponto” era um assunto que o professor ditava e os alunos escreviam e tinham de decorar.

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